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7 de março de 2016

PORTUGAL TRISTE COM OS RESULTADOS E AS EXIBIÇÕES EM LAS VEGAS

Um ensaio no pontapé de saída do jogo das meias finais do Shield, fez acreditar que o dia seria de alegria, mas infelizmente isso não veio a acontecer, com um série inexplicável e inadmissível de erros individuais e colectivos que é forçoso erradicar da equipa para jogar a este nível.

Portugal começou bem, mas depressa foi dominado pela Samoa, que reverteu o resultado e nunca mais parou de marcar, respondendo ao nosso ensaio com cinco toques de meta, e apenas cedendo na última bola do jogo, para um resultado final de 29-14.

6 de março de 2016

EQUIPA PRECISA DE RESET COMPLETO PARA VOLTAR ÀS VITÓRIAS!

Duas derrotas e exibições para esquecer, preencheram o segundo dia de prova da equipa nacional, que perdeu mais dois jogos e vai agora disputar a meia final da Shield frente a Samoa.

Depois da derrota frente à Rússia por 0-31 no último encontro da fase de apuramento, Portugal não foi capaz de capitalizar um sin bin galês no primeiro minuto de jogo, perdendo a partida dos quartos de final da Bowl por 12-31.

Mais logo, às 18,52 horas de Lisboa a equipa portuguesa defronta Samoa nas meias finais da Shield, troféu que disputa pela quarta vez em cinco etapas do Circuito desta época, sendo que na outra etapa conseguiu o apuramento para as meias finais da Bowl.

5 de março de 2016

UM DIA QUE NÃO CORREU COMO SE ESPERAVA EM LAS VEGAS

Primeiro dia de Las Vegas com duas derrotas naturais, embora frente ao Quénia se esperasse mais da equipa, especialmente depois de algumas boas indicações do primeiro jogo, frente à Nova Zelândia.

A Rússia, o nosso par na dança das posições no ranking da prova, fez um excelente resultado contra os quenianos (embora perdendo por 24-21), mas acabou por garantir, como Portugal, a passagem aos quartos de final da Bowl - as duas equipas defrontam-se logo às 19,32 h de Lisboa, no último jogo da fase de apuramento, decidindo quem ocupará a terceira e a quarta posição no grupo.

4 de março de 2016

PORTUGAL EM LAS VEGAS PROCURA RESULTADOS SUSTENTADOS

Interrompendo uma longa série de 18 derrotas a selecção nacional de sevens conseguiu duas vitórias em Sidney, na última etapa do Circuito Mundial, e prepara-se em Las Vegas para confirmar que os resultados que consegue são cada dia mais sustentados e menos esporádicos.

António Aguilar que está à frente da equipa desde o início da época, falou ao Mão de Mestre mostrando uma tranquilidade que o sentimento dum trabalho realizado sem jogos escondidos e promessas impossíveis de concretizar, lhe dá.

13 de fevereiro de 2015

PORTUGAL JÁ SURPREENDEU E PODE SURPREENDER DE NOVO

A poucas horas do encontro com a Geórgia em Tbilissi, e do início da quinta etapa do Circuito Mundial de Sevens, em Las Vegas, o Mão de Mestre falou com Tomaz Morais, o Diretor Técnico Nacional, que relembrou que dentro do que foi programado no início da época para a nossa equipa de XV, estão a ser dadas oportunidades a todos os jogadores para que mostrem aquilo que são capazes de fazer, no sentido de criar condições de podermos realmente disputar a qualificação para o Mundial de 2019 no Japão.

O jogo de XV vai ser de grau de dificuldade muito elevado, defrontar a poderosa equipa Georgiana em Tiblissi é sempre um grande teste para qualquer jogador.

12 de fevereiro de 2015

FRENTE A FRENTE COM JAPÃO NOS SEVENS DE LAS VEGAS

Defrontando o Japão na fase de apuramento do Torneio de Las Vegas, Portugal tem a oportunidade de  mostrar claramente que é melhor equipa e continuar a aumentar a distância que o separa da selecção nipónica.

Incluída num grupo onde além do Japão se encontra a equipa da casa, os Estados Unidos, e a líder do ranking, a África do Sul, a representação portuguesa tem uma tarefa difícil pela frente, mas a verdade é que o apuramento para a Cup pode acontecer.

7 de fevereiro de 2015

VITÓRIA SOBRE CANADÁ SALVA VIAGEM A WELLINGTON

Uma vitória sobre o Canadá no jogo dos quartos de final da Bowl em Wellington, deu a Portugal cinco preciosos pontos no ranking da prova, e permitiu manter a 13ª posição que nos garantirá a permanência como core team.

Apesar dos problemas da sua preparação para a competição que foram referidos por Tomaz Morais em conversa que teve lugar durante a semana, e que foi aqui reproduzida, a verdade é que Portugal começou o Torneio da melhor forma, dando forte oposição às Fiji, apesar de ter sido derrotado por 31-19.

27 de janeiro de 2014

LINCES SEM SORTE EM LAS VEGAS PERDEM POSIÇÕES NO RANKING

Os resultados dos dois últimos dias do Las Vegas Sevens confirmara a fraqueza da equipa portuguesa para este nível de exigência, e apesar de compreendermos a decisão de dar prioridade aos Lobos que preparam a sua tentativa de conseguir um lugar para Londres, acreditamos sinceramente que não se pode constituir uma equipa como esta o foi.

Na verdade - e já falámos nisso - levar uma equipa apenas com dois jogadores com experiência significativa e quatro sem experiência alguma, além de outros seis com experiência ainda limitada, não pode dar bom resultado.

25 de janeiro de 2014

PESADA DERROTA MARCA O PRIMEIRO DIA EM LOS ANGELES

Um início acima das expectativas frente ao Uruguai, com uma vitória por 19-5, e uma primeira parte muito boa, deixaram alguma esperança num resultado equilibrado no segundo encontro, contra a Inglaterra.

Expectativa frustrada, já que a equipa só esteve em campo alguns minutos - poucos - e levou uma das maiores tareias da sua história, perdendo por 0-54, sofrendo oito ensaios, não conseguindo mascarar a inexperiência de grande parte dos jogadores.

24 de janeiro de 2014

LINCES TROCAM DE TRUNFOS PARA LAS VEGAS

Uma equipa com cinco alterações em relação àquela que se deslocou ao Dubai e Port Elizabeth e oito em relação à que esteve em Gold Coast, e que apresenta ainda quatro estreias absolutas, está em Las Vegas para defender a 11ª posição no ranking do Circuito Mundial, com mais um ponto que a Escócia, cinco que o Canadá, 10 que os Estados Unidos e 15 que a Espanha.

Recorde-se que o 15º da geral, no final da competição, é despedido das suas funções como equipa residente e passa para o escalão secundário do rugby sevens mundial. Neste momento é a Espanha a ocupar essa ingrata posição.

11 de fevereiro de 2013

EM LAS VEGAS BLITZBOKKES VENCEM E LINCES DESAPARECEM

Os Blitzbokkes venceram o Las Vegas Sevens derrotando na final a Nova Zelândia por 40-21, num jogos em que os All Blacks acordaram tarde e não conseguiram responder ao melhor trabalho dos sul-africanos.

O mais significativo desta vitória e da forma como decorreu a prova, é que não há vencedores antecipados, e os vencedores de hoje, podem muito bem estar na penumbra, no próximo torneio.

Em cinco torneios que já tiveram lugar esta época, cinco vencedores diferentes marcaram bem o equilíbrio que existe, com as Fiji a vencerem na Austrália, a Samoa a levarem a Taça no Dubai, A Nova Zelândia com a coroa na África do Sul, a Inglaterra dominando na Nova Zelândia, e hoje a África do Sul a conquistar os Estados Unidos da América.

Os All Blacks dominam o ranking com mais 23 pontos que os segundos, os Blitzbokkes, graças a três segundos lugares e um terceiro, o que lhes dá 96 pontos na tabela.

Veja os resultados completos das finais, e o ranking oficial após Las Vegas, lembrando que o Circuito prossegue no próximo dia 22 de Março em Hong Kong.


A PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA - ENTRADA DE LINCE, SAÍDA DE SENDEIRO
Foi confrangedor assistir ao último jogo de Portugal em Las Vegas, frente à pobre equipa do Uruguai, que pode assim regressar ao seu país com a honra lavada, por ter vencido quem tão bem se tinha portado na sexta-feira.
Na verdade é absolutamente inadmissível que a nossa representação nacional tenha produzido as exibições que levaram às sucessivas derrotas frente às Fiji, à Espanha e ao Uruguai.

A questão é simples e põe-se em poucas palavras.
Quem jogou como os Linces jogaram na sexta-feira, contra a Escócia e contra a Inglaterra, não pode dizer, em jeito de desculpa, que não sabe, não consegue, e não tem experiência.
 
Aquele conjunto que esteve em Las Vegas demonstrou claramente que sabe, que consegue e que tem maturidade para o fazer.

Então o que se passa com esta equipa, que não venceu nenhum jogo em nenhuma etapa, que não fosse no primeiro dia de prova?
Não nos vamos alongar em palpites, nem vamos indicar culpados ou vítimas, mas não podemos deixar de dizer que algo está mal, e é obviamente na gestão dos recursos e na falta de liderança.

O JOGO COM O URUGUAI - QUE EQUIPA FOI AQUELA?
Acreditamos em todos os jogadores que estiveram em Vegas, mas é notório que ao longo dos meses e dos últimos quatro torneios, Frederico de Sousa tem dado minutos sucessivos de jogo a um conjunto alargado de jovens, a quem, em Las Vegas, confiou a constituição da equipa nos quatro primeiros encontros.

Então como se explica que perante o único adversário com quem não podíamos perder - o Uruguai é uma equipa de terceiro plano - Frederico de Sousa tenha trocado quatro jogadores na equipa inicial - Francisco Vieira de Almeida, Pedro Bettencourt, José Vareta e João Lino?
E deste quatro três foram utilizados na segunda parte, quando o desespero se apossou do banco português, não se podendo argumentar que estivessem lesionados ou cansados.
Foi uma decisão que se provou errada, e que dificilmente terá justificação.

Foi atrevida a aposta num VII base tão jovem, mas foi uma aposta ganha
Então como caracterizar a desconstrução da equipa a que assistimos no domingo?

O que parece é que a direção da equipa não pode estar apenas nas mãos de Frederico de Sousa, que tendo melhorado muito sob um ponto de vista técnico desde que foi atirado aos Linces, continua a não ser o gestor que a equipa precisa, e o novo manager não é o peso que seria necessário para equilibrar a equipa técnica - porque um manager tem que fazer parte da equipa técnica, colaborar na gestão dos recursos, na elaboração dos programas, e não pode ser um mero carregador de equipamentos.

Como resultado das nove derrotas desta dupla jornada, Portugal está agora na última posição do ranking (entre as equipas residentes) com o mesmo número de pontos da Espanha, e foi ultrapassado pela Escócia, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Austrália.
Recorde-se que antes de Wellington, Portugal ocupava a nona posição na tabela.

Os Linces têm agora pela frente a difícil tarefa de conseguir subir pelo menos dois lugares e deixar três equipas atrás de si na classificação, nos três próximos torneios - Hong Kong, Japão e Escócia - para fugir ao torneio de competência que terá lugar em Londres, correndo o risco de perder a condição de equipa residente do Circuito, com todos os benefícios, desportivos e financeiros que advêm daquele estatuto.

Vamos ver se a decisão da FPR em pôr os ovos todos na cesta do Mundial de 2015, não resulta num completo fiasco, sem Mundial de 2015, nem Jogos Olímpicos de 2016...

Veja a ficha do jogo de hoje, compare com as fichas de ontem e de sexta-feira, veja o resumo da participação dos jogadores em Las Vegas e no conjunto de todos os torneios desta época, e tire as suas próprias conclusões.




10 de fevereiro de 2013

ONDE ESTIVERAM OS LINCES?

Quem hoje quis assistir aos jogos dos Linces, induzido eventualmente pelos comentários elogiosos que ontem fizemos - e que foram inteiramente justos - terá ficado desconsolado com o que viu. E com razão.

Se ontem tínhamos visto uma equipa com atitude, com personalidade, concentrada nas suas tarefas, hoje não fazemos ideia onde essa equipa ficou, porque no Sam Boys Stadium de Las Vegas, ela não esteve.

Na verdade, com a excepção de alguns, poucos, minutos contra as Fiji, o que nós vimos foi uma equipa a defender recuada, aguardando pelo adversário e dando-lhe tempo e espaço para tomar a iniciativa, uma equipa que pareceu cansada, e que afinal, repetiu o que tem feito toda esta época - não ganhar um jogo no segundo dia da competição.

