22 de julho de 2016

MÃO DE MESTRE DIVULGA OFERTAS DE TRABALHO

Como vem sendo hábito há alguns anos, o Mão de Mestre divulga ofertas de emprego que possam interessar aos jogadores de rugby portugueses, sem olhar para a sua origem, e sem cobrar qualquer taxa ou custo, apenas tentando contribuir para o bem estar da comunidade do rugby nacional.

Hoje, mais uma vez assim acontece, desta vez com uma oferta veiculada pelo Rugby Vila da Moita que abre duas oportunidades para jogadores com mais de 20 e menos de 30 anos.

Vejam estas novas oportunidades e divulguem.

19 de julho de 2016

PEDRO RIBEIRO DÁ SUA OPINIÃO SOBRE MOMENTO DO RUGBY

*Pedro Sousa Ribeiro
A época 2015/2016 foi aquela em que o rugby português teve os piores resultados internacionais nos últimos 16 anos.

Foi em 1999/ 2000 que foram renovados os campeonatos europeus tendo sido nessa época que se iniciou o actual Torneio Europeu das Nações. 
Portugal participou nele ininterruptamente até esta época, tendo mesmo, em 2004, sido o seu vencedor. 
Juntamente com a Roménia e a Geórgia foi um dos três países que participaram em todas as suas edições. 
Essa sequência irá ser interrompida em 2016/2017 com a nossa descida ao grupo B.

17 de julho de 2016

GRÃ BRETANHA VENCE GPS, MAS NÃO É COROADA CAMPEÃ EUROPEIA

A Grã Bretanha vence o Grand Prix de sevens da Europa através da sua equipa Royals que derrotou a sua equipa Lions na final do Torneio de Gdynia, na Polónia, mas não é coroada campeã da Europa porque afinal, as equipas britânicas que substituíram o País de Gales e a Inglaterra, afinal não contavam para a classificação final...

16 de julho de 2016

PORTUGAL JOGA DE NOVO NA BOWL, LONGE DAS GRANDES EQUIPAS

Portugal vai disputar mais uma vez a Bowl - que classifica as últimas quatro das 12 equipas participantes - depois de sofrer derrotas frente a Rússia e França, e embora tenha vencido a Bélgica por larga margem.

Infelizmente essa vitória não foi suficiente e a nossa selecção foi relegada para a última posição entre as terceiras classificadas nos grupos (todas com 5 pontos na classificação), ultrapassada no diferencial de pontos marcados/sofridos pela Geórgia (mais 27 pontos) e pela Itália (mais 2 pontos), já que os Linces ficaram no vermelho, com menos 2 pontos no saldo.

15 de julho de 2016

ÚLTIMA ETAPA DO GRAND PRIX DE SEVENS EM GDYNIA

Portugal participa neste fim de semana da última etapa do Sevens Grand Prix Series da Europa, que vai determinar, entre outras coisas, quais são as selecções europeias que estarão em Hong Kong a discutir o acesso a equipa residente (core team) do Circuito Mundial em 2016-2017.

A nossa posição é muito delicada e resta uma margem de esperança muito ligeira para que se consiga essa classificação por meios desportivos, já que será necessário que Portugal consiga vencer - ou na pior das hipóteses, ser finalista - e ainda que, pelo menos uma entre a Espanha e a Alemanha, não consiga melhor que a presença na disputa pelo 11º lugar no torneio.

13 de julho de 2016

PORTUGAL NA NONA POSIÇÃO EM EXETER E NA GERAL, ANTES DE GDYNIA

Depois de um primeiro dia desastroso para as cores portuguesas, os Linces foram os melhores (entre os piores...) no segundo dia da etapa inglesa do Grand Prix Sevens 2016.

A Rússia, vencedora da primeira etapa, e a Alemanha, quarto lugar em Moscovo, não conseguiram sustentar as suas posições e desceram na geral, assim como Portugal, que foi ultrapassado pela Itália, embora tenham vencido a Bowl.

A França trocou de posição com a Rússia e segue na frente com 36 pontos e dois de vantagem sobre os russos, enquanto a Grã Bretanha Royals subiu ao terceiro posto com menos dois pontos que a Rússia, e o quarteto da frente encerra com a Grã Bretanha Lions com 28 pontos, enquanto Lituânia, Polónia e Bélgica continuam nas três últimas posições.

12 de julho de 2016

SUB-16 E SUB-18, O FUTURO EM RISCO COM AS MEDIDAS TOMADAS *

*António Vidigal
Durante a época que agora chega ao seu final, a FPR implementou nos escalões sub-16 e sub-18 um inovador modelo competitivo, aprovado em Janeiro de 2015, nove meses antes do início da competição, na sequência de discussão com os clubes e após alguns meses de estudo por parte do corpo técnico da FPR.

Este modelo que mereceu a concordância dos clubes - até que alguns dos “grandes” se viram afastados da competição principal - assentou no pressuposto de que nestes escalões etários existe uma grande variabilidade de época para época, em função do número de atletas disponíveis e da sua maior ou menor valia técnica.