Graças à vitória sobre o Zimbabwé por 36-11, obtida no derradeiro jogo da participação portuguesa na Taça das Nações que se realizou em Hong Kong, Portugal sobe no ranking mundial, devendo chegar ao 25º lugar, à frente do Chile, que deve descer do 24º ao 26º lugar da tabela.
Note-se que este posicionamento não é oficial - a tabela da World Rugby apenas é actualizada à segunda feira - tratando-se apenas de um cálculo levado a cabo pelo Mão de Mestre, com utilização de aplicações disponíveis na internet, como por exemplo, esta.
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22 de novembro de 2015
20 de novembro de 2015
FRENTE AO ZIMBABWÉ NÃO PODE HAVER FALHAS
Termina amanhã a participação portuguesa na Taça das Nações de Hong Kong, com o jogo perante o Zimbabwé, depois de derrotas sofridas perante a Rússia e Hong Kong.
Depois das boas indicações dadas no jogo com os russo, apesar da derrota por 12-23, Portugal não esteve bem frente a Hong Kong, mudou meia equipa e acabou por perder um jogo que deveria ter vencido, por 6-13.
Depois das boas indicações dadas no jogo com os russo, apesar da derrota por 12-23, Portugal não esteve bem frente a Hong Kong, mudou meia equipa e acabou por perder um jogo que deveria ter vencido, por 6-13.
17 de novembro de 2015
PORTUGAL FAZ EXPERIÊNCIAS E PERDE FRENTE A HONG KONG
Portugal perde com Hong Kong por 13-6, no seu segundo encontro na Taça das Nações, realizado ontem, e embora tenha sido a primeira equipa a marcar, o resultado ao intervalo era já favorável aos asiáticos por 6-3.
Com quatro alterações no pack avançado, Portugal entrou em campo sem poder repetir a boa exibição que tinha realizado na passada sexta-feira, no sector, e é dominado precisamente onde poderia ser mais forte.
Com quatro alterações no pack avançado, Portugal entrou em campo sem poder repetir a boa exibição que tinha realizado na passada sexta-feira, no sector, e é dominado precisamente onde poderia ser mais forte.
HONG KONG UM NOVO ADVERSÁRIO, NUM GRANDE DESAFIO
Hoje quando forem 11 horas de Lisboa, Portugal defronta um novo adversário, na sua segunda partida na Taça das Nações que se disputa em Hong Kong.
E é precisamente contra a equipa da casa que Portugal vai disputar a sua oitava partida do ano, depois de ter sofrido sete derrotas e apenas uma vitória - contra a Alemanha, em Lisboa, por 11-3.
Na verdade nos 10 últimos jogos realizados, Portugal sofreu oito derrotas e duas vitórias (a segunda foi contra a Namíbia, também em Lisboa, por 29-20), e corre o risco de atingir um novo patamar negativo, mais uma vez inédito, se tornar a perder.
E é precisamente contra a equipa da casa que Portugal vai disputar a sua oitava partida do ano, depois de ter sofrido sete derrotas e apenas uma vitória - contra a Alemanha, em Lisboa, por 11-3.
Na verdade nos 10 últimos jogos realizados, Portugal sofreu oito derrotas e duas vitórias (a segunda foi contra a Namíbia, também em Lisboa, por 29-20), e corre o risco de atingir um novo patamar negativo, mais uma vez inédito, se tornar a perder.
14 de novembro de 2015
PORTUGAL PERDE EM HONG KONG E EM ELCHE
Não correu bem o primeiro jogo de Portugal em Hong Kong, com a derrota frente à Rússia por 12-23, apesar do domínio dos nossos avançados durante todo o primeiro tempo, e parte do segundo.
12 de novembro de 2015
PORTUGAL NA TAÇA DAS NAÇÕES EM HONG KONG
Portugal participa a partir do próximo sábado na Taça das Nações que terá lugar em Hong Kong e que conta com a participação, além de Portugal, das selecções de Hong Kong, da Rússia e do Zimbabwé.
Destinada a equipas do Tier 3, esta será a terceira edição da prova que teve as duas edições anteriores nos Emirados Árabes Unidos, nos anos de 2011 e 2012, e as quatro equipas participantes procuram, por um lado, melhorar a sua posição no ranking da World Rugby, ao mesmo tempo que serve de preparação para o assalto ao acesso ao Mundial de 2019, já que estas equipas falharam a corrida em 2015.
Destinada a equipas do Tier 3, esta será a terceira edição da prova que teve as duas edições anteriores nos Emirados Árabes Unidos, nos anos de 2011 e 2012, e as quatro equipas participantes procuram, por um lado, melhorar a sua posição no ranking da World Rugby, ao mesmo tempo que serve de preparação para o assalto ao acesso ao Mundial de 2019, já que estas equipas falharam a corrida em 2015.
10 de maio de 2013
NATIONS CUP - CONFIRMADA EXCLUSÃO DE PORTUGAL
Conforme o Mão de Mestre anunciou em primeira mão, Portugal está fora do Nations Cup deste ano, e a declaração de Mark Egan da IRB não deixa margem para dúvidas: Portugal deixou de pertencer ao Tier 2, e deixou de ser uma equipa preferencial em termos das preocupações da IRB.
A IRB vai mesmo mais longe, afirmando que uma das principais metas do Nations Cup deste ano, com o processo de qualificação do Mundial de 2015 em andamento, será dar à Roménia e à Rússia uma vantagem psicológica antes da fase final da qualificação da zona Europa, do próximo ano.
O artigo publicado hoje no site oficial da IRB, que aconselhamos a ler, confirma integralmente as informações que tínhamos publicado em 11 de Abril, nomeadamente no que respeita à criação de uma nova competição - Tbilisi Cup - e à participação das segundas equipas da Itália e Argentina no torneio de Bucareste que mantém a sua designação e regressa ao seu formato de 2006, apenas com quatro equipas.
Veja o calendário dos jogos do Nations Cup do próximo mês:
Sábado, 8 de Junho
Roménia v Rússia
Argentina Jaguars v Emerging Italy
Quarta feira, 12 de Junho
Roménia v Argentina Jaguars
Rússia v Emerging Italy
Domingo, 16 de Junho
Argentina Jaguars v Rússia
Roménia v Emerging Italy
A IRB vai mesmo mais longe, afirmando que uma das principais metas do Nations Cup deste ano, com o processo de qualificação do Mundial de 2015 em andamento, será dar à Roménia e à Rússia uma vantagem psicológica antes da fase final da qualificação da zona Europa, do próximo ano.
O artigo publicado hoje no site oficial da IRB, que aconselhamos a ler, confirma integralmente as informações que tínhamos publicado em 11 de Abril, nomeadamente no que respeita à criação de uma nova competição - Tbilisi Cup - e à participação das segundas equipas da Itália e Argentina no torneio de Bucareste que mantém a sua designação e regressa ao seu formato de 2006, apenas com quatro equipas.
Veja o calendário dos jogos do Nations Cup do próximo mês:
Sábado, 8 de Junho
Roménia v Rússia
Argentina Jaguars v Emerging Italy
Quarta feira, 12 de Junho
Roménia v Argentina Jaguars
Rússia v Emerging Italy
Domingo, 16 de Junho
Argentina Jaguars v Rússia
Roménia v Emerging Italy
Fonte: IRB
11 de abril de 2013
NATIONS CUP - PORTUGAL DE FORA
Apesar de ainda não haver confirmação oficial sobre o afastamento de Portugal do Nations Cup 2013, todas as informações que pudemos recolher apontam nesse sentido, apesar do formato da competição ter sido alterado, com a divisão em dois grupos distintos.
