As Fiji venceram o Glasgow Sevens, batendo na final a Nova Zelândia por 24-17, e com essa vitória e a classificação da África do Sul, os fijianos são os novos líderes do ranking da competição, em substituição dos sul-africanos que ocupam agora a segunda posição.
A Nova Zelândia apesar de derrotada na final manteve a terceira posição, e a Inglaterra que ficou na terceira posição na etapa, manteve o quarto lugar mas alargando a distância para a Austrália, que continua na quinta posição.
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11 de maio de 2015
9 de maio de 2015
VER PORTUGAL JOGAR COM UM OLHO NO JAPÃO E NA INGLATERRA
Com alguns sustos pelo meio, o apuramento das oito equipas que vão disputar a Cup não teve surpresas, embora a ordem por que elas se classificaram tenha, aí sim, motivos de comentários.
Mas vamos lá grupo de apuramento a grupo de apuramento, começando pelo Grupo B, onde a Nova Zelândia sofreu a bom sofrer para vencer o jogo com a Samoa, que chegou a estar a perder por 0-19 (!), mas conseguiu dar a volta ao problema e acabou por vencer por 24-19.
Mas vamos lá grupo de apuramento a grupo de apuramento, começando pelo Grupo B, onde a Nova Zelândia sofreu a bom sofrer para vencer o jogo com a Samoa, que chegou a estar a perder por 0-19 (!), mas conseguiu dar a volta ao problema e acabou por vencer por 24-19.
7 de maio de 2015
REGRESSA CIRCUITO MUNDIAL DE SEVENS COM ÚLTIMAS ETAPAS
Chegámos à recta final do Circuito Mundial de Sevens de 2014-2015, com a realização dos torneios de Glasgow e de Londres, o primeiro já neste fim de semana, o segundo no outro a seguir.
Numa altura em que ainda falta ser tornada pública informação preciosa quanto ao futuro do Circuito, nomeadamente no que respeita à composição definitiva das suas etapas em 2015-2016, sabe-se já - como informámos em tempo oportuno - que esta será a derradeira vez que a Escócia recebe uma etapa da competição, que deverá passar a ser disputada em Paris.
Numa altura em que ainda falta ser tornada pública informação preciosa quanto ao futuro do Circuito, nomeadamente no que respeita à composição definitiva das suas etapas em 2015-2016, sabe-se já - como informámos em tempo oportuno - que esta será a derradeira vez que a Escócia recebe uma etapa da competição, que deverá passar a ser disputada em Paris.
4 de maio de 2014
EM GLASGOW SENSACIONAL CANADÁ PERDE NA FINAL
A presença do Canadá na final do Glasgow Sevens é com certeza o facto mais notório do torneio, colocando em grande evidência uma equipa que no passado recente estava num patamar próximo ao português.
Logo no primeiro dia da prova os canucks tinham dado boas indicações com vitórias sobre a França e o Japão, e um empate frente à Inglaterra, o que lhe valeu a passagem aos quartos de final da Cup como primeiro classificado do seu grupo de apuramento, e hoje confirmaram o mérito da sua subida ao sexto lugar no ranking oficial, ao derrotarem o Quénia e a Escócia, para chegarem pela primeira vez na história, à final de um torneio do Circuito Mundial.
Logo no primeiro dia da prova os canucks tinham dado boas indicações com vitórias sobre a França e o Japão, e um empate frente à Inglaterra, o que lhe valeu a passagem aos quartos de final da Cup como primeiro classificado do seu grupo de apuramento, e hoje confirmaram o mérito da sua subida ao sexto lugar no ranking oficial, ao derrotarem o Quénia e a Escócia, para chegarem pela primeira vez na história, à final de um torneio do Circuito Mundial.
3 de maio de 2014
PORTUGAL EM GRUPO DA MORTE, MOSTRA FRAQUEZAS...
É sempre com grande alívio que chegamos ao fim de um dia em que a nossa selecção nacional de sevens nos desilude.
E para que fique claro, não estamos a falar das derrotas sofridas, mas antes da forma como elas aconteceram, sem dignidade, sem honra, sem demonstração de capacidade.
Como disse o comentador de serviço à transmissão da etapa, lamento por eles...
Porque na verdade são eles que ficam marcados pela mediocridade da sua presença.
E para que fique claro, não estamos a falar das derrotas sofridas, mas antes da forma como elas aconteceram, sem dignidade, sem honra, sem demonstração de capacidade.
Como disse o comentador de serviço à transmissão da etapa, lamento por eles...
Porque na verdade são eles que ficam marcados pela mediocridade da sua presença.
30 de abril de 2014
REGRESSAM OS SEVENS EM TORNEIO DE GLASGOW
Com a realização este fim de semana, do Glasgow Sevens, aproxima-se rapidamente o termo do Circuito Mundial da época 2013-2014, que se conclui uma semana mais tarde em Londres.
Portugal vai defender a sua posição como equipa residente, e apenas um conjunto de resultados negativos, aliado a um bom rendimento da Espanha, poderá evitar que o objectivo principal seja alcançado, já que os 14 pontos que temos de vantagem sobre os nuestros hermanos muito dificilmente serão anulados.
