7 de fevereiro de 2014

LINCES EM WELLINGTON COM RESULTADOS ESPERADOS

Como se previa Portugal não conseguiu o apuramento para o troféu principal do Wellington Sevens, mas como os Estados Unidos e a Espanha tiveram a mesma sorte, as consequências no ranking oficial acabam por não ser graves, ficando desde já garantida a manutenção do 13º lugar.

Com três derrotas em três jogos, os portugueses tiveram alguns momentos embaraçosos, mas conseguiram terminar com uma exibição com alguns pormenores de bom recorte, e com a marcação de três ensaios aos galeses, que pelo seu lado, foram quem mais vezes violou a nossa área de ensaio.

No conjunto dos três encontros do dia, Portugal marcou cinco ensaios e sofreu 18, o que diz bem da diferença actual entre as equipas, mas pelo que vimos dos conjuntos presentes na etapa da Nova Zelândia das Sevens World Series, Portugal tem todas as condições para subir uns largos degraus na hierarquia dos ministérios e colocar-se por volta da 8ª / 10 ª posições.

Nos quartos de final da Bowl vamos defrontar o Quénia à meia noite e 44 minutos de Lisboa, e provavelmente seremos encaminhados para as meias finais da Shield.

Veja para já as fichas dos jogos de Portugal, e mais tarde voltaremos a este post para publicarmos o quadro completo dos resultados da fase de apuramento e os jogos dos quartos de final da Cup e da Bowl.



23 comentários:

Leonardo disse...

XV para o jogo da Georgia :

http://www.fpr.pt/ficheiros_site_fpr/imagens/noticias/Destaques/Equipa.jpg

Anónimo disse...

O «controlo de danos» aparentemente está feito!

Como amanhã não se adivinha coisa boa no XV (com este tempo chuvoso e terreno pesado a não ajudar nada), nas próximas etapas podemos - espero - voltar a presentar uma equipa mais experiente e compacta!

Já que se foi o mundial de 2015, ao menos que se fique nos core teams do Sevens.

E se alguém tem de ir é o Presidente da FPR que tem arruinado o rugby nacional!

Anónimo disse...

Finalmente um jornal de grande tiragem dedica-se ao Rugby

http://p3.publico.pt/raguebi

Anónimo disse...

Vi os jogos e confesso que em alguns casos foi penosa a nossa participação. vê-se o nervoso, até compreensivel mas por exemplo pegando nos 12 jogadores disponiveis nunca vimos uma equipe equilibrada em termos de "força/velocidade" e até mesmo com experiência.

Por exemplo gostava de ter visto jogar ao mesmo tempo o seguinte VII

1- Luis Sousa
2- António Marques
3- Vasco Fragoso Mendes
4- Nuno Sousa Guedes
5- André Aquino
6- David Mateus
7 - Adérito Esteves

acredito que pode ser um bom XII, tendo um banco com maior velocidade para entrar na 2ªparte quando as equipes estão mais desgastadas.

Anónimo disse...

PAUPÉRRIMO!!!

Anónimo disse...

RUGBY, UM JOGO PARA GENTE BEM-EDUCADA
Nós, gentes do rugby, gostamos, mostrando o diferente que nos sentimos, de publicitar a definição do jogo no conceito de ser "um jogo de rufias jogado por gente bem-educada". E embora já não seja apenas de cavalheiros porque, como também sabemos, os homens não são mais os únicos na modalidade, continuam a existir profundas razões para o definirmos assim.
Desde sempre o jogo de rugby tem mostrado uma ética própria subordinada a um conjunto de valores que se estabelecem no seu "Código do Jogo" que, hoje em dia, está integrado nas Leis do Jogo. De facto, existe toda uma maneira de estar que se pretende diferente e tradutora de uma cultura distinta em que o respeito, o "fair-play", o espírito colectivo de equipa, o companheirismo, a abnegação, o sacrifício, a disciplina, a boa educação, constituem algumas das componente de valores e atitudes que formatam a envolvência do jogo. E assim sendo, é natural que possamos utilizar, com orgulho, a marca da diferença - um amigo meu, médico e frequentador internacional de estádios de futebol, viu, pela primeira vez, um jogo de rugby no França-All Blacks do centenário da FFR: não julgava possível, dizia, a confraternização permanente entre os espectadores adversários que o rodeavam e que vestiam camisolas diferentes - com as cores das suas equipas. Espantado, tornou-se adepto.
Mas se pretendemos sê-lo, devemos, no mínimo, parecê-lo. E o que se passa, neste cada vez mais difícil mundo desportivo português, à volta dos nossos campos em dia de jogo não pertence a este mundo edílico que pretendemos transmitir aos de fora. Espectadores, antigos jogadores na sua maioria, insultam árbitros e adversários, chamam nomes a quem bem querem e comportam-se como rufiotes numa constante demonstração arruaceira, deixando - para inglês ver - a proclamação da pretendida boa educação.
O jogo de rugby não é fácil de gerir. Os árbitros, como os jogadores, têm dificuldades na análise da sequência pela rapidez da acção e pelo número de intervenientes. Mas próximos e se pertencentes ao mesmo patamar, vêem melhor e analisam quase sempre melhor. E, na grande maioria dos casos, tomam a decisão correcta e são os espectadores que, ignorantes da Lei, protestam violentamente, impondo a emoção à razão, pressionando para que a sua cor, apesar de faltosa, deixe de ser "roubada!". Nada deste comportamento se justifica ou ajuda o rugby português no seu desenvolvimento e progressão. Pelo contrário: desfocaliza jogadores, pressiona treinadores e árbitros de forma desadequada, retira lucidez aos intervenientes e transforma o jogo num espectáculo nada dignificante e que só diminui o campo de influência da modalidade.
Precisamos de melhorar todos os dias o rugby que se joga em Portugal. Para o que necessitamos de melhores treinadores, melhores jogadores, melhores árbitros, melhores dirigentes. Numa vontade que dispensa claramente os piores exemplos da Blood, Sweat and Beers de antanho. O Rugby tem que ser, no espaço do campo, no espaço dos espectadores, aquilo que diz ser: um desporto de gente bem-educada.

