19 de julho de 2012

O NOVO CALENDÁRIO QUE A FPR INSISTE EM NÃO DIVULGAR PUBLICAMENTE


Apesar de não ter sido divulgado publicamente, os clubes foram já informados do calendário oficial de competições para 2012-13, que traz algumas refrescantes novidades que registamos com agrado.

Não estamos referindo apenas à questão do aumento da Divisão de Honra de oito para 10 equipas e ao calendário condicionado que foi organizado – e muito bem, por sinal.

Estamos também fazendo referência ao período de atividade, que repõe o rugby nacional nuns trilhos de que foi afastado pelo aventureirismo inconsequente de quem chegou ao poder sem fazer a mínima ideia do que o rugby português necessitava.

E mesmo agora, depois que em Outubro de 2011 Amado da Silva se recandidatou à presidência da FPR afirmando “As competições nacionais têm um quadro definido para este mesmo período (até ao fim de 2015)….” foi o generalizado desagrado  a impor que o presidente desse, mais uma vez, o dito pelo não dito, e duma panada só recuou no esquema competitivo e no estapafúrdio calendário que punha termo às competições nacionais praticamente no Ano Novo.

Também não mais se ouviu falar da Taça Patrocinador (ou Taça Federação) e do Torneio Inter Regionals para seleções, pérolas da gestão Amado da Silva.

Claro que os danos provocados nas equipas portuguesas não vão desaparecer de um dia para o outro – construir leva muitos anos, destruir é duma panada só – mas acreditamos verdadeiramente que a via está certa, com o alargamento do numero de equipas envolvidas nas duas primeiras divisões nacionais de 16 para 18, a esperamos que seja possível, em breve, aumentar ainda mais esse número.

Para já fica a afirmação de Tomaz Morais, Diretor Técnico da modalidade, de que “é um campeonato para observar, analisar e manter pelo menos por dois anos, e só alterar se sentirmos que foi prejudicial ao rugby português”.

Mas agora vai ser necessário aguardar que os ajustamentos se completem, que as equipas se adaptem e que não passe qualquer coisa estranha pela cabeça de quem pode e manda, e torne a destruir o que agora se recompôs.

Voltando à questão do novo sistema e do novo calendário, é também importante notar a colaboração de Pedro Fragoso Mendes – autor da proposta base do alargamento -  e os técnicos federativos que acabaram por apresentar um conjunto equilibrado, respeitando os diversos interesses, mas sabendo tornear algumas das dificuldades que um exigente calendário internacional impõe às pequenas federações.

Quanto à Divisão de Honra, alargada para 10 participantes e com um calendário condicionado que levará a que as cinco melhores do ranking nacional apenas se defrontem entre si fora dos períodos de atividade da seleção nacional, houve também importantes alterações à Fase Eliminatória com a adopção de um sistema semelhante ao que é praticado em França.

Assim, enquento os dois primeiros estão automaticamente apurados para as meias finais, o terceiro classificado defronta o sexto, e o quarto joga com o quinto, numa eliminatória prévia, que alarga a luta pelo título às seis primeiras classificadas, com jogos realizados em casa daquelas que tiverem tido melhores posições na tabela classificativa.

Os vencedores desta eliminatória prévia defrontarão então, nas meias finais, os dois primeiros da Fase Inicial, enquanto os quatro últimos se encontram - o sétimo com o décimo e o oitavo com o nono – para depois os dois derrotados destes jogos se defrontarem numa finalíssima que condenará o perdedor à descida de divisão.

A Taça de Portugal será disputada ao longo da época, com as meias finais e final e terem lugar em Fevereiro e Março, mas sempre em fins de semana em que as equipas podem dispôr de todos os seus jogadores, libertos de qualquer atividade com as seleções – de XV ou de 7’s – restituindo assim à prova a dignidade que ela deve ter.

As competições nacionais de seniores vão começar no último fim de semana de Setembro, e prolongam-se por sete meses, até ao final de Abril, disputando-se então uma série de torneios de sevens – cinco no total – e a época nacional termina no primeiro fim de semana de Junho.