Esta separação poderia abrir espaço para um terceiro torneio onde participassem por exemplo, Portugal e a Namíbia, mas parece que essa possibilidade estará definitivamente afastada, tendo sido antes constituído um novo torneio na Geórgia, e a manutenção do torneio de Bucareste.
Quanto ao grupo da Geórgia - que se chamará Tbilisi Cup - ele vai contar com a participação do Uruguai (melhor equipa sul americana do Tier 2), de um XV do Presidente da África do Sul e da Irlanda Emergentes, além claro, da equipa da casa, melhor equipa do Tier 2 da Europa.
Em Bucareste o Nations Cup - que manterá a designação, segundo parece - contará com a participação dos Jaguares Argentinos e da Itália A (ou Emergentes) da Rússia e da Roménia, num regresso ao formato de quatro equipas, já utilizado na prova em 2006.
De todas as equipas do Tier 2 que até hoje participaram na Nations Cup, ficarão assim de fora Portugal e a Namíbia, a menos que uma terceira prova seja organizada para as englobar, o que não parece ser o caso...
De qualquer forma a IRB não pode adiar muito mais a divulgação do que se vai passar, e é mesmo natural que na Julieta Ferrão se saiba já do nosso futuro.
Recorde-se que a Nations Cup foi disputada pela primeira vez em Lisboa, em 2006, passando logo no ano seguinte para Bucareste onde tem sido realizada desde então.
Portugal apenas participou em três ocasiões, e o saldo dos nove jogos realizados é francamente desolador, apenas com um empate (2006 frente à Itália A a 26-26) e uma vitória (em 2011 frente aos Jaguares por 25-21).
Nos fracos resultados obtidos pelos Lobos pode estar na origem do novo afastamento da competição - como quarta equipa do Tier 2 da Europa, Portugal não tem direito a nada, sendo o investimento da IRB conduzido para as equipas que provavelmente estarão em Londres em 2015.
Fique com o quadro resumo da competição, desde o seu primeiro ano.
Esta separação poderia abrir espaço para um terceiro torneio onde participassem por exemplo, Portugal e a Namíbia, mas parece que essa possibilidade estará definitivamente afastada, tendo sido antes constituído um novo torneio na Geórgia, e a manutenção do torneio de Bucareste.
Quanto ao grupo da Geórgia - que se chamará Tbilisi Cup - ele vai contar com a participação do Uruguai (melhor equipa sul americana do Tier 2), de um XV do Presidente da África do Sul e da Irlanda Emergentes, além claro, da equipa da casa, melhor equipa do Tier 2 da Europa.
Em Bucareste o Nations Cup - que manterá a designação, segundo parece - contará com a participação dos Jaguares Argentinos e da Itália A (ou Emergentes) da Rússia e da Roménia, num regresso ao formato de quatro equipas, já utilizado na prova em 2006.
De todas as equipas do Tier 2 que até hoje participaram na Nations Cup, ficarão assim de fora Portugal e a Namíbia, a menos que uma terceira prova seja organizada para as englobar, o que não parece ser o caso...
De qualquer forma a IRB não pode adiar muito mais a divulgação do que se vai passar, e é mesmo natural que na Julieta Ferrão se saiba já do nosso futuro.
Recorde-se que a Nations Cup foi disputada pela primeira vez em Lisboa, em 2006, passando logo no ano seguinte para Bucareste onde tem sido realizada desde então.
Portugal apenas participou em três ocasiões, e o saldo dos nove jogos realizados é francamente desolador, apenas com um empate (2006 frente à Itália A a 26-26) e uma vitória (em 2011 frente aos Jaguares por 25-21).
Nos fracos resultados obtidos pelos Lobos pode estar na origem do novo afastamento da competição - como quarta equipa do Tier 2 da Europa, Portugal não tem direito a nada, sendo o investimento da IRB conduzido para as equipas que provavelmente estarão em Londres em 2015.
Fique com o quadro resumo da competição, desde o seu primeiro ano.
18 de junho de 2012
AS CONTAS DA TAÇA DAS NAÇÕES
Terminou da pior forma a participação portuguesa na Taça das Nações, com a terceira derrota em outros tantos desafios.
Depois de batida pelos Jaguares Argentinos e pelos Emergentes Italianos, os Lobos tinham ontem a possibilidade de se reconciliarem com as vitórias, e fazerem esquecer um ano em que a dominante foram mesmo as derrotas...
Mas não, um Uruguai enfraquecido com a saída de oito dos jogadores que estiveram envolvidos no último Sul Americano em que ficaram na segunda posição logo atrás da Argentina, com uma equipa com uma média de idades de 25 anos e menos de 190 internacionalizações no total, dominou completamente um Portugal com 27 anos de idade média e quase 490 internacionalizações no total.
Ou seja, os cinco portugueses com mais de 50 jogos internacionais realizados por cada um, não foram capazes de suster os sete uruguaios com menos de 10 jogos por cabeça, e, apesar da enorme vantagem de 8 kg por jogador no pack avançado que a equipa lusitana apresentava, quem dominou quase todas as formações, foram os sul americanos.
A derrota de ontem por 7-35, no entanto, não constitui grande surpresa, já que perder com os uruguaios é uma coisa absolutamente normal, pois em oito encontros que se tinham já realizado, Portugal apenas vencera dois - ou seja, a afirmação do presidente da federação que "vamos ter que ganhar a Nations Cup", não foi baseada em factos ou fundamentadas esperanças, não passou de uma bazófia ou declaração de conveniência, e os resultados conseguidos são disso a prova concludente.
Hoje não vamos aprofundar o nosso sofrimento, vamos deixar secar as feridas e ficamos simplesmente com a ficha do jogo, o conjunto dos resultados e a classificação final da Taça das Nações.
Foto: IRB
Depois de batida pelos Jaguares Argentinos e pelos Emergentes Italianos, os Lobos tinham ontem a possibilidade de se reconciliarem com as vitórias, e fazerem esquecer um ano em que a dominante foram mesmo as derrotas...
Mas não, um Uruguai enfraquecido com a saída de oito dos jogadores que estiveram envolvidos no último Sul Americano em que ficaram na segunda posição logo atrás da Argentina, com uma equipa com uma média de idades de 25 anos e menos de 190 internacionalizações no total, dominou completamente um Portugal com 27 anos de idade média e quase 490 internacionalizações no total.
Ou seja, os cinco portugueses com mais de 50 jogos internacionais realizados por cada um, não foram capazes de suster os sete uruguaios com menos de 10 jogos por cabeça, e, apesar da enorme vantagem de 8 kg por jogador no pack avançado que a equipa lusitana apresentava, quem dominou quase todas as formações, foram os sul americanos.
A derrota de ontem por 7-35, no entanto, não constitui grande surpresa, já que perder com os uruguaios é uma coisa absolutamente normal, pois em oito encontros que se tinham já realizado, Portugal apenas vencera dois - ou seja, a afirmação do presidente da federação que "vamos ter que ganhar a Nations Cup", não foi baseada em factos ou fundamentadas esperanças, não passou de uma bazófia ou declaração de conveniência, e os resultados conseguidos são disso a prova concludente.
Hoje não vamos aprofundar o nosso sofrimento, vamos deixar secar as feridas e ficamos simplesmente com a ficha do jogo, o conjunto dos resultados e a classificação final da Taça das Nações.
Foto: IRB
17 de junho de 2012
DIA NEGRO PARA AS NOSSAS CORES...
Foi um fim de semana negro para as cores nacionais, nas competições além fronteiras em que participámos...
Em Ameland, na primeira etapa do circuito europeu de sevens feminino, as nossas atletas mais não conseguiram que duas singelas vitórias sobre duas das piores equipas em presença (Moldávia e Alemanha), claudicando às mãos de todas as outras e servindo apenas de consolação o facto de terem conseguido permanecer no segundo nível das equipas, mas perdendo dois lugares na classificação, na crua verdade dos números.
