António Guilherme Vidigal foi presidente do Caldas Rugby Clube durante 18 anos, depois de ter sido diretor da secção de rugby do Caldas Sport Clube por três anos, cargo que abandonou quando, com mais dois amigos, resolveu fundar em 1998 o atual clube de rugby das Caldas da Rainha, e embora esteja afastado de funções diretivas neste momento, continua atento e preocupado com a situação do nosso rugby, dando-nos aqui a sua visão sobre o momento que vivemos no rugby nacional.
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31 de janeiro de 2017
DESENVOLVIMENTO, COMPETIÇÕES E SELEÇÃO NACIONAL *
Temas de fulcral importância para o rugby nacional, o desenvolvimento e as competições são as pedras de toque do crescimento e da saúde de um desporto numa sociedade.
António Guilherme Vidigal foi presidente do Caldas Rugby Clube durante 18 anos, depois de ter sido diretor da secção de rugby do Caldas Sport Clube por três anos, cargo que abandonou quando, com mais dois amigos, resolveu fundar em 1998 o atual clube de rugby das Caldas da Rainha, e embora esteja afastado de funções diretivas neste momento, continua atento e preocupado com a situação do nosso rugby, dando-nos aqui a sua visão sobre o momento que vivemos no rugby nacional.
António Guilherme Vidigal foi presidente do Caldas Rugby Clube durante 18 anos, depois de ter sido diretor da secção de rugby do Caldas Sport Clube por três anos, cargo que abandonou quando, com mais dois amigos, resolveu fundar em 1998 o atual clube de rugby das Caldas da Rainha, e embora esteja afastado de funções diretivas neste momento, continua atento e preocupado com a situação do nosso rugby, dando-nos aqui a sua visão sobre o momento que vivemos no rugby nacional.
12 de julho de 2011
RUGBY NO OESTE PREPARA FUTURO
NUMA INICIATIVA INÉDITA EM PORTUGAL OS CLUBES DO OESTE UNIRAM-SE e vão palmilhar os caminhos do futuro em conjunto, a partir de agora.
Sem que haja a perca de identidade de cada clube por si, as três agremiações do Oeste – Marinha Grande, Caldas e Peniche – decidiram unir esforços, meios humanos e equipamentos e avançaram com um Plano de Desenvolvimento que tem todas as condições para se tornar num case study e servir de exemplo para outras regiões do país.
Sem que haja a perca de identidade de cada clube por si, as três agremiações do Oeste – Marinha Grande, Caldas e Peniche – decidiram unir esforços, meios humanos e equipamentos e avançaram com um Plano de Desenvolvimento que tem todas as condições para se tornar num case study e servir de exemplo para outras regiões do país.
20 de janeiro de 2011
TÉCNICOS DEIXAM OS GABINETES
A FPR INFORMOU O LANÇAMENTO DE UM PROGRAMA DE APOIO TÉCNICO AOS CLUBES que leva de forma consistente os seus técnicos aos clubes, não ficando, como até agora praticamente confinados aos seus gabinetes e campos de treino centralizados.
Era uma medida que se impunha há muito tempo, e que aparece agora - mais vale tarde que nunca - com a intenção de apoiar localmente os clubes e suas equipas técnicas.
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Era uma medida que se impunha há muito tempo, e que aparece agora - mais vale tarde que nunca - com a intenção de apoiar localmente os clubes e suas equipas técnicas.
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11 de julho de 2010
PORTUGAL CONQUISTA O 7° TÍTULO EUROPEU EM NOVE ANOS!
AO DERROTAR A FRANÇA EM MOSCOVO, PORTUGAL ESTABELECE um novo recorde que não será fácil de bater: sete títulos de Campeão da Europa em nove anos!
Os Linces afirmam-se, incontestavelmente, como a melhor equipa de sevens da Europa Continental, e estão preparados para os novos desafios que o formato da competição, aprovado em Malta, lhe irá trazer.
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Os Linces afirmam-se, incontestavelmente, como a melhor equipa de sevens da Europa Continental, e estão preparados para os novos desafios que o formato da competição, aprovado em Malta, lhe irá trazer.
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21 de abril de 2010
PLANEAMENTO GLOBAL VERSUS SOLUÇÕES AD HOC
ENQUANTO EM PORTUGAL CONTINUAMOS À PROCURA de receitas milagrosas que, com um toque de mágica, nos façam navegar nas ondas dos grandes predadores, encontramos por todo o lado a procura sistematizada das melhores soluções.
Assim é no que respeita às grandes linhas de desenvolvimento, como na busca da melhor adequação das Leis do Jogo ao Jogo efectivamente disputado, ou na adopção das tecnologias mais evoluídas para analisar aquele jogo de sevens.
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Assim é no que respeita às grandes linhas de desenvolvimento, como na busca da melhor adequação das Leis do Jogo ao Jogo efectivamente disputado, ou na adopção das tecnologias mais evoluídas para analisar aquele jogo de sevens.
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10 de abril de 2010
COMO ESTÁ A EVOLUÇÃO DO RUGBY EM PORTUGAL? PARTE II (corrigido)
O COMENTÁRIO DO MIGUEL RODRIGUES NO POST ANTERIOR, levanta algumas questões que acho que vale a pena aprofundarmos.
E como considero esta questão do desenvolvimento do Rugby Adulto a peça mais importante do tabuleiro da modalidade em Portugal, resolvi abrir um segundo espaço sobre o mesmo tema, agradecendo o contributo prestado pelo Miguel, e ficando as páginas do Mão de Mestre à disposição para quem quiser colaborar neste levantamento da situação.