Quanto a esta época de sevens também há algumas alterações, e apesar de ainda não estarem concluídos todos os detalhes da mesma, sabe-se já que haverá uma fase regional, constituída por duas etapas, que apurarão os participantes no Circuito (Campeonato) Nacional, composto por três jornadas, disputadas cada uma numa região do País – Norte, Centro e Sul.

Questionado sobre qual seria a participação das equipas da Segunda Divisão nesta competição, Tomaz Morais esclareceu que a sua participação nos torneios de acesso e no Circuito é facultativo, deixando aos clubes a decisão de o fazerem ou não, e caso não o queiram fazer, poderão ainda disputar um conjunto de Torneios Regionais, aberto também às chamadas Equipas Emergentes.

Completa-se este conjunto de alterações ao quadro competitivo com a manutenção de oito equipas na 1ª Divisão, em que o campeão – que sobe à D.H. – é encontrado numa fase final em que as quatro melhores classificadas da Fase Inicial se defrontam a duas mãos (6 jornadas).

57 comentários:

Anónimo disse...

Isto significa que sobe o cascais e o crav para a divisão de honra sem que desca nenhuma equipa?

Anónimo disse...

com este aumento de 8 para 10 equipas quais as 2 equipas que vao entrar no campeonato?

Manuel Cabral disse...

As 10 equipas serão as oito que disputaram a DH desta época (incluindo o Técnico), mais as duas primeiras da 1ª Divisão (Cascais e CRAV)

Manuel Cabral disse...

Já agora, para a 1ª Divisão sobem Agrária e Loulé, mantendo-se o Caldas, além do Évora, Lousã, Montemor, Santarém e Setúbal.

Anónimo disse...

Montemor - Campeão Nacional 2012/2013 da Primeira Divisão.

João Quintela disse...

Para completar ;

Na 2ª divisão haverá dois grupos de 10 equipas cada que jogam todos contra todos a duas voltas; passando os 2 melhores de cada grupo às finais

2ª Divisão Zona Norte/Centro

UTAD, Braga, Guimarães, Famalicão, Lousada, Aveiro, Tomar, Bairrada, CRAV B e Lousã B

2ª divisão Zona Lisboa/Sul

Oeiras, Belas, Kellerman, Tecnico B, S Miguel, Samouco, Beira Mar, Elvas e FCT (Sporting?)

Anónimo disse...

Então o Évora fica na 1ª divisão, mesmo dando uma falta de comparência num jogo contra a Lousã? Não há que cumprir os regulamentos?
Já agora porque é que ninguém desce de divisão?

O Rugby em Portugal é fantástico...

Jose Silva disse...

Finalmente o Loulé consegue subir... não consegue é ganhar!

Anónimo disse...

1. Lembram-se dos resultados dos seguintes jogos?
St. Julian´s- CDUL (Sub-16), Montemor -E.R.P. (Sub-18), CDUP-Cascais (Sub-21), RC ELVAS-CR FAMALICÃO, BELAS R. C.-LOUSADA RC, UTAD - Vitória , UTAD-Crav b, Oeiras- UTAD, RUA - RC LOUSÃ "B", C R KELLERMANN - AEIS TÉCNICO B, BEIRA-MAR GAIENSE -C R KELLERMANN, RC BAIRRADA - C R SÃO MIGUEL
Falta de comparência.
Há muitos exemplos da época anterior. Estes foram tirados ao acaso e sem falar nos sevens.
Como vai ser a próxima época com a degradação do país?

2. Árbitros
Apenas 8 árbitros estavam este mês disponíveis. Como vai ser a próxima época se assim continuar?

Anónimo disse...

1. Nesses exemplo estào quase todas as equipas da 2a norte-centro. Há a vergonha dos sub21 e das idas ao Porto. Os Sevens foi diferente Porque algumas equipas não Se interessam. Há várias hipótese como uma maior penalizaçào das Fc, obrigaçào dos clubes mostrarem a saúde financeira na inscrição, serem obrigados a inscrever mais jogadores prevendo já as desistências. Mas o mesmo pode acontecer aos da dh e 1a e sabemos que tudo que é formação este ano vai complicar pelos fã rores económicos. Pela amostra do país vê-se que muitas das equipas não vão agüentar mais fo que uma ou duas jornadas.

