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3 de dezembro de 2017

DUBAI SEVENS TERMINA COM ÁFRICA DO SUL NO COMANDO

Enquanto no Torneio International Invitation o Samurai não conseguiu chegar à final, embora tenha vencido a equipa de Desenvolvimento da França nos quartos de final por 22-14, a grande vencedora do final de semana foi a África do Sul, que venceu na final da primeira etapa do Circuito Mundial a Nova Zelândia por 24-12.

A Inglaterra assegurou o terceiro lugar do Dubai Sevens, derrotando a Fiji por 28-21, enquanto a Austrália derrotou a Samoa por 22-17 assegurando o quinto lugar na prova.
Quénia e Escócia completaram o lote das equipas que disputaram a Cup, e na final do Challenge Trophy (9º lugar) a França bateu a Espanha por 21-12.

2 de dezembro de 2017

SAMURAI DEFRONTA EQUIPA DE DESENVOLVIMENTO DA FRANÇA

Samurai apurado para a fase eliminatória, apesar de uma derrota frente à Academia de Sevens da África do Sul (7-31), mas com vitórias frente ao Monaco IMPI (33-10) e ao Canada Maple Leafs (29-7), e vai defrontar hoje nos quartos de final a equipa de desenvolvimento da França às 12,40 horas locais.

"Foi um bom primeiro dia, o jogo com a Academia da África do Sul foi equilibrado mas eles treinam e jogam juntos todos os dias e conhecem-se bem, tendo aproveitado os nossos erros", disse-nos Pedro Leal, para quem as equipas que se mostraram mais fortes neste primeiro dia foram os Froggies, a Irlanda, o Kukri Cobra Select e a Alemanha, apesar de não ter sido apurada.

30 de novembro de 2017

PORTUGUESES JOGAM O DUBAI INTERNATIONAL INVITATION SEVENS

Quatro jogadores portugueses foram convidados e aceitaram representar o Samurai International RFC que vai disputar o Torneio Internacional de Convites que se disputa esta quinta e sexta feira, num enorme evento que tem como ponto mais alto o Dubai Sevens, jornada inaugural do Circuito Mundial de Sevens.

O Torneio International de Convites pode classificar-se em termos de importância imediatamente a seguir ao Dubai Sevens do Circuito Mundial, mas o evento no Dubai é muito mais do que isso, pois envolve apenas 17 torneios de sevens diferentes, em que participam 281 equipas, ou seja, mais de 3.000 jogadores...

6 de dezembro de 2014

ÁFRICA DO SUL VENCE DUBAI, FIJI MANTÉM LIDERANÇA DO RANKING

Portugal terminou a sua participação no Dubai Sevens com uma vitória sobre o Brasil por 19-0, e uma derrota frente à poderosa Samoa por 14-19, cumprindo o seu principal objectivo do fim de semana, que passava pelo aumento da vantagem que trazia da primeira etapa, sobre o trio composto pelo Canadá, Quénia e Japão, em termos do ranking geral da competição.

Na verdade, e depois deste Torneio do Dubai, Portugal segue no 12º lugar com 10 pontos, seguido do Canadá 13º com seis, Quénia 14º com quatro e Japão 15º com dois, e manteve a distância para os Estados Unidos (11º com 13 pontos) mas viu a Escócia fugir para a 9ª posição com 17 pontos e ficou mais distante da França que manteve o 10º posto, mas aumentou a vantagem em relação aos Linces para quatro pontos.

5 de dezembro de 2014

LINCES ACORDAM TARDE MAS PARECEM DECIDIDOS!

Depois de um fraco começo contra a África do Sul (derrota por 36-0), Portugal soube reagir, corrigiu erros e atitude e melhorou já no segundo jogo frente ao País de Gales (derrota por 26-21), para terminar com uma excelente vitória sobre o Canadá por 26-7.

Na verdade só neste último jogo - que era de extrema importância para evitar a qualificação para a Cup dos canadenses - os Linces apareceram com uma atitude de verdadeiros campeões, e é justo destacar o trabalho de Pedro Leal nessa transformação, em dois momentos chave da partida.