A questão é simples: até ontem podia-se dizer que é uma equipa jovem, tem muito para aprender e portanto não são passíveis de crítica (muito) adversa.

Mas ontem, os Linces desmentiram esta apreciação, quando demonstraram que sabem fazer e são capazes de fazer!

Ah, mas hoje já estavam cansados.. Qual quê!

A carga a que foram sujeitos foi menor que noutras ocasiões, já que no primeiro dia apenas fizeram dois jogos em vez de três como é habitual, e hoje fizeram outros dois.

Ora bem, como se pode dizer que estavam cansados?! Ou será que a equipa está apenas preparada para dois jogos e depois fica sem gás? Nem quero acreditar nisso.

Que a equipa não tem velocidade, isso é evidente, mas ontem souberam equilibrar isso com um elevado número de passes, conseguindo progredir no terreno de jogo por intermédio de penetrações, mudanças de sentido de jogo, cruzamentos, apoios e continuidade.

Então porque hoje isso não aconteceu?

Poderia dizer-se que foi um dia mau. O pior é que esta época já teve cinco dias maus - em que a atitude da equipa foi diferente (ia a dizer displicente, mas vou dar mais uma margem...) e derrubou todo o otimismo e satisfação que ontem nos proporcionaram.

Falta de consistência, o Frederico de Sousa falou nisso, en passant, na entrevista que deu para a IRB, e esse é na verdade um problema muito sério.

Quando vamos ter uma equipa verdadeira, como a de ontem, por mais do que dois jogos?

Quando nos levantaremos para assistir ao segundo dia dum torneio confiantes que o que de bom foi feito num dia, se repetirá no dia seguinte?

São jovens? Pois são, e depois? Não são capazes de manter os níveis de concentração por mais que meia hora por fim de semana?

Eu não acredito nisso! E os meninos têm que pensar que não estão a jogar para eles - estão a jogar para todos nós!

Amanhã, contra o Uruguai, joga-se a meia final da Shield. Que equipa Portugal terá em campo?

A de sexta feira, que brilhou no relvado de Las Vegas, ou a de sábado, que não se sabe bem o que por lá andou a fazer?

Uma equipa com ambições de participar em competições como esta, não pode pensar que só cá estamos para os elogios - que faremos sempre que acharmos que eles se justificam.

Mas não podemos deixar de chamar a atenção para o que está mal, para o que nos deixa uma amarga sensação de causa perdida, como aconteceu hoje...

Amanhã, meus caros, não há qualquer desculpa para não chegar à final da Shield e de a ganhar!

Basta fazerem o que sabem e são capazes de fazer!

Fiquem com as fichas dos jogos dos Linces, o quadro completo dos resultados da Fase de Apuramento, e o quadro com os resultados dos quartos de final e os jogos das meias finais.
No final leia um esclarecimento sobre a questão dos desempates, que ontem abordamos, e tome nota que no domingo o jogo Portugal-Uruguai será às 17,20 horas de Lisboa.




A QUESTÃO DO DESEMPATE
Ontem demos aqui uma informação que não corresponde à realidade, induzidos pela classificação que a IRB apresentou dos Grupos do apuramento, em que Portugal aparecia à frente da Escócia, com o mesmo número de pontos, apesar de ter perdido o jogo que realizou com ela.

Pois bem, na verdade, na Fase de Apuramento, quando duas equipas estão com o mesmo número de pontos, o fator de desempate é o resultado entre elas, ficando à frente a equipa que tenha ganho esse jogo.
Portanto, ontem, a Escócia devia aparecer posicionada à frente de Portugal, ambas com quatro pontos.
Apenas no caso do resultado entre as duas equipas em igualdade de pontos ter sido um empate é que se passa a outro fatores de desempate, a saber:
1º O saldo de pontos marcados/sofridos em todos os jogos do Grupo;
2º O saldo de ensaios marcados/sofridos em todos os jogos do Grupo;
3º O maior número de pontos marcados em todos os jogos do Grupo;
4º O maior número de ensaios marcados em todos os jogos do Grupo;
5º Moeda ao ar, entre os managers das equipas empatadas.

Mas se em vez de duas forem mais de duas equipas empatadas, os cinco fatores de desempate descritos imediatamente acima, e só eles, aplicam-se de imediato.

