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17 de janeiro de 2019

"SEM BASE ALARGADA NÃO É POSSÍVEL ALIMENTAR AS EQUIPAS DE COMPETIÇÃO"

No ano em que completa 51 anos no rugby decidimos entrevistar Jorge Sérgio Franco um dos treinadores da velha-guarda do rugby português ainda em atividade, e a sua afirmação de que sem base alargada não é possível alimentar as equipas de competição, diz tudo sobre a ideia que Sérgio Franco tem sobre como se deve desenvolver um clube de rugby.
O Mão de Mestre volta hoje com mais uma entrevista - são mais de 70 ao longo dos últimos anos - com o destaque na carreira de um dos mais importantes treinadores portugueses, que ao longo dos últimos 51 anos tem servido o rugby nacional.

3 de dezembro de 2014

TOMAZ MORAIS FALA DOS SEVENS EM PORTUGAL COM ENTUSIASMO

O Director Técnico Nacional, Prof. Tomaz Morais, deu muito recentemente uma entrevista ao Mão de Mestre em que foram abordados diversos temas, falando abertamente sobre os temas propostos sem rodeios, frontalmente e claramente, como sempre tem feito.

Tomaz Morais voltou esta época a ter responsabilidades directas sobre as nossas selecções de seniores, e elas - tanto a selecção de XV, como a selecção de Sevens - foram o tema principal das nossas conversas.

9 de maio de 2014

LUIS PISSARRA FALA SOBRE O EUROPEU DE SEVENS SUB-19

A Rádio Mestre entrevista hoje Luis Pissarra, responsável técnico da Selecção Nacional de Sevens do escalão de Sub-19, que participa no fim de semana no Campeonato da Europa que se realiza nos campo de rugby do Estádio Nacional, com o pontapé de saída programado para as 10 horas da manhã de sábado.

Depois de ter ficado na sexta posição na primeira edição da prova, realizada no ano passado em Palma de Maiorca, a nossa equipa nacional vai tentar melhorar aquela classificação, e assume-se mesmo como candidata a um dos quatro primeiros postos na classificação final.

4 de março de 2014

JOSÉ LIMA FALA DO SEU PERCURSO E DO SEU FUTURO *

* Bryan Freitas
Vai ser na verdade um jogador que vai contar para os próximos anos na nossa Selecção.

José Gonçalo Lima conseguiu realizar uma parte do seu sonho, que é jogar num campeonato profissional em França, no Narbonne da ProD2. 

José deu-nos uma entrevista que vai fornecer mais informações sobre o seu percurso, a sua entrada na Selecção e as suas expectativas para o futuro.

11 de janeiro de 2014

EM INGLATERRA MIKE DIAS MANTÉM PORTUGAL À VISTA *

* Ricardo Mouro
Apesar da maior parte dos jogadores de rugby luso descendentes viverem em frança, a verdade é que a diáspora lusitana tem ramificações em tudo o que é sítio, incluindo muitos outros onde o rugby é um desporto maior.

É o caso da cidade de Durban na África do SUl, onde o rugby faz parte das tradições e que é a terra da equipa dos Sharks, uma das franquias que disputam a Super Rugby do Hemisfério Sul, e que é também a terra natal de Michael Dias, que já representou Portugal em duas ocasiões, em 2011, contra a Namíbia e o Uruguai, e também contra os South Africa Kings (jogo considerado não internacional).

Mike jogou uma época no CDUL, depois esteve quase um ano no Gernyka que na altura disputou a Amlin Cup, e agora é jogador do Rotherham Titans da inglesa Championship, que o Mão de Mestre tem acompanhado em crónicas semanais.

Fomos falar com Mike Dias e começámos por lhe perguntar de onde lhe vinha a sua ascendência portuguesa, onde nasceu e como chegou ao rugby europeu.