NAS MULHERES A NOVA ZELÂNDIA VENCE NO DUBAI

A Nova Zelândia venceu o Dubai 7's em mulheres, ao bater na final a Austrália por 19-17, começando assim da melhor forma o Circuito Mundial Feminino, desforrando-se da derrota sofrida neste mesmo Torneio no ano passado, frente ao mesmo adversário (27-35).

Recorde-se que as neo-zelandesas são as campeãs em título do Circuito, depois de terem vencido três das cinco etapas em que se repartiu a competição em 2013-2014, e com 96 pontos no ranking final, contra 90 das australianas (Veja aqui).

4 de dezembro de 2014

FRANÇA E FIJI CONSEGUEM PASSAR À CUP ENTRE AS MULHERES

Espanha foi a única das sete melhores do ranking a não conseguir o apuramento para os quartos de final, e Fiji e França melhoraram e estão entre as oito primeiras.

China, África do Sul e Brasil confirmaram ser as equipas menos preparadas das 12 presentes no Dubai, e juntamente com a Espanha vão discutir a Bowl, enquanto Nova Zelândia, Austrália e Inglaterra, só com vitórias, se perfilam como principais candidatas à conquista do troféu principal.

LINCES ATACAM DUBAI APÓS PERÍODO DE BOA PREPARAÇÃO

Portugal disputa a partir de amanhã - bem cedinho em Lisboa - a segunda etapa do Circuito Mundial de Sevens, no Dubai, após um período prolongado de preparação, em que todas as condições foram postas à disposição dos jogadores, agora compondo um grupo claramente separado dos Lobos - Selecção Nacional de XV - e que tem objectivos bem definidos para a presente época desportiva.

CIRCUITO MUNDIAL FEMININO DE SEVENS COMEÇA HOJE NO DUBAI

O fim de semana no Dubai não é apenas a segunda etapa do Circuito Mundial de Sevens masculino, mas também a primeira etapa do Circuito feminino, ou World Rugby Women Sevens Series, que se disputa este ano pela segunda vez, e que inclui mais uma etapa que no ano passado.

Este ano o Circuito feminino é composto por seis etapas, começando agora no Dubai, seguindo-se, já em 2015, o Brasil (7/8 de Fevereiro), Estados Unidos (14/15 de Março), Canadá (18/19 de Abril), Inglaterra (15/16 de Maio) e, finalmente, Holanda (22/23 de Maio).

1 de dezembro de 2013

DUBAI SEVENS - FIJI EM GRANDE DÁ LIÇÃO AOS ALL BLACKS

Como dizia o locutor britânico da TV, o domínio da Fiji sobre a Nova Zelândia parecia um tsunami!

Oito ensaios sem resposta, um resultado final de 44-0, a maior derrota de sempre dos All Blacks Sevens, e um absoluto domínio, reduziu os campeões do mundo a uma equipa vulgar...

(Desta vez Sir Gordon Tiejtens e seus jogadores experimentaram o tratamento que, normalmente, são eles a dar!)

29 de novembro de 2013

ERROS INDESCULPÁVEIS TIRAM PORTUGAL DA CUP

Começou mal a equipa portuguesa na sua participação no Dubai Sevens.

E dizemos "começou" por duas razões: primeiro porque perdeu o primeiro jogo e depois porque esteve mal logo no pontapé de saída.

Nos sevens mais do que no XV, os erros pagam-se caros, raramente ao erro de um se segue a salvação por outro, tudo é feito de pormenores, de pequenos detalhes.

Houve quatro pontapés de meio campo, um no início de cada parte e um após cada ensaio do segundo tempo - dois para cada lado.

28 de novembro de 2013

DUBAI A BUSCA POR UM LUGAR AO SOL

Depois do aperitivo da Austrália, regressam os sevens da IRB, com a dupla jornada do Dubai e Port Elizabeth, onde as posições se vão começar a definir, sabendo-se já que no final deste ano não haverá torneio de competência entre as últimas equipas residentes e as melhores das candidatas a um lugar ao sol, mas teremos sim o rebaixamento automático da pior das 15 residentes, substituído pela melhor das candidatas.

