Com o apuramento do Canadá e dos E.U.A. terminou o fim de semana qualificativo para o Mundial de 2013, estando apenas em falta apurar os representantes da África, Ásia e América do Sul, seis no total.
Como referimos hoje bem cedinho, na Zona Oceania os apurados foram a Austrália e Tonga, com a vitória na competição a pertencer aos australianos, que derrotaram Samoa na final.
Em Ottawa a vitória final pertenceu aos donos da casa que derrotaram os vizinhos dos E.U.A. por 26-19, depois de nas meias finais o Canadá ter derrotado a Jamaica por 31-0 e os E.U.A. terem vencido o México por 33-7 - na luta do terceiro lugar os mexicanos bateram os jamaicanos por 17-12, afirmando-se como a terceira força no rugby da América do Norte e Caraíbas.
A próxima etapa da qualificação vai ter lugar em Marraqueche, no final de Setembro, apurando duas equipas, depois será a vez de Singapura, no primeiro fim de semana de Novembro, e que apura três equipas, para, finalmente, em Fevereiro no Rio de Janeiro, se apurar o último participante no Mundial de Moscovo.
Especial destaque para o torneio do Rio de Janeiro, já que, com a Argentina pré-qualificada, a luta vai ser entre Uruguai, Chile e Brasil - vai ser altura de aferir como evoluíram os nossos amigos brasileiros, e se o factor casa os irá empurrar para o Mundial de Junho de 2013.
Veja o quadro das qualificações:
26 de agosto de 2012
MUNDIAL DE SEVENS - QUALIFICATIVOS EM ANDAMENTO (Actualizado)
À hora a que escrevo este texto já se conhece o primeiro qualificado da zona Oceania, já que devido ao fuso horário já se disputaram a maior parte dos jogos.
Como temíamos - e não surpreendeu ninguém - os finalistas da prova serão a Austrália e Samoa, o que qualifica os australianos e deixa a segunda vaga para o vencedor do 3º/4º lugar, já que Samoa é uma carta fora do baralho e a sua participação não conta para nada, pois se encontra pré qualificada por ter ficado entre os oito primeiros do Mundial de 2009.
Depois de um início inesperado a Samoa Americana classificou-se na segunda posição do Grupo B, atrás da Austrália, tendo derrotado Tonga no primeiro jogo e as Ilhas Solomon no segundo, enquanto no Grupo A Samoa ficou na frente, com a Papua Nova Guiné no segundo lugar.
Acontece que no acasalamento dos quartos de final Tonga derrotou a Papua por 17-15, enquanto as Ilhas Cook derrubaram a Samoa Americana por 19-0, e apuraram-se para as meias finais, onde foram vencidas respectivamente pela Austrália (24-7) e por Samoa (52-5), pelo que serão elas as duas candidatas ao cobiçado terceiro lugar.
Entretanto no Canadá ainda toda a boa gente dorme, e quando se levantarem vão disputar os quartos de final que irão pôr frente a frente os E.U.A. com as Bahamas e o México com a Guyana, por um lado, e o Canadá com os Barbados e Trinidad & Tobago com a Jamaica.
Voltaremos mais tarde com os resultados finais.
(Actualização) Tonga acaba de se qualificar ao bater as Ilhas Cook por 19-17 num jogo de péssima qualidade mas que valeu pela incerteza do marcador nos minutos finais. Duas equipas sem nível para jogar no Mundial, que deram uma fraca imagem daquilo que sabemos que podem fazer - apenas nos últimos minutos se defendeu (Tonga) e foi quase hilariante assistir a um jogador de Tonga, com o tempo esgotado, em vez de chutar a bola para fora, fazê-lo atirando-a com as mãos, e, claro!, sendo por isso penalizado: valeu na ocasião a falta de organização das Ilhas Cook para vencer o jogo.
Felizmente pouca gente assistiu a esta miséria, já que no estádio (?) apenas se encontravam os jogadores, os árbitros e os dirigentes...
Entretanto na final a Austrália bateu Samoa por 12-7.
Como temíamos - e não surpreendeu ninguém - os finalistas da prova serão a Austrália e Samoa, o que qualifica os australianos e deixa a segunda vaga para o vencedor do 3º/4º lugar, já que Samoa é uma carta fora do baralho e a sua participação não conta para nada, pois se encontra pré qualificada por ter ficado entre os oito primeiros do Mundial de 2009.
