Na África do Sul, quem manda é a África do Sul, e a equipa comandada por Niel Powell venceu o Torneio de Sevens de Port Elizabeth, ao bater na final a Nova Zelândia por 26-17, e assumindo o comando do ranking geral da prova, com oito pontos de vantagem sobre a segunda classificada, Fiji.
As Fiji desiludiram no segundo dia, e a presença que conseguiram na final da Plate não disfarça o desconsolo da derrota contra os Estados Unidos e o abandono do primeiro lugar da tabela geral, enquanto a Nova Zelândia regressou às finais, mas ainda não foi desta vez que se estreou a vencer um torneio na presente época., embora tenha sido o melhor que fez, já que foi 5ª em Gold Coast, 4ª no Dubai, e agora ficou na 2ª posição.
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14 de dezembro de 2014
VITÓRIA NA SHIELD CONFIRMA MELHORIA, MAS FAZ RECORDAR ERROS...
Portugal teve um segundo dia em Port Elizabeth muito complicado, em que começou da pior maneira com uma exibição frente à França, muitos furos abaixo do que é exigível a esta nossa equipa, para depois defrontar o Japão e mostrar já uma atitude diferente, embora se tenham cometido ainda muitos erros, para terminar frente a Samoa da forma como nós gostamos e eles sabem fazer!
Aliás - e é importante salientar isto, pois é a mais significativa mudança ocorrida na equipa nesta época - os Linces melhoraram significativamente no que diz respeito à sua atitude e é por isso mesmo indispensável referir que aquilo que se passou contra a França é inadmissível.
Aliás - e é importante salientar isto, pois é a mais significativa mudança ocorrida na equipa nesta época - os Linces melhoraram significativamente no que diz respeito à sua atitude e é por isso mesmo indispensável referir que aquilo que se passou contra a França é inadmissível.
13 de dezembro de 2014
PASSO A PASSO LINCES VOLTAM A SER UMA EQUIPA!
Um dia sem sobressaltos para a equipa portuguesa em Port Elizabeth, que não conseguindo o apuramento para a Cup, deixou no entanto a certeza de que algo está a mudar na equipa - e está a mudar para melhor.
A equipa apresenta-se com personalidade, apesar das falhas na defesa individual há uma significativa melhoria na defesa colectiva, e foi muito bom ver que começa a haver uma preocupação em transformar o gesto da defesa ao homem, numa movimentação colectiva.
A equipa apresenta-se com personalidade, apesar das falhas na defesa individual há uma significativa melhoria na defesa colectiva, e foi muito bom ver que começa a haver uma preocupação em transformar o gesto da defesa ao homem, numa movimentação colectiva.
12 de dezembro de 2014
LINCES NA TERCEIRA ETAPA DO CIRCUITO MUNDIAL COM JORNADA DIFÍCIL
Amanhã, quando forem 9,14 da manhã em Lisboa, Portugal estará começando a sua participação na terceira etapa do Circuito Mundial de Sevens, defrontando a poderosa Austrália, para mais tarde jogar contra a Argentina (12,52 h) e terminando a fase de apuramento frente ao Zimbabwé (15,48 h), como já vimos em anterior postagem.
E se o apuramento para a Cup é muito difícil, isso não quer dizer que seja impossível, e nós esperamos que os níveis de concentração e de entrega da nossa equipa consigam fazer aquilo que parece não estar ao nosso alcance.
Nós somos dos que acreditam!
E se o apuramento para a Cup é muito difícil, isso não quer dizer que seja impossível, e nós esperamos que os níveis de concentração e de entrega da nossa equipa consigam fazer aquilo que parece não estar ao nosso alcance.
Nós somos dos que acreditam!
10 de dezembro de 2014
159 JOGADORES JÁ VESTIRAM A CAMISOLA DAS QUINAS EM 7'S
Quando o jogador João Vaz Antunes - um jovem com 19 anos que foi chamado à selecção nacional de sevens em substituição de Duarte Moreira lesionado no Dubai - entrar em campo pela primeira vez no Port Elizabeth 7's, vai carregar consigo a responsabilidade de corresponder ao que os seus 159 antecessores na equipa lhe exigem, e que é aquilo que todos nós lhe exigimos - que pise o relvado com alegria, com honra e orgulho de representar Portugal!
São 22 anos de história - na verdade serão 23 anos em Maio - desde a participação no torneio de qualificação para o Mundial de 1993, que se disputou na Catânia, Itália, em Maio de 1992, e são, já contando com ele, 160 jogadores que vestiram a camisola das quinas em nossa representação, e é justo referir os 10 jovens - na altura! - que se viram metidos num torneio organizado sem qualquer qualidade, sem locais de treino, com o alojamento numa estância de veraneio especialmente aberta para receber as equipas, sem zonas de descanso, numa demonstração de manifesta incapacidade organizativa.
São 22 anos de história - na verdade serão 23 anos em Maio - desde a participação no torneio de qualificação para o Mundial de 1993, que se disputou na Catânia, Itália, em Maio de 1992, e são, já contando com ele, 160 jogadores que vestiram a camisola das quinas em nossa representação, e é justo referir os 10 jovens - na altura! - que se viram metidos num torneio organizado sem qualquer qualidade, sem locais de treino, com o alojamento numa estância de veraneio especialmente aberta para receber as equipas, sem zonas de descanso, numa demonstração de manifesta incapacidade organizativa.
OS ADVERSÁRIOS DE PORTUGAL EM PORT ELIZABETH
Depois de disputar 809 jogos num total de 144 torneios, Portugal avança para o Port Elizabeth 7's com um total de 425 vitórias, 12 empates e 372 derrotas.
Nestes 809 jogos Portugal já defrontou 70 selecções nacionais contra as quais realizou 759 jogos repartido por 390 vitórias, 12 empates e 357 derrotas, e, afinal, tudo começou em 1992, quando se disputou um qualificativo mundial para o Campeonato do Mundo, que teria a sua primeira edição em 1993, na Escócia, Murrayfield.
Nestes 809 jogos Portugal já defrontou 70 selecções nacionais contra as quais realizou 759 jogos repartido por 390 vitórias, 12 empates e 357 derrotas, e, afinal, tudo começou em 1992, quando se disputou um qualificativo mundial para o Campeonato do Mundo, que teria a sua primeira edição em 1993, na Escócia, Murrayfield.