Portugal vai defender a sua posição como equipa residente, e apenas um conjunto de resultados negativos, aliado a um bom rendimento da Espanha, poderá evitar que o objectivo principal seja alcançado, já que os 14 pontos que temos de vantagem sobre os nuestros hermanos muito dificilmente serão anulados.
5 de maio de 2013
ÁFRICA DO SUL VENCE EM GLASGOW, NOVA ZELÂNDIA VENCE CIRCUITO
Uma vitória no segundo dia bastava para que o título de 2012-13 fosse entregue à Nova Zelândia, mas os comandados de Gordon Tietjens não se ficaram por aí e chegaram à final do torneio, onde defrontaram uma África do Sul ávida de sucesso, que acabou por vencer o encontro por 28-21.
Os blitzbocks de Paul Treu conseguem assim a terceira vitória em etapas desta época - as outras foram em Las Vegas e Tóquio - e são a equipa que mais vitórias somou, seguida das Fiji com duas.
Mas os resultados do dia dos All Blacks foram suficientes para assegurar mais uma vitória no Circuito Mundial, já que, com os 19 pontos conquistados, a Nova Zelândia soma 151, o que a coloca fora do alcance do mais directo perseguidor, a África do Sul, que tem agora 122.
Apesar de ter vencido apenas por uma vez, em Port Elizabeth, os All Black cometeram a proeza de estarem presentes em sete das oito finais disputadas, e é daí que lhes vem a vantagem no ranking.
Para o terceiro lugar a Inglaterra de Ben Ryan venceu o País de Gales por 24-21, já em período de desconto de tempo, enquanto a vitória na Bowl ficou nas mãos da Austrália que bateu o Quénia por 12-5, com um ensaio conseguido na última jogada do encontro, e o Shield ficou com a França que bateu a Rússia por 21-17.
Na final da Plate os E.U.A. derrotaram a Argentina na final por 17-7, depois de terem batido as Fiji nas meias finais por 22-7.
Notem-se ainda os 59 pontos finais dos E.U.A., que os tiraram da disputa do torneio de qualificação, em particular as duas vitórias seguidas na Plate - hoje e em Tóquio - que lhes permitiram abrir distância para a Escócia, que, embora jogando em casa, mais não conseguiu que a presença nas meias finais da Bowl.
Registe-se finalmente que, com estes resultados, a Escócia (51 pontos), Portugal (35) e a Espanha(25) vão-se juntar no próximo fim de semana a Zimbabwé, Tonga, Rússia, Geórgia e Hong Kong, na luta pelos três lugares em aberto para equipas residentes da próxima época.
Fique com o quadro dos resultados do segundo dia, e o ranking da prova devidamente actualizado.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
Os blitzbocks de Paul Treu conseguem assim a terceira vitória em etapas desta época - as outras foram em Las Vegas e Tóquio - e são a equipa que mais vitórias somou, seguida das Fiji com duas.
Mas os resultados do dia dos All Blacks foram suficientes para assegurar mais uma vitória no Circuito Mundial, já que, com os 19 pontos conquistados, a Nova Zelândia soma 151, o que a coloca fora do alcance do mais directo perseguidor, a África do Sul, que tem agora 122.
Apesar de ter vencido apenas por uma vez, em Port Elizabeth, os All Black cometeram a proeza de estarem presentes em sete das oito finais disputadas, e é daí que lhes vem a vantagem no ranking.
Para o terceiro lugar a Inglaterra de Ben Ryan venceu o País de Gales por 24-21, já em período de desconto de tempo, enquanto a vitória na Bowl ficou nas mãos da Austrália que bateu o Quénia por 12-5, com um ensaio conseguido na última jogada do encontro, e o Shield ficou com a França que bateu a Rússia por 21-17.
Na final da Plate os E.U.A. derrotaram a Argentina na final por 17-7, depois de terem batido as Fiji nas meias finais por 22-7.
Notem-se ainda os 59 pontos finais dos E.U.A., que os tiraram da disputa do torneio de qualificação, em particular as duas vitórias seguidas na Plate - hoje e em Tóquio - que lhes permitiram abrir distância para a Escócia, que, embora jogando em casa, mais não conseguiu que a presença nas meias finais da Bowl.
Registe-se finalmente que, com estes resultados, a Escócia (51 pontos), Portugal (35) e a Espanha(25) vão-se juntar no próximo fim de semana a Zimbabwé, Tonga, Rússia, Geórgia e Hong Kong, na luta pelos três lugares em aberto para equipas residentes da próxima época.
Fique com o quadro dos resultados do segundo dia, e o ranking da prova devidamente actualizado.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
PORTUGAL FAZ A PIOR ÉPOCA DE SEMPRE NAS SÉRIES MUNDIAIS DA IRB
A participação portuguesa nas Séries deste ano sagrou-se como a pior da história, com 32 derrotas em 40 jogos, e estabeleceu alguns recordes que forçosamente deverão conduzir a alterações profundas, tais como a maior série consecutiva de derrotas (13, de Hong Kong, 2 a Glasgow, passando por Tóquio, com 5 em cada torneio), ou o torneio em que marcou menos pontos (apenas 12 com 2 ensaios) e sofreu mais (189 com 27 ensaios).
Em todas as participações no Circuito, este ano fica ainda marcado pelos torneios em que Portugal não obteve senão derrotas (Gold Coast, Wellington, Tóquio, Glasgow) quase tantos como em todas as anteriores participações (Londres-2001, Cardiff-2002, Adelaide-2007, Adelaide-2009 e Edinburgo-2011).
No total dos oito torneios desta época Portugal utilizou 20 diferentes jogadores, apenas três estiveram em todas as etapas (Diogo Miranda, Francisco Vieira de Almeida e Miguel Lucas) e dois só participaram num torneio (Francisco Appleton e Tomas Appleton).
O melhor marcador da nossa equipa foi Pedro Leal com 83 pontos (6 ensaios, 25 Tranformações e 1 Penalidade), seguido de Duarte Moreira com 65 (13 ensaios).
Miguel Lucas (3), Pedro Leal (2) e José Vareta (1) foram os jogadores portugueses castigados com cartão amarelo e António Vieira de Almeida (6 em 15 jogos possíveis), João Lino (7 em 35 jogos possíveis) e Nuno Sousa Guedes (11 em 30 jogos possíveis) foram os jogadores que mais vezes ficaram no banco não sendo utilizados.
Frederico Oliveira e Gonçalo Foro foram os únicos jogadores a serem utilizados em todos os jogos de todos os torneios em que estiveram presentes - 25 cada um - e Oliveira esteve sempre presente no VII inicial.
Fique com as fichas dos jogos de hoje e o mapa geral de participação dos jogadores.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
Em todas as participações no Circuito, este ano fica ainda marcado pelos torneios em que Portugal não obteve senão derrotas (Gold Coast, Wellington, Tóquio, Glasgow) quase tantos como em todas as anteriores participações (Londres-2001, Cardiff-2002, Adelaide-2007, Adelaide-2009 e Edinburgo-2011).
No total dos oito torneios desta época Portugal utilizou 20 diferentes jogadores, apenas três estiveram em todas as etapas (Diogo Miranda, Francisco Vieira de Almeida e Miguel Lucas) e dois só participaram num torneio (Francisco Appleton e Tomas Appleton).
O melhor marcador da nossa equipa foi Pedro Leal com 83 pontos (6 ensaios, 25 Tranformações e 1 Penalidade), seguido de Duarte Moreira com 65 (13 ensaios).
Miguel Lucas (3), Pedro Leal (2) e José Vareta (1) foram os jogadores portugueses castigados com cartão amarelo e António Vieira de Almeida (6 em 15 jogos possíveis), João Lino (7 em 35 jogos possíveis) e Nuno Sousa Guedes (11 em 30 jogos possíveis) foram os jogadores que mais vezes ficaram no banco não sendo utilizados.
Frederico Oliveira e Gonçalo Foro foram os únicos jogadores a serem utilizados em todos os jogos de todos os torneios em que estiveram presentes - 25 cada um - e Oliveira esteve sempre presente no VII inicial.
Fique com as fichas dos jogos de hoje e o mapa geral de participação dos jogadores.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
4 de maio de 2013
ESTADOS UNIDOS GARANTEM CONTINUIDADE COMO EQUIPA RESIDENTE
A equipa dos Estados Unidos garantiu a sua continuidade como equipa residente do Circuito Mundial, ao ser, das quatro últimas do ranking, a única a conseguir o apuramento para a competição principal do Glasgow Sevens.
Os americanos qualificaram-se batendo a Rússia e a França, tendo perdido apenas para o País de Gales,e não posso deixar de referir a exibição de Zach Test, que encheu o Scotstoun Stadium.
Escócia, Portugal e Espanha são as equipas que terão que disputar o torneio de competência, no próximo final de semana, juntamente com o vencedor das Séries Asiáticas - Hong Kong - e de outras quatro apuradas em torneio próprio disputado em Hong Kong, em simultâneo com a etapa das SWS realizada naquela antiga colónia britânica - Zimbabwé, Tonga, Rússia e Geórgia (veja o quadro respeitante a este apuramento).
Das três equipas mencionadas, a Espanha estava já condenada, Portugal ainda tinha uma réstia de esperança muito ligeira, e a Escócia partiu em igualdade com os E.U.A. na fuga ao último lugar nesta qualificação negativa.
Os escoceses, apesar de terem vencido Portugal com claros 26-5, foram derrotados pela Inglaterra e pela Nova Zelândia, não tendo beneficiado do forte apoio do seu público, que apenas nos jogos da sua equipa se fazia sentir naquelas bancadas muito vazias...
Na outra ponta da tabela, a Nova Zelândia está a uma simples vitória de garantir o triunfo nas séries desta época, apesar de ainda faltar disputar o Londres Sevens...
Fique com o conjunto dos resultados de hoje, e o acasalamento das equipas para os primeiros jogos de amanhã.
PORTUGAL DESILUDE NO OITAVO TORNEIO DA ÉPOCA
A participação portuguesa em Glasgow foi mais uma desilusão para quem acompanha a nossa equipa nacional e vê, etapa após etapa, um conjunto de jogadores de enormes potencialidades, errarem continuamente em momentos chave, não apresentarem um plano de jogo, deixarem os observadores internacionais espantados com a sua evolução, e todo o conjunto ser alvo de comentários como este que aqui deixamos, e que reduz com cristalina limpidez a duas pequenas linhas aquilo que se passa:
There needs to be an overhaul from the top down, starting with management. Too much talent being wasted.
Fique com as fichas dos jogos de Portugal:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
Os americanos qualificaram-se batendo a Rússia e a França, tendo perdido apenas para o País de Gales,e não posso deixar de referir a exibição de Zach Test, que encheu o Scotstoun Stadium.
Escócia, Portugal e Espanha são as equipas que terão que disputar o torneio de competência, no próximo final de semana, juntamente com o vencedor das Séries Asiáticas - Hong Kong - e de outras quatro apuradas em torneio próprio disputado em Hong Kong, em simultâneo com a etapa das SWS realizada naquela antiga colónia britânica - Zimbabwé, Tonga, Rússia e Geórgia (veja o quadro respeitante a este apuramento).
Das três equipas mencionadas, a Espanha estava já condenada, Portugal ainda tinha uma réstia de esperança muito ligeira, e a Escócia partiu em igualdade com os E.U.A. na fuga ao último lugar nesta qualificação negativa.
Os escoceses, apesar de terem vencido Portugal com claros 26-5, foram derrotados pela Inglaterra e pela Nova Zelândia, não tendo beneficiado do forte apoio do seu público, que apenas nos jogos da sua equipa se fazia sentir naquelas bancadas muito vazias...
Na outra ponta da tabela, a Nova Zelândia está a uma simples vitória de garantir o triunfo nas séries desta época, apesar de ainda faltar disputar o Londres Sevens...
Fique com o conjunto dos resultados de hoje, e o acasalamento das equipas para os primeiros jogos de amanhã.
PORTUGAL DESILUDE NO OITAVO TORNEIO DA ÉPOCA
A participação portuguesa em Glasgow foi mais uma desilusão para quem acompanha a nossa equipa nacional e vê, etapa após etapa, um conjunto de jogadores de enormes potencialidades, errarem continuamente em momentos chave, não apresentarem um plano de jogo, deixarem os observadores internacionais espantados com a sua evolução, e todo o conjunto ser alvo de comentários como este que aqui deixamos, e que reduz com cristalina limpidez a duas pequenas linhas aquilo que se passa:
There needs to be an overhaul from the top down, starting with management. Too much talent being wasted.
Fique com as fichas dos jogos de Portugal:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
3 de maio de 2013
GLASGOW SEVENS - O TORNEIO E OS LINCES
E já que Portugal corre o sério risco de se ver afastada da sua posição privilegiada, aconselhamos seriamente que não perca a oportunidade de ver os Linces em acção.
Porque, se perder a sua condição, vai passar muito tempo até que a equipa portuguesa volte a participar num torneio das Séries Mundiais, e com isso será afastada do convívio com os melhores, quem sabe por quanto tempo e com que desastrosas consequências para o rugby português.
Criar, para deixar morrer, é um estigma que atravessa o nosso rugby de sevens há dezenas de anos, e que, infelizmente, continua - mesmo que se esconda a incapacidade de construir e manter no topo, sob falsos pretextos de "prioridades" do rugby português.
Disso falaremos oportunamente, não é assunto que se deixe esquecido...
E não acontece apenas ao nível das nossas selecções de sevens, mas também dos nossos torneios.
Primeiro foi o Lisboa Sevens, que, depois de atingir enorme sucesso internacional (e nacional!) pelas mãos de um punhado de carolas, tendo em 1996 sido um os três Torneios de Qualificação para o Mundial de 1997 (veja aqui), não foi aproveitado pela FPR para que Lisboa se tornasse uma peça da máquina da IRB, nem, mais tarde, da FIRA - nunca uma edição dos torneios das Séries Mundiais, dos Campeonatos da Europa ou dos Grand Prix Sevens, teve lugar em Portugal, apesar dos excelentes resultados desportivos que se foram obtendo.Santa ilusão!
Passada a euforia da realização do Algarve Sevens, tudo se esfumou, e Portugal continua de fora da organização de qualquer etapa, por exemplo, do Grand Prix da FIRA, que este ano acabou por entregar uma das suas jornadas a Manchester, na Inglaterra, outra a Lyon na França e outra a Bucareste na Roménia - Lisboa, Algarve, Coimbra ou Porto, nem se ouviu falar, deixando que o torneio do Algarve em 2012, não passasse de um pequeno oásis no meio da infértil imaginação de quem pode e manda...
E se os circuitos mais importantes estão - segundo a óptica federativa - fora do nosso alcance, então organizem um torneio de selecções regionais peninsulares, convidem clubes especialistas na variante, enfim, façam qualquer coisa, mas não destruam o que outros construíram durante décadas de entrega absolutamente graciosa e desinteressada.
Enfim, amanhã vai começar o Glasgow Sevens!
E os Linces jogam a primeira partida às 13,04 horas, frente à Escócia, para voltarem a campo às 15,48 para defrontarem a Nova Zelândia, e terminarão o dia com o jogo frente a Inglaterra às 17,53 horas.