Depois de um início inesperado a Samoa Americana classificou-se na segunda posição do Grupo B, atrás da Austrália, tendo derrotado Tonga no primeiro jogo e as Ilhas Solomon no segundo, enquanto no Grupo A Samoa ficou na frente, com a Papua Nova Guiné no segundo lugar.
Acontece que no acasalamento dos quartos de final Tonga derrotou a Papua por 17-15, enquanto as Ilhas Cook derrubaram a Samoa Americana por 19-0, e apuraram-se para as meias finais, onde foram vencidas respectivamente pela Austrália (24-7) e por Samoa (52-5), pelo que serão elas as duas candidatas ao cobiçado terceiro lugar.
Entretanto no Canadá ainda toda a boa gente dorme, e quando se levantarem vão disputar os quartos de final que irão pôr frente a frente os E.U.A. com as Bahamas e o México com a Guyana, por um lado, e o Canadá com os Barbados e Trinidad & Tobago com a Jamaica.
Voltaremos mais tarde com os resultados finais.
(Actualização) Tonga acaba de se qualificar ao bater as Ilhas Cook por 19-17 num jogo de péssima qualidade mas que valeu pela incerteza do marcador nos minutos finais. Duas equipas sem nível para jogar no Mundial, que deram uma fraca imagem daquilo que sabemos que podem fazer - apenas nos últimos minutos se defendeu (Tonga) e foi quase hilariante assistir a um jogador de Tonga, com o tempo esgotado, em vez de chutar a bola para fora, fazê-lo atirando-a com as mãos, e, claro!, sendo por isso penalizado: valeu na ocasião a falta de organização das Ilhas Cook para vencer o jogo.
Felizmente pouca gente assistiu a esta miséria, já que no estádio (?) apenas se encontravam os jogadores, os árbitros e os dirigentes...
Entretanto na final a Austrália bateu Samoa por 12-7.
ARGENTINA IMPRESSIONA E QUASE GANHA...
Os Pumas receberam e empataram com os Sprigboks por 16-16, mas tiveram um início de jogo empolgante com total domínio das operações, apagaram, durante 15 minutos, a equipa da África do Sul, e mostraram ao mundo que merecem sem qualquer favor, integrar, em pé de igualdade, com as restantes equipas do Hemisfério Sul - ou pelo menos com sul-africanos e, dizemos nós, australianos.
Quem assistiu ao jogo não pode ter ficado indiferente ao que os argentinos fizeram durante todo o jogo, com destaque para os tais 15 minutos iniciais, e não fossem dois erros no jogo ao pé - um pontapé de ressalto falhado, e logo de seguida um pontapé a seguir interceptado e que deu o ensaio do empate final aos visitantes - e a alegria de não perder em casa teria sido substituída por outra bem maior de vencer o temível adversário.
Contra os Springboks, esta foi a 15ª partida realizada pelos Pumas, e foi a primeira vez que não perderam - mantendo assim a invencibilidade em jogos realizados em Mendoza, no emblemático Estádio Malvinas Argentinas, mais que uma provocação, uma afirmação de nacionalismo e repulsa pela ocupação britânica das Ilhas.
Os sul-americanos estiveram sempre à frente do marcador, chegando ao intervalo com 13-3 e a clara sensação de terem sido a melhor equipa em campo, e foi apenas a dez minutos do final que a já referida sequência de pontapés mal executados, permitiu aos sul-africanos empatar um jogo que era de inteira justiça terem perdido.
Curiosamente o ensaio do empate foi obtido numa fase do jogo em que a reacção dos Springboks já tinha acontecido e os Pumas voltavam a ter o controle do jogo...
Agora, para completar a entrada da Argentina na fase adulta, falta apenas conseguir a sua primeira vitória, e quem está mais próximo de ser a sua vítima, é a Austrália...
NOVA ZELÂNDIA-AUSTRÁLIA
E a Austrália não esteve nada bem contra os All Blacks, perdendo o segundo jogo por 22-0 - e a Bledisloe Cup - e saindo de campo com os olhos no chão, como as palavras de Will Genia, seu capitão de equipa, no final do jogo, bem ilustram: Temos que dar todo o crédito a esta equipa dos All Blacks, eles são uma grande equipe e vão melhorando a cada semana, e, para falar francamente,acho que esta noite aprendemos uma grande lição.