Nunca é demais lembrar que a participação no Circuito Mundial é - na prática - uma obrigação para as equipas que ambicionam estar no Rio de Janeiro em 2016, onde apenas 11 equipas (mais o Brasil) terão lugar, apesar de ainda não ser conhecida a forma final do apuramento para os Jogos Olímpicos.

2 de dezembro de 2012

SAMOA VENCE DUBAI E NOVA ZELÂNDIA LIDERA RANKING

Das três equipas que venceram Portugal no Dubai, duas estiveram na final principal, saindo Samoa com a coroa da prova, ao bater a Nova Zelândia por 26-15, mas os All Blacks Sevens passaram para a liderança do ranking das Séries Mundiais, com seis pontos de avanço em relação a um trio de perseguidores composto pela própria Samoa, Quénia e Fiji,vencedora da primeira jornada em Gold Coast.

De Portugal já falámos anteriormente, mas nunca é demais repetir que o primeiro dia da sua participação no Dubai 7's foi (quase) perfeito, em especial as exibições contra a África do Sul e Inglaterra - se não tivessem sido alguns momentos menos bons no primeiro jogo, a vitória contra Samoa poderia ter acontecido, sim senhor!

Infelizmente no segundo dia de prova as coisas já não correram tão bem, mas o 7º/8º lugar conseguido entra no Top-5 dos resultados de Portugal nas suas participações nas Séries mundiais, em igualdade com Hong Kong 2011 e Londres 2009, e apenas superada em George 2008 (África do Sul) e Londres 2009 quando atingimos a final da Plate.

As grandes decepções de Dubai morreram nas garras dos Linces (África do Sul e Inglaterra), mas Austrália e Argentina também se viram forçadas a disputar a Bowl e a Shield - competições menores para tão nobres equipas...

Além de Portugal, outra das novas core teams (o Canadá) conseguiu chegar ao grupo principal - onde venceu os Lobos...- assim como o País de Gales que em Gold Coast não tinha conseguido melhor que as semi finais da Bowl.
Ou seja, três das oito finalistas (Portual, 15ª, Gales e Canadá, 11ª/12ª em Gold Coast) subiram este ano pela primeira vez ao grupo da Cup, em substituição de Argentina (5ª), Austrália (7ª) e África do Sul (3ª).
A Inglaterra ficou no grupo menor pela segunda vez este ano...

Fique com os resultados completos do segundo dia de provas:


Voltando à equipa portugesa, vamos publicar dois quadros - um relativo ao Dubai e outro acumulado na época - com os jogadores participantes, jogos que disputaram, pontos que marcaram e registo criminal.


Foto: IRB/Martin Seras Lima

1 de dezembro de 2012

SALDO POSITIVO PARA A PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA

A participação de Portugal no Dubai Sevens foi bastante positiva, pese embora um segundo dia só com derrotas, depois de perdermos nas meias finais da Plate frente ao Canadá por 7-28.

Foi um castigo pesado para os Linces, embora a este nível esta seja a consequência natural de erros que se cometem, faltas que não se deveriam cometer...

Não basta atitude, é necessário acertar, não perder a posse da bola, não defender com suavidade...
Uma falha individual paga-se cara, e uma doçura na defesa geralmente dá a continuidade da posse da bola ao adversário, em posição de vantagem numérica...

O Sevens - como o XV - é um jogo eminentemente de equipa, onde as falhas individuais se pagam caras, mas onde um jogador de grande classe, como o Pedro Leal é, faz a diferença.
Hoje, com a sua ausência, que julgamos ficar a dever-se a alguma lesão, Portugal esteve em desvantagem.

A FPR continua a sua política de silêncio, não dando qualquer justificação do que se vai passando, e deixando todos os que se interessam pela nossa equipa nacional na mais absoluta ignorância de tudo o que não é transmitido por outros organismos, como a IRB.
Só gostava de entender porque isso acontece...