MIGUEL disse...

mas qual falta de comparencia????? os 12 foram à Lousã
o cre esteve la e jogou e cumpriu se o regulamento!

Anónimo disse...

Que dor de cotovelo, o senhor fala muito mas...... será que sabe assim tanto?? Parece que a galinha da vizinha é sempre melhor que a nossa, ja a algum tempo falava do loulé, agora repetiu, a inveja é uma coisa muito feia senhor Silva ....

Anónimo disse...

Um comentario muito ridiculo dado o facto O Loulé perderam um jogo no campeonato de 2ª div , alem do final ( assim um total de dois jogos Snr Silva ), enquanto os outros clubes que chegarem oa fase final perdereram mais jogos , Agraria 3 , FCT 4 e Famalicão 7 . Este não e para disser que os outros equipas não merecem subir , pois TUDOS os 4 equipas de fase final , sem excepção nenhum , merece um lugar na 1ª div , tal e qual como Santarem ( 2ª lugar 2ª div 2011 ) e Caldas ( 4º lugar 2ª div 2011 ) Parece o Snr Silva ainda tem de aprender ser desportista .
Stephen G Hodgson .

Anónimo disse...

Para que não restem dúvidas:

Boletim Informativo nº. 45-2011/2012 de 06/06/2012

[7] DECISÕES DA DIRECÇÃO

Na reunião de Direcção foram sancionadas as faltas de comparência seguintes:

CR ÉVORA- referente ao jogo RC LOUSÃ-CR ÉVORA- CN I Divisão - 5ª Jornada - 12/05/2012 - Artº. 16º alínea f) do Regulamento Geral Competições;

AEIS TÉCNICO - referente ao jogo CDUP-AEIS TÉCNICO- CN Sub 21 - 19/05/12 - Artº. 16º alínea f) do Regulamento Geral Competições;

CF BELENENSES - referente ao jogo CDUP-CF BELENENSES - CN Sub 21 - 05/05/12 - Artº. 16º alínea f) do Regulamento Geral de Competições;

Anónimo disse...

Ah pois é... alargamentos e prolongamentos no tempo significa também necessidades de mais árbitros. Eu estou de acordo com o novo calendário e com a nova organização, nada de confusões, mas salta-me logo à vista uma necessidade óbvia de não falhar com mais árbitros que trabalham durante mais tempo durante o ano. Atenção que há vários deles que também terão compromissos internacionais FIRA/IRB e que poderão não estar cá em alturas importantes... E se a ramboia de não pagarem aos árbitros (pelo menos) as despesas que eles adiantam de cada vez que têm de arbitrar, então vai haver indisponibilidades e cheira-me que é já no início da época! Toda a vida isto foi assim: decide-se tudo como se só clubes, jogadores e selecções entrassem para a equação... árbitros, logo se vê!
Tou mesmo a ver...

Anónimo disse...

A FPR faz das suas outra vez na 2a divisão. Grupo Norte, Grupo Centro e Grupo Lisboa\Sul..

João Quintela disse...

Parece que afinal não vai ser assim; foi proposto que a Zona Norte e Centro fiquem separadas (?) façam a fase de qualificação respectivamente - 8 e 6 jogos respectivamente; depois os dois melhores de cada grupo fazem uma fase intermédia entre eles a 2 voltas (6 jornadas) enquanto os 5 não apurados jogam a fase "final" entre eles a 1 ou 2 voltas (4 ou 8 jogos).Confuso??

Devido à "ausência" do Técnico "B", o Tomar baixa para o grupo Lisboa/Sul e os 10 jogam entre eles a 2 voltas (18 jornadas)para apurar os dois finalistas (a juntar aos finalistas no entretanto criado grupo Norte/Centro)....

Percebo que haja quem queira e precise de poupar nas viagens, mas com esta invenção, por exemplo, os dois últimos do grupo centro correm o risco de fazer 6+4 jogos (se entretanto não houver desistências de tão animado calendário)no ano inteiro ou ir jogar aos emergentes....