Quanto ao desempate entre duas ou mais equipas no ranking geral do Circuito, os fatores a considerar serão os seguintes:
1º O saldo de pontos marcados/sofridos em todos os torneios realizados;
2º O maior número de ensaios em todos os torneios realizados;
3º Caso se mantenha a igualdade, as equipas serão consideradas empatadas.

Fica assim o esclarecimento sobre a matéria.

Foto: IRB/Martin Seras Lima

9 de fevereiro de 2013

LINCES: EXCELENTES!

Terminou o primeiro dia do Las Vegas Sevens, e Portugal destacou-se da multidão, ao derrotar a Inglaterra por 21-5 no segundo jogo do dia, naquela que foi a sexta vitória portuguesa sobre os ingleses, e aquela em que o marcador mais se inclinou para o lado português.

Mas antes desta brilhante vitória, Portugal perdeu com a Escócia por 14-12, num jogo oferecido em dois erros defensivos e num cartão amarelo, mas em que os Linces tinham já demonstrado duas qualidades que têm estado algo ausentes das suas exibições - circulação de bola, e agressividade defensiva.

No segundo jogo Portugal esteve melhor, e se foi uma delícia ver a bola a circular, o que mais causou admiração foi o fato da equipa não ter falhado uma única placagem!
De tal modo que o comentador da Sky não evitou elogios a esse particular pormenor...

Mas o mais importante não foi isso - não falhar placagens foi apenas uma consequência - mas sim o fato de que a nossa linha de defesa subiu sempre agressivamente, não dando espaço aos britânicos para circularem a a bola!
E isso, fez a diferença - placámos a andar para a frente, no território do inimigo, e não poucas vezes fomos buscar bolas que não eram nossas.

Finalmente, mas não menos importante, temos que fazer uma referência bem positiva ao que os Linces fizeram com a bola: usaram-na!
E que bem o fizeram! De tal forma que não temos qualquer dúvida que esta sexta-feira, os Linces jogaram provavelmente o melhor sevens de Las Vegas!
E mais não digo!

Ficam as fichas dos dois jogos, e o quadro de resultados do primeiro dia, e no final do texto faremos alguns comentários ao estado da classificação.


Note que em cada Grupo, os dois últimos jogos se disputam no sábado a partir das 17 horas de Lisboa, e o primeiro desses jogos é precisamente o Fiji-Portugal.

O grupo A em que Portugal está inserido apresenta a seguinte classificação, após os dois primeiros jogos de cada equipa:


Convém relembrar que os fatores de desempate são, por ordem de aplicação, o diferencial entre pontos marcados e sofridos por cada equipa empatada, no total dos jogos disputados, e depois o número de ensaios marcados, também no conjunto dos jogos realizados.

É por isso que neste momento Portugal está à frente da Escócia, apesar de ter perdido o jogo entre as duas equipas: primeiro porque o diferencial de pontos marcados/sofridos é favorável às nossas cores (+14 contra 0), e depois, se isso não fosse suficiente, porque marcámos mais ensaios (5 contra 4).

Ora bem, desta forma Portugal tem possibilidade de conseguir um lugar na Cup, mesmo perdendo o terceiro jogo!
Para isso, a Escócia não pode deixar de perder frente à Inglaterra, o que é muito provável que aconteça - não se iludam, esta Inglaterra que Portugal bateu hoje por 16 pontos, é a mesma que na semana passada ganhou o Wellington Sevens! - e tudo se decidirá entre as três equipas nos fatores de desempate...

Claro que vencer as Fiji ajudaria, mas mesmo nesse caso, e se os escoceses conseguirem também vencer a Inglaterra, o desempate seria entre Fiji, Portugal e a Escócia!

Mas em qualquer das circunstâncias, Portugal está muito bem posicionado para a guerra dos desempates, com o melhor diferencial de pontos marcados/sofridos até este momento.

Vamos esperar que os Linces acordem com as garras de fora!


8 de fevereiro de 2013

LINCES COM TAREFA DIFÍCIL EM LAS VEGAS

Os Linces têm uma difícil tarefa em Las Vegas, depois de uma experiência mal sucedida em Wellington, e a margem de manobra em relação às equipas que estão atrás de si no ranking da prova, está a esgotar-se, e um ponto de vantagem sobre a Escócia, e três sobre a Espanha e os Estados Unidos, são frágeis elos que se podem quebrar ao menor sopro.