Há mais alguma lesão na equipa? A lesão de Leal vai impedi-lo de jogar em Port Elizabeth? Quando e em que circunstâncias se lesionou o nosso playmaker?

O rugby é um jogo de equipa de equipa, mas não é razoável que não se explique ao público o que se passa com a ausência do nosso melhor jogador da variante, de todos os tempos.

Portugal já teve grandes jogadores de sevens, de que se destaca o conjunto do Cascais nos anos 80/90, mas a verdade é que nenhum deles foi tão completo como o pequeno Leal - joga à mão, joga com os pés, chuta aos postes, distribui jogo, lê o que se passa e toma decisões, ataca e defende...

A sua falta na equipa pode explicar algumas coisas, como é natural, nestas duas derrotas do segundo dia de competição, mas não pode servir de desculpa para duas exibições que nada têm a ver com as que ontem foram produzidas.

E é isto que se exige de uma equipa: que consiga resolver os problemas gerados pela ausência do seu melhor jogador, tendo embora consciência que o nível geral terá que baixar sem ele.

E Portugal não foi capaz de o fazer.

Também não serve de consolação dizermos que o mesmo aconteceu a outras equipas, com a ausência de alguns dos seus mais influentes elementos - nomeadamente à Inglaterra e à África do Sul - pois ninguém no seu perfeito juízo retirará mérito às duas brilhantes vitórias conseguidas ontem frente a esses mesmos adversários, e nós também não vamos utilizar esse cliché de termos perdido porque fulano não jogou...

Perdemos porque não soubemos aproveitar as oportunidades que tivemos, a posse de bola de que desfrutámos, cometendo erros técnicos individuais imperdoáveis, e faltas absolutamente infantis, em sucessão.
Perdemos porque os adversários simplesmente foram melhores do que nós e nós não tivemos capacidade para contrariar essa superioridade.

No primeiro dia marcámos oito ensaios, tantos quantos sofremos, e hoje sofremos também oito, mas não marcámos mais do que três. E ponto final.

Mas apesar de um dia fraco, a participação no Dubai Sevens foi positiva, sim.
Bastariam os resultados dos jogos do primeiro dia para o podermos afirmar, mas temos outros motivos para o fazer.

As exibições de ontem dos Linces foram muito superiores ao que têm produzido nos últimos meses, diria mesmo em toda a época anterior e início desta, a concentração dos jogadores foi muita, a sua determinação também.

Os novos jogadores conseguiram entrar na equipa sem que fosse possível perceber (ou quase...) a sua falta de experiência.

E os jogadores mais velhos - de que destacamos Pedro Leal e também Gonçalo Foro - até pareciam mais novos...

Foi bom ver a equipa jogar, e mesmo se os resultados tivessem tombado para os adversários, se poderia dizer o mesmo.

Claro está que é justo também fazer uma referência a Frederico de Sousa, afinal o primeiro responsável pela equipa, na derrota mas também na vitória.

Reconhecendo embora que também o treinador melhorou, aprendeu com o andamento da equipa, não podemos embandeirar em arco e pensar que tudo está resolvido.
Longe disso, mas não nos alargamos hoje na análise dessa questão, até porque não seria justo fazê-lo, num fim de semana em que todos estão de parabéns.

Vamos esperar pelo próximo torneio para saber se esta melhoria, verificada no primeiro dia de prova, se mantém, se a equipa começa a ter uma outra consistência, e - no caso de Pedro Leal continuar impedido - se o conjunto nacional é ou não capaz de reagir à ausência do seu mais destacado elemento.

Fiquem com a Ficha do Jogo contra o Canadá, último de Portugal do Dubai 7's 2012.


Fotos: Jorge Ferrari

PORTUGAL PERDE COM ALL BLACKS NA CUP

Os Linces foram derrotados pela Nova Zelândia por 7-28 nos quartos de final da Cup, e defronta nas meias finais da Plate o Canadá, que perdeu com o Quénia.

