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21 de agosto de 2015

ELEIÇÕES EM OUTUBRO, CONGRESSO EM NOVEMBRO

A realização de um Congresso do rugby português tem sido sugerida ao longo dos últimos anos por defensores de diversas tendências para o desenvolvimento da nossa modalidade e curiosamente surge marcado agora para o mês de Novembro, pouco depois das eleições federativas, que se realizam estatutariamente no mês de Outubro deste ano.

Claro que a escolha da data não é ingénua, e é mais uma demonstração de desprezo pela comunidade do rugby nacional por parte de Amado da Silva, que está muito próximo de um gesto final do actual presidente, como quem diz: estou-me nas tintas para todos vocês!!!

26 de julho de 2015

QUEM VAI DIRIGIR AS NOSSAS SELECÇÕES NACIONAIS DE SENIORES?

Com eleições à vista na FPR, com o conhecimento da existência de um candidato alternativo (pelo menos) à presidência da Federação Portuguesa de Rugby, o mínimo que se podia espera do actual presidente, é que fosse cauteloso nas suas decisões, sempre que elas tenham efeitos que ultrapassem o último dia do seu mandato.

Mas não foi isso que Amado da Silva fez, quando demitiu os responsáveis pelas selecções nacionais de XV e de VII (masculina), criando assim a necessidade de nomeação de novas equipas técnicas, que, naturalmente, terão um prazo de validade de pelo menos um ano, obrigando o futuro presidente da FPR a respeitar estas nomeações, mesmo se estiver contra elas.

E Amado da Silva já afirmou publicamente - embora a cotação da sua palavra ande muito por baixo - que tratará de concluir este processo até 31 de Julho, ou seja, até à próxima sexta-feira.

24 de julho de 2015

O QUE VALEM AS PROMESSAS ELEITORAIS DE AMADO DA SILVA

Amado da Silva foi eleito para a Presidência da FPR depois de um processo eleitoral em que fez muitas promessas, garantiu aos clubes, em especial aos pequenos, que iria dar andamento aos seus desejos e ambições, e tendo que recorrer a uma segunda volta onde capitalizou o desagrado de um delegado votante na lista de Dídio de Aguiar, que permitiu mudar um empate numa vitória pela diferença de dois votos.

Recorde-se que a eleição de 2010 aconteceu a meio da época desportiva, a meio da disputa dos jogos de apuramento para o Mundial de 2011, e numa altura em que tudo indicava que Portugal iria conseguir a sua segunda qualificação seguida, sem que houvesse nenhuma disposição que obrigasse à realização de eleições naquela altura, e sendo mesmo aconselhável que elas se viessem a realizar apenas depois de concluídos os jogos do apuramento para o Mundial.

22 de julho de 2015

PATETAS?? AMADO DA SILVA PERDEU A CABEÇA E A BOA EDUCAÇÃO!

Em entrevista de hoje à BolaTV Amado da Silva diz que os que o criticam são patetas e mal informados, não se cansando de afirmar repetidamente que não tem qualquer responsabilidade no estado a que chegaram as selecções nacionais de XV e de VII.

Dado que o Mão de Mestre tem criticado o actual presidente da FPR repetidas vezes, é claro que também somos alvo da elegante designação com que Amado da Silva mimoseou os que não concordam com ele, perdendo o sentido da responsabilidade e a boa educação, regressando a um estilo trauliteiro a que nos habituou no seu Cantinho do Presidente, nos tempos em que disparava a torto e a direito contra o seu antecessor no cargo máximo da FPR.

19 de julho de 2015

SONHO OLÍMPICO ACABA NO JAMOR

Com uma derrota frente à Rússia nos quartos de final do Torneio de Repescagem, Portugal diz adeus ao sonho Olímpico e encerra um ciclo da vida dos sevens nacionais.
Agora chegou a hora de fazer as contas e aguarda-se que o principal responsável pela queda daquela que foi durante uma década a melhor equipa da Europa assuma as suas responsabilidades e cumpra o seu destino - o silêncio e a sombra.

Com eleições à porta na FPR o presidente Amado da Silva - maior responsável pelo que se passou, levando os sevens nacionais a um completo abandono - terá que justificar as suas opções e a sua política desportiva, a falta de aposta no desenvolvimento e na expansão do jogo em todo o país.