31 de dezembro de 2013

A ETERNA JUVENTUDE DE UM VETERANO DO RUGBY PORTUGUÊS

Mais de duas décadas jogando rugby e mais de 11 anos a vestir a camisola de Portugal por esse mundo fora, não fizeram David Mateus perder a simplicidade, o entusiasmo e a esperança, e só quem não o viu em campo este ano pode duvidar que por ele, os Jogos Olímpicos estão mesmo ali!

Uma carreira nacional que começou numa equipa de uma empresa, passou por um dos grandes do rugby nacional, e está agora ao serviço de um clube apoiado por uma empresa...

David Mateus começou na equipa dos TLP, um projecto de sucesso dos finais do século passado, e hoje, na Groundlink, é um dos pilares do desenvolvimento de um projecto que pode ser de sucesso, fortificando o Clube de Rugby das Caldas.

E é assim em beleza, com David Mateus, que o Mão de Mestre termina em 2013 a longa série de entrevistas que ajudaram a dar a conhecer clubes e jogadores ao público nacional.

18 de dezembro de 2013

AURÉLIEN BECO PREPARADO PARA REFORÇAR A TERCEIRA LINHA

Aurélien Beco foi na última época uma escolha certa para a terceira linha de Portugal, e continua disponível para vestir a camisola da selecção.

Uma lesão crónica nas costas, contraída no jogo com a Espanha, razões do coração e um desejável equilíbrio entre a representação nacional e as necessidades do seu clube, impediram-no de estar presente nos jogos de Novembro, mas Aurélien não faltará quando a coisa for a doer, e acreditamos que ele possa ser uma peça chave na articulação da equipa.

14 de dezembro de 2013

WILFRIED RODRIGUES UM PONTA PORTUGUÊS EM FRANÇA

Não foram muitos os jogadores das linhas atrasadas e médios não residentes em Portugal a representar a nossa selecção nacional, mas Wilfried Rodrigues foi um deles, embora só tenha vestido a camisola da quinas uma única vez.

Ponta de raiz, Wilfried representou sempre o Massy, actualmente a disputar a Federal 1, mas que no ano passado esteve na ProD2, tendo o jogador português sido um dos titulares indiscutíveis da equipa (19 presenças na equipa titular).

Aproveitamos aqui para referir que ao contrário do que dissemos na entrevista com Mike Tadjer, já antes de 1993 outros portugueses residentes em França tinham representado Portugal - Amadeu Monteiro, contra a Espanha em 28 de Março de 1982 e Mário Nunes, contra a Tunísia, a Holanda e a Polónia, em Abril do mesmo ano.

11 de dezembro de 2013

ANTHONY ALVES ESTÁ PRONTO PARA VOLTAR À EQUIPA NACIONAL!

Anthony Alves não é um estranho em Portugal, depois de ter representado Portugal nos escalões de sub-19 e sub-21, e de ter estado em 14 jogos da equipa principal de Portugal entre Novembro de 2010 e Novembro de 2012.

No entanto, em 2013 apenas vestiu a camisola das quinas por uma vez, num misto de impedimentos levantados pelo seu clube de então (o Montauban) e de abaixamento de forma, aguardando-se agora um eventual regresso às convocatórias, para 2014.

Pilar que começou a primeiro centro, e depois passou pelo número 8, Anthony gosta mesmo é de jogar na primeira linha, de preferência à direita, mas também joga do lado esquerdo.

7 de dezembro de 2013

ABERTURA DOS LOBOS OITO VEZES SEGUIDAS ESPERA NOVA CONVOCATÓRIA

Em 2012 Yannick Ricardo foi o médio de abertura de Portugal durante todo o ano, tendo disputado os cinco jogos da Europeu das Nações e os três da Taça das Nações, sempre como titular.

Depois disso caiu no esquecimento e nunca mais foi contactado pela FPR.

Antes, em 2008, Yannick fez parte da equipa nacional de sub-21 que disputou o Europeu na Alemanha, depois de ter enviado um curriculum para a FPR e ter sido convidado a juntar-se aos respectivos treinos.

