O problema central do rugby Argentino em 2013 foi a incapacidade de enfrentar os adversários e derrotá-los.
As explicações para isso foram variados, mas uma diferença fundamental foi que a Argentina teve pouco ou nenhum controle sobre os seus jogadores.
A África do Sul, Austrália, Inglaterra, Nova Zelândia e País de Gales, por outro lado, tiveram controle absoluto ou muito significativo.
Agustín Pichot está em vias de alterar esta realidade e as mudanças vão ter efeito entre 2014 e 2016.