O regresso de Quade Cooper saldou-se por uma desilusão, e as cinco alterações na equipa acabaram por se revelar inúteis - o problema dos Wallabies não parece estar neste ou naquele jogador, e sim na incapacidade de acompanhar a evolução do jogo, ao mais alto nível.
O que mais impressiona é a capacidade da Nova Zelândia em se manter no topo do mundo, mantendo uma estrutura inalterável e introduzindo em cada dia novos níveis de exigência, e não é a saída de um ou outro jogador, que vai alterar esse facto.
E vamos ter oportunidade de confirmar isso mesmo já no dia 8 de Setembro quando defrontarem os Pumas sem Sonny Bill William, que vai regressar ao Rugby League, desta vez no Japão.
Depois destes resultados os All Blacks comandam a classificação com oito pontos, seguidos dos Springboks com seis, dos Pumas com dois e, finalmente, sem pontos, dos Wallabies.
Fotos: ESPN Deportes - BBC Sports
Quem assistiu ao jogo não pode ter ficado indiferente ao que os argentinos fizeram durante todo o jogo, com destaque para os tais 15 minutos iniciais, e não fossem dois erros no jogo ao pé - um pontapé de ressalto falhado, e logo de seguida um pontapé a seguir interceptado e que deu o ensaio do empate final aos visitantes - e a alegria de não perder em casa teria sido substituída por outra bem maior de vencer o temível adversário.
Contra os Springboks, esta foi a 15ª partida realizada pelos Pumas, e foi a primeira vez que não perderam - mantendo assim a invencibilidade em jogos realizados em Mendoza, no emblemático Estádio Malvinas Argentinas, mais que uma provocação, uma afirmação de nacionalismo e repulsa pela ocupação britânica das Ilhas.
Os sul-americanos estiveram sempre à frente do marcador, chegando ao intervalo com 13-3 e a clara sensação de terem sido a melhor equipa em campo, e foi apenas a dez minutos do final que a já referida sequência de pontapés mal executados, permitiu aos sul-africanos empatar um jogo que era de inteira justiça terem perdido.Curiosamente o ensaio do empate foi obtido numa fase do jogo em que a reacção dos Springboks já tinha acontecido e os Pumas voltavam a ter o controle do jogo...
Agora, para completar a entrada da Argentina na fase adulta, falta apenas conseguir a sua primeira vitória, e quem está mais próximo de ser a sua vítima, é a Austrália...
NOVA ZELÂNDIA-AUSTRÁLIA
O regresso de Quade Cooper saldou-se por uma desilusão, e as cinco alterações na equipa acabaram por se revelar inúteis - o problema dos Wallabies não parece estar neste ou naquele jogador, e sim na incapacidade de acompanhar a evolução do jogo, ao mais alto nível.
O que mais impressiona é a capacidade da Nova Zelândia em se manter no topo do mundo, mantendo uma estrutura inalterável e introduzindo em cada dia novos níveis de exigência, e não é a saída de um ou outro jogador, que vai alterar esse facto.
E vamos ter oportunidade de confirmar isso mesmo já no dia 8 de Setembro quando defrontarem os Pumas sem Sonny Bill William, que vai regressar ao Rugby League, desta vez no Japão.
Depois destes resultados os All Blacks comandam a classificação com oito pontos, seguidos dos Springboks com seis, dos Pumas com dois e, finalmente, sem pontos, dos Wallabies.
Fotos: ESPN Deportes - BBC Sports
25 de agosto de 2012
O ORGULHO ARGENTINO EM MENDOZA
Dentro de poucas horas será dado o pontapé de saída
para o segundo jogo da Bledisloe Cup deste ano, no Eden Park, cenário da final
do Mundial de 2011, e onde os Wallabies não ganham desde 1986 – muitos dos
nossos leitores não eram sequer nascidos...
E os All Blacks confirmaram na semana passada que
pretendem manter-se na rota das vitórias, ao derrotarem o seu adversário de
hoje por 19-27, no ANZ Stadium de Sydney.
Em Auckland a Austrália vai trocar nada menos que
cinco dos jogadores iniciais da semana passada, começando pelo importantíssimo
retorno de Quade Cooper, que pode – se estiver em dia sim... – criar muita dificuldade
à defesa neozelandesa.
Nas linhas atrasadas as mudanças não ficam por aqui,
com a entrada de Drew Mitchel para a ponta direita, a passagem de Adam
Ashley-Cooper de ponta para a defesa, e a do abertura Barrick Barnes para
primeiro centro, mantendo a sua condição de chutador da equipa.