Anónimo disse...

na minha anónima opinião o Técnico B já vai tarde.. há muitos anos que devia de ter deixado de estar presente.

Paulo Fontes disse...

Criando uma situação de desigualdade em termos de competição. Equipas Lisboa Sul fazem 18 jogos garantidos na época... Equipas Norte e Centro, se não se apurarem para as fases finais, fazem 6 jogos apenas!

Anónimo disse...

Sejamos honestos.

Tal como diz o João Quintela em 23 de Julho de 2012 22:59, na fase Regional de Apuramento as equipas da Zona Centro fazem 6 jogos (4 equipas) e as equipas do Norte 8 jogos (5 equipas). A estes devem ser somados os jogos da fase inter-regional não apurados, onde, na pior das hipoteses, (se se fizer só uma volta) estas equipas farão mais 4 jogos ou se se optar por 2 voltas farão mais 8 jogos. Assim, no total as equipas do centro farão no mínimo 10 jogos (6+4) e no máximo 14 (6+8), enquanto que as do Norte farão 12 jogos (8+4) no mínimo e no máximo 16 (8+8). Assim, e por que a opção das 2 voltas na fase inter-reginal me parece óbvia, não me parece que a diferença seja assim tanta (de 18 versus 16 jogo).

Sejamos honestos!

Anónimo disse...

10 equipas na Liga Honra??? Para quê??? Com 8 já é o que é, agora 10???? Em vez de 4 equipas a levarem cabazes, passam a ser 6? Isto é que é competividade? Francamente...

Anónimo disse...

Enquanto cada vez mais equipas não jogarem com os melhores, o fosso cada vez mais aumenta! Parece-me óbvio!
Ainda bem que se fez o alargamento! Qualquer outra hipótese faria com que, a médio prazo, o rugby entrasse em fase moribunda...
Ainda bem que não se cedeu ao imediatismo. Levará o seu tempo, mas o rugby nacional ganha com isso!

Luís Costa disse...

O rugby português tem na divisão principal 8/10 equipas há muitos anos, e o nível não tem subido, pelo contrário, o fosso tem aumentado, até porque são cada vez menos as equipas com orçamentos acima dos 200 mil euros. Não vai acontecer o fosso entre as melhores e as seguintes a diminuir, mas o fosso de Portugal para os outros países a aumentar.

Anónimo disse...

Totalmente de acordo com Luís Costa. O fosso a diminuir entre os clubes é uma ilusão sem qq base que a sustente.

Por outro lado, o nível da selecção não vai subir, os dinheiros recebidos (IRB, IND, etc.) vão diminuir e, a médio prazo, os clubes - todos eles - estarão a receber ainda menos da FPR.

Anónimo disse...

Para o ano será provavelmente dos campeonatos mais equilibrados dos últimos anos, apesar do aumento de equipas, devido às dificuldades financeiras dos clubes e consequente diminuição de jogadores profissionais.

De qualquer forma, parece-me que CDUL, Direito, Académica e Belenenses deverão ser os 4 finalistas, com Agronomia, CDUP e Cascais a lutarem pelo 5º lugar que dará direito a estar nos 5 de cima na póxima época.

Benfica, Técnico e CRAV, a não ser que se consigam carregar de estrangeiros, não lhes deverá restar mais do que lutar pela permanência.

Paulo Fontes disse...

Obrigado pela correcção, reparei mais tarde que não apurados tb faziam uma segunda fase. No entanto continuo a achar que não faz sentido existirem modelos competitivos distintos entre as várias regiões da segundona.

Penso que o modelo que junta norte/centro e Lx/sul seria sempre mais motivador para as equipas em competição. É verdade que o desafio logístico é superior, mas tal desafio tb é positivo para os próprios clubes crescerem em termos de capacidade organizativa.

A questão financeira poderia também ser minimizada por exemplo usando o mesmo calendário para as competições sub-18 do grupo B, ou seja serem realizados dois jogos num mesmo dia, poupando os clubes alguns €€ em termos de custos de deslocação.

Se este modelo de múltiplas fazes for o definitivo então no final de época poderemos vir cá fazer a contabilidade de quantas jornadas efectivamente aconteceram.

Um abraço

Paulo Fontes

Anónimo disse...

LAMENTO O TRATAMENTO DADO PELA FEDERAÇÃO Á 2ª DIVISÃO FAZENDO O SORTEIO DO SEU CAMPEONATO SÓ EM 14 DE SETEMBRO , SENDO O 1º JOGO OFICIAL EM 13 DE OUTUBRO .
O RUGBY NACIONAL NÃO PODE ESTAR VOCACIONADO 99% PARA AS SELEÇÕES , ESTAS SÃO MAIS OU MENOS FORTES DEPENDENDO DO TRABALHO DE BASE EFECTUADO NOS CLUBES.

Albertino Minhoto disse...

o comentário anterior é meu

Anónimo disse...

O sorteio foi feito ontem com duas horas de aviso por parte da FPR

Anónimo disse...

De acordo com Luis Costa. No máximo 7 equipas a jogar e as outras 3 a levar. Isso se correr bem para essas 6/7 porque pelo estado do país tudo será complicado.
Nem percebo a discussão do sorteio da 2a ser em Setembro até porque duvido que as 20 equipas consigam verbas para campos e deslicações, sobretudo as do norte. Na formação ainda será pior. As faltas dcomparencia passam a regra. Tem ideia as dificildade de equipas e que tem que fechar? As indisponibilidades dos àrbitros também, menos os 4 do norte e 4 do Sul. Melhor pensar-se bem senão impanca tudo à segunda jornada.

Hugo Pereira disse...

E não pode passar só por ai!!! Tem que existir igualdade para todos os clubes, nomeadamente no apoio dado ao jogadores através do Centro de Alto Rendimento! Por isso os 10 clubes nada a opor, mas terá que haver uma politica direccionada para a formação de jogadores de alto nível através dos clubes e não do Centro de Estágio.

Anónimo disse...

Continua o bota abaixo. O calendário da segunda já saiu e só atrasou porque o presidente ditador tem a mania de ouvir os clubes e com eles procurar resolver os assuntos. Grande presidente.Embrulhem mais esta.

Anónimo disse...

Parece que há quem não entenda que a fpr tem um dtn responsavel que assessoria o presidente. Os avanços e recuos só demonstra a inteligencia do dtn que conta com o apoio do presidente.E o Presidente está a gerir muito bem os diferentes interesses e o que é mais importante é que tem conseguido todos os objectivos. Essa é realidade, goste-se ou não

Anónimo disse...

o unico objetivo é a qualificação para um campeonato do mundo para o qual não vamos estar preparados nem em nada nos vais favorecer e em troca damos todo o rugby interno. Privatizem a seleção nacional e profinalizem quem querem que lá jogue.

Anónimo disse...

Acordem!
Das 6 equipas da segunda norte e das 4 do centro aposto que metade não tem viabilidade para o campeonato. É que nem chegam a Novembro. Do Sul não sei mas imagino que é parecido.
Vale a pena começar um campeonato assim?

Anónimo disse...

Alguém me saiba dizer quem tem apitado os beach rugby? Figueira, Apúlia?

Anónimo disse...

Ainda ontem ouvi que um desses clubes já nem começa a época em Setembro apesar de estar no sorteio da 2 norte e sub18 b...

Anónimo disse...

Em nada nos vai favorecer?!!! Não há dúvida: depois de todas as explicações que já foram dadas por L. Costa e outros, haverá sempre quem não "perceba" donde é que vem o dinheiro e com que critérios é que ele é atribuído. Nem "percebem" que o seu próprio clube só teria a beneficiar com o apuramento...

Anónimo disse...

Há tantos clubes que não recebem nada que não se percebe do que esta a falar . Serve é para pagar ordenados federativos isso sim

Anónimo disse...

Uma 2a norte/centro com 6 equipas Famalicão, Guimarães, Braga, Aveiro, Bairrada e Tomar.
Para quê mais?
Lousã B 3 fc Aveiro, Crav b e Lousada, Utad 1 fc Agrária, Crav B 1fc Utad, Lousada 1fc Belas.
Lousã B, Lousada e Crav b em ultimo nos não apurados da 2a. A Utad levou cabazes nos apurados.