Anónimo disse...

E se, em vez do visível comportamento trauliteiro e para começar o novo ano, fizéssemos um esforço para aprender as Leis do Jogo e a sua aplicação prática? Um esforço para que os treinadores fossem exigentes com os seus jogadores, educando-os de acordo com as Leis do Jogo; um esforço dos dirigentes para imporem o rigor das Leis do Jogo nas equipas dos seus clubes e decente comportamento aos seus adeptos; um esforço dos espectadores para que se comportassem como gente bem-educada. E se não há, como também sabemos, jogos sem árbitros - sejam eles oficiais ou encontrados de acordo com os Regulamentos - e para um futuro com tudo a correr pelo melhor, porque não tentar uma parceria: criar o hábito de convidar os árbitros para se treinarem semanalmente com os diversos clubes. Talvez assim pudéssemos fazer compreender a marca da nossa diferença: no Rugby, a vitória, sendo importante e o objectivo de cada equipa, não é o mais importante; o mais importante é poder pertencer, com aceitação plena, a uma comunidade muito especial - a comunidade rugbística.
(Base: Texto sobre o mesmo tema escrito em Janeiro de 2009)

antónio henriques disse...

Desculpem "puxar a brasa à minha sardinha", mas tambem o site do DN / desporto tem já a crónica do nosso primeiro dia em Wellington...

Anónimo disse...

Grande jornal "Público", a dar o exemplo de que o desporto não é só futebol..

Anónimo disse...

O artigo de JPB repete aquilo que muitos, inclusive ele próprio, têm dito.

O que interessa é isto: para que as coisas mudassem seria necessário que os que prezam o desportivismo não pactuassem com os os arruaceiros, mas também não pactuassem com os que protegem os arruaceiros (o que já é mais difícil...); nem com os que protegem os "ilustres" que se comportam como arruaceiros, sejam eles miúdos da formação ou ex-jogadores da selecção condecorados pelo mal informado estado português.

Criticar, quando é fácil, não leva a nada. Bater SÓ no ceguinho é gratuito.

Quando é necessário criticar os que descredibilizam o râguebi, mas que são vistos como heróis, já não se ouvem os JPBs.

Claro que, assim, nada mudará. Que aliás é o que se pretende, quantol mais não seja por causa do hábito - impunidade para a pandilha.

Pedro Saragoça Martins

Anónimo disse...

pergunta do dia:

Se o Pedro Leal não está selecionado para os XV, porque não está na NZ a jogar Sevens?

e não vale a pena dizerem que ele foi pai há 10 dias e que os jogadores dos sevens já lá escama, etc ... porque ainda esta semana voaram novos jogadores portugueses para os Sevens da NZ.

Leonardo disse...

O PedroLeal é um dos melhores jogadores da atualidade no mundo do seven.
Ele devia se consagrar totalemente ao seven e deixar o XV.
Temos preciso dele no seven com os jogos olimpicos a vista...

Anónimo disse...

Como já foi dito aqui, previsível esta prestação. A primeira parte do jogo com Inglaterra então nem se fala... Parecia que Portugal estava a jogar com juvenis! Que exibição(?) paupérrima!
Podemos partir em desvantagem, mas atitude e vontade exigem-se, não se esqueçam que estão a defender um país.
Se tivéssemos levado os os jogadores que DEVÍAMOS ter levado, as coisas poderiam ter sido diferentes (no ano passado até ganhámos 2 vezes à Inglaterra e uma à África do Sul...), já para não falar do País de Gales, que não é superior a nós.