Quanto aos Lobos, a elite do rugby nacional, a participação no Nations Cup revelou-se um completo desastre, com três derrotas em três jogos, mas - o que é pior - sem mostrar potencial para evoluir, nem capacidade para reagir.
Ou seja, no plano dos resultados, o ambicioso Portugal, que se passeia em bicos de pés nos círculos internacionais para que possa ser notado, valeu pouco mais que zero...
Mas existe algum mal em ser ambicioso? Não!
O mal está quando a essa ambição não corresponde qualquer análise da realidade, nem é acompanhada de uma política desportiva que a justifique...
Podem acreditar que imagino muito bem como os nossos jogadores e jogadores, técnicos e dirigentes se sentem neste momento, ao verem que, afinal, em relação ao comboio dos nossos pares, nós ficámos no mesmo lugar e os outros andaram em frente...
E afinal, o que devemos pensar, o que devemos dizer em relação a tudo isto?
Contrariando uma prática habitual de lançar jogadores e técnicos às feras, o Mão de Mestre não embarca nesse jogo - isso não passa de culpabilizar o mensageiro, deixando os autores da mensagem, tranquilamente, no remanso dos gabinetes...
Mas também não vale a pena, àqueles que só esperam por uma critica a esta direção, pensarem sequer que o passado foi esquecido - Amado da Silva e seus colaboradores têm muitas culpas, mas a direção encabeçada por Dídio de Aguiar não lhe fica atrás.
A grande diferença entre uma e outra, é que Dídio não tomou as melhores decisões em conjunto com mais meia dúzia de diretores, e Amado da Silva representa um comando de voz única, que se serve dos colaboradores apenas para encherem pneus - ele é o quer, pode e manda, da nossa pobre federação.
Claro que Amado da Silva não tem culpa do poder que lhe puseram no colo, isso é resultado de uns Estatutos que não fazem qualquer ideia do que é - ou devia ser - a administração do rugby em Portugal, nivelando tudo pelas tabelas futebolísticas que tão maus resultados também vão dando no reino da bola redonda.
Ou seja, em termos conceptuais não existem diferenças entre a gestão Dídio de Aguiar e Amado da Silva, e o problema é que ela se revela diariamente desajustada às necessidades do rugby nacional.
Um e outro sustentaram a sua obra no sucesso da nossa seleção nacional, o primeiro não tendo a frieza para entender que um apuramento como o conseguido em 2007 muito dificilmente se repetiria, o outro não tendo nem a coragem nem a capacidade de alterar aquela não-política, e embarcando apenas na gestão da continuidade.
Porque uma coisa é dizer em período eleitoral que se vai dar atenção ao rugby regional, ouvir os clubes e decidir com eles, introduzir um lote de medidas desportivas, mas depois, na hora da verdade, apenas lançar uma série desconecta de medidas experimentais, que - sem qualquer excepção - acabaram todas
rejeitadas e arrumadas numa gaveta.
Não vale a pena desenvolvermos este tema, apesar de termos a noção que muito se poderia ter feito, e apenas não se fez por puro autismo e injustificado autoritarismo - mas o que vale a pena é sugerir o lançamento de uma análise cuidada do que deve ser, que caminhos deve tomar, o rugby nacional.
Será que a orientação - nem me atrevo a chamar-lhe política - de tudo sacrificar às seleções nacionais, como se o rugby português nascesse delas e não o contrário, se justifica e deve ser continuada?
Será que a enorme produção teórica dos técnicos ao serviço da federação deve ser mantida, ou se deve procurar antes uma prática que leve ao continuado largamento da prática da modalidade, não deixando, no entanto, de dar condições de trabalho às seleções nacionais?
Porque somos inteiramente contra o que aconteceu nos anos a seguir ao 25 de Abril, quando vingou uma ideia que todas as equipas eram iguais, que os vencedores não deviam ser homenageados, e que as seleções nacionais não passavam de excrecências da burguesia...
E porque somos inteiramente contra o que está a acontecer agora, quando se condiciona e restringe toda a atividade do rugby português aos programas das seleções, como se todos não passassem de meros servidores dos interesses daquelas equipas nacionais.
Existe um mundo entre estes dois extremos, e qualquer deles apenas contribui para o desaparecimento da nossa modalidade, um por excesso de basismo, outro por excesso de elitismo...
Acusar os jogadores ou os técnicos sobre o mau momento que atravessamos, é tapar o sol com uma peneira, e serve apenas para garantir a quem está no leme, a viagem de vitória em vitória (sobre os "culpados") até à derrota final (da modalidade).
Como Amado da Silva disse antes do Nations Cup ao Jornal Público, ele não está satisfeito e exige resultados, mas a verdade é que a presidência da FPR sai, dia a dia, mais fragilizada desta importância desmedida que é dada às seleções nacionais, em desfavor da atividade nacional, do desenvolvimento dos clubes e das regiões - porque a memória das pessoas, muitas que constituíram a sua base eleitoral, não deixa esquecer as promessas de apoio ao rugby regional, às seleções regionais, aos programas de apoio aos clubes, ao desenvolvimento dos sevens, enfim, um conjunto de promessas que fizeram muita gente acreditar que as coisas iam mudar...
Mas afinal, mudaram algumas pessoas, mas a substância continua a mesma...
Por isso, vir agora atacar jogadores e treinadores, quando nada se fez para criar uma sólida base para o desenvolvimento da qualidade, é uma fuga para a frente que nunca nos irá conduzir a novas aventuras mundiais, mas apenas ao consumo de recursos que mais valia serem utilizados de acordo com a vontade, os interesses e as necessidades dos clubes...
Exemplos do que acabo de dizer, são diários, e apenas vou referir dois, um por ser bem atual, e já o termos abordado na semana passada, o outro porque tememos que quando Amado da Silva disse que queria ouvir os clubes, esteja a agir como agiu em 2010, sobre a mesma matéria, ou meses mais tarde sobre a organização do calendário da Divisão de Honra - ou seja, ouviu mas não ligou a ponta dum corno!
Onde está o calendário provisório para a próxima época, que deveria ter sido tornado público no passado dia 31 de Maio?
Onde estão as respostas às sugestões de alteração dos regulamentos desportivos que alguns clubes enviaram à federação?
Ou seja, a grande diferença entre Dídio e Amado, não é aquilo que eles fazem, nem sequer aquilo que eles dizem que fazem - aí, os dois funcionam pela mesma bitola, não dando qualquer importância ao que os clubes (que não os seus) dizem - mas sim o maior e continuado descrédito internacional que, com excepção dos sevens masculinos, as nossas representações nacionais vão passeando por esses campos fora...
É tempo de deixar de olhar para a barriga e tratar do rugby interno, do rugby dos clubes e das regiões, com a importância que ele deve assumir no desenvolvimento global do rugby português - ou seja, deixar de ser um sub-produto levado a reboque pelas seleções nacionais, para passar a ser a própria essência do nosso rugby, do qual surgem as seleções, sejam regionais, sejam nacionais...
Foto: IRB
PORTUGAL COMEÇA O DIA A GANHAR, E MUDA EQUIPA EM BUCARESTE
Portugal vence a Alemanha por 19-7 e assegura um lugar na disputa da Plate, em Ameland, a contar para o Europeu de Sevens Feminino, preparando-se agora para defrontar a Rússia nas meias finais, em jogo a realizar às 14,20, hora de Portugal.
Se sair vencedora desta partida, a equipa portuguesa volta a jogar às 17,20 h, e se não conseguir a vitória jogará 20 minutos mais cedo.
Entretanto, às 16 horas, é a vez dos Lobos entrarem em ação contra o Uruguai, em Bucareste, a contar para a Nations Cup.