Anónimo disse...

Norte pelo menos duas equipas mas nào tem sub 18! Lol

Albertino Minhoto disse...

as minhas desculpas á federação , quando escrevi o "LAMENTO " só sabia que o sorteio estava marcado para 14 de setembro o que a ser era ridiculo e uma dor de cabeça para qualquer treinador.

Anónimo disse...

Cdup E Crav em dh, sub21, sub18, sub16, fem (Boavista-Cdup), Braga E guimaraes 2a, sub18 e fem (Braga), Viana sub16, Famalicão na 2a?
6 equipas na região Norte??? Será que as selecções são a unica meta? Ou a modalidade só deve ser jogada a Sul principalmente em Lisboa?

Anónimo disse...

O norte tem 800 federados. Braga 132, CDUP 301 +21 do Boavista, CRAV 204, FAMALICÃO 44, GRUFC 88, VIANA 50.
Apenas quatro equipas têm 1500. CDUL 392, belém 350, direito 380 e cascais 357.
Parece-me óbvio!

Anónimo disse...

VAI SER DIFICIL! SÃO 25 JOGOS POR FIM DE SEMANA. 5 JOGOS DA DH, 5 DE SUB21, 5 DA 1ª E 10 DA 2.
COM 7 ARBITROS NIVEL 3 (A. MOITA, DAN GREUT, JOACHIN REGIS, MOURINHA, MANUEL CHICHARRO, MURINELLO E TIAGO SOUSA SILVA) E 8 NIVEL 2 (AFONSO, BRUNO CALDEIRA, LUIS MIRANDA, NUNO COELHO, OLEG DUDCO, PAULO DUARTE, PEDRO FONSECA e PEDRO MENDES SILVA) VAI SER DIFICIL E COM AFONSO, MOURINHA, PAULO DUARTE E MURINELLO SEMPRE FORA.

Anónimo disse...

Do que eu estou a falar é, por exemplo, disto (excerto dum post de L. Costa no fórum):
«Para haver investimento no desenvolvimento regional, seguindo a sua visão, têm de haver meios financeiros, porque defende que os clubes devem ser fortemente apoiados.
Mas como é financiada a FPR? Para lá dos patrocinadores as duas grandes fontes são o IDP e a IRB.
Financiamento é essencial, até porque a FPR encontra-se numa gravíssima situação financeira, herança da gestão passada, o actual presidente neste aspecto parece estar a fazer um bom trabalho.
O passivo da FPR ascende a mais de 725 mil euros, e apresenta sucessivos resultados operacionais negativos, o menor dos últimos anos foi em 2011, de 66 mil euros.
Em 2011 a FPR recebeu 321 mil euros da IRB, menos 73 mil que em 2010, reflexo da quebra da seleção. Destes 142 mil para desenvolvimento, 140 para alta competição e 38 mil para testes matches e sevens.
Deve ser um objectivo central regressar ao top 20, para haver acesso a uma maior fatia do bolo da IRB. Senão poderemos descer para valores na ordem dos 140 mil euros.
Em 2011 a FPR recebeu do IDP 381 mil euros para alta competição, 372 mil para actividades regulares, 164 mil para enquadramento técnico e 18 mil para formação.
Os patrocínios são recebidos por causa alta competição na sua quase totalidade.
Da receita da FPR de 2 milhões e oitenta e seis mil euros, 1 milhão trezentos e quarenta e cinco mil foram recebidos para a alta competição.
Goste-se ou não, a realidade é que é a alta competição a principal origem de fundos do rugby nacional.
Esta é a realidade que temos. Sem resultados, a grave situação financeira da FPR só vai piorar e os apoios aos clubes vão descer.
Concordo quando critica a estrutura da FPR, mas essa é ainda outra questão. »

Anónimo disse...