Mas as alterações continuam nos avançados, e além da
entrada do talonador Stephen Moore e do pilar Ben Alexander, ainda entra
Michael Hooper para o lugar do capitão David Pocock, com a entrega da
responsabilidade de conduzir a equipa ao médio de formação Will Genia...
Do lado neozelandês as coisas foram mais simples,
apenas com a saída do pilar Tony Woodcock, substituído por Wyath Crockett – de resto
tudo igual...
Hoje, de novo, o favoritismo vai por inteiro para os
All Blacks, mas a vitória no Mundial e todas as que se seguiram, tornam os
Blacks o prémio mais desejado por todas as outras equipas – o inimigo público número
um, o alvo a abater – o que pode ajudar a equilibrar as forças e favorecer uma
surpresa...
Mas não se fiem muito nisso! Richard McCaw e Companhia
estão aí para dar e durar!
ARGENTINA-ÁFRICA DO SUL
Mais tarde, ao final do dia, a Argentina recebe em
Mendoza, no Estádio Malvinas, a África do Sul, depois de na semana passada na
Cidade do Cabo, os Pumas terem recebido uma violenta lição dos Sprigboks.
A derrota por 27-6, e a capacidade ofensiva dos
sul-africanos deve ter aberto os olhos dos sul-americanos, e, mais importante,
o seu orgulho – a escolha do Estádio Malvinas é capaz de não ser ingênua... – o
que pode condicionar os acontecimentos em Mendoza.
A vitória dos Springboks é um facto quase certo, mas é
nesse advérbio que pode residir a primeira vitória do Pumas sobre o seu poderoso
adversário, e se as alterações verificadas com as equipas – o talonador Bismarck Du
Plessis sai e entra no lugar dele Adriaan Strauss, na África do Sul, e na
Argentina entra o abertura Nicolás Sanchez no lugar de Juan Martin Hernandez e
o defesa Martin Rodriguez substitui Lucas Gonzalez – não devem influenciar o
rumo dos acontecimentos, o mesmo não se pode dizer quando se lida com um Puma ferido...
Fotos: www.rugby15.co.za - www.supersport.com - www.uar.com.ar
23 de agosto de 2012
FPR LANÇA ÉPOCA DE SEVENS DOS LINCES
Com a convocatória do primeiro lote de jogadores que ficarão incluídos nos trabalhos da selecção nacional de sevens - Os Linces - a FPR dá público início à época internacional da variante, que este ano vai incluir, pelo menos e que se saiba neste momento, 13 torneios.
Nove desses torneios farão parte das Séries Mundiais - deviam ser 10, mas a Argentina desistiu de organizar a etapa a que se tinha comprometido - e terão início já em Outubro com a realização da jornada australiana, que terá lugar em Gold Coast nos dias 13 e 14.
Dos restantes quatro torneios, três farão parte do Grand Prix Séries da FIRA-AER, e o último será o Campeonato do Mundo, em Moscovo, entre os dias 28 e 30 de Junho do próximo ano.
A FPR anunciou entretanto aos clubes a sua intenção de formar um grupo fechado de jogadores para darem conta de toda esta actividade, que não poderão ser utilizados pelos clubes nas suas competições de XV.
Acreditamos que essa não seja uma decisão definitiva, e que o ponto de vista dos clubes - que não gostaram muito da ideia, com especial destaque para aqueles que mais jogadores fornecem à selecção - possa vir a ser considerado, conseguindo um certo equilíbrio entre os interesses dos Linces, dos Lobos e dos clubes.
Para já fica uma lista de 17 jogadores, que deve a curto prazo ser aumentada, onde as ausências de Gonçalo Foro, Francisco Pinto de Magalhães, Carl Murray e Hugo Valente, são as mais notórias.
Note-se que Gonçalo Foro foi uma peça fundamental na composição dos Linces durante a última época, com a presença registada em oito dos 11 torneios que Portugal disputou, assim como Pinto de Magalhães e Carl Murray que foram escolha certa nos sete primeiros torneios.
Hugo Valente também faz notar a sua ausência, já que esteve nos últimos quatro torneios disputados pelos Linces.
Dos jogadores utilizados na última época, José Rodrigues (1 vez) e Manuel Raposo (2) (incluídos na equipa de forma pouