Tem início
este fim de semana o ciclo da última oportunidade da selecção nacional
portuguesa de chegar ao seu segundo Mundial.
Agora
sob a direcção técnica de Frederico de
Sousa, que soube traçar o seu caminho de treinador adjunto a treinador
principal, a tarefa não é fácil, e segue-se ao consulado de Errol Brain, que foi
despedido da FPR de uma forma no mínimo “pouco delicada”.
Mas afinal qual
foi o comportamento relativo da equipa comandada pelo neozelandês?