Seria um jogo sem história, não fosse a ausência de Pedro Leal que ficamos sem saber se se ficou a dever a uma decisão tática, ou a alguma lesão do grande jogador lusitano, contraída após os jogos de ontem.

De qualquer forma é clara a diferença que Leal faz na equipa, que, sem ele, perde metade do brilho.

Nesta apreciação não está em causa o valor dos restantess Linces, mas apenas a justa referência a um dos melhores jogadores de sevens da actualidade.

O jogo até começou bem para os portugueses que viram o árbitro conceder a Diogo Miranda um ensaio que não chegou a ser - e que depois Diogo converteu com categoria - mas os All Blacks, calmamente forma subindo e marcando, acabando a primeira parte já na frente por 14-7.

A segunda parte prosseguiu no mesmo ritmo e nada a dizer quanto à vitória final da Nova Zelândia.

Fique com a ficha do jogo e os resultados dos quartos de final




30 de novembro de 2012

PORTUGAL GANHA E JOGA A CUP

No Dubai Sevens, Portugal tem experimentado alguns dos seus melhores resultados, como por exemplo ter batido a Inglaterra pela primeira vez na história, em 2010, e a África do Sul, também pela primeira vez, mais cedo nesta sexta-feira.

E agora, com uma nova vitória sobre a Inglaterra - positivamente arrancada a ferros! - os Linces voltam a disputar os quartos de final da Cup, a competição principal, coisa que já não acontecia desde Março de 2011, em Hong Kong, e antes disso, em Londres, em Maio de 2009.

O jogo com a Inglaterra começou bem, e Portugal marcou cedo por intermédio de Gonçalo Foro, e logo de seguida marcou de novo, pelas mãos de Frederico Oliveira, que Pedro Leal transformou, pondo o resultado em 12-0.
O resultado era mais que justo, mas os ingleses conseguiram, ainda antes do final do primeiro tempo, reduzir para 12-7, resultado com que se atingiria o intervalo.

Os Linces regressaram bem do descanso e voltaram a marcar, por intermédio de Duarte Moreira, com transformação de Leal, conseguindo um resultado que parecia suficiente para garantir vitória - 19-7.

Mas os ingleses não se conformaram e reagiram bem, marcando dois ensaios transformado, quase seguidos, passando para a frente com 21-19.

Portugal, no entanto, e contrariamente ao que vimos acontecer na Austrália, não se deixou abater, e só não voltou a marcar mesmo em cima do apito final, por obstrução de um inglês, que foi devidamente castigado com um cartão amarelo e uma penalidade em frente aos postes.

Desta vez, Pedro Leal não teve dúvidas e chutou para os três pontos, colocando Portugal na frente, com 22-21.

Quando todos pensávamos que o assunto estava resolvido, o árbitro utiliza uma linguagem gestual confusa, depois de ter consultado o bandeirinha, e Pedro leal entende que o recomeço do jogo seria através de um pontapé de penalidade, e não de um pontapé de recomeço, chutando a bola directamente para fora!

E quando os portugueses pensavam que o jogo estava arrumado, o árbitro diz que não senhor, não era penalidade, a bola não podia sair directa para fora!

E deu a posse à Inglaterra, que aproveitou e só não marcou por óbvia falha individual do portador da bola que, com o ensaio da vitória assegurado, fez um passe para fora de campo,e, acabou o jogo!

Ou seja, esta malta quer matar o papai!

No final, grande vitória de Portugal que assegura, mesmo antes do jogo final do grupo C, a passagem, como segunda classificada, aos quartos de final da Cup, onde irá defrontar a Nova Zelândia que acaba de vencer a Argentina, assegurando a primeira posição do grupo B.

O jogo será amanhã às 07,56 h da manhã (de Lisboa).

Fiquem com a ficha do jogo e (dentro de momentos - logo após o África do Sul-Samoa - faremos a inserção d)o quadro com os resultados finais e os primeiros jogos de amanhã.



VITÓRIA HISTÓRICA DERRUBA MAIS UM INTOCÁVEL

Vitória histórica de Portugal - a primeira de sempre contra a África do Sul - que teve uma excelente exibição contra uma das melhores equipas do mundo, na sequência do que já fizera contra Samoa, e corrigindo alguns dos defeitos que então apresentou.

Numa primeira parte de grande equilíbrio, pontuada aqui e ali por pormenores de grande nível, Pedro Leal - na verdade um dos melhores do mundo! - marcou um ensaio que transformou, e pôs Portugal à frente por 7-0.

Mas o melhor - para os corações fortes! - estava para vir no segundo tempo que começa com uma recuperação de bola no pontapé de recomeço por Frederico Oliveira, melhorando o que correu mal no primeiro jogo. 

Num contra ataque da África do Sul, quando todos pensavam que o rápido jogador dos blitzbockes já não deixaria escapar o ensaio, Gonçalo Foro, dando o exemplo, não desiste e vai buscar o sul africano - e pode-se dizer que foi aqui que começou a vitória portuguesa!

Portugal defende bem, mas é penalizado e a África do Sul acaba por chegar ao ensaio que o chutador por displicência não converte. 
Portugal sente então algumas dificuldades a sair a jogar do seu meio campo, e num passe mal calculado do jovem Vareta, a bola vai parar direitinha nas mãos de um adversário, Portugal ainda consegue defender em desespero a primeira fase, mas acaba mesmo por dar o segundo ensaio, novamente não convertido.

10-7 era o resultado com dois minutos para jogar. 
Era altura de utilizar o banco e entram DiogoMiranda, Adérito e Pedro Bettencourt, substituições que fariam toda a diferença no resultado final! 

Formação sul africana dentro dos 22 metros portugueses, Portugal defende várias fazes, até que numa placagem dois em um dos jovens Miguel Lucas e o recém entrado Pedro Bettencourt, arrancam uma penalidade, Adérito joga rápido bola para um lado, bola para o outro, ruck numa ponta, Pedro joga para o lado fechado, fixa dois adversários, solta para Adérito que só tem que mergulhar para a vitória!

Uf até aqui ficamos cansados!

Vejam a ficha do jogo


INGENUIDADE ENTREGA JOGO A SAMOA

Dois ensaios em pontapés de saída e um cartão amarelo na bola de jogo, entregaram o destino da partida nas mãos de Samoa, naquela que poderia ter sido uma excelente vitória para Portugal.

O jogo começou com um ensaio de Samoa no pontapé de saída, fruto duma deficiente colocação na recepção da bola, mas logo a seguir os Linces marcaram por José Vareta, com a transformação a bater no poste, para Francisco Vieira de Almeida dar a vantagem a Portugal, com um ensaio saído duma iniciativa de Vareta.

Leal colocou o marcador em 12-7, mas os samoanos responderam, ainda na primeira parte, com mais dois ensaios, dos quais o último voltou a resultar de um pontapé de saída.

Com 12-19 ao intervalo, Pedro Leal, no início da segunda parte teve um excelente momento e marcou um ensaio, que ele próprio transformou, e igualou a partida, tendo então o jogo entrado num período de equilíbrio, com a posse da bola a ser dividida, mas que acabou por permitir a Samoa marcar o seu terceiro ensaio e igualar o jogo a 19-19.

A menos de minuto e meio do final, Portugal perde uma oportunidade de manter a posse da bola com um falta, e Miguel Lucas, ao recuar, levou a bola com ele...Amarelo imediato, que Samoa aproveitou para transformar a vantagem numérica em vantagem no marcador.

Foi um bom início para Portugal, e não fossem as ingenuidades referidas, e os Linces poderiam ter conseguido outro resultado.

O próximo jogo de Portugal é às 11,06 h de Lisboa, contra a África do Sul.

Fiquem com a ficha do jogo.

29 de novembro de 2012

A BOLA JÁ MEXE NO 7HE SEVENS

A menos de 12 horas da estreia de Portugal no Dubai Sevens, é altura de sabermos com mais rigor como se desenrola o torneio e quais os portugueses que tem representado o nosso país nos últimos anos.