Veja a qui os resultados destes jogos em primeira mão, pois vamos acompanhar as duas competições para lhe fornecermos informação em tempo certo.
Europeu Feminino de 7's
PORTUGAL-ALEMANHA = 19-7
PORTUGAL-RÚSSIA = 0-36
PORTUGAL-UCRÂNIA = 7-33
Nations Cup
Portugal-Uruguai = 7-35
Veja aqui o vídeo do Portugal-Alemanha
http://www.youtube.com/watch?v=9n4nrrzy6a0&list=PLE49D0DA290DD6DD8&index=5&feature=plpp_video
Veja aqui o vídeo do Portugal-Rússia
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YxFpB2jDpx8
Veja aqui o vídeo do Portugal-Ucrânia (7º/8°lugar)
http://www.youtube.com/watch?v=55MC1c-CrNw&list=PLE49D0DA290DD6DD8&index=1&feature=plpp_video
Foi entretanto anunciado que Tiago Girão não fará parte do lote dos convocados para o jogo de hoje frente ao Uruguai, tendo sido substituído por João Paiva, que não fazia parte do lote dos convocados....
Se sair vencedora desta partida, a equipa portuguesa volta a jogar às 17,20 h, e se não conseguir a vitória jogará 20 minutos mais cedo.
Entretanto, às 16 horas, é a vez dos Lobos entrarem em ação contra o Uruguai, em Bucareste, a contar para a Nations Cup.
Veja a qui os resultados destes jogos em primeira mão, pois vamos acompanhar as duas competições para lhe fornecermos informação em tempo certo.
Europeu Feminino de 7's
PORTUGAL-ALEMANHA = 19-7
PORTUGAL-RÚSSIA = 0-36
PORTUGAL-UCRÂNIA = 7-33
Nations Cup
Portugal-Uruguai = 7-35
Veja aqui o vídeo do Portugal-Alemanha
http://www.youtube.com/watch?v=9n4nrrzy6a0&list=PLE49D0DA290DD6DD8&index=5&feature=plpp_video
Veja aqui o vídeo do Portugal-Rússia
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YxFpB2jDpx8
Veja aqui o vídeo do Portugal-Ucrânia (7º/8°lugar)
http://www.youtube.com/watch?v=55MC1c-CrNw&list=PLE49D0DA290DD6DD8&index=1&feature=plpp_video
Foi entretanto anunciado que Tiago Girão não fará parte do lote dos convocados para o jogo de hoje frente ao Uruguai, tendo sido substituído por João Paiva, que não fazia parte do lote dos convocados....
PORTUGAL DEFRONTA URUGUAI
Conclui-se hoje a edição 2012 da Nations Cup, e Portugal vai tentar salvar a honra do convento, depois de duas derrotas frente aos Jaguares e ao Emergenti, defrontando o Uruguai no único jogo que vai contar para o ranking da IRB.
Ontem tive oportunidade de assistir ao jogo Estados Unidos-Geórgia, que os americanos venceram por 36-20, mas o que mais marcou o encontro foi o ritmo constante que teve, sem paragens, abrandamentos ou grandes esquemas táticos.
E se a equipa da Geórgia não era o que de melhor eles podem apresentar, com algumas ausências importantes, os EUA jogaram com todo o seu melhor e não houve praticamente nenhuma situação em que o ataque à mão não fosse tentado, num ritmo quase alucinante.
Ora para quem assistiu aos dois jogos que os Lobos já realizaram em Bucareste, constata com facilidade que a distância entre aquelas equipas que ontem vi jogar e a nossa, é abissal...
Até pode ser - esperamos que sim! - que hoje as coisas sejam de outra maneira, mas temos sérias dúvidas que isso possa acontecer.
Dos oito jogos já realizados entre Portugal e Uruguai, apenas em duas ocasiões fomos suficientemente fortes para vencer - em Novembro de 2005 e Março de 2007, nas duas ocasiões em Lisboa - e nas restantes seis, sofremos outras tantas derrotas.
Anunciada a equipa que os lobos vão apresentar, verificamos de novo que ao nível dos avançados praticamente não há surpresas, aliás como já vem acontecendo há dois anos, mas quando se fala nas linhas atrasadas parece que estamos a falar de outra equipa, de outra equipa técnica...
Em termos de consistência nas soluções, a equipa continua partida e mais uma vez se baralha e torna a dar...
Por mais argumentos que se utilizem, não é fácil compreender como se apresentam três defesas diferentes em três jogos seguidos...
Não havendo boletim médico que informe quem está fora por estar lesionado - mais um exemplo de falta de uma política de informação, ou de uma propositada política de não informação - notamos que se vai fazer mais uma alteração na equipa, com a entrada de Carl Murray para a defesa, e o regresso de António Aguilar para a ponta, mantendo-se Francisco Pinto de Magalhães de fora.
E também notamos que Manuel Raposo não faz parte da lista dos 22 jogadores, ficando por saber afinal o que ele foi fazer a Bucareste, já que acaba por ser o único jogador que se deslocou, mas não jogou...
Veja o quadro dos jogadores utilizados (XV inicial) nos dois últimos campeonatos da Europa, e nos três jogos do Nations Cup deste ano, e, no final, os 22 jogadores convocados para o jogo de hoje:
Ontem tive oportunidade de assistir ao jogo Estados Unidos-Geórgia, que os americanos venceram por 36-20, mas o que mais marcou o encontro foi o ritmo constante que teve, sem paragens, abrandamentos ou grandes esquemas táticos.
E se a equipa da Geórgia não era o que de melhor eles podem apresentar, com algumas ausências importantes, os EUA jogaram com todo o seu melhor e não houve praticamente nenhuma situação em que o ataque à mão não fosse tentado, num ritmo quase alucinante.
Ora para quem assistiu aos dois jogos que os Lobos já realizaram em Bucareste, constata com facilidade que a distância entre aquelas equipas que ontem vi jogar e a nossa, é abissal...
Até pode ser - esperamos que sim! - que hoje as coisas sejam de outra maneira, mas temos sérias dúvidas que isso possa acontecer.
Dos oito jogos já realizados entre Portugal e Uruguai, apenas em duas ocasiões fomos suficientemente fortes para vencer - em Novembro de 2005 e Março de 2007, nas duas ocasiões em Lisboa - e nas restantes seis, sofremos outras tantas derrotas.
Anunciada a equipa que os lobos vão apresentar, verificamos de novo que ao nível dos avançados praticamente não há surpresas, aliás como já vem acontecendo há dois anos, mas quando se fala nas linhas atrasadas parece que estamos a falar de outra equipa, de outra equipa técnica...
Em termos de consistência nas soluções, a equipa continua partida e mais uma vez se baralha e torna a dar...
Por mais argumentos que se utilizem, não é fácil compreender como se apresentam três defesas diferentes em três jogos seguidos...
Não havendo boletim médico que informe quem está fora por estar lesionado - mais um exemplo de falta de uma política de informação, ou de uma propositada política de não informação - notamos que se vai fazer mais uma alteração na equipa, com a entrada de Carl Murray para a defesa, e o regresso de António Aguilar para a ponta, mantendo-se Francisco Pinto de Magalhães de fora.
E também notamos que Manuel Raposo não faz parte da lista dos 22 jogadores, ficando por saber afinal o que ele foi fazer a Bucareste, já que acaba por ser o único jogador que se deslocou, mas não jogou...
Veja o quadro dos jogadores utilizados (XV inicial) nos dois últimos campeonatos da Europa, e nos três jogos do Nations Cup deste ano, e, no final, os 22 jogadores convocados para o jogo de hoje:
Foto: IRB
16 de junho de 2012
ACOMPANHE AQUI OS RESULTADOS INTERNACIONAIS
Acompanhe neste post os resultados dos jogos internacionais, conforme eles forem acontecendo, incluindo os resultados de Ameland, onde a nossa seleção feminina está a disputar a primeira etapa do Europeu de sevens.