4 de dezembro de 2013

PORTUGUESES LÁ FORA - MIKE TADJER A 100%

A participação de jogadores de nacionalidade portuguesa, nascidos e vivendo no estrangeiro não é coisa nova, e recordo aqui aqueles que penso terem sido os três primeiros a virem a Portugal para treinar com a selecção e dos quais dois chegaram mesmo a representar o nosso país.

Foi em 1993 e os três portugueses, residentes em França eram o Artur Gomes, 3/4 centro do Paris Université Club, que treinou mas não jogou, o Domingos Silva, talonador das esperanças do Dax, que jogou por Portugal frente à Tunísia, em Tunis, em 24 de Abril de 1993, e o Miguel Baptista, também talonador do St. Giron, que representou Portugal em 10 ocasiões, sendo a primeira em 17 de Abril de 1993 contra a Itália, em Coimbra.

Miguel Baptista é assim o mais antigo dos não residentes a ter vestido a camisola das quinas!

Se algum dos nossos leitores souber o que é feito destes três antigos jogadores, agradeço que me envie uma menagem para nos pôr em contacto.

30 de novembro de 2013

PORTUGUESES LÁ FORA - NOVA SÉRIE DE ENTREVISTAS DO MÃO DE MESTRE

A presença de jogadores de origem portuguesa ou naturalizados, nas selecções portuguesas de rugby não é coisa nova, acontece há mais de 30 anos...

Apesar disso alguns insistem em manter longas controvérsias sobre a matéria, naquela velha máxima nacional de que uns são mais puros que os outros, esquecendo-se que a legislação que regula a participação de jogadores que não nasceram em Portugal nas nossas equipas nacionais, é provavelmente das mais rígidas de todos os países que participam em provas da IRB.

E se em relação aos "naturalizados" a polémica está instalada com muita força, o que é absolutamente incompreensível é que se insista em criar o mesmo tipo de disputa em relação aos filhos ou netos de portugueses, que pelo simples facto de terem nascido além fronteiras, são considerados por muitos (imbecis) como portugueses de segunda.

17 de outubro de 2013

JACQUES LE ROUX UM ORGULHOSO LUSO-SUL-AFRICANO!

*Ricardo Mouro
No passado dia 12 o Mão de Mestre deslocou-se até Coventry com intuito de cobrir o jogo da equipa de rugby local onde pontifica o internacional português Jacques Le Roux.

Após o que foi uma dura vitória e ajuste de contas contra o Old Albanian o Jacques prontificou-se a disponibilizar algum do seu tempo para partilhar com os leitores do Mão de Mestre as suas opiniões sobre assuntos como o Coventry RFC, a Divisão de Honra, Portugal e a selecção e, claro, o seu futuro.

13 de outubro de 2013

FRANCISCO SERRA, UM PERCURSO DE 21 ANOS ENTRE A LOUSÃ, COIMBRA E LISBOA

Francisco Poiares Serra, serrano da Lousã, jogador de Agronomia, foi na época passada o melhor marcador da Divisão de Honra, envergando a camisola da Académica de Coimbra.

Depois de 12 anos no Rugby Clube da Lousã e oito com os pretos, Serra chega à Tapada com tudo em aberto na sua carreira como jogador de rugby.

Na passada semana, Francisco marcou os primeiros pontos pelo seu novo clube, e fica a promessa de muito trabalho, muito treino, para chegar mais longe!

3 de outubro de 2013

VIAGEM GUIADA AO MUNDO DO RUGBY PORTUGUÊS

Concluímos esta semana uma longa série de entrevistas que realizámos com os clubes portugueses que participaram em competições na época de 2012-13, que nos deu uma visão mais clara do que se passa pelo nosso mundo de rugby, e pelos fantásticos entusiastas que o levam aos lugares mais improváveis, aos sítios menos esperados.

Conhecemos as dificuldades, as esperanças, as ambições e as desilusões sentidas por quem é responsável pelo real desenvolvimento e crescimento do rugby português, longe da ribalta, dos holofotes, longe das mais básicas necessidades desportivas, mas que mantém viva a chama de um desporto que nasceu diferente e quer continuar diferente.