Quero deixar aqui a minha solidariedade com o seleccionador Pedro Neto, que faz o que pode com tão pouca matéria-prima. Está autenticamente a ser queimado!
Senhores da federação ABRAM OS OLHOS! É no XVII que temos de apostar!! Comparem os resultados que temos tido numa e outra vertente e constatem aquilo que eu vos estou a dizer!

Força Portugal!! Boa sorte para o jogo com o Quénia!!

Anónimo disse...

Concordo plenamente com a notícia, temos que acreditar neles, mas eles ainda têm muito para darem dentro daquele campo, e nao sei porque não estão a dar o máximo!!! VAMOS GANHAR AO QUÉNIA E GANHAR A BOWL, NA FINAL COM A ESCÓCIA (que nos tem tramado sempre!!) FORÇA LOBOS!!! FORÇA PORTUGAL!!!!!

Anónimo disse...

Não concordo que geralmente a prioridade seja dada aos sevens (rugby a sério é XV), mas na próxima época, sim!

O XV está uma manta de retalhos, mas os sevens também.

Arranjem um grupo de 8 a 10 pagos (Leal, Frederico, Adérito, Moreira, Foro, Lucas, Ávila, etc.), paguem-lhes a tempo e horas, com direitos e com DEVERES (irem a todas as séries é o mínimo). Não paguem por presença. Não querem? Arranjem outros.

De acordo com a forma dos outros seleccionem mais 2 a 4 e paguem a esses, e só a esses, por presença.

PSM

Anónimo disse...

Boa noite!
Mais uma miserável exibição!!!
Enfim...
Portugal 0 - Quénia 34

Anónimo disse...

Honestamente, com respeito por todas as outras opiniões, acho que muito se fala que devemos dar prioridade aos seves em detrimento do XV, mas a meu ver isso vai a longo prazo enfraquecer e cada vez mais desnivelar a qualidade das nossas selecções.
O XV é sem duvida muito importante e se repararmos bem quantos mais evoluida é a selecção de XV de um pais a tendência é a de sevens ser também seguidora dessa evolução.
O que é preciso é chamar mais gente ao trabalhos de selecção e dar-lhes a melhor preparação possivel, o que passa também por mais jogos de preparação de Sevens e de XV, não como os da amlin(que acredito poderem vir a ser uma mas valia a longo prazo e com outros moldes), mas com equipas numa primeira fase a um nivel competitivo mas equilibrado e ir aumentando o nivel das equipas ao longo do tempo. Isto dá oportunidade aos novos de jogarem e se prepararem, podendo efectivamente jogar sem estar sempre a sofrer ensaios e levar pesadas derrotas, ter oportunidades de ter a bola nas mãos, ter capacidade fisica para defender e para atacar durante o jogo todo.
Por outro lado e simultaneamente é necessário investir no rugby interno, não só do ponto de vista de alimentar as selecções, mas com o intuito de evoluir.
Através de uma aposta na formação, investindo no rugby desde os mais jovens.
Obrigando também as equipas da primeira divisão a ter pelo menos um dos escalões sub 16, sub 18 ou femininos. À semelhança do que se faz noutros paises.
Promover a criação por parte dos clubes dos escalões sub 8,10, 12 e 14.

Ajudar os clubes que vão surgindo de forma mais próxima e a todo no geral, nas dificuldades que vão encontrando, tal como a captação de atletas, como procurar apoios, a nivel logistico e também financeiro, mas com vista a autosustenbilidade.
Mas também ao nivel de igualdade de oportunidades, chamar jogadores de vários clubes para observação e treinos de desenvolvimento à semelhança do que acontece nos sub 14, mas em todos os escalões, isso vai chamar mais jogadores ao rugby e aos clubes e consequentemente esse aumento de jogadores vai aumentar a competitividade interna nos clubes e consequenemente no campeonato, etc, etc.
Itso passa também por investir na formação de treinadores e àrbitros, mas não com cursos durante a semana, pois isso condiciona logo a participação dos interessados, pois trabalham ou estudam e não podem faltar.
Além disto, é preciso mudar mentalidades, não pode haver ninguém com lugar garantido nas selecções, têm de ir os melhores sim, mas os melhores têm de ir aos treinos, têm de ter espirito de sacrificio e muita vontade e paixão, acredito que muitos tenham, mas tenho ultimamento ouvido falar muito de jogadorex que não vão regulrmnte aos treinos da selecção, que chegam à hora e afinal não podem jogar, que como no caso da selecção feminina vão a um dia de um estágio de dois porque têm de ir jogar futebol no dia a seguir, etc, etc. E continuam a ser chamados, a verdade é que há muitos jogadores com qualidade e /ou margem de evolução que se dedicam muito mais ao rugby, que passam uma vida inteira sem ir a um treino da selecção. Ou porque não são do clube A ou B, ou porque os seleccionadores naão fazem o seu trabalho e pedem aos treinadores que indiquem jogadores e isso passa a ser ao gosto do treinador, ou porque o seleccionador não gosta pessoalmente do jigador, apesar desse jogador ser o melhor daquela posição.
A verdade é que se mudarmos esta mentalidade de lugares garantidos e quezilias pessoais, vão aparecer talentos que andam ai à vista de todos menos dos selecionadores, e os que lá estão e têm talento mas não se aplicam assim tanto, vão passar a fazê-lo para manterem lugar.
Mais competividade na selecção e mais oportunidades, vão criar evolução.