A equipa portuguesa não foi feliz no jogo inaugural e perdeu frente à Ucrânia por 0-14, e você pode ver o vídeo do jogo em:
http://www.youtube.com/watch?v=55MC1c-CrNw&feature=player_embedded#!
Portugal vence o segundo jogo contra a Moldávia por 19-0 e mantém a esperança no apuramento para a Plate.
Veja o vídeo do jogo, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=gfLcCl9AFmo&feature=plcp
Perante a Holanda Portugal voltou a perder e você pode ver o vídeo do jogo em: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zApVXYQd8vI
AMELAND SEVENS
16.06.2012 Portugal vs Ucrânia @ Ameland (0-14)
16.06.2012 Portugal vs Moldávia @ Ameland (19-0)
16.06.2012 Portugal vs Holanda @ Ameland (5-21)
16.06.2012 Portugal vs Espanha @ Ameland (0-21)
17.06.2012 Portugal vs Alemanha @ Ameland (19-7)
JOGOS INTERNACIONAIS
16.06.2012 Argentina vs France @ Córdoba (23-20)
A equipa portuguesa não foi feliz no jogo inaugural e perdeu frente à Ucrânia por 0-14, e você pode ver o vídeo do jogo em:
http://www.youtube.com/watch?v=55MC1c-CrNw&feature=player_embedded#!
Portugal vence o segundo jogo contra a Moldávia por 19-0 e mantém a esperança no apuramento para a Plate.
Veja o vídeo do jogo, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=gfLcCl9AFmo&feature=plcp
Perante a Holanda Portugal voltou a perder e você pode ver o vídeo do jogo em: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zApVXYQd8vI
AMELAND SEVENS
16.06.2012 Portugal vs Ucrânia @ Ameland (0-14)
16.06.2012 Portugal vs Moldávia @ Ameland (19-0)
16.06.2012 Portugal vs Holanda @ Ameland (5-21)
16.06.2012 Portugal vs Espanha @ Ameland (0-21)
17.06.2012 Portugal vs Alemanha @ Ameland (19-7)
JOGOS INTERNACIONAIS
16.06.2012 Argentina vs France @ Córdoba (23-20)
16.06.2012 Australia vs Wales @ Melbourne
(25-23)
15.06.2012 Canada v Italy @ Toronto, Ontario (16-25)
16.06.2012 Fiji vs Scotland @ Suva (25-37)
16.06.2012 New Zealand vs Ireland @ Christchurch (22-19)
16.06.2012 South Africa vs England @ Johannesburg (36-27)
16.06.2012 USA v Georgia @ Glendale, Denver, Colorado (36-20)
TAÇA DAS NAÇÕES
15.06.2012 Canada v Italy @ Toronto, Ontario (16-25)
16.06.2012 Fiji vs Scotland @ Suva (25-37)
16.06.2012 New Zealand vs Ireland @ Christchurch (22-19)
16.06.2012 South Africa vs England @ Johannesburg (36-27)
16.06.2012 USA v Georgia @ Glendale, Denver, Colorado (36-20)
TAÇA DAS NAÇÕES
17.06.2012 Roménia v Itália Emergentes @ Bucareste
17.06.2012 Rússia v Jaguares da Argentina @ Bucarete
17.06.2012 Portugal v Uruguai @ Bucareste
MUNDIAL DE JUNIORES - MEIAS FINAIS
9º ao 12º
17.06.2012 Escócia vs Itália @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Fiji vs Samoa @ Cidade do Cabo
5º ao 8º
17.06.2012 França vs Austrália @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Irlanda vs Inglaterra @ Cidade do Cabo
1º ao 4º
17.06.2012 País de Gales vs Nova Zelândia @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Argentina vs África do Sul @ Cidade do Cabo
MUNDIAL DE JUNIORES - MEIAS FINAIS
9º ao 12º
17.06.2012 Escócia vs Itália @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Fiji vs Samoa @ Cidade do Cabo
5º ao 8º
17.06.2012 França vs Austrália @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Irlanda vs Inglaterra @ Cidade do Cabo
1º ao 4º
17.06.2012 País de Gales vs Nova Zelândia @ Cidade do Cabo
17.06.2012 Argentina vs África do Sul @ Cidade do Cabo
15 de junho de 2012
FIM DE SEMANA DOS PORTUGUESES
A segunda jornada do Circuito nacional de Sevens e a primeira do Torneio Nacional, marcam o fim de semana de competições em território português, mas a atividade não se fica por aí.
Com o adiamento das etapas dos sevens de sub-16 e sub-18, começa a sentir-se no rugby nacional, um certo ar de férias que não engana - agora é despachar o que falta e vamos para a praia!
Algumas iniciativas de clubes não alteram esta realidade, e apenas o caso da Lousã merece destaque, com a realização da homenagem ao seu mentor José Redondo, que inclui atividades para todos desde os sub-8 até aos veteranos, num sábado que vai com certeza fazer soltar as memórias e as histórias de muitos tempos.
Com o adiamento das etapas dos sevens de sub-16 e sub-18, começa a sentir-se no rugby nacional, um certo ar de férias que não engana - agora é despachar o que falta e vamos para a praia!
Algumas iniciativas de clubes não alteram esta realidade, e apenas o caso da Lousã merece destaque, com a realização da homenagem ao seu mentor José Redondo, que inclui atividades para todos desde os sub-8 até aos veteranos, num sábado que vai com certeza fazer soltar as memórias e as histórias de muitos tempos.
12 de junho de 2012
LOBOS MELHORAM, MAS NÃO CHEGAM LÁ...
Apesar das melhorias que se verificaram na equipa, os Lobos não conseguiram ser superiores aos Emergentes italianos e sofreram a segunda derrota na Nations Cup.
A equipa portuguesa deu especial atenção à formação ordenada durante o fim de semana, mas isso não foi suficiente para parar a equipa italiana, que neste particular foi manifestamente superior.
Aliás como nos alinhamentos, de onde partiram grande parte dos demolidores ataques por maul dinâmico, que tantas dores de cabeça - e não só...- deu aos nossos avançados.
Algumas variações na nossa introdução pareceram acertadas, mas há que descobrir como parar os ataques adversários a partir desta situação estática.
No ataque à mão foi onde se sentiu mais evolução, com Yannick Ricardo a servir inúmeras vezes os seus três-quartos, que, apesar das muitas tentativas, não conseguiram ultrapassar a bem estruturada defensiva italiana.
No que diz respeito às defesas, também Portugal esteve bem, com o número de erros a diminuir em relação ao jogo anterior - mas atenção, é preciso não esquecer que a oposição não tinha a categoria dos Jaguares...afinal os emergentes estão muito longe de formarem a segunda equipa de Itália.
Ainda no que respeita ao ataque, acho que não foi bem analisada a forma agressiva como os italianos subiam na defesa, e devia-se ter tentado fixá-los mais trás, pela repetição de alguns pontapés para trás da sua linha.
No conjunto, os Lobos estiveram melhor, como já referi, mas há ainda muito para trabalhar, em especial nas formações e alinhamentos, e nas soluções de ataque.
E, claro, não se podem dar baldas na defesa - António Aguilar que esteve bem no conjunto, e marcou um ensaio espetacular, não pode falhar da maneira como falhou na origem do segundo ensaio italiano...
Uma nota final para o ensaio de Gonçalo Foro, numa intercepção pouco habitual por parte dum segunda linha, e que foi marcado pelo sorriso de orelha a orelha que o poderoso avançado apresentava...