A tarefa é muito difícil, mas a verdade é que a nossa selecção de sevens consegue, por vezes, ultrapassar as melhores expectativas, e pode muito bem fazer boa figura na Escócia.
E embora sendo um feito assinalável, é possível que se consiga o apuramento para a Cup, a competição principal do torneio.
Além disso há um tabu em jogo - a invencibilidade da Nova Zelândia frente a Portugal - que um dia vai ser quebrado. Quem sabe não será agora?
Recorde-se que na presente época Portugal defrontou a Escócia em quatro ocasiões, com uma vitória em Hong Kong (Austrália 0-33, Wellington 17-19, Las Vegas 10-12, Hong Kong 27-21), defrontou a Inglaterra por três vezes com uma vitória (Las Vegas 21-5, Hong Kong 7-22, Tóquio 0-40), e a Nova Zelândia em apenas uma ocasião (Dubai 7-28)
Apesar das três derrotas com a Escócia notou-se um certo equilíbrio entre as duas equipas, e das duas derrotas contra a Inglaterra a de Tóquio foi num domingo(...), restando os All Blacks para vencer este ano.
Então podemos dizer que a passagem para as finais do principal troféu é o maior objectivo do dia, e que vencer a Nova Zelândia será o objectivo secundário...
Veja o frente a frente com os adversários dos portugueses no primeiro dia da prova.
E fique com o quadro completo dos jogos do dia, em Glasgow.
2 de maio de 2013
A TAREFA DOS LINCES
RUGBY EM PORTUGAL
Ao chegar à última dupla etapa do Circuito Mundial, Portugal enfrenta uma situação que poderia e deveria ter sido evitada.
Na verdade, após sete torneios os Linces não conseguiram melhor que uma penúltima posição, a 12 pontos dos adversários mais próximos, e apenas com um torneio por disputar, antes de se decidirem quais são as três equipas que terão que disputar o torneio de competência de Londres.
Mas dizemos que a situação poderia ter sido evitada com base no que a equipa soube fazer em três dos sete sábados, já que o seu comportamento nos domingos (todos os domingos!) foi apenas miserável - 14 jogos, 14 derrotas!
Nos três sábados referidos, Portugal conseguiu o apuramento para a Cup, o que prova que os Linces podem e sabem defrontar e vencer (quase) todas as equipas que participam na prova.
E se em algumas situações devem ser pedidas responsabilidades à equipa técnica e aos próprios jogadores, no que diz respeito aos torneios de Wellington e Las Vegas, é a própria política da FPR que deve ser questionada.
Voltaremos a esta questão em tempo oportuno, mas queremos que fique bem registada a nossa total discordância com o que tem sido feito desde que a actual direcção federativa tomou as rédeas do poder, em matéria de sevens (entre outras...).
Mas queremos ainda dizer que se a representação portuguesa nos dois torneios referidos, tivesse sido escolhida com o devido cuidado, provavelmente Portugal estaria agora em pé de igualdade, pelo menos, com os referidos adversários directos, e poderia mesmo ter assegurado a vantagem de que necessitava para garantir um lugar entre as 12 melhores equipas.
Em ano de Mundial, com os qualificativos dos Jogos Olímpicos a chegarem, era necessário ter-se dado a maior importância aos sevens, variante onde ombreamos com os melhores, para que não se tivesse chegado à actual situação.
Independentemente do valor dos nossos atletas, a missão que os Linces enfrentam em Glasgow é praticamente uma Missão Impossível, mas neste caso sem truques de cinema para resolver as questões.
Para conseguir garantir a presença como Core Team, Portugal teria que conseguir o apuramento para a Cup, e depois, no segundo dia de prova, assegurar pelo menos a participação numa meia final, o que nunca aconteceu na história dos sevens de Portugal.
Isto enquanto Estados Unidos e Escócia teriam que ficar pela discussão do Shield, e perderem!
A participação numa meia final da Cup garante pelo menos 15 pontos na tabela, e as duas últimas posições são recompensadas com um ponto de consolação.
Como os nossos directos adversários somam mais 12 pontos que nós, é clara a situação e o futuro da equipa - o torneio de competência que se disputará em Londres uma semana depois de Glasgow.
Veja o ranking actual e a tabela de atribuição de pontos em cada torneio.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
Ao chegar à última dupla etapa do Circuito Mundial, Portugal enfrenta uma situação que poderia e deveria ter sido evitada.
Na verdade, após sete torneios os Linces não conseguiram melhor que uma penúltima posição, a 12 pontos dos adversários mais próximos, e apenas com um torneio por disputar, antes de se decidirem quais são as três equipas que terão que disputar o torneio de competência de Londres.
Mas dizemos que a situação poderia ter sido evitada com base no que a equipa soube fazer em três dos sete sábados, já que o seu comportamento nos domingos (todos os domingos!) foi apenas miserável - 14 jogos, 14 derrotas!
Nos três sábados referidos, Portugal conseguiu o apuramento para a Cup, o que prova que os Linces podem e sabem defrontar e vencer (quase) todas as equipas que participam na prova.