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E como considero esta questão do desenvolvimento do Rugby Adulto a peça mais importante do tabuleiro da modalidade em Portugal, resolvi abrir um segundo espaço sobre o mesmo tema, agradecendo o contributo prestado pelo Miguel, e ficando as páginas do Mão de Mestre à disposição para quem quiser colaborar neste levantamento da situação.
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9 de abril de 2010
COMO ESTÁ A EVOLUÇÃO DO RUGBY EM PORTUGAL?
COMO ESTÁ A SAÚDE DO RUGBY EM PORTUGAL, POR BAIXO DO BRILHO das camisolas das quinas, das Academias, das grandes ambições de glória internacional?
Infelizmente está mal.
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Infelizmente está mal.
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5 de abril de 2010
TORNEIO INTER SELEÇÕES REGIONAIS - OS EQUÍVOCOS DE UMA "COISA" ORGANIZADA EM CIMA DO JOELHO
NA TENTATIVA DE PREENCHER UMA LACUNA IMPORTANTE do calendário de competições internas, a FPR lançou para consulta pública, uma proposta de organização de um Torneio Inter Seleções Regionais.
Achei acertada essa postura da federação, que num só movimento procurava pôr de pé umas das principais orientações competitivas do programa de candidatura de Amado da Silva, e por outro lado quebrar o autismo da anterior direção, pela participação opinativa dos clubes.
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Achei acertada essa postura da federação, que num só movimento procurava pôr de pé umas das principais orientações competitivas do programa de candidatura de Amado da Silva, e por outro lado quebrar o autismo da anterior direção, pela participação opinativa dos clubes.
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29 de março de 2010
ASSIM NÃO DÁ! COITADA DA ARGENTINA!
ASSIM NÃO PODE SER, NÃO TEM COMO DESENVOLVER O RUGBY com verbas tão reduzidas!
Como quer a International Board, que a Argentina consiga evoluir e competir de igual para igual com as restantes potência do hemisfério sul, se só vai ajudar os senhores das pampas com a módica quantia de 10 milhões de dólares, para quatro anos - uns míseros 7,5 milhões de euros?!
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Como quer a International Board, que a Argentina consiga evoluir e competir de igual para igual com as restantes potência do hemisfério sul, se só vai ajudar os senhores das pampas com a módica quantia de 10 milhões de dólares, para quatro anos - uns míseros 7,5 milhões de euros?!
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24 de março de 2010
AS SELEÇÕES NÃO SÃO UM FIM. SÃO UM PRINCÍPIO
ENSINOU-ME VELHO MESTRE, COM UMA SABEDORIA FEITA DE TROPEÇAR E LEVANTAR, que a vida é como um armário enorme, cobrindo as paredes da nossa casa, com inúmeras pequenas gavetas, todas alinhadas e identificadas com lindas etiquetas em papel couché, e contendo cada uma delas uma questão para ser resolvida.
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24 de novembro de 2009
RUGBY REGIONAL - A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (parte 3)
Hoje é dia de falar de Sevens! E neste particular, vocês já conhecem a minha opinião: Portugal tem potencial, imediato, para se manter entre os melhores do Mundo, galgando quatro ou cinco posições no ranking da IRB, e representando sempre, um forte candidato às posições cimeiras de qualquer Torneio – na Séries Mundiais, no Campeonato da Europa, no Campeonato do Mundo, nos Jogos Mundiais ou nos Jogos Olímpicos.
23 de novembro de 2009
RUGBY REGIONAL - A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (parte 2)
Falei ontem, da criação de novas Associações Regionais, e vou hoje falar das competições, regionais, nacionais e internacionais do Rugby português de XV.
Ao falar das AR’S, referi que seria da sua responsabilidade a organização de competições regionais de clubes, nos diversos grupos etários, em masculinos e femininos.
A par destas competições, a FPR deverá organizar competições nacionais inter-regionais nos quatro escalões apontados, e em masculinos e femininos, para os quais as diversas AR’S prepararão, obrigatoriamente, seleções regionais.
E teremos ainda a participação de seleções em competições ou simples jogos internacionais.
22 de novembro de 2009
RUGBY REGIONAL – A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (Parte 1)
Com a recente visibilidade que o Rugby ganhou, em todo o mundo e em Portugal também, novos desafios são postos à administração do jogo, por forma a satisfazer a procura, e enquadrar todos quantos estão, ou virão a estar, envolvidos na nossa modalidade.
Na véspera de eleições para a Federação Portuguesa de Rugby, é tempo de pôr claramente, no papel, o que cada um pensa sobre algumas das questões mais importantes do nosso Rugby.
Pela minha parte, e conforme tinha prometido, vou começar abordando alguns aspectos relacionados com o desenvolvimento do Rugby doméstico, suas relações com as seleções, quer regionais, quer nacionais, e com as competições que considero adequadas.
Na véspera de eleições para a Federação Portuguesa de Rugby, é tempo de pôr claramente, no papel, o que cada um pensa sobre algumas das questões mais importantes do nosso Rugby.
Pela minha parte, e conforme tinha prometido, vou começar abordando alguns aspectos relacionados com o desenvolvimento do Rugby doméstico, suas relações com as seleções, quer regionais, quer nacionais, e com as competições que considero adequadas.
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