Aguardamos com curiosidade a equipa que Portugal vai apresentar no jogo com o Uruguai, aquele que realmente vale a pena vencer, e para o qual não se admitem nem experiências, nem desculpas - só ganhar interessa.
Fique com a ficha do jogo.
Foto:IRB
A equipa portuguesa deu especial atenção à formação ordenada durante o fim de semana, mas isso não foi suficiente para parar a equipa italiana, que neste particular foi manifestamente superior.
Aliás como nos alinhamentos, de onde partiram grande parte dos demolidores ataques por maul dinâmico, que tantas dores de cabeça - e não só...- deu aos nossos avançados.
Algumas variações na nossa introdução pareceram acertadas, mas há que descobrir como parar os ataques adversários a partir desta situação estática.
No ataque à mão foi onde se sentiu mais evolução, com Yannick Ricardo a servir inúmeras vezes os seus três-quartos, que, apesar das muitas tentativas, não conseguiram ultrapassar a bem estruturada defensiva italiana.
No que diz respeito às defesas, também Portugal esteve bem, com o número de erros a diminuir em relação ao jogo anterior - mas atenção, é preciso não esquecer que a oposição não tinha a categoria dos Jaguares...afinal os emergentes estão muito longe de formarem a segunda equipa de Itália.
Ainda no que respeita ao ataque, acho que não foi bem analisada a forma agressiva como os italianos subiam na defesa, e devia-se ter tentado fixá-los mais trás, pela repetição de alguns pontapés para trás da sua linha.
No conjunto, os Lobos estiveram melhor, como já referi, mas há ainda muito para trabalhar, em especial nas formações e alinhamentos, e nas soluções de ataque.
E, claro, não se podem dar baldas na defesa - António Aguilar que esteve bem no conjunto, e marcou um ensaio espetacular, não pode falhar da maneira como falhou na origem do segundo ensaio italiano...
Uma nota final para o ensaio de Gonçalo Foro, numa intercepção pouco habitual por parte dum segunda linha, e que foi marcado pelo sorriso de orelha a orelha que o poderoso avançado apresentava...
Aguardamos com curiosidade a equipa que Portugal vai apresentar no jogo com o Uruguai, aquele que realmente vale a pena vencer, e para o qual não se admitem nem experiências, nem desculpas - só ganhar interessa.
Fique com a ficha do jogo.
Foto:IRB
LOBOS QUE SAEM, LOBOS QUE ENTRAM
A equipa portuguesa apresenta algumas mudanças para hoje, entre novas caras e troca de posições.
As novidades na equipa verificam-se sobretudo nos avançados, com a entrada no XV inicial de João Correia, Thomas da Costa e Eric dos Santos, além do ponta Nuno Penha e Costa, e na saída do médio de formação Francisco Pinto de Magalhães.
Agora no que diz respeito a mudanças de posição entre as linhas atrasadas, as mudanças são duas, e levantam algumas dúvidas quanto às intenções da equipa técnica, já que este vai e vem tem sido uma dominante ao longo dos últimos meses, e nem sempre se entende bem o que se pretende...
Assim, Pedro Leal deixa a defesa e passa para a posição de médio de formação e António Aguilar passa para a defesa, num cenário que já vimos acontecer várias vezes.
A pergunta que se faz é simples - qual é a primeira opção da equipa técnica para a camisola número 9 e para a camisola número 15?
Não estamos contra a realização de experiências, em especial num torneio que pode servir para isso mesmo - esta é uma excelente oportunidade para a equipa treinar e trabalhar em conjunto, num ambiente de competição, como muito bem anotou o capitão de equipa Vasco Uva - mas este pula para lá, pula para cá de Leal e Aguilar, não parece levar a nada já que estes não são propriamente dois jogadores que andem na fase de experiências...
Nos últimos dois campeonatos da Europa (um total de 10 jogos), Aguilar alinhou com o número 15 em cinco partidas, com o número 11 em quatro ocasiões e ficou no banco por uma vez.
Por sua vez, Pedro Leal vestiu a camisa 15 em três ocasiões e a número 9 por quatro vezes, ficando no banco num jogo apenas.
Jogaram ainda como defesas Joe Gardener e Nuno Penha e Costa, uma vez cada um, dando a impressão que a preferência dos técnicos vai no sentido de António Aguilar ser o titular naquela posição.
Quanto ao médio de formação, além de Pedro Leal (4 vezes), José Pinto (três vezes), Francisco Pinto de Magalhães (em duas ocasiões) e Lourenço Kadosh (um jogo) jogaram na posição, e se a opção José Pinto está afastada, fica a dúvida, entre Leal e Pinto de Magalhães (duas vezes cada um em 2012), quem é a opção, quem é o remédio...
Já no respeitante ao médio de abertura, Yannick Ricardo parece de pedra e cal, não tendo saído do XV inicial desde que nele entrou, e fez todo o Campeonato da Europa com a camisola 10.
Fique com a equipa portuguesa para o jogo com os Emergentes Italianos, que se disputa hoje às 14 h de Portugal, com transmissão direta na SportTv4:
As novidades na equipa verificam-se sobretudo nos avançados, com a entrada no XV inicial de João Correia, Thomas da Costa e Eric dos Santos, além do ponta Nuno Penha e Costa, e na saída do médio de formação Francisco Pinto de Magalhães.
Agora no que diz respeito a mudanças de posição entre as linhas atrasadas, as mudanças são duas, e levantam algumas dúvidas quanto às intenções da equipa técnica, já que este vai e vem tem sido uma dominante ao longo dos últimos meses, e nem sempre se entende bem o que se pretende...
Assim, Pedro Leal deixa a defesa e passa para a posição de médio de formação e António Aguilar passa para a defesa, num cenário que já vimos acontecer várias vezes.
A pergunta que se faz é simples - qual é a primeira opção da equipa técnica para a camisola número 9 e para a camisola número 15?
Não estamos contra a realização de experiências, em especial num torneio que pode servir para isso mesmo - esta é uma excelente oportunidade para a equipa treinar e trabalhar em conjunto, num ambiente de competição, como muito bem anotou o capitão de equipa Vasco Uva - mas este pula para lá, pula para cá de Leal e Aguilar, não parece levar a nada já que estes não são propriamente dois jogadores que andem na fase de experiências...
Nos últimos dois campeonatos da Europa (um total de 10 jogos), Aguilar alinhou com o número 15 em cinco partidas, com o número 11 em quatro ocasiões e ficou no banco por uma vez.
Por sua vez, Pedro Leal vestiu a camisa 15 em três ocasiões e a número 9 por quatro vezes, ficando no banco num jogo apenas.
Jogaram ainda como defesas Joe Gardener e Nuno Penha e Costa, uma vez cada um, dando a impressão que a preferência dos técnicos vai no sentido de António Aguilar ser o titular naquela posição.
Quanto ao médio de formação, além de Pedro Leal (4 vezes), José Pinto (três vezes), Francisco Pinto de Magalhães (em duas ocasiões) e Lourenço Kadosh (um jogo) jogaram na posição, e se a opção José Pinto está afastada, fica a dúvida, entre Leal e Pinto de Magalhães (duas vezes cada um em 2012), quem é a opção, quem é o remédio...
Já no respeitante ao médio de abertura, Yannick Ricardo parece de pedra e cal, não tendo saído do XV inicial desde que nele entrou, e fez todo o Campeonato da Europa com a camisola 10.
Fique com a equipa portuguesa para o jogo com os Emergentes Italianos, que se disputa hoje às 14 h de Portugal, com transmissão direta na SportTv4:
| 1 | Cristian Spachuk |
| 2 | João Correia |
| 3 | Thomas Da Costa |
| 4 | Eric Dos Santos |
| 5 | Gonçalo Uva |
| 6 | Jacques Le Roux |
| 7 | Vasco Uva (cap) |
| 8 | Tiago Girão |
| 9 | Pedro Leal |
| 10 | Yannick Ricardo |
| 11 | Gonçalo Foro |
| 12 | Francisco Appleton |
| 13 | Jose Lima |
| 14 | Nuno Penha e Costa |
| 15 | António Aguilar |
16 | Jorge Segurado |
| 17 | Anthony Alves |
| 18 | Joao Paiva |
| 19 | Francisco Sousa |
| 20 | Manny Raposo |
| 21 | Manuel Fonseca Costa |
| 22 | Bernardo Campelo |
8 de junho de 2012
PORTUGAL PERDE EM JOGO INAUGURAL
A partir daí o domínio dos argentinos, que já se vinha afirmando, concretizou-se em pontos e o resultado final de 9-41 é bem o reflexo da diferença de andamento entre os dois quinzes.
Apesar disso, e enquanto teve pulmão e pernas, Portugal esteve razoavelmente bem, defendendo com garra e sacrifício, mesmo se em termos de organização se pudesse esperar mais.
Nos primeiros quarenta minutos, os ataques encadeados dos Jaguares foram parados por uma defesa agressiva, mas a utilização da bola, quando a teve, foi de pouca qualidade, com alguns erros que não deviam ter acontecido.
Na fase final do jogo, quando as equipas decidiram fazer entrar os seus bancos, o desnível acentuou-se, e a diferença no marcador foi-se alargando.
Individualmente gostei bastante do regresso de Tiago Girão e da cobertura que Vasco Uva fez do terreno, sobressaindo num pack avançado que até aos 54 minutos deu muito boa conta do recado.
O par de médios esteve bem, tanto Francisco Pinto de Magalhães com Yannick Ricardo melhoraram em relação a jogos recentes, com Pinto de Magalhães a mostrar uma boa evolução técnica, apenas se podendo apontar que ainda pode melhorar bastante no quesito "falar com o árbitro"...mas esteve muito mais calmo!
O trio de trás não comprometeu, com destaque para Gonçalo Foro e a sua (boa) agressividade - luta e pressiona como um terceira linha! - e Francisco Appleton e José Lima, que nunca viraram a cara ao adversário, deram a sensação de precisarem de melhor entrosamento.
No conjunto achamos que foi uma esplêndida oportunidade para Errol Brian fazer todas as suas experiências, que poderão ser retificadas no jogo contra os italianos, para que a equipa apareça no seu máximo potencial no jogo com o Uruguai - o único que conta para uma classificação.
Note-se que hoje a Roménia bateu esse mesmo Uruguai por 29-9, enquanto a Rússia foi derrotada pelos Emergentes italianos por 17-33.
Veja o quadro dos resultados e a ficha do jogo de hoje, e os jogos da próxima terça-feira:
7 de junho de 2012
NATIONS CUP COMEÇA AMANHÃ
O Torneio Nations Cup, organizado pela IRB, e que se disputa em Bucareste, tem o seu início amanhã, com a participação de quatro seleções europeias - Portugal, Rússia, Roménia e Itália Emergentes - e de outras duas seleções da América do Sul - Jaguares da Argentina e Uruguai.
As três seleções que disputam o Campeonato da Europa não jogam entre si, defrontando apenas as outras três equipas, e apesar dos jogos com a Itália Emergentes e os Jaguares Argentinos não serem considerados pela IRB para efeitos do ranking mundial, a Federação Portuguesa de Rugby decidiu atribuir a ambos a classificação de Jogos Internacionais - o jogo com o Uruguai é, por natureza, um Internacional.
A propósito da classificação atribuída pela FPR, estamos inteiramente de acordo no que diz respeito aos Jaguares - são de fato a segunda equipa de um país do primeiro tier - mas não estamos tão certos disso no que respeita aos Emergentes Italianos, que não parecem ser a segunda equipa da Itália, antes sim, uma equipa de teste a jogadores que parecem ter futuro no rugby transalpino - talvez a FPR tenho informações suplementares, que não estejam à disposição do público, sobre a equipa italiana.
Recorde-se que esta prova é organizada desde 2006, tendo a sua primeira edição sido disputada em Portugal, com a participação de quatro equipas, e desde então tem sido sempre organizada em Bucareste, com a participação de seis equipas.
Participaram, no conjunto, as equipas da Itália "A", nas seis edições, Jaguares e África do Sul "A", Geórgia e Roménia em quatro, Rússia em três, Namíbia, Uruguai e Portugal em duas e Escócia "A" e França "A" numa edição apenas.
Portugal defronta no primeiro dia, amanhã, os Jaguares, que vêm de um Campeonato sul-americano em que venceram os seus três oponentes - Uruguai por 40-5, Brasil por 111-0 e Chile por 59-6 - e confirmando largamente a superioridade dos argentinos no rugby da região.
Recorde-se que os Jaguares são treinados por Daniel Hourcade que tantas boas recordações deixou ao passar pelo nosso país.
No segundo dia da competição, os Lobos defrontam os Emergentes, para no último dia da prova se medirem com o Uruguai, que no já referido sul-americano, além da derrota frente aos Jaguares, venceram o Chile por 27-26 e o Brasil por 27-15.
O maior interesse desta participação portuguesa passa precisamente pelo confronto com os sul-americanos, e pela indicação que ele pode dar do posicionamento lusitano face às equipas do Novo Mundo.
Quanto à equipa portuguesa, apesar da ausência de dois ou três portugueses que jogam em França, com destaque para Julien Bardy, ela parece reunir o que de melhor se vê nos campos nacionais, apenas se notando a modesta contribuição de novos jogadores, que neste tipo de torneios deveriam fazer o seu exame para eventuais novos voos.
Destaca-se nesta convocatória a presença de Manuel Raposo - aqui sim, é o lugar próprio para testar os jogadores de que existem informações mais limitadas, e não na defesa do título europeu de sevens! - e dos ainda não internacionais Francisco Sousa (Cascais) e Manuel Costa (Belenenses) além do luso-francês Eric dos Santos, e do regressado Tiago Girão.
Quanto ao resto, uma óbvia dificuldade na escolha dos homens da frente, com o recurso aos já conhecidos de todos nós, além da ausência de José Rodrigues, que se esperava ver aqui, depois da viagem que fez com os Linces a Lyon.
Ficamos ainda a saber, por intermédio da IRB, que o treinador adjunto da equipa portuguesa que se desloca a Bucareste é Murray Cox, ficando a incógnita quanto ao futuro de Frederico de Sousa - já quanto ao misterioso senhor Tucker lá continua como responsável da condição física da equipa...
Uma referência ainda aos efeitos que o jogo Portugal-Uruguai pode ter no posicionamento dos Lobos no ranking mundial, já que pode ser um oportunidade para Portugal ultrapassar esses mesmo uruguaios na tabela.
Para que isso aconteça, tudo depende dos resultados do Uruguai frente à Roménia e à Rússia, e, naturalmente, do próprio resultado entre Lobos e Teros.
Se o jogo entre as duas equipas fosse o primeiro da série, então as hipóteses em aberto seriam as seguintes, numa facilidade posta à disposição de quem esteja interessado pelo site www.pickandgo.info
Agora se o Uruguai vencer os jogos anteriores, tudo pode mudar de figura.
Fique com o calendário completo dos jogos e a lista dos Lobos convocados, e lembre-se que a SporTv 4 vai transmitir todos os jogos em direto, e para os emigrantes, expatriados & Filhos, no canal "Ma Chaîne Sport" da Orange, uma pequena revolução no país dos gauleses(*):
Foto: UAR
(*) Informação de Cláudio Dias do blog De Lisbonne à Paris
As três seleções que disputam o Campeonato da Europa não jogam entre si, defrontando apenas as outras três equipas, e apesar dos jogos com a Itália Emergentes e os Jaguares Argentinos não serem considerados pela IRB para efeitos do ranking mundial, a Federação Portuguesa de Rugby decidiu atribuir a ambos a classificação de Jogos Internacionais - o jogo com o Uruguai é, por natureza, um Internacional.