8 de dezembro de 2013
PORTUGAL DESCANSA AO DOMINGO, MAS CAPITALIZA RESULTADOS DE SÁBADO...
Domingo sem glória para a equipa portuguesa, que não só levou um cabaz da África do Sul (0-45) - que se poderia entender se a atitude da equipa fosse uma forma de estar no seu melhor na meia final da Plate - como perdeu com a França o segundo jogo, voltando a trazer à tona da água os erros, as falhas técnicas e as decisões erradas, que pareciam começar a estar afastadas da equipa.
Portanto, no aspecto de qualidade, o segundo dia foi negativo., embora se reconheça a escassez de recursos do seu banco, também ele afectado por uma política de mais olhos que barriga que tem vindo a ser seguida pela FPR, e que esperamos sinceramente que dê os frutos desejados com o apuramento para o Mundial 2015 - com todas as cartas apostadas neste apuramento, não o conseguir será muito mau para o actual elenco federativo...
Portanto, no aspecto de qualidade, o segundo dia foi negativo., embora se reconheça a escassez de recursos do seu banco, também ele afectado por uma política de mais olhos que barriga que tem vindo a ser seguida pela FPR, e que esperamos sinceramente que dê os frutos desejados com o apuramento para o Mundial 2015 - com todas as cartas apostadas neste apuramento, não o conseguir será muito mau para o actual elenco federativo...
7 de dezembro de 2013
LINCES APURADOS PARA CUP NO PORT ELIZABETH 7'S
Excelente comportamento de Portugal na fase de apuramento do Port Elizabeth 7's, terceira etapa do Circuito Mundial , garantindo o seu principal objectivo, o apuramento para o troféu principal - a Cup.
Depois de um primeiro jogo frente à Nova Zelândia para cumprir calendário - lá chegará o dia em que terá que passar de cumpridora a ganhadora... - a equipa nacional bateu sem qualquer dúvida, e unanimemente aplaudida pela critica, o País de Gales e os Estados Unidos.
Mas além das vitórias, do apuramento e da garantia de um prémio no ranking com dois algarismos, o que mais agradou foi o comportamento da equipa, que nós sabíamos que era possível, mas andava muito escondido!
Depois de um primeiro jogo frente à Nova Zelândia para cumprir calendário - lá chegará o dia em que terá que passar de cumpridora a ganhadora... - a equipa nacional bateu sem qualquer dúvida, e unanimemente aplaudida pela critica, o País de Gales e os Estados Unidos.
Mas além das vitórias, do apuramento e da garantia de um prémio no ranking com dois algarismos, o que mais agradou foi o comportamento da equipa, que nós sabíamos que era possível, mas andava muito escondido!
5 de dezembro de 2013
CIRCUITO MUNDIAL DE SEVENS - 3ª ETAPA EM PORT ELIZABETH
Começa no sábado a 3ª etapa do Circuito Mundial de Sevens, em Port Elizabeth, Nelson Mandela Bay, na África do Sul, e a equipa portuguesa parte para esta etapa numa melhor posição do que aquela que tinha uma semana atrás, antes do Dubai Sevens.
Apesar do nível exibicional da equipa ainda ter que sofrer grandes correcções, a verdade é que há alguns aspectos que apresentam melhorias, e a equipa, a espaços, começa a ter uma postura agressiva e concentrada, com os jogadores a cumprirem um plano de jogo e a terem alguns momentos de grande qualidade colectiva.
Apesar do nível exibicional da equipa ainda ter que sofrer grandes correcções, a verdade é que há alguns aspectos que apresentam melhorias, e a equipa, a espaços, começa a ter uma postura agressiva e concentrada, com os jogadores a cumprirem um plano de jogo e a terem alguns momentos de grande qualidade colectiva.
10 de dezembro de 2012
NOVA ZELÂNDIA VENCE EM PORT ELIZABETH
Uma indiscutível vitória sobre a França na final levou a Nova Zelândia ao quarto título consecutivo na África do Sul, com a manutenção da liderança da tabela desta época, agora mais distante da segunda classificada, que é agora a França a 14 pontos de distância.
Na Nelson Mandela Bay assistiu-se à continuação da época em baixa da Inglaterra e da Austrália, surpreendemos-nos com a queda da Samoa para a Bowl, e fomos actores de mais uma presença na Cup, que a concorrência observou com irritação.
Graças a esta presença, Portugal acumulou mais 10 pontos na tabela geral, e ocupa agora uma invejável 9ª posição, que, a manter-se, afasta os Linces da liguilla para a próxima época.
Recorde-se que no Londres Sevens serão disputados dois torneios, um com as 12 melhores equipas, que continuarão como core teams para a ano que se seguirá, e outro em que os restantes três lugares para as residentes estarão em aberto.
Convém ainda saber que o Circuito do próximo ano, como tudo indica, vai determinar quatro dos participantes nos Jogos Olímpicos de 2016, pelo que a importância da prova aumenta em cada dia que passa.
Graças à classificação na África do Sul, Portugal foi incluído na urna 1 do sorteio para o próximo torneio da Circuito, mas a sorte não foi tão generosa como anteriormente, e os Linces acabaram por ficar no Grupo D, juntamente com as Fiji, a Austrália e a Escócia - quem sabe não aproveitamos para vencer os fijianos pela primeira vez, já que só faltam eles e a Nova Zelândia para quebrarmos a invencibilidade de todas as core teams...
Fique com os resultados das finais de Port Elizabeth, o ranking actualizado das SWS, e a distribuição das equipas pelos Grupos da próxima etapa das Séries mundiais, a ter lugar em Wellington, na Nova Zelândia, nos dias 1 e 2 de Fevereiro de 2013.
Na Nelson Mandela Bay assistiu-se à continuação da época em baixa da Inglaterra e da Austrália, surpreendemos-nos com a queda da Samoa para a Bowl, e fomos actores de mais uma presença na Cup, que a concorrência observou com irritação.
Graças a esta presença, Portugal acumulou mais 10 pontos na tabela geral, e ocupa agora uma invejável 9ª posição, que, a manter-se, afasta os Linces da liguilla para a próxima época.