E só mais um coisa rugby a sério é rugby de XV, Sevens é bom mas os melhores jogadores de Sevens são-no por causa do XV, investir numa melhor selecção de XV é a longo prazo criar uma melhor selecção de Sevens.

Anónimo disse...

Resumo deste dois torneios foi muito mau para ser verdade, pena que jogadores como o Vasco, o Sousa , O Guedes , o Vilela e o Aquino não tenham a oportunidade de jogarem com Moreia, Leal, Lucas, Foro, Carl , P Avila e Aderito na mesma equipa tenho a certeza que este 12 faria outra diferença .
Ainda continuamos a sonhar com o impossível desde S Compostela e assim podemos ter dado cabo de todo o Rugby Nacional que já estava muito mal.
Os culpados que venham dizer públicamente a verdade toda e não arranjarem desculpas como tem sido hábito .
Pena que quem irá pagar a factura são os jovens jogadores e a futura direção

Anónimo disse...

Este sr esta um pouco ao.contrario. Jogadores bons nos sevens podem servir o xv. E nao ao contrario. Os 7s preparam o jogador dao lhe indices fisicos, tecnicos e mentais que permitem adaptacao ao xv. Mas ao contrario e mt dificil e pouco provavel.

Com base no q disse no inicio, Ja o que sao seleccoes como o quenia, fiji, samoa, canada no xv?

E mesmo Portugal, com a ewuipa normal, bate-se com qualquer ewuipa ( so n vimos Portugal a ganhar a NZ e Fiji). E no 15, com a melhor equipa, alg vez se bateria com equipas como escocia, australia, inglaterra por ex? Ainda falta uma mudanca, trabalho, tempo no rugby mt grande p isso poder acontecer.

Os 7s podem ser rampa de lancamento para evoluir tecnicamente, ganhar animo, resultados, experiencia, ritmo de jogo e vitorias contra os melhores, patrocinios, dinheiro, melhoria do rugby portugues

Anónimo disse...

Como é que é a selecção de XV do Quénia? Pergunto só por perguntar, porque depois do que vejo nos Sevens do Quénia penso que eles devem Ter uma boa selecção de XV. Digo eu....
Tudo nos Sevens, com urgência . Em vez de 10 ou 12 bons jogadores nos Sevens, apostemos e pelo menos 30, para que não sejam sempre os mesmo a serem sacrificados. Quem pensar que alguma vez voltamos ao mundial de XV, comece a pensar em termos de 2023 ou mesmo em 2027, se é que nessa altura já não estaremos como o andebol de 11 ou o hóquei e campo.... Andamos a brincar com o fogo

Anónimo disse...

uma vergonha o tecnico que e a melhor equipa portuguesa no momento, principal candidata ao titulo e que humilhou os arrogantes do direito em monsanto apenas tem 1 jogador na sn de xv e 3 nos 7s, isto e apenas porque o seu presidente tem afrontado os interesses instalados na fpr, qq um que queira o bem do rugby conseguira ver que muitos mais jogadores do tecnico merecem a atencao dos selecionadores

Anónimo disse...

Disparates da semana:
1- pipoca fora dos 7's
2- técnico com mais jogadores na seleção, vivem de neo zelandeses... Como é possível convoca-los
3 -aposta da FPR tem que ser nos 7's, no XV não vamos passar disto.

Apenas um ponto de vista, não é preciso agredir...

Anónimo disse...


Como há para aqui cada comentário, então aqui vai mais um.

Portugal em campeonatos do mundo de XV? Esqueçam !... 2007 só aconteceu devido a uma conjugação dos astros.

Nunca mais lá voltamos, a não ser claro, que se consiga que o Governo pague uns vistos dourados a uns 30 gajos das Fiji, Samoa, Tonga e, porque não Cook Islands!

O problema é que o país está de tanga e não deve haver muitos interessados...