2 de outubro de 2013

VITÓRIA RUGBY APOSTA NA FORMAÇÃO PARA CRESCER EM SETÚBAL

Começando a ser jogado nos princípios dos anos 90, o rugby na cidade de Setúbal apenas em 2000 se associou ao Vitória Futebol Clube, de que hoje é uma secção.

Sentindo algumas dificuldades pela atracção que os grandes clubes de Lisboa exercem sobre os seus jovens jogadores, o Vitória Rugby vai criando as suas escolas e garantindo, através da formação, a sustentabilidade das suas equipas.

Declaradamente na luta pela manutenção na 1ª Divisão, o Vitória apostou na época 2012-13 em conseguir um lugar entre as equipas finalistas da prova, como forma de garantir antecipadamente aquela manutenção, o que foi atingido com a obtenção da quarta posição na classificação final.

26 de setembro de 2013

RUGBY VOLTA AO SPORT PARA AJUDAR A RENASCER A MODALIDADE NO PORTO

O rugby regressou ao centenário Sport Clube do Porto, setenta anos depois que o clube deixou a prática da modalidade, que iniciara em 1928 e que era o reflexo da pujança que atingia na capital do Norte, quando aí havia sete equipas de rugby.

Agora, sob o comando de Nuno Gramaxo, o rugby entra de novo no Sport, e veio para ficar, com a instalação de uma Escola de Rugby que conta já - um ano após ter ter recomeçado - com mais de 50 atletas.

Nuno Gramaxo conta-nos a história recente do Sport e explica-nos como foi o trajecto do rugby feminino no Porto, desde que a modalidade foi empurrada para fora do Boavista, a quem deu diversos títulos na categoria.

25 de setembro de 2013

BENFICA APOSTA NA FORMAÇÃO PARA SUPERAR A CRISE

Antigo e respeitado capitão da selecção nacional de seniores, João Queimado tem estado à frente dos destinos do Benfica Rugby num período de crise, que foi criada pelo desaparecimento de um campo próprio para treinar e jogar, apesar da tentativa que foi feita para ultrapassar o problema junto da Câmara Municipal de Oeiras.

Agora, de regresso a Lisboa com a formação a abrir um polo no Colégio Militar, e os seniores a treinar nos Pupilos do Exército, e com o rugby de novo integrado na estrutura do Sport Lisboa e Benfica, o clube parece ter encontrado o seu caminho de novo.

24 de setembro de 2013

O RUGBY DE LOULÉ SOFRE COM O ISOLAMENTO

O Rugby Clube de Loulé é o clube português que vive mais isolado, tendo que viajar, em qualquer escalão, mais de 200 km para fazer um único jogo, o que levanta uma série de dificuldades de difícil superação.

A completar 40 anos de actividade, o clube algarvio consegue manter-se graças ao amadorismo dos seus jogadores e técnicos, mas as dificuldades financeiras agravam-se e exigem que mais empresas e particulares apoiem quem mantém a chama do rugby acesa naquela região do país.

Presidente do clube desde 2006, Paulo Laginha mostra-nos como funciona um clube que tem no apoio da Câmara Municipal praticamente a sua única fonte de rendimento para cobrir as elevadas despesas.

23 de setembro de 2013

MONTEMOR NA ELITE DO RUGBY PORTUGUÊS

Depois de uma curta passagem de três anos pela 1ª Divisão, o Rugby Clube de Montemor venceu a competição e ascendeu com inteiro mérito ao convívio com as melhores equipas nacionais.

Na época passada, o Montemor não só se sagrou Campeão Nacional, como foi das suas fileiras que saíram os melhores marcadores de pontos e de ensaios da prova, e venceu 21 dos 24 encontros que disputou entre o Campeonato e a Taça de Portugal, onde só foi eliminado nas meias finais, por Agronomia.

Nesta sua primeira passagem pela Divisão de Honra, Paulo Xavier, presidente do clube alentejano, tem consciência das dificuldades e estabelece como objectivo da sua principal equipa, a manutenção na divisão de topo do rugby nacional.