E se em algumas situações devem ser pedidas responsabilidades à equipa técnica e aos próprios jogadores, no que diz respeito aos torneios de Wellington e Las Vegas, é a própria política da FPR que deve ser questionada.
Voltaremos a esta questão em tempo oportuno, mas queremos que fique bem registada a nossa total discordância com o que tem sido feito desde que a actual direcção federativa tomou as rédeas do poder, em matéria de sevens (entre outras...).
Mas queremos ainda dizer que se a representação portuguesa nos dois torneios referidos, tivesse sido escolhida com o devido cuidado, provavelmente Portugal estaria agora em pé de igualdade, pelo menos, com os referidos adversários directos, e poderia mesmo ter assegurado a vantagem de que necessitava para garantir um lugar entre as 12 melhores equipas.
Em ano de Mundial, com os qualificativos dos Jogos Olímpicos a chegarem, era necessário ter-se dado a maior importância aos sevens, variante onde ombreamos com os melhores, para que não se tivesse chegado à actual situação.
Independentemente do valor dos nossos atletas, a missão que os Linces enfrentam em Glasgow é praticamente uma Missão Impossível, mas neste caso sem truques de cinema para resolver as questões.
Para conseguir garantir a presença como Core Team, Portugal teria que conseguir o apuramento para a Cup, e depois, no segundo dia de prova, assegurar pelo menos a participação numa meia final, o que nunca aconteceu na história dos sevens de Portugal.
Isto enquanto Estados Unidos e Escócia teriam que ficar pela discussão do Shield, e perderem!
A participação numa meia final da Cup garante pelo menos 15 pontos na tabela, e as duas últimas posições são recompensadas com um ponto de consolação.
Como os nossos directos adversários somam mais 12 pontos que nós, é clara a situação e o futuro da equipa - o torneio de competência que se disputará em Londres uma semana depois de Glasgow.
Veja o ranking actual e a tabela de atribuição de pontos em cada torneio.
Foto: IRB/Martin Seras Lima
1 de maio de 2013
LINCES EM GLASGOW COM AUSÊNCIAS DE PESO
LINCES EM ACÇÃO
Já viajou para Glasgow a selecção nacional de sevens que vai tentar a impossível fuga ao torneio de competência de Londres, uma semana depois, na tentativa de permanecer como equipa residente do Circuito Mundial
Da equipa que viajou notam-se algumas ausências de peso, nomeadamente do capitão Frederico Oliveira e de Duarte Moreira, sabendo nós que o capitão se encontra lesionado, com uma fractura na mão, mas não nos foi possível apurar a razão da ausência de Moreira, apesar de termos procurado obter essa informação.
Mais uma vez chamamos a atenção da FPR para a absoluta inutilidade de esconder informações - mais cedo ou mais tarde se vai saber - e da falta de consideração pelos adeptos nacionais que ficam assim sujeitos a viver do boato e das suposições, com toda a carga negativa que isso atrai consigo.
Não seria natural que se explicasse as razões das ausências de dois dos melhores jogadores nacionais, indiscutíveis na equipa - pelo menos desses -, que se estabelecesse uma relação de parceiros com o público?
Assim não é de espantar que nos grande encontros internacionais dos Lobos, em Lisboa, haja um completo alheamento de quem assiste, em relação a quem joga...
Enfim, diz o ditado que burro velho não aprende línguas, e assim está a comunicação da FPR - velha e sem dar sinais de aprender.
Uma estreia absoluta na selecção (Tomas Appleton), uma estreia na época (Francisco Appleton) e os regressos de Martim Bettencourt e Manuel Murteira, (dois torneios cada um nesta época) e Luis Sousa (quatro torneios esta época) preenchem as vagas de Pedro Bettencourt, Nuno Penha e Costa e Nuno Sousa Guedes (em relação a Hong Kong/Tóquio), além dos já referidos Frederico Oliveira e Duarte Moreira.
Ou seja, em relação aos últimos torneios são cinco as alterações.
Fique com a lista dos jogadores:
Já viajou para Glasgow a selecção nacional de sevens que vai tentar a impossível fuga ao torneio de competência de Londres, uma semana depois, na tentativa de permanecer como equipa residente do Circuito Mundial
Da equipa que viajou notam-se algumas ausências de peso, nomeadamente do capitão Frederico Oliveira e de Duarte Moreira, sabendo nós que o capitão se encontra lesionado, com uma fractura na mão, mas não nos foi possível apurar a razão da ausência de Moreira, apesar de termos procurado obter essa informação.
Mais uma vez chamamos a atenção da FPR para a absoluta inutilidade de esconder informações - mais cedo ou mais tarde se vai saber - e da falta de consideração pelos adeptos nacionais que ficam assim sujeitos a viver do boato e das suposições, com toda a carga negativa que isso atrai consigo.
Não seria natural que se explicasse as razões das ausências de dois dos melhores jogadores nacionais, indiscutíveis na equipa - pelo menos desses -, que se estabelecesse uma relação de parceiros com o público?
Assim não é de espantar que nos grande encontros internacionais dos Lobos, em Lisboa, haja um completo alheamento de quem assiste, em relação a quem joga...