Aqui está um comentário sensato. Se a fonte de rendimentos da fpr está ligada às posições no ranking, tem que se pensar em resultados de sevens e XV. Fazendo escolhas acertadas sem serem por ser do clube x ou filho/sobrinho do y.
Mas nunca esquecer as estruturas regionais. É nos clubes que os jovens se fazem seleccionáveis. E sabem que há vários clubes a desistir já que o problema da crise afecta todos, dificultando viagens, mensalidades dos jogadores, impossibilitando patrocínios, custos fixos de treinadores, equipamentos e campos.
Ao contrário da maior parte dos comentadores sou da opinião que este ano se devia fazer o sorteio em Setembro, diminuir o acesso à segunda, repensar os U21, fazer apenas campeonato A para U16 e U18. Dar tolerância zero a faltas de comparencia. E mensalmente organizar uns convívios. Diminui-se gastos da fpr e possibilita que os que gostem da modalidade joguem.

Anónimo disse...

Apúlia estiveram Tiago Azevedo e o Oleg.

Anónimo disse...

Nos sevens do Crav estiveram esses dois, o Varela e o Pedro Graça.

Paulo Fontes disse...

Pois tal presidente deve ter ouvido seletivo dado que não ouviu ou ignorou o que Aveiro sugeriu, que Norte/Centro tivessem o mesmo modelo competitivo que Lisboa/Sul...

Anónimo disse...

E sobre a falta de comparência do Évora, em que ficamos? A FPR vai fazer de conta que nunca anunciou no seu boletim que o Évora foi sancionado com uma falta de comparência no jogo contra Lousã.

Se realmente foi falta de comparência, o Évora tem de ser despromovido senão, terá de haver uma errata ao boletim da Federação onde foi anunciada tal sanção (coisa que ainda não vi).

Luís Costa disse...

Atenção ao que está no regulamento. Sancionar é aprovar, confirmar. Ou seja a FPR confirmou no boletim que houve falta de comparência. Não refere se considerou ou não justificada a falta de comparência. As faltas de comparência não implicam automaticamente a despromoção. Só as injustificadas acarretam a despromoção. Por cá a pena habitual é uma multa.

Anónimo disse...

Faltas de comparencia 2011-2012
SENIORES Beira-mar em Loulé, Elvas em Loulé, Crav b na Utad, Utad na Agraria, Lousã b em Lousada, Aveiro e Crav b, Kellerman belas, Beira-mar e Tecnico, Lousada em Belas.
SUB21 Cascais no Porto, Cdul, Belenenses no Porto, Tecnico no Porto.
SUB18 Vitoria em Portalegre, Prazer em Montemor.
SUB16 Elvas em Loulé, Viana no são Miguel. Santarém no Porto,

Anónimo disse...

DH 10 equipas
Primeira 8 Equipas
Segunda com 6 norte/centro (Aveiro, Bairrada, Tomar, Famalicão, Braga E Guimaraes) e 6 lisboa/Sul (Beira-mar, Oeiras, Belas, Fct. São Miguel)
Acabe-se com Sub21
Sub18 e Sub16 só grupo A.
15 jogos séniores E 10 de formação!

Anónimo disse...

A informação do site está errada.
Há 82 grau 3, 108 grau 2 e 159 grau 1.
Podem é estar indisponíveis!

Anónimo disse...

só ai tem 5 equipas no lisboa sul

Placador disse...

E se fosse honesto nesta análise "senhor anónimo" e para além dos números de federados referentes a esta época fizesse um comparativo de números no crescimento nas ultimas 3 temporadas? Se calhar reparava na verdade (incomoda) do crescimento em cerca de 35%/40% de inscritos na zona norte contra uma estagnação no rugby lisboeta.
E como reparou não põs na sua estatistica o Lousada, ERP e UTAD o que faria o numero de atletas elevar-se para cima dos 950 atletas inscritos...
Aliás não fossem os problemas com a desorganização dos clubes menores veria que os números reais (incluindo praticantes não inscitos) ultrapassariam facilmente os 1000 atletas, sendo que Braga e Guimarães, face á zona populacional onde se encontram têm legitimas aspirações de dentro em breve (2/3 anos) estarem com cerca de 200 atletas por clube.

Nessa altura voltamos a comparar números...