Recorde-se que no Londres Sevens serão disputados dois torneios, um com as 12 melhores equipas, que continuarão como core teams para a ano que se seguirá, e outro em que os restantes três lugares para as residentes estarão em aberto.
Convém ainda saber que o Circuito do próximo ano, como tudo indica, vai determinar quatro dos participantes nos Jogos Olímpicos de 2016, pelo que a importância da prova aumenta em cada dia que passa.
Graças à classificação na África do Sul, Portugal foi incluído na urna 1 do sorteio para o próximo torneio da Circuito, mas a sorte não foi tão generosa como anteriormente, e os Linces acabaram por ficar no Grupo D, juntamente com as Fiji, a Austrália e a Escócia - quem sabe não aproveitamos para vencer os fijianos pela primeira vez, já que só faltam eles e a Nova Zelândia para quebrarmos a invencibilidade de todas as core teams...
Fique com os resultados das finais de Port Elizabeth, o ranking actualizado das SWS, e a distribuição das equipas pelos Grupos da próxima etapa das Séries mundiais, a ter lugar em Wellington, na Nova Zelândia, nos dias 1 e 2 de Fevereiro de 2013.
NOS SEVENS NADA DE NOVO - DOMINGO A PERDER
Dentro de uma rotina a que já nos habituámos esta época, Portugal continua a tirar o segundo dia de competição para fazer um feriado e o resultado está à vista - nem uma vitória, no segundo dia, nos quatro torneios disputados depois do Algarve 7's.
E se os resultados conseguidos nos primeiros dias no Dubai e em Port Elizabeth correspondem àquele que deveria ser um objectivo estratégico da equipa, a verdade é que começa a ser desconfortável ver a transformação negativa da equipa, de um dia para o outro.
Se é verdade que a direção da equipa conduzida por Frederico de Sousa teve uma evolução bem positiva, continua a verificar-se uma confrangedora atitude que parece dizer já cumprimos a nossa obrigação agora vamos despachar isto para irmos embora...
Em Port Elizabetn aconteceu o mesmo, e depois da derrota frente à França que só se ficou a dever a uma exagerada sucessão de erros individuais, e de uma atitude apenas quebrada por alguns rasgos esporádicos, Portugal jogou e perdeu com uma equipa das Fiji que nunca esteve tão propensa a ser derrotada pelos Linces, no conjunto dos 26 encontros já realizados entre as duas equipas, pelos mesmos prosaicos motivos que nos levaram à derrota frente aos gauleses...
Fique com a Ficha do Jogo, o resumo da participação em Port Elizabeth e o resumo geral no Circuito Mundial desta época:
* Quadros de participação de jogadores corrigidos.
E se os resultados conseguidos nos primeiros dias no Dubai e em Port Elizabeth correspondem àquele que deveria ser um objectivo estratégico da equipa, a verdade é que começa a ser desconfortável ver a transformação negativa da equipa, de um dia para o outro.
Se é verdade que a direção da equipa conduzida por Frederico de Sousa teve uma evolução bem positiva, continua a verificar-se uma confrangedora atitude que parece dizer já cumprimos a nossa obrigação agora vamos despachar isto para irmos embora...
Em Port Elizabetn aconteceu o mesmo, e depois da derrota frente à França que só se ficou a dever a uma exagerada sucessão de erros individuais, e de uma atitude apenas quebrada por alguns rasgos esporádicos, Portugal jogou e perdeu com uma equipa das Fiji que nunca esteve tão propensa a ser derrotada pelos Linces, no conjunto dos 26 encontros já realizados entre as duas equipas, pelos mesmos prosaicos motivos que nos levaram à derrota frente aos gauleses...
Fique com a Ficha do Jogo, o resumo da participação em Port Elizabeth e o resumo geral no Circuito Mundial desta época:
9 de dezembro de 2012
PORTUGAL PERDE COM FRANÇA
Não sei se terá sido da hora mas a verdade é que a equipa portuguesa só foi vista em campo, esporadicamente, no encontro com a França, que perdeu por 10-7.
Os franceses marcaram cedo, aproveitando primeira uma falha na defesa homem a homem, que permitiu o ataque pelo lado fechado a Paul Albaladejo, e logo de seguida uma falha na recepção do pontapé de recomeço, que deu o segundo à equipa do galo.
Que grande galo! Ainda mal tinhamos tocado na bola e já lá cantavam 10 pontos contra nós...
Mas os Linces pareciam recompor-se e na última bola do primeiro tempo beneficiam de uma penalidade nos 5 metros do adversário, que tentam jogar com perfuração pelos avançados...
Como diria Frederico de Sousa ao intervalo, aquele não é o nosso jogo, e pena foi que não se tivesse tentado uma jogada combinada...
A equipa lusitana começou melhor a segunda parte e Pedro Leal, ainda com mais de 5 minutos para jogar, marca um ensaio e respectiva transformação, mas no recomeço, a bola não percorre 10 metros, e o momento português passou...
A falta de confiança voltou ao de cima, e alguns pontapés tácticos, a tentar surpreender os franceses, não resultaram - é aconselhável utilizar estes tácticos quando a equipa adversária sobe em conjunto na defensa, caso contrário é entregar o ouro ao bandido... - e foi por um desses pontapés que Portugal deitou a última oportunidade de marcar para as mãos dos franceses...
Junto à confusão dos mais experientes, a verdura dos mais novos arrumou a esperança num resultado (quase) histórico.
Veja a Ficha do Jogo, enquanto espera pela meia final da Plate, que disputaremos frente às Fiji às 14,27 de Lisboa (12,27 h em Brasília e 11, 27 h em Salvador):
Os franceses marcaram cedo, aproveitando primeira uma falha na defesa homem a homem, que permitiu o ataque pelo lado fechado a Paul Albaladejo, e logo de seguida uma falha na recepção do pontapé de recomeço, que deu o segundo à equipa do galo.
Que grande galo! Ainda mal tinhamos tocado na bola e já lá cantavam 10 pontos contra nós...
Mas os Linces pareciam recompor-se e na última bola do primeiro tempo beneficiam de uma penalidade nos 5 metros do adversário, que tentam jogar com perfuração pelos avançados...
Como diria Frederico de Sousa ao intervalo, aquele não é o nosso jogo, e pena foi que não se tivesse tentado uma jogada combinada...
A equipa lusitana começou melhor a segunda parte e Pedro Leal, ainda com mais de 5 minutos para jogar, marca um ensaio e respectiva transformação, mas no recomeço, a bola não percorre 10 metros, e o momento português passou...
A falta de confiança voltou ao de cima, e alguns pontapés tácticos, a tentar surpreender os franceses, não resultaram - é aconselhável utilizar estes tácticos quando a equipa adversária sobe em conjunto na defensa, caso contrário é entregar o ouro ao bandido... - e foi por um desses pontapés que Portugal deitou a última oportunidade de marcar para as mãos dos franceses...
Junto à confusão dos mais experientes, a verdura dos mais novos arrumou a esperança num resultado (quase) histórico.
Veja a Ficha do Jogo, enquanto espera pela meia final da Plate, que disputaremos frente às Fiji às 14,27 de Lisboa (12,27 h em Brasília e 11, 27 h em Salvador):
8 de dezembro de 2012
PORTUGAL NOS QUARTOS FRENTE A FRANÇA
Ao conquistar o primeiro lugar do grupo D de qualificação para os quartos de final da Cup, Portugal não só iguala o seu melhor resultado de sempre no Circuito, como consegue o feito inédito de se apurar duas vezes seguida para as finais principais.
No Grupo A foi necessário aguardar pelo resultado do último jogo para se saber quem se classificaria em segundo, terceiro e quarto lugar, já que as três equipas com uma vitória cada tiveram que recorrer aos pontos marcados/sofridos para saberem onde ficariam. A Àfrica do Sul venceu o grupo, e no segundo lugar ficou a França, com um saldo de pontos marcados/sofridos de -14, seguida pela Samoa com -16 e a Austrália com -17.
Como se vê - e poderia ter sido o caso de Portugal - mesmo quando o cabrito já está esfolado, não se pode deixar a iniciativa ao adversário.
Há que ter um temível instinto assassino que não permita a teoria do coitadinhos voltar-se contra nós.
Estamos a ganhar? Pois então é altura de lhes enfiarmos mais uns pontos, para que não se esqueçam de nós!
No Grupo B todos acreditavam que a Nova Zelândia não iria ter problemas, e na verdade foi apurada mas perdeu com as Fiji e teve que se contentar com a segunda posição, enquanto os ingleses lá vão na sua via crucis disputar a terceira Bowl da época...em três torneios...devidamente acompanhada da Escócia, que apesar de ter mostrado bastantes melhorias e ter vencido as Fiji, mais uma vez não conseguiu chegar lá.
No Grupo C mais equipas empatadas com o mesmo número de pontos tiveram de recorrer aos pontos marcados/sofridos para saber quem era quem.
Os saldos deram a vitória ao País de Gales, que segue em frente acompanhado pela Argentina, enquanto o Quénia se ficou pela Bowl, com os nossos vizinhos espanhóis que se viram batidos nos três jogos que efectuaram.
No Grupo D já sabemos que Portugal terminou só com vitórias, seguido dos EUA que conseguiram duas, e deixando para trás os favoritos Canadá e os convidados do Zimbabwé.
Veja o quadro completo dos resultados de hoje e os jogos dos quartos de final de amanhã, sabendo que o Portugal-França será às 13,23 horas locais, 11,23 horas em Lisboa, 09,23 horas em Brasília e 08,23 horas em Salvador.
(perguntou-me um leitor por que eu apresentava estes horários todos, e a justificação prende-se com a origem de quem me lê, onde os portugueses são a grande maioria, mas existindo também grupos significativos que me visitam obedecendo aos horários de Brasília e de Salvador)
Foto: IRB/Carl Fourie
No Grupo A foi necessário aguardar pelo resultado do último jogo para se saber quem se classificaria em segundo, terceiro e quarto lugar, já que as três equipas com uma vitória cada tiveram que recorrer aos pontos marcados/sofridos para saberem onde ficariam. A Àfrica do Sul venceu o grupo, e no segundo lugar ficou a França, com um saldo de pontos marcados/sofridos de -14, seguida pela Samoa com -16 e a Austrália com -17.
Como se vê - e poderia ter sido o caso de Portugal - mesmo quando o cabrito já está esfolado, não se pode deixar a iniciativa ao adversário.
Há que ter um temível instinto assassino que não permita a teoria do coitadinhos voltar-se contra nós.
Estamos a ganhar? Pois então é altura de lhes enfiarmos mais uns pontos, para que não se esqueçam de nós!
No Grupo B todos acreditavam que a Nova Zelândia não iria ter problemas, e na verdade foi apurada mas perdeu com as Fiji e teve que se contentar com a segunda posição, enquanto os ingleses lá vão na sua via crucis disputar a terceira Bowl da época...em três torneios...devidamente acompanhada da Escócia, que apesar de ter mostrado bastantes melhorias e ter vencido as Fiji, mais uma vez não conseguiu chegar lá.
No Grupo C mais equipas empatadas com o mesmo número de pontos tiveram de recorrer aos pontos marcados/sofridos para saber quem era quem.
Os saldos deram a vitória ao País de Gales, que segue em frente acompanhado pela Argentina, enquanto o Quénia se ficou pela Bowl, com os nossos vizinhos espanhóis que se viram batidos nos três jogos que efectuaram.
No Grupo D já sabemos que Portugal terminou só com vitórias, seguido dos EUA que conseguiram duas, e deixando para trás os favoritos Canadá e os convidados do Zimbabwé.
Veja o quadro completo dos resultados de hoje e os jogos dos quartos de final de amanhã, sabendo que o Portugal-França será às 13,23 horas locais, 11,23 horas em Lisboa, 09,23 horas em Brasília e 08,23 horas em Salvador.
(perguntou-me um leitor por que eu apresentava estes horários todos, e a justificação prende-se com a origem de quem me lê, onde os portugueses são a grande maioria, mas existindo também grupos significativos que me visitam obedecendo aos horários de Brasília e de Salvador)
Foto: IRB/Carl Fourie
LINCES VENCEM TUDO NA ÁFRICA DO SUL
Repetindo o êxito da semana passada no Dubai a seleção nacional de sevens conseguiu o apuramento para a Cup, mas desta vez sem ter sofrido nenhuma derrota.
Batendo na última partida aquela que prometia ser o mais difícil dos adversários, o Canadá, por 28-7, Portugal atirou com o adversário para a Bowl e salvou o dia dos americanos que se viram assim apurados para a Cup, na segunda posição da tabela.
Pela primeira vez desde que participa nas Séries, Portugal consegue o apuramento em dois torneios seguidos, e iguala o feito de 2008, também na África do Sul, mas em George, de se apurar só com vitórias.
Foi um jogo bem melhor que o realizado contra o Zimbabwé, e a equipa conseguiu manter-se consistente durante os 14 minutos do embate.
Alguns - não muitos - erros individuais e de marcação, não deslustram e mostram bem que se pode - e deve! - exigir a esta equipa que consiga (quase) sempre o apuramento para a mais importante das competições.
Já o dissemos noutras ocasiões e repetimos agora - se Portugal tem a ambição de ser uma das melhores equipas de sevens do mundo, tem que ser, para já, um frequentador assíduo dos quartos de final da Cup.
E na nossa opinião Portugal deve ter essa ambição pela simples razão que o pode ser!
No momento em que escrevemos este artigo ainda não se sabe com quem Portugal irá jogar nos quartos de final, mas assim que se souber, falaremos disso.
Fiquem com a Ficha do Jogo:
Batendo na última partida aquela que prometia ser o mais difícil dos adversários, o Canadá, por 28-7, Portugal atirou com o adversário para a Bowl e salvou o dia dos americanos que se viram assim apurados para a Cup, na segunda posição da tabela.
Pela primeira vez desde que participa nas Séries, Portugal consegue o apuramento em dois torneios seguidos, e iguala o feito de 2008, também na África do Sul, mas em George, de se apurar só com vitórias.
Foi um jogo bem melhor que o realizado contra o Zimbabwé, e a equipa conseguiu manter-se consistente durante os 14 minutos do embate.
Alguns - não muitos - erros individuais e de marcação, não deslustram e mostram bem que se pode - e deve! - exigir a esta equipa que consiga (quase) sempre o apuramento para a mais importante das competições.
Já o dissemos noutras ocasiões e repetimos agora - se Portugal tem a ambição de ser uma das melhores equipas de sevens do mundo, tem que ser, para já, um frequentador assíduo dos quartos de final da Cup.
E na nossa opinião Portugal deve ter essa ambição pela simples razão que o pode ser!
No momento em que escrevemos este artigo ainda não se sabe com quem Portugal irá jogar nos quartos de final, mas assim que se souber, falaremos disso.
Fiquem com a Ficha do Jogo:
PORTUGAL GANHA SEGUNDO JOGO MAS NÃO IMPRESSIONA
Pois é, mais uma vez os Linces deixam toda a gente com os nervos à flor da pele, e apesar da satisfação da vitória o que mais se regista deste encontro é aquilo que parece ser um retrocesso na ambição e concentração da equipa.Portugal até nem começou mal e antes dos três minutos ganhava por 12-0, mas depois a equipa parece ter ido de férias...
Antes do intervalo os Linces ainda voltaram a marcar (17-5 à saída para o descanso), mas o segundo tempo começou, como já vem sendo habitual, com o adversário por cima...
Nesses primeiros minutos Portugal faz todas as suas cinco substituições, como se aquilo não passasse de um passeio no parque e o diferencial de pontos marcados/sofridos fosse apenas um detalhe sem importância - e já veremos que não é assim!
Então, nos últimos quatro minutos, o que se assistiu foi ao Zimbabwé a jogar e Portugal sem soluções para parar a mais fraca equipa do torneio...
De tal forma que acabamos por sofrer mais um ensaio (transformado), e a cerca de três minutos do final a vantagem de Portugal ficou reduzida a cinco pequenos pontos, depois de mais uma desatenção, agora num pontapé de 22 do adversário.
Mas o sofrimento nacional não tinha ainda chegado ao fim, pois a 20 segundos do apito final, Pedro Leal faz uma falta na placagem e é castigado com um cartão amarelo que deixou Porugal reduzido a seis jogadores para os últimos movimentos da partida, que, felizmente os africanos não souberam aproveitar, acabando o jogo com o marcador em 17-12.
Com duas vitórias nas duas primeiras partidas, Portugal ficou suspenso do resultado do jogo entre o Canadá e os EUA para saber como estava a sua qualificação.
E as coisas não podiam ter corrido pior para Portugal, que viu o playmaker canadiano ser expulso logo no início do jogo e a sua equipa, reduziad a seis jogadores, ser batida pelos americanos por 26-12.
A situação agora é muito complicada, e se Portugal perder o jogo com o Canadá, e os EUA ganahrem ao Zimbabwé, tudo será resolvido no saldo de pontos marcados sofridos, entre as três equipas...
Entendem agora a importância do resultado do Portugal-Zimbabwé, e porque os Linces deveriam ter carregado no acelerador em vez de ficarem a ver os africanos a jogar?
Nesnte momento a situação é a seguinte:
Canadá, 2 jogos, 1 vitória e saldo de +12 pontos
Portugal, 2 jogos, 1 vitória e saldo de +19 pontos
EUA, 2 jogos, 1 vitória e saldo de zero pontos
Zimbabwé, 2 jogos, 2 derrotas e saldo de -31 pontos
Como se vê a última rodada vai ser um sofrimento até ao apito final...
Fique com a Ficha do Jogo
Antes do intervalo os Linces ainda voltaram a marcar (17-5 à saída para o descanso), mas o segundo tempo começou, como já vem sendo habitual, com o adversário por cima...
Nesses primeiros minutos Portugal faz todas as suas cinco substituições, como se aquilo não passasse de um passeio no parque e o diferencial de pontos marcados/sofridos fosse apenas um detalhe sem importância - e já veremos que não é assim!
Então, nos últimos quatro minutos, o que se assistiu foi ao Zimbabwé a jogar e Portugal sem soluções para parar a mais fraca equipa do torneio...
De tal forma que acabamos por sofrer mais um ensaio (transformado), e a cerca de três minutos do final a vantagem de Portugal ficou reduzida a cinco pequenos pontos, depois de mais uma desatenção, agora num pontapé de 22 do adversário.