A propósito da classificação atribuída pela FPR, estamos inteiramente de acordo no que diz respeito aos Jaguares - são de fato a segunda equipa de um país do primeiro tier - mas não estamos tão certos disso no que respeita aos Emergentes Italianos, que não parecem ser a segunda equipa da Itália, antes sim, uma equipa de teste a jogadores que parecem ter futuro no rugby transalpino - talvez a FPR tenho informações suplementares, que não estejam à disposição do público, sobre a equipa italiana.
Recorde-se que esta prova é organizada desde 2006, tendo a sua primeira edição sido disputada em Portugal, com a participação de quatro equipas, e desde então tem sido sempre organizada em Bucareste, com a participação de seis equipas.
Participaram, no conjunto, as equipas da Itália "A", nas seis edições, Jaguares e África do Sul "A", Geórgia e Roménia em quatro, Rússia em três, Namíbia, Uruguai e Portugal em duas e Escócia "A" e França "A" numa edição apenas.
Portugal defronta no primeiro dia, amanhã, os Jaguares, que vêm de um Campeonato sul-americano em que venceram os seus três oponentes - Uruguai por 40-5, Brasil por 111-0 e Chile por 59-6 - e confirmando largamente a superioridade dos argentinos no rugby da região.
Recorde-se que os Jaguares são treinados por Daniel Hourcade que tantas boas recordações deixou ao passar pelo nosso país.
No segundo dia da competição, os Lobos defrontam os Emergentes, para no último dia da prova se medirem com o Uruguai, que no já referido sul-americano, além da derrota frente aos Jaguares, venceram o Chile por 27-26 e o Brasil por 27-15.
O maior interesse desta participação portuguesa passa precisamente pelo confronto com os sul-americanos, e pela indicação que ele pode dar do posicionamento lusitano face às equipas do Novo Mundo.
Quanto à equipa portuguesa, apesar da ausência de dois ou três portugueses que jogam em França, com destaque para Julien Bardy, ela parece reunir o que de melhor se vê nos campos nacionais, apenas se notando a modesta contribuição de novos jogadores, que neste tipo de torneios deveriam fazer o seu exame para eventuais novos voos.
Destaca-se nesta convocatória a presença de Manuel Raposo - aqui sim, é o lugar próprio para testar os jogadores de que existem informações mais limitadas, e não na defesa do título europeu de sevens! - e dos ainda não internacionais Francisco Sousa (Cascais) e Manuel Costa (Belenenses) além do luso-francês Eric dos Santos, e do regressado Tiago Girão.
Quanto ao resto, uma óbvia dificuldade na escolha dos homens da frente, com o recurso aos já conhecidos de todos nós, além da ausência de José Rodrigues, que se esperava ver aqui, depois da viagem que fez com os Linces a Lyon.
Ficamos ainda a saber, por intermédio da IRB, que o treinador adjunto da equipa portuguesa que se desloca a Bucareste é Murray Cox, ficando a incógnita quanto ao futuro de Frederico de Sousa - já quanto ao misterioso senhor Tucker lá continua como responsável da condição física da equipa...
Uma referência ainda aos efeitos que o jogo Portugal-Uruguai pode ter no posicionamento dos Lobos no ranking mundial, já que pode ser um oportunidade para Portugal ultrapassar esses mesmo uruguaios na tabela.
Para que isso aconteça, tudo depende dos resultados do Uruguai frente à Roménia e à Rússia, e, naturalmente, do próprio resultado entre Lobos e Teros.
Se o jogo entre as duas equipas fosse o primeiro da série, então as hipóteses em aberto seriam as seguintes, numa facilidade posta à disposição de quem esteja interessado pelo site www.pickandgo.info
Agora se o Uruguai vencer os jogos anteriores, tudo pode mudar de figura.
Fique com o calendário completo dos jogos e a lista dos Lobos convocados, e lembre-se que a SporTv 4 vai transmitir todos os jogos em direto, e para os emigrantes, expatriados & Filhos, no canal "Ma Chaîne Sport" da Orange, uma pequena revolução no país dos gauleses(*):
(*) Informação de Cláudio Dias do blog De Lisbonne à Paris
Samedi 9 - 15h00 : en différé - Portugal - Argentine Jaguars
Mardi 12 - 15h00 : en direct - Portugal - Italie Emergenti
Dimanche 17 - 17h00 : en direct - Portugal - Uruguay
15 de junho de 2011
LOBOS NÃO RESISTEM À NAMÍBIA
UMA DERROTA POR 29-23 ACABOU COM AS ESPERANÇAS NACIONAIS de vencer os três jogos que lhe cabem na Taça das Nações.
Uma primeira parte muito boa, em que os avançados conseguiram impôr a sua presença física, mas que terminou com os africanos na liderança por 16-13, apesar de um excelente ensaio de João Correia.
No segundo tempo a Namíbia dominou nas formações e isso determinou a sorte do jogo, apesar de Portugal nunca ter baixado os braços e ter estado a um passo de marcar o ensaio vitorioso.
Veja a ficha do jogo aqui.
Nos outros jogos do dia a Geórgia venceu os Jaguares por 14-13 e os South African Kings impuseram-se à Roménia por 27-23.
Na classificação geral os Kings vão à frente com oito pontos, seguidos de Namíbia, Portugal e Roménia com cinco pontos cada e finalmente na última posição segue a Geórgia com quatro pontos, ficando portanto tudo por decidir na última jornada que vai pôr frente a frente Portugal-SA Kings, Geórgia-Namíbia e Roménia-Jaguares, e que se disputa no próximo domingo.
Uma primeira parte muito boa, em que os avançados conseguiram impôr a sua presença física, mas que terminou com os africanos na liderança por 16-13, apesar de um excelente ensaio de João Correia.
No segundo tempo a Namíbia dominou nas formações e isso determinou a sorte do jogo, apesar de Portugal nunca ter baixado os braços e ter estado a um passo de marcar o ensaio vitorioso.
Veja a ficha do jogo aqui.
Nos outros jogos do dia a Geórgia venceu os Jaguares por 14-13 e os South African Kings impuseram-se à Roménia por 27-23.
Na classificação geral os Kings vão à frente com oito pontos, seguidos de Namíbia, Portugal e Roménia com cinco pontos cada e finalmente na última posição segue a Geórgia com quatro pontos, ficando portanto tudo por decidir na última jornada que vai pôr frente a frente Portugal-SA Kings, Geórgia-Namíbia e Roménia-Jaguares, e que se disputa no próximo domingo.
NO MUNDIAL DE JUNIORES A NOVA ZELÂNDIA BATE RECORD
ENGLAND SAXONS E CANADA VÃO DISPUTAR A VITÓRIA NA CHURCHILL CUP, depois de somarem duas vitórias cada na fase de apuramento.
No grupo A o Canadá derrotou a Itália A na primeira jornada por 26-12, e na segunda etapa venceu a Rússia por 34-18, enquanto no grupo B os Saxons bateram os EUA por 87-8 no primeiro dia, para somarem outra vitória na segunda jornada, frente a Tonga, por 41-14.
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No grupo A o Canadá derrotou a Itália A na primeira jornada por 26-12, e na segunda etapa venceu a Rússia por 34-18, enquanto no grupo B os Saxons bateram os EUA por 87-8 no primeiro dia, para somarem outra vitória na segunda jornada, frente a Tonga, por 41-14.
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