A hora é de luto e de prestação de contas. Carlos amado da Silva fica na história como o principal responsável do enterro do rugby português.

10 de março de 2014

OS NÚMEROS DO RUGBY PORTUGUÊS OU O PORCO QUE ANDA DE BICICLETA

Ainda não há muito tempo fiz um comentário sobre os números indicados pela IRB em relação à quantidade dos jogadores portugueses de rugby, que aquela entidade dizia serem 20 mil.

Claro que a IRB não inventou aqueles números e portanto eles foram certamente fornecidos pela federação Portuguesa de Rugby, mas todos nós sabemos que aquele total não corresponde à verdade, a menos que se incluam nele todos os portugueses que alguma vez viram uma bola de rugby, seus primos, tios e parentes até ao quarto grau...

Pois hoje fiquei ainda mais espantado porque a IRB deixou de indicar 20 mil jogadores de rugby em Portugal e passou a indicar nada mais, nada menos que 41.497!!!

8 de março de 2014

DERROTA NA RÚSSIA CONFIRMA AFASTAMENTO DO MUNDIAL 2015

Os Lobos foram derrotados em Sochi por 34-18 e estão agora oficialmente fora do Mundial 2015, mas como consequência da derrota da Bélgica na Roménia por 29-10, também já não correm nenhum risco de rebaixamento.

O jogo de Sochi foi marcado por dois períodos de desacerto português, no princípio de cada meio tempo, que os russos aproveitaram para marcar a quase totalidade dos seus pontos.

Assim, nos primeiros 12 minutos de jogo, a Rússia obteve 14 pontos como resultado de dois ensaios transformados,  e nos primeiros oito minutos do segundo tempo marcaram os três ensaios (17 pontos) que registaram nesta metade do encontro...

27 de janeiro de 2014

O QUE PRETENDE A FPR AO FAZER AGORA ALTERAÇÕES PARA 2015/16?


Numa altura sensível para o rugby português, com o apuramento para o Mundial de 2015 a ser disputado a partir do próximo fim de semana, a FPR surpreendeu os clubes portugueses ao avançar, em regime de urgência, com um importante conjunto de alterações à forma de disputa da Divisão de Honra, enquanto descobriu que a Segundona precisa de uma avaliação de um modelo a implementar  (...) com preocupações logísticas, financeiras e desportivas.

Mas esta pressa de Amado da Silva anula a possibilidade de discutir com tempo e calma com todos os intervenientes, por forma a que se chegue a um consenso sobre o que é melhor para o rugby nacional.

27 de março de 2013

ROUPA SUJA E MAU CHEIRO - LAVANDARIA EM AÇÃO

O Mão de Mestre tem mantido um cauteloso silêncio em relação à dispensa dos serviços de Errol Brain, porque entende que a discussão pública desta matéria em nada ajudaria o rugby português, nomeadamente no que diz respeito a eventual divulgação dos termos da entrevista dada por Errol Brain, após tomar conhecimento do seu afastamento.

Claro está que as declarações de Brain não parecem apropriadas, se analisadas apenas por elas, sem se pensar naquilo que as provocou - não podemos esquecer que Errol Brain foi o último a saber que já não trabalharia mais para a FPR, depois do presidente da FPR ter informado os jogadores e o público em geral.

Mas hoje, perante o lava mãos de Amado da Silva, feito através de comunicado publicado no site da Federação, não podemos deixar de abordar o assunto, apesar do desagrado que os termos do comunicado provocaram.

Não vamos entrar na análise desse documento, mas gostaríamos apenas de esclarecer que quem contratou Errol Brain foi Amado da Silva, como informámos em Novembro de 2010, que fez dessa contratação uma aposta pessoal, foi ele que estabeleceu o valor desse contrato, e todos os seus termos, incluindo a altura da fasquia que agora se reclama não ter sido atingida.
A Amado da Sivla, e só a ele se pode atribuir qualquer responsabilidade nesta escolha!

Errol Brain, como dissemos nessa altura, não tinha grande currículo, e o fato de ser uma aposta pessoal do presidente, era uma arma de dois bicos - e a verdade é que o bico que acabou por vencer, não foi o do presidente da FPR.

Se Amado da Silva diz hoje que o pesadelo de Brain era dourado, o que devemos dizer em relação a quem definiu o valor do seu contrato?