Mas o sofrimento nacional não tinha ainda chegado ao fim, pois a 20 segundos do apito final, Pedro Leal faz uma falta na placagem e é castigado com um cartão amarelo que deixou Porugal reduzido a seis jogadores para os últimos movimentos da partida, que, felizmente os africanos não souberam aproveitar, acabando o jogo com o marcador em 17-12.
Com duas vitórias nas duas primeiras partidas, Portugal ficou suspenso do resultado do jogo entre o Canadá e os EUA para saber como estava a sua qualificação.
E as coisas não podiam ter corrido pior para Portugal, que viu o playmaker canadiano ser expulso logo no início do jogo e a sua equipa, reduziad a seis jogadores, ser batida pelos americanos por 26-12.
A situação agora é muito complicada, e se Portugal perder o jogo com o Canadá, e os EUA ganahrem ao Zimbabwé, tudo será resolvido no saldo de pontos marcados sofridos, entre as três equipas...
Entendem agora a importância do resultado do Portugal-Zimbabwé, e porque os Linces deveriam ter carregado no acelerador em vez de ficarem a ver os africanos a jogar?
Nesnte momento a situação é a seguinte:
Canadá, 2 jogos, 1 vitória e saldo de +12 pontos
Portugal, 2 jogos, 1 vitória e saldo de +19 pontos
EUA, 2 jogos, 1 vitória e saldo de zero pontos
Zimbabwé, 2 jogos, 2 derrotas e saldo de -31 pontos
Como se vê a última rodada vai ser um sofrimento até ao apito final...
Fique com a Ficha do Jogo
LINCES DÃO PRIMEIRA DENTADA NO BOLO
Portugal começa bem a sua participação no Port Elizabeth 7's e vence sem margem para dúvida uma equipa americana que parece ter entrado em campo com o jogo no papo...
Os Linces começaram bem e marcaram logo aos 2 minutos por intermédio de Francisco Vieira de Almeida, com o recuperado Pedro Leal a aumentar com os pontos da transformação para os 7-0.
Vieira de Almeida recebe a bola de um ruck nos 22 dos EUA, e, em vez de abrir, fura a defesa adversária com uma boa mudança de direção e depois foi só correr até aos pontos.
Construindo o seu jogo numa defesa sem falhas, Portugal aumentou a vantagem aos 4,45 minutos depois de uma sucessão de movimntos ofensivos americanos que os portugueses defenderam muito bem, e, aproveitando uma falha ofensiva já nos nossos 22, Gonçalo Foro viu que tinha espaço e correu o campo todo para marcar o segundo ensaio lusitano que Pedro Leal transformou de novo, levando o marcador aos 14-0.
Mas o resultado do intervalo ainda não estava feito e na sequência de um conjunto de ataques portugueses, e aproveitando uma falta da defesa, castigada com uma penalidade sobre a linha de 22 americana, Portugal desenvolveu uma jogada ensaiada e marcou o seu terceiro ensaio por Frederico Oliveira, levando Pedro Leal aos 21-0 com que se atingiu o período de descanso.
A segunda metade não começou bem para os Linces, que logo aos 35 segundos sofreram um ensaio não transformado, e dois minutos depois os EUA voltaram a marcar, desta vez com os dois pontos suplementares, reduzindo a vantagem portuguesa para 21-12 (2112, um ano de esperança para os sevens em Portugal...).
Confesso que com quatro minutos por jogar, temi que a nossa equipa se deixase afundar e perdesse na segunda parte o que tinha conquistado na primeira, mas isso não aconteceu e o gás americano esgotou-se num ataque perigosíssimo que José Vareta(*) parou, com sabedoria inesperada para um jovem - e excelente! - jogador.
No alinhamento que se seguiu, o capitão português, mais uma vez, dominou e foi o início do fim.
Portugal subiu no ataque e uma penalidade já com o jogo a terminar, que Vareta marcou dando a bola para Leal que se encontrava numa aparente posição de ataque à mão.
Mas o playmaker poruguês trocou s voltas à defesa adversária e colocou um pequeno pontapé atrás da defesa, que João Lino não teve dificuldade em transformar no seu primeiro ensaio no Circuito Mundial - este pequeno pontapé começa a ser uma imagem de marca de Pedro Leal, e a verdade é que abre uma série de possibilidades ofensivas, que têm estado desaproveitadas, mas com defesas cada vez mais agressivas, tem resultado brilhantemente.
Estava feito o resultado, 26-12, e Portugal avança desta forma com as portas da Cup semi abertas - ainda falta muito caminho, e mesmo vencendo o Zimbabwé (que perdeu com o Canadá por 26-0) no segundo jogo, o apuramento só ficará garantido se o Canadá vencer os EUA.
Caso isso não aconteça, o jogo Portugal-Canadá será uma perigosa final!
Fique com a Ficha do Jogo:
(*) Ao rever o jogo verifiquei que quem parou o ataque foi o Francisco Vieira de Almeida e não o José Vareta, mas o resto do comentário mantém-se, alargado ao Francisco!
Os Linces começaram bem e marcaram logo aos 2 minutos por intermédio de Francisco Vieira de Almeida, com o recuperado Pedro Leal a aumentar com os pontos da transformação para os 7-0.
Vieira de Almeida recebe a bola de um ruck nos 22 dos EUA, e, em vez de abrir, fura a defesa adversária com uma boa mudança de direção e depois foi só correr até aos pontos.
Construindo o seu jogo numa defesa sem falhas, Portugal aumentou a vantagem aos 4,45 minutos depois de uma sucessão de movimntos ofensivos americanos que os portugueses defenderam muito bem, e, aproveitando uma falha ofensiva já nos nossos 22, Gonçalo Foro viu que tinha espaço e correu o campo todo para marcar o segundo ensaio lusitano que Pedro Leal transformou de novo, levando o marcador aos 14-0.
Mas o resultado do intervalo ainda não estava feito e na sequência de um conjunto de ataques portugueses, e aproveitando uma falta da defesa, castigada com uma penalidade sobre a linha de 22 americana, Portugal desenvolveu uma jogada ensaiada e marcou o seu terceiro ensaio por Frederico Oliveira, levando Pedro Leal aos 21-0 com que se atingiu o período de descanso.
