O Mão de Mestre já tinha falado no assunto em princípio de Maio, mas como habitualmente estas coisas dos sevens são tratadas depois, quando já é tarde, em vez de serem tratadas antes, quando ainda é possível arranjar um lugar na carruagem dos que vão fazer parte do futuro.
Nesta primeira edição, como já tínhamos adiantado, as equipas vão ser convidadas - com excepção do vencedor do J.P. Morgan 7's, o campeonato inglês da variante, que só será conhecido na semana anterior ao da realização deste primeiro mundial - e os grupos da primeira fase da prova estão já definidos, conforme pode ver no quadro que apresentamos abaixo.
Das 12 equipas presentes, divididas em três grupos de quatro, oito serão apuradas para a fase eliminatória, estando entre elas as duas primeiras de cada grupo e as duas melhores terceiras classificadas.
O que mais chama a atenção neste mundial de clubes, é o empenho da RFU ao dar a cobertura institucional que transforma o torneio num caso sério e com futuro, e que torna ainda mais caricata a atitude de organizações que continuam a olhar de lado para os sevens, como se eles fossem inimigos a abater.
Bom seria que se deixassem dessas tretas e começassem a compreender que nenhuma força vai impedir os sevens de continuarem a subir na preferência do público e dos media, e em vez de declarações irracionais - do tipo os sevens ainda vão acabar com o XV - aproveitassem o que a variante reduzida pode trazer para o rugby no seu conjunto.
Para os que punham em causa a honorabilidade da organização basta olharem para os clubes envolvidos para entenderem que a história é séria...