Se Errol Brain não deixa história nem marcas no rugby nacional, não deve essa responsabilidade ser, pelo menos, partilhada com quem o contratou apesar da falta de currículo como treinador, e lhe pagou a peso de ouro?

Quando Amado da SIlva acertou a vinda de Errol Brain, foi anunciado através de comunicado da FPR de Setembro de 2010, que ele viria - para além das suas funções como treinador/selecionador nacional - para coordenar o projeto Força 8, e nós perguntamos: qual a intervenção que Brain teve nesta matéria?

E foi também anunciado na mesma altura, , que o novo treinador iria participar ainda, regularmente, em acções de suporte técnico aos clubes nacionais, e nós perguntamos: que ações se realizaram com a participação de Errol Brain, e em que clubes?
E se nada disto aconteceu, fica a dever-se a quem?

Errol Brain falhou, não atingiu aquilo que aceitou serem, contratualmente, os seus objetivos, e não viu o seu contrato renovado.
Nada de estranho, era uma prerrogativa do presidente da FPR.

Agora pretender afastar de si a responsabilidade sobre o que se passou, atirando-a para cima do homem que no final foi tratado sem consideração nem respeito - aliás numa linha de actuação que deu cunho à liderança de outros presidentes federativos no passado - é, no mínimo, uma covardia.
Não fica bem a Amado da Silva utilizar a figura de um bode expiatório, para esconder as suas próprias responsabilidades.

Amado da Silva devia assumir que é o principal responsável pela situação que se vive, desde o momento em que estabeleceu os objetivos, e decidiu fazer uma aposta pessoal num treinador sem experiência internacional, sem conhecimento do meio nem da realidade do rugby nacional, da mentalidade dos intervenientes - jogadores, treinadores e dirigentes - ou sequer das línguas mais faladas no balneário.

Com as decisões que tomou em 2010 sobre estas matérias, Amado da Silva demonstrou a sua ignorância sobre a realidade e as necessidades do rugby nacional, e a sua arrogância em relação aos restantes intervenientes, dirigentes e técnicos.

27 de janeiro de 2013

MONTEMOR GANHA E ASSUME LIDERANÇA

Uma vitória no Algarve dava a liderança aos muflões, e estes não desperdiçaram a oportunidade, vencendo o Loulé e ultrapassando os seus rivais de Évora na cabeça da classificação.

Simultaneamente no Vale da Rosa o Setúbal conseguia uma preciosa vitória e agora será muito difícil perder o quarto lugar e a tranquilidade de uma segunda volta sem o risco de rebaixamento...

Entretanto sabe-se já onde e quando se disputarão os dois jogos que ainda estão em atraso, sendo que o Santarém-Agrária terá lugar em Santarém (!), no Campo Chã das Padeiras, no domingo, dia 3 de Fevereiro às 15 horas, e o Setúbal-Loulé, na Moita do Ribatejo, no Campo do Gaio, no mesmo dia e às mesmas horas.

LOULÉ 7-35 MONTEMOR (1-5)
A mudança de líder era já esperada - havia a dúvida de até onde o Loulé resistiria - e a questão do ponto bónus não tinha qualquer importância, considerando que em caso de igualdade a vantagem era do Montemor, mas os muflões não deixaram dúvidas e foram com tudo para cima dos algarvios.
Com três ensaios conseguidos no primeiro tempo, os alentejanos relaxaram um pouco no início da segunda parte, mas acabaram por marcar mais dois e garantir a pontuação máxima e a liderança da prova, com um ponto de vantagem sobre os chaparros.
Quanto ao Loulé, sem conseguir nenhum ponto no encontro, poucas possibilidades lhe restam de conseguir assaltar o quarto lugar do Setúbal, e terão agora que se preparar para a luta pela permanência.

SANTARÉM 17-22 SETÚBAL (2-3)
Os cavaleiros pularam do último lugar graças ao ponto de bónus conseguido, mas o grande vencedor do dia foi o Setúbal que, com os quatro pontos conquistados, e beneficiando da derrota do Loulé frente ao Montemor, parece agora inatingível na sua quarta posição classificativa.
Com quatro jogos por realizar, e sendo um deles entre eles, Setúbal e Loulé já não deverão trocar de posições até final da fase de apuramento.
Na verdade, com 13 pontos de vantagem sobre os perseguidores, aos sadinos deverão bastar três pontos nos jogos que vão disputar - Loulé (casa), Évora (casa), Lousã (fora) e Santarém (casa), o que lhes dará 31 pontos na geral - enquanto aos algarvios será necessário conseguir mais de 15 pontos nos mesmos quatro embates - Setúbal (fora), Montemor (fora), Santarém (fora) e Agrária (casa).
Impossível? Não!
Mas o histórico recente e a experiência das equipas em confronto, dizem-nos que será quase impossível...