Enfim, diz o ditado que burro velho não aprende línguas, e assim está a comunicação da FPR - velha e sem dar sinais de aprender.
Uma estreia absoluta na selecção (Tomas Appleton), uma estreia na época (Francisco Appleton) e os regressos de Martim Bettencourt e Manuel Murteira, (dois torneios cada um nesta época) e Luis Sousa (quatro torneios esta época) preenchem as vagas de Pedro Bettencourt, Nuno Penha e Costa e Nuno Sousa Guedes (em relação a Hong Kong/Tóquio), além dos já referidos Frederico Oliveira e Duarte Moreira.
Ou seja, em relação aos últimos torneios são cinco as alterações.
Fique com a lista dos jogadores:
7 de maio de 2012
GLASGOW - NOVA ZELÂNDIA MAIS ISOLADA NA FRENTE
A VITÓRIA DA NOVA ZELÂNDIA SOBRE A INGLATERRA por 29-14 confirmou a superioridade da equipa comandada por DJ Forbes, não apenas na Escócia, mas, sobretudo na classificação geral das Séries Mundiais.
As Ilhas Fiji, ao perderem nas meias finais com a Inglaterra (26-21), e apesar de terem conseguido ficar com o terceiro lugar ao derrotarem a Austrália por 31-17, ficaram mais longe do primeiro lugar e muito dificilmente vão conseguir ultrapassar em Londres os 11 pontos que as separam dos neozelandeses.
As Ilhas Fiji, ao perderem nas meias finais com a Inglaterra (26-21), e apesar de terem conseguido ficar com o terceiro lugar ao derrotarem a Austrália por 31-17, ficaram mais longe do primeiro lugar e muito dificilmente vão conseguir ultrapassar em Londres os 11 pontos que as separam dos neozelandeses.
6 de maio de 2012
GLASGOW SEVENS - DIA 2
É esta falta de consistência, este acumular de erros que não se compreende numa equipa com a história que Portugal já tem nos sevens.
Tem que se exigir mais e não se pode continuar a tapar o sol com uma peneira - há que ver onde está o erro e modificar, mesmo que para isso se tenha que proceder a algumas alterações de fundo.
Mas assim, não!
Continuamos a sofrer em cada jogo, a parecer uma equipa sem classe nem norte - exemplo disso foi a hesitação na formação, onde os jogadores pareciam não saber em que posição formar!
O que aconteceu na segunda parte, com os graves erros atacantes cometidos - um pontapé a seguir para as mãos dos franceses - que já estavam a usar um sweeper! - deu o ensaio da França, e na última jogada do jogo, contra seis franceses apenas, perde-se a bola num contato que não deveria ter acontecido, e os franceses vencem o jogo!
Fique com a ficha do jogo e nós voltaremos às 13,36 h para o Portugal-EUA.
Tem que se exigir mais e não se pode continuar a tapar o sol com uma peneira - há que ver onde está o erro e modificar, mesmo que para isso se tenha que proceder a algumas alterações de fundo.
Mas assim, não!
Continuamos a sofrer em cada jogo, a parecer uma equipa sem classe nem norte - exemplo disso foi a hesitação na formação, onde os jogadores pareciam não saber em que posição formar!
O que aconteceu na segunda parte, com os graves erros atacantes cometidos - um pontapé a seguir para as mãos dos franceses - que já estavam a usar um sweeper! - deu o ensaio da França, e na última jogada do jogo, contra seis franceses apenas, perde-se a bola num contato que não deveria ter acontecido, e os franceses vencem o jogo!
Fique com a ficha do jogo e nós voltaremos às 13,36 h para o Portugal-EUA.
5 de maio de 2012
GLASGOW 7'S COM FAVORITOS NA LIDERANÇA
A NOVA ZELÂNDIA E AS ILHAS FIJI confirmaram a sua condição de candidatos à coroa do Circuito, terminando na liderança dos seus grupos de apuramento, e garantindo cada um, desde já, pelo menos 10 pontos na tabela classificativa geral.
Com as oito melhores equipas a continuarem a ser as melhores, registe-se no entanto a vitória do País de Gales sobre a África do Sul por 17-5, por ter sido a primeira que os galeses conseguiram sobre os africanos, nas 28 vezes em que as duas equipas se encontraram na Séries Mundiais.
Com as oito melhores equipas a continuarem a ser as melhores, registe-se no entanto a vitória do País de Gales sobre a África do Sul por 17-5, por ter sido a primeira que os galeses conseguiram sobre os africanos, nas 28 vezes em que as duas equipas se encontraram na Séries Mundiais.
GLASGOW 7'S - PORTUGAL PERDE DOIS E GANHA UM
PORTUGAL TERMINA O PRIMEIRO DIA EM GLASGOW com uma vitória frente ao Zimbabwe por 24-14, resultado que não esconde as deficiências defensivas dos Linces, nem revela nenhuma melhoria em relação aos torneios de Hong Kong ou Tóquio.
Na verdade a equipa no conjunto esteve apagada, cumpriu no ataque, apesar de um indesculpável passe para intercepção que deu ensaio aos africanos, e na defesa fez demasiados erros.