A segunda metade não começou bem para os Linces, que logo aos 35 segundos sofreram um ensaio não transformado, e dois minutos depois os EUA voltaram a marcar, desta vez com os dois pontos suplementares, reduzindo a vantagem portuguesa para 21-12 (2112, um ano de esperança para os sevens em Portugal...).
Confesso que com quatro minutos por jogar, temi que a nossa equipa se deixase afundar e perdesse na segunda parte o que tinha conquistado na primeira, mas isso não aconteceu e o gás americano esgotou-se num ataque perigosíssimo que José Vareta(*) parou, com sabedoria inesperada para um jovem - e excelente! - jogador.
No alinhamento que se seguiu, o capitão português, mais uma vez, dominou e foi o início do fim.
Portugal subiu no ataque e uma penalidade já com o jogo a terminar, que Vareta marcou dando a bola para Leal que se encontrava numa aparente posição de ataque à mão.
Mas o playmaker poruguês trocou s voltas à defesa adversária e colocou um pequeno pontapé atrás da defesa, que João Lino não teve dificuldade em transformar no seu primeiro ensaio no Circuito Mundial - este pequeno pontapé começa a ser uma imagem de marca de Pedro Leal, e a verdade é que abre uma série de possibilidades ofensivas, que têm estado desaproveitadas, mas com defesas cada vez mais agressivas, tem resultado brilhantemente.
Estava feito o resultado, 26-12, e Portugal avança desta forma com as portas da Cup semi abertas - ainda falta muito caminho, e mesmo vencendo o Zimbabwé (que perdeu com o Canadá por 26-0) no segundo jogo, o apuramento só ficará garantido se o Canadá vencer os EUA.
Caso isso não aconteça, o jogo Portugal-Canadá será uma perigosa final!
Fique com a Ficha do Jogo:
(*) Ao rever o jogo verifiquei que quem parou o ataque foi o Francisco Vieira de Almeida e não o José Vareta, mas o resto do comentário mantém-se, alargado ao Francisco!
7 de dezembro de 2012
LINCES ENCARAM PORT ELIZABETH
Depois da participação no Dubai Sevens, em que Portugal teve um comportamento bem acima da média, no primeiro dia, e não tendo conseguido manter o mesmo nível no segundo, também não desiludiu, os Linces encaram agora com algum optimismo, o torneio de Port Elizabeth, na África do Sul.
E que me desculpem os nossos jogadores, mas a história recente da nossa equipa parece querer dizer-nos que quanto menos forte é a concorrência, pior a nossa selecção se porta...
Graças à classificação no fim de semana passado, e uma ponta de sorte no distribuir das equipas, Portugal vai jogar no primeiro dia - amanhã, sábado - com três adversários que nos dão à partida muitas possibilidades de repetirmos o feito do Dubai.
E que me desculpem os nossos jogadores, mas a história recente da nossa equipa parece querer dizer-nos que quanto menos forte é a concorrência, pior a nossa selecção se porta...
Graças à classificação no fim de semana passado, e uma ponta de sorte no distribuir das equipas, Portugal vai jogar no primeiro dia - amanhã, sábado - com três adversários que nos dão à partida muitas possibilidades de repetirmos o feito do Dubai.
Falta acrescentar a estes números que nas últimas 30 partidas de cada uma destas equipas, Portugal venceu 10 e perdeu 20, os E.U.A. ganharam oito e perderam 22, o Zimbabwé venceu sete e perdeu 23 e o Canadá ganhou 17, empatou um e perdeu 12.
E no todo das suas participações em torneios das Séries Mundiais, Portugal esteve em 58 torneios, disputou 302 partidas, das quais venceu 108 (35,76%) enquanto o Canadá jogou 526 encontros em 98 torneios, tendo vencido 227 (43,16%), os E.U.A. venceram 141 dos 389 jogos que disputaram (36,25%) em 75 torneios, e o Zimbabwé que apenas participou em 28 torneios e disputou 138 encontros, venceu 43 (31,16%) deles.
Claro que não são favas contadas, mas de uma coisa estamos certos - se a equipa jogar com a atitude que demonstrou no primeiro dia no Dubai, é provável que consiga o apuramento para a Cup.
Mas para isso, cada um vai ter que encarar cada jogo como o último jogo das suas vidas!
E para os desafortunados que não podem ir à Nelson Mandela Bay, aqui fica o horário dos jogos dos Linces para que possam programar o seu sábado:
Para terminar, fique com o quadro geral dos jogos de sábado.
2 de dezembro de 2012
COMO SE ORGANIZAM OS GRUPOS DO CIRCUITO MUNDIAL DE SEVENS
A classificação de cada equipa numa etapa das Séries Mundiais influencia diretamente a composição dos grupos para o torneio seguinte, o que determina, por sua vez, as possibilidades de acesso à competição principal (a Cup), pelo menos em teoria.
No Dubai 7's, Portugal foi penalizado pela sua classificação em Gold Coast (último lugar) e teve um dos mais difíceis grupos da etapa dos Emirados, conseguindo uma das melhores clasificações de sempre de Portugal, com o doce sabor de vitórias sobre a África do Sul e Ingalterra.
E a única derrota que sofreu no primeiro dia de prova, foi por escassa margem perante aquela que seria a grande vencedora da etapa - a Samoa.
Para que possa acompanhar este processo, veja como está o ranking completo neste momento da época:
E para que fique bem explicado como pontuam as equipas em cada jornada veja o quadro seguinte:
Por aqui se compreende bem como Portugal conseguiu os seus 11 pontos na tabela - primeiro sendo semi finalista vencido da Shield (1 ponto), e depois, este fim de semana, sendo semi finalista vencido da Plate (10 pontos).
Além de todas as óbvias consequências da classificação das equipas em cada etapa, junta-se ainda o facto que a composição dos grupos na etapa seguinte (neste caso Port Elizabeth na África do Sul) depende daquela classificação (neste caso do Dubai).
Para organizar aqueles grupos, a IRB separa os três primeiros classificados, que entram diretamente nos grupos A, B e C, e depois junta as restantes equipas em três urnas de sorteio compostas da seguinte forma (entre parentesis a classificação do torneio anterior):
Urna 1, 5 equipas (4-5-6-7-8)
Urna 2, 4 equipas (9-10-11-12)
Urna 3, 4 equipas (13-14-15-16*)
* Equipa Não Residente
(As posições 7 e 8 são as duas equipas equipas vencidas nas semi finais da Plate, e as posições 11 e 12 são as equipas vencidas nas meias finais da Bowl, e as equipas 14 e 15 as semifinalistas da Shield)
Depois, as equipas são distribuídas (no caso das três primeiras) ou sorteadas da seguinte forma:
Grupo A - 1ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo B - 2ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo C - 3ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo D - Urna 1 (2 equipas), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Desta feita o sorteio foi agradável para Portugal, que estava na Urna 1, graças ao 7º/8º lugar conseguido por ter disputado uma semi final da Plate, e viu as equipas 4 (França) e 5 (País de Gales) saírem para os grupos A e |C, respectivamente, e ficou no Grupo com a 6ª classificada (Canadá) e as 11ª/12ª (E.U.A.) e a 16 (Equipa Não Residente - Zimbabwé).
Melhor que isto seria muito difícil. Esperemos que os Linces saibam aproveitar a chance e consigam, novamente, um lugar para a Cup.
Veja a composição final dos grupos para Port Elizabeth:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
No Dubai 7's, Portugal foi penalizado pela sua classificação em Gold Coast (último lugar) e teve um dos mais difíceis grupos da etapa dos Emirados, conseguindo uma das melhores clasificações de sempre de Portugal, com o doce sabor de vitórias sobre a África do Sul e Ingalterra.
E a única derrota que sofreu no primeiro dia de prova, foi por escassa margem perante aquela que seria a grande vencedora da etapa - a Samoa.
Para que possa acompanhar este processo, veja como está o ranking completo neste momento da época:
E para que fique bem explicado como pontuam as equipas em cada jornada veja o quadro seguinte:
Por aqui se compreende bem como Portugal conseguiu os seus 11 pontos na tabela - primeiro sendo semi finalista vencido da Shield (1 ponto), e depois, este fim de semana, sendo semi finalista vencido da Plate (10 pontos).
Além de todas as óbvias consequências da classificação das equipas em cada etapa, junta-se ainda o facto que a composição dos grupos na etapa seguinte (neste caso Port Elizabeth na África do Sul) depende daquela classificação (neste caso do Dubai).
Para organizar aqueles grupos, a IRB separa os três primeiros classificados, que entram diretamente nos grupos A, B e C, e depois junta as restantes equipas em três urnas de sorteio compostas da seguinte forma (entre parentesis a classificação do torneio anterior):
Urna 1, 5 equipas (4-5-6-7-8)
Urna 2, 4 equipas (9-10-11-12)
Urna 3, 4 equipas (13-14-15-16*)
* Equipa Não Residente
(As posições 7 e 8 são as duas equipas equipas vencidas nas semi finais da Plate, e as posições 11 e 12 são as equipas vencidas nas meias finais da Bowl, e as equipas 14 e 15 as semifinalistas da Shield)
Depois, as equipas são distribuídas (no caso das três primeiras) ou sorteadas da seguinte forma:
Grupo A - 1ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo B - 2ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo C - 3ª class., Urna 1 (1 equipa), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Grupo D - Urna 1 (2 equipas), Urna 2 (1) e Urna 3 (1)
Desta feita o sorteio foi agradável para Portugal, que estava na Urna 1, graças ao 7º/8º lugar conseguido por ter disputado uma semi final da Plate, e viu as equipas 4 (França) e 5 (País de Gales) saírem para os grupos A e |C, respectivamente, e ficou no Grupo com a 6ª classificada (Canadá) e as 11ª/12ª (E.U.A.) e a 16 (Equipa Não Residente - Zimbabwé).
Melhor que isto seria muito difícil. Esperemos que os Linces saibam aproveitar a chance e consigam, novamente, um lugar para a Cup.
Veja a composição final dos grupos para Port Elizabeth:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
10 de dezembro de 2011
PORT ELIZABETH 7'S - NOVA ZELÂNDIA ALCANÇA FIJI
A NOVA ZELÂNDIA VENCEU O PORT ELIZABETH 7'S ao derrotar na final a África do Sul por 31-26, numa final apenas resolvida no último suspiro do jogo.
Com esta vitória os All Blacks alcançaram as Fiji no ranking oficial, já que estes terminaram a prova de maneira humilhante, perdendo com o País de Gales por 48-0 (!) na disputa do quinto lugar do Torneio, e os Blitzbokke mantiveram o terceiro lugar do ranking.
Leia Mais
Com esta vitória os All Blacks alcançaram as Fiji no ranking oficial, já que estes terminaram a prova de maneira humilhante, perdendo com o País de Gales por 48-0 (!) na disputa do quinto lugar do Torneio, e os Blitzbokke mantiveram o terceiro lugar do ranking.
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PORT ELIZABETH 7'S - NOVA DERROTA, ÚLTIMO JOGO
NÃO HÁ LUGAR MAIS BAIXO NA ESCALA de um Torneio das Séries Mundiais do que aquele que coube a Portugal em Port Elizabeth.
E isto podia ter acontecido com demonstrações de qualidade e vontade, mas não foi o que sucedeu - os erros repetiram-se, os mecanismos coletivos não funcionaram, e as falhas individuais foram-se acumulando.
A derrota com o Quénia é disso prova inequívoca, e ficamos a aguardar o que a FPR vai fazer em relação aos nossos sevens - emendar a mão, ou continuar a brincar?
Fique com a ficha do jogo. Voltaremos mais tarde com os resultados finais desta etapa do Circuito da IRB.
E isto podia ter acontecido com demonstrações de qualidade e vontade, mas não foi o que sucedeu - os erros repetiram-se, os mecanismos coletivos não funcionaram, e as falhas individuais foram-se acumulando.
A derrota com o Quénia é disso prova inequívoca, e ficamos a aguardar o que a FPR vai fazer em relação aos nossos sevens - emendar a mão, ou continuar a brincar?
Fique com a ficha do jogo. Voltaremos mais tarde com os resultados finais desta etapa do Circuito da IRB.
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