Ninguém duvidava que esta etapa dupla seria muito problemática, mas o pior de tudo foi o comportamento da equipas no segundo dia do torneio da Nova Zelândia, que ficou francamente abaixo do que se exigiria.

Aliás é importante notar que Portugal em todas as etapas já disputadas no Circuito Mundial, ainda não conseguiu um único resultado positivo no segundo dia de prova...

Las Vegas disputa-se em três dias e não dois, sendo a Fase de Apuramento dividida em dois dias, com dois jogos ainda hoje, e um amanhã, dia em que se jogam os quartos de final também, para o domingo ficar reservado às meias finais e finais.

Na primeira fase Portugal defronta a Inglaterra, a Escócia e as Fiji, e você pode ver agora o quadro resumo dos jogos com estes três adversários, e também o horário dos jogos (agora devidamente corrigido).



Veja também o ranking atualizado da competição, e repare como a posição de Portugal é periclitante... 


E fique com os jogos da primeira fase, lembrando-se que os quatro primeiros jogos de cada grupo se disputam hoje e os restantes só amanhã.


13 de fevereiro de 2012

SAMOA VENCE EM LAS VEGAS

SAMOA CONSEGUE PRIMEIRA FINAL DA ÉPOCA e vence a Nova Zelândia por 26-19, com um ensaio conseguido mesmo no final do jogo.

 Samoa começou melhor e rapidamente se adiantou no marcador, saindo para o intervalo na frente por 12-5, que foi reforçado, logo no início do segundo tempo, com mais um ensaio transformado.

10 de fevereiro de 2012

SÉRIES MUNDIAIS PROSSEGUEM EM LAS VEGAS

LAS VEGAS VAI SER PALCO DA QUINTA ETAPA das Séries Mundiais de Sevens, que se disputa este fim de semana.

Sem a participação de Portugal, os olhos dos responsáveis e jogadores não podem estar longe do acontecimento, já que nele participam, além do Brasil de volta às Séries ao cabo de 10 anos, três dos adversários dos Linces no Torneio de Hong Kong, que vai decidir quais serão as três equipas que vão aumentar os Core Teams de 12 para 15, na época de 2012-13.

13 de fevereiro de 2011

ÁFRICA DO SUL CONQUISTA LAS VEGAS (*Resultados completos)

A ÁFRICA DO SUL DERROTOU AS FIJI POR 24-14 NA FINAL do torneio de sevens de Las Vegas, tornando-se a sexta equipa a vencer a competição que se realiza desde 2004, e na qual apenas Argentina e Nova Zelândia repetiram o triunfo.

Os sul africanos eliminaram a Austrália nos quartos de final e a Inglaterra nas meias finais, enquanto as Fiji derrotaram nos quartos a Samoa e a Nova Zelândia na meia final.

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15 de fevereiro de 2010

NO CASINO DE LAS VEGAS SAMOA FAZ O PLENO

SAMOA DERROTA ALL BLACKS E CONSEGUE O PRIMEIRO título do ano, na sua terceira final, em quatro Torneios.
Na repetição da final do Dubai, os samoanos estiveram melhor e impuseram um resultado humilhante aos ainda comandantes do ranking da IRB.
Com esta vitória, Samoa sobe ao segundo lugar do ranking, por troca com Fiji, que ao perder a Plate, desceu ao terceiro posto.

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14 de fevereiro de 2010

EM LAS VEGAS, GALES LUTA PELO OURO

O PAÍS DE GALES CONSEGUIU, PELA PRIMEIRA VEZ ESTE ANO, apurar-se para os quartos de final da Taça principal.

Depois de ter conquistado a Taça Bowl por três vezes em tantos outros Torneios, os campeões do Mundo conseguem assim, sobrepôr-se à Argentina, que, pela segunda vez consecutiva, terá de se contentar com a disputa dos perdedores.

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10 de fevereiro de 2010

LAS VEGAS 7'S - AQUI A SORTE NÃO SE DECIDE NA ROLETA

QUANDO NO SÁBADO TIVER INÍCIO O QUARTO TORNEIO das Séries Mundiais de IRB, não haverá tantas certezas como havia a semana passada antes do Torneio da Nova Zelândia.

Começando pelo Grupo A, os resultados anteriores dizem que os All Blacks e os Wallabies se qualificarão para a fase final, mas a verdade é que ninguém pode, no presente momento, dizer se a França está ou não preparada para dar um passo importante na escala das Séries.

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