Como sabem este torneio faz parte das Séries Mundiais (ou Circuito Mundial) organizado anualmente pela IRB e que se iniciaram em 1999-2000.

Portugal participou pela primeira vez logo no ano seguinte, tendo disputado quatro dos torneios (Durban, Hong Kong, Londres e Cardiff), e começou da melhor maneira, vencendo a Bowl, depois de ter perdido dois jogos na Fase de Apuramento, mas vencendo todos os restantes jogos que disputou.

27 de novembro de 2012

OS LINCES JÁ PARTIRAM PARA O DUBAI

Os Linces já partiram para a primeira jornada dupla da época e para começar vão encontrar muitas dificuldades no Dubai, já que sendo a pior classificada no ranking das Séries Mundiais, depois da etapa da Austrália - a única já disputada esta época - ficaram no mesmo grupo que África do Sul, Samoa e Inglaterra.

Para se fazer ideia das dificuldades, note-se que Portugal já defrontou estas três equipas em 55 jogos, dos quais venceu 7 e perdeu os outros 48, sofrendo 1457 pontos, e marcando 501...

Dos adversários da fase inicial, a Inglaterra é aquela contra quem vencemos mais vezes (quatro em 22 jogos) e a África do Sul a única das três a quem nunca ganhámos, nas 17 vezes em que com ela já jogámos.


Para esta etapa dupla foram escolhidos 12 jogadores com experiências divididas em dois grupos - os que a têm em abundância e os que pouca têm.

A equipa é capitaneada por Frederico Oliveira, do CDUL, que já representou Portugal em 38 torneios, incluindo a etapa australiana das Séries desta época, e que segue escoltado por Pedro Leal e Adérito Esteves, ambos do Direito, e que representaram, cada um deles, a equipa das quinas em 54 torneios internacionais.
Pedro Leal é o verdadeiro cérebro da equipa, e, simultaneamente, o melhor marcador português nas Séries Mundiais, e Adérito Esteves tem sido considerado em diversas ocasiões como o mais perigoso jogador nacional, e quando está nos seus dias, é praticamente imparável.
Ainda no grupo dos jogadores com grande experiência internacional, viajaram para o Dubai Gonçalo Foro, do CDUL, que representou o nosso país em 38 torneios, e que não esteve na Austrália, e uma dupla do Belenenses com Duarte Moreira, com 29 torneios nas pernas, e Diogo Miranda, com 30 torneios na bagagem.

Todos estes seis jogadores têm um nível bem acima da média, estão absolutamente à vontade nestas andanças, conhecem os seus adversários como a palma das suas mãos, e em condições normais garantem uma qualidade à nossa equipa, que não anda longe da maioria das restantes equipas.

Depois, e já com alguma experiência adquirida em oito torneios disputados em 2011/12 - teve a sua primeira vez em Hong Kong - e os dois que os Linces disputaram já nesta época, o Safaricom no Quénia, e o Gold Coast na Austrália,
o jogador do Belenenses Francisco Vieira de Almeida é uma das maiores certezas da nova vaga do rugby nacional, para o que em muito contribuiu a estadia que fez na Nova Zelândia, juntamente com Vasco Fragoso Mendes.
João Lino do CDUL, que se estreou ainda na época passada, em Moscovo para o GPS da FIRA, e que já soma quatro torneios internacionais, incluindo os dois deste ano, encabeça uma lista de jogadores com pouca experiência internacional, composta ainda por Miguel Lucas, do Cascais, que representou Portugal no Quénia e na Austrália, este ano, e Pedro Bettencourt Ávila do CDUP, que já representou Portugal por uma vez, no Safaricom.
Finalmente a lista fica completa com dois estreantes, Nuno Sousa Guedes do CDUP, e José Vareta do Direito.

Dito isto, fácil é compreender que os resultados da nossa equipa vão depender muito da capacidade que os mais novos tiverem, para aguentar o ritmo e as exigências que os mais velhos saberão - espera-se - impôr.