Veja os quadros de resultados e a classificação atualizada aqui.

JOGO NÃO INTERNACIONAL
PORTUGAL XV 20-25 ENGLAND STUDENTS
Uma derrota que não surpreende em função da equipa apresentada pelos portugueses, entendida dentro de um espírito de alargamento da base de jogadores utilizáveis, e que possa vir a assegurar o futuro da seleção principal de Portugal.

Pena é que esta equipa não tenha nome próprio e fórmula de composição consistente, continuando a misturar-se umas coisas com as outras, sem esclarecer afinal do que se trata.

Chamem-lhe Portugal Emergentes (como os italianos), Portugal Lusitanos (como os ingleses), ou outra coisa qualquer, mas não deixem que esta equipa, que vai ganhando espaço próprio, não tenha nome, e seja de umas vezes tratada de uma maneira, e de outras vezes de outra...

E quanto à sua constituição, não seria possível, das duas uma, ou dar o jogo à equipa que vai defrontar a Roménia (com uma ou outra eventual alteração ou teste final), ou tirar dela todos os que defrontarão os romenos?
E estabelecer um protocolo que ajude a definir isso mesmo - quem é quem - como fazem os Jaguares, os Saxons ou os Emergenti?

Uma vezes tratada de Portugal XV, outras de Academia XV, acabam por se reunir nesta equipa jogadores com projetos (imediatos) muito diferentes, que levaram mesmo o capitão João Correia a dizer publicamente que Não é fácil trabalharmos desta forma. Domingo, segunda e terça-feira estivemos no estágio em França e treinámos com uma equipa, depois chegámos a Portugal e tivemos que adaptar os novos processos de jogo.

Faltou a João Correia dizer que fazer perder o foco aos que estarão no próximo fim de semana equipados para defrontar os romenos não pode trazer boa coisa, e que, naturalmente, o medo de uma lesão nesta altura do campeonato, era maior que todas as outras vontades...

Meses e meses de sacrifício e de prejuízo para as suas vidas e para os seus clubes, para depois tudo ser posto em risco num jogo que deveria ser disputado por jogadores de uma segunda linha, ou a necessitar de horas de campo para recuperar a forma ou a motivação (caso óbvio de Vasco Uva), na véspera da realização daqueles que serão alguns dos jogos mais importantes das suas vidas, demonstra a falta de consistência decisória de quem não sabe ao certo o que anda a fazer...

Claro que a Julieta Ferrão não quer saber disso para nada, mas a Rugby Football Union não perdeu a oportunidade e não se calou hoje durante todo o dia dizendo que os England Students tinham derrotado Portugal, num miserável aproveitamento de uma falta de frontalidade dos responsáveis portugueses...

Bom, a partir de agora já não se brinca mais - está aí o Europeu, com o processo de apuramento para o Mundial, e é chegada a hora da verdade para Os Lobos, para Errol Brain e para Carlos Amado da Silva.

Para Os Lobos porque uma campanha abaixo das expectativas criadas (apuramento para o Mundial) vai lançar dúvidas sobre cada decisão federativa que ponha os interesses da seleção nacional de quinze à frente de outra coisa qualquer.

Para Errol Brain porque se os objetivos não forem assegurados, o seu destino não passa pela manutenção à frente da nossa seleção nacional.

E para Carlos Amado da Silva, porque pôs os ovos todos na mesma cesta, esqueceu-se que existe rugby além do triângulo Julieta Ferrão (onde as decisões se tomam), Estádio Nacional (onde a equipa se prepara), e Estádio Universitário, (onde a equipa tem jogado), e anunciou em devido tempo que um eventual não apuramento para o Mundial ditaria a sua renúncia a novo mandato federativo.

Fique com o boletim de jogo

Foto: António Simões dos Santos

23 de novembro de 2012

FPR ENVERGONHADA NÃO DIVULGA LISTA DE JOGADORES

Lamentavelmente a FPR continua com a sua política de secretismo que não tem nem pés nem cabeça e as novidades das nossas seleções continuam a chegar ao público através de inconfidências, observadores independentes, ou simplesmente por intermédio dos próprios envolvidos.

Não compreendi ainda onde pretende Amado da Silva e sua equipa chegar com esta estúpida política, mas uma coisa é certa - continuam a chegar mal.

Vem isto a propósito da não divulgação oficial da lista dos convocados para a deslocação da seleção de sevens ao Dubai e à África do Sul mas que já é conhecida, mas poderia ser a propósito da quase total falta de informações sobre a deslocação à América do Sul, que o Mão de Mestre cobriu em cima da hora, com a colaboração de pessoas em vários pontos do mundo, excepto na Julieta Ferrão.

Ainda estão por publicar no site federativo os boletins dos jogos realizados contra o Uruguai e o Chile, e se alguns detalhes do que se passou são conhecidos, muito se deve ao esforço que o Mão de Mestre fez, sempre sem a colaboração da FPR - as informações disponibilizadas (ou a falta delas) pela federação chegaram a ser ridículas.

A propósito de faltas de informação, o Mão de Mestre continua sem resposta aos múltiplos pedidos que tem feito ao longo dos meses a responsáveis federativos sobre constituição de equipas e constituição de equipas técnicas - uma total falta de respeito por parte de pessoas que deveriam ter memória mais longa e respeitar quem sempre os respeitou.

Mas, a soberba e má educação são predicados que se pegam com facilidade.

Para que conste, aqui fica a lista dos convocados para a segunda e terceira etapas das Séries Mundiais de Sevens, que já circula na internet, mas que, repito, a FPR ainda não divulgou oficialmente.

1- Adérito Esteves
2- Frederico Oliveira
3- Gonçalo Foro
4- Pedro Leal
5- Diogo Miranda
6- Francisco Vieira de Almeida
7- Duarte Moreira

8- Pedro Bettencourt
9- Nuno Sousa Guedes
10- Zé Maria Vareta
11- João Lino
12- Miguel Lucas

13 de fevereiro de 2012

O CANTINHO DO PRESIDENTE, AGORA NO FACEBOOK

AMADO DA SILVA TEM ESTADO LONGE DO SEU PÚBLICO, mas agora isso vai acabar, pois o Presidente da FPR vai repetir o Presidente de Agronomia, e abriu hoje o seu Cantinho, na página Oficial da FPR no Facebook.

Como não podia deixar de ser, o Presidente dá neste Cantinho a sua visão sobre os recentes resultados dos "Lobos", e estabelece claramente as prioridades em termos de seleções nacionais para este ano.

Veja aqui o texto integral assinado por Amado da Silva, e tire as suas próprias conclusões.

30 de julho de 2010

A CARTA DO PRESIDENTE

AMADO DA SILVA JUSTIFICOU EM CARTA QUE NÃO TEVE divulgação para a imprensa nem no site federativo, as suas decisões em relação ao calendário dos campeonatos nacionais, e à posição dos clubes face ao mesmo problema.

Porque essa carta é do interesse da generalidade das pessoas interessadas no rugby português, o Mão de Mestre resolveu fazer a sua publicação deixando eventuais comentários para mais tarde, mas publicando o calendário geral das competições que lhe era anexo, com outra apresentação e devidamente corrigido quanto aos jogos da nossa seleção, face à informação que já tinhamos prestado nestas páginas e que foi mais tarde confirmada pelo site da FIRA.

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16 de julho de 2010

AS PROMESSAS E AS DECISÕES

TÊM SIDO TEMA DE CONVERSAS NA INTERNET NOS ÚLTIMOS DIAS as decisões tomadas por Amado da Silva relativamente aos campeonatos nacionais, e à forma como essas decisões foram construídas, com referência às promessas feitas durante o processo eleitoral dos passados meses de dezembro/janeiro.


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23 de janeiro de 2010

DIVISÃO DE HONRA – MUDA OU NÃO MUDA?


AO LER A ENTREVISTA COM AMADO DA SILVA, publicada ontem no jornal A Bola, fiquei com uma dúvida em relação à afirmação do novo Presidente da Federação, de que “penso criar uma Divisão de Honra de seis mais seis equipas, mas há que ouvir os clubes...”

Será que o recém eleito Presidente já decidiu como vai ser na próxima época?

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