Faltas de atenção, como num pontapé livre concedido numa formação por atrasar a introdução, três ou quatro penalidades por não manter os pés no chão, no contato, um fora de jogo na formação...enfim, que me desculpem, mas parecia uma equipa de segunda categoria em campo, e que mereceu do comentador inglês a seguinte apreciação "é esta a diferença entre as equipas de topo e as equipas emergentes..."
Não posso estar mais de acordo!
A única coisa verdadeiramente boa na equipa lusitana, foram as sucessivas exibições de Pedro Leal, a distribuir, e furar, a ler o jogo e a procurar a solução!
O melhor português no conjunto, e em cada um dos jogos!
Amanhã para os quartos de final da Bowl (Terrina), os Linces defrontam a França às 10,52 h
SEGUNDA DERROTA FRENTE ÀS FIJI por 5-28 deixam apenas a esperança de uma boa exibição no último jogo do dia, frente ao Zimbabwe, às 17,09 h.
UMA DERROTA FRENTE À ARGENTINA por 5-17 marca a estreia dos Linces em Glasgow, num jogo marcado por algumas fraquezas defensivas portuguesas e demasiadas faltas no chão.
E o jogo acaba por ser marcado por uma desatenção provocada por uma desnecessária reclamação contra a arbitragem, que custou o segundo ensaio argentino - são os maus hábitos lusitanos a pregarem as suas partidas...
Fique com a Ficha do Jogo, sabendo que Portugal volta ao campo às 14,42 h contra um dos grande favoritos do fim de semana, as Ilhas Fiji.
Na verdade a equipa no conjunto esteve apagada, cumpriu no ataque, apesar de um indesculpável passe para intercepção que deu ensaio aos africanos, e na defesa fez demasiados erros.
Faltas de atenção, como num pontapé livre concedido numa formação por atrasar a introdução, três ou quatro penalidades por não manter os pés no chão, no contato, um fora de jogo na formação...enfim, que me desculpem, mas parecia uma equipa de segunda categoria em campo, e que mereceu do comentador inglês a seguinte apreciação "é esta a diferença entre as equipas de topo e as equipas emergentes..."
Não posso estar mais de acordo!
A única coisa verdadeiramente boa na equipa lusitana, foram as sucessivas exibições de Pedro Leal, a distribuir, e furar, a ler o jogo e a procurar a solução!
O melhor português no conjunto, e em cada um dos jogos!
Amanhã para os quartos de final da Bowl (Terrina), os Linces defrontam a França às 10,52 h
SEGUNDA DERROTA FRENTE ÀS FIJI por 5-28 deixam apenas a esperança de uma boa exibição no último jogo do dia, frente ao Zimbabwe, às 17,09 h.
UMA DERROTA FRENTE À ARGENTINA por 5-17 marca a estreia dos Linces em Glasgow, num jogo marcado por algumas fraquezas defensivas portuguesas e demasiadas faltas no chão.
E o jogo acaba por ser marcado por uma desatenção provocada por uma desnecessária reclamação contra a arbitragem, que custou o segundo ensaio argentino - são os maus hábitos lusitanos a pregarem as suas partidas...
Fique com a Ficha do Jogo, sabendo que Portugal volta ao campo às 14,42 h contra um dos grande favoritos do fim de semana, as Ilhas Fiji.
3 de maio de 2012
SÉRIES MUNDIAIS - LINCES PRESENTES NAS DUAS FINAIS
PORTUGAL VAI ESTAR PRESENTE nas duas últimas etapas das Séries Mundiais de Sevens, que terão lugar em Glasgow e Londres, a primeira já neste final de semana.
Recorde-se que Portugal ganhou o direito a fazer parte do conjunto das 15 equipas residentes do Circuito, na sua participação do Hong Kong Sevens disputado no passado mês de Março, o que significa que na época 2012-13, os Linces estarão presentes nos 10 torneios que vão compor o Circuito Mundial.
Recorde-se que Portugal ganhou o direito a fazer parte do conjunto das 15 equipas residentes do Circuito, na sua participação do Hong Kong Sevens disputado no passado mês de Março, o que significa que na época 2012-13, os Linces estarão presentes nos 10 torneios que vão compor o Circuito Mundial.
1 de abril de 2012
TÓQUIO 7'S - AUSTRÁLIA SURPREENDE
A AUSTRÁLIA SURPREENDEU TODO O MUNDO e venceu o Tóquio 7's depois de bater na final a Samoa - outra surpresa - por 28-26.
Esta foi a primeira presença numa final, esta época, dos Wallabies, que subiram 22 pontos no ranking, mas não conseguiram ultrapassar nenhum dos seus adversários na tabela geral, enquanto a Samoa que disputou a sua segunda final da época - venceu em Las Vegas - acrescentou 19 pontos na sua classificação, mas continua na quinta posição.
Esta foi a primeira presença numa final, esta época, dos Wallabies, que subiram 22 pontos no ranking, mas não conseguiram ultrapassar nenhum dos seus adversários na tabela geral, enquanto a Samoa que disputou a sua segunda final da época - venceu em Las Vegas - acrescentou 19 pontos na sua classificação, mas continua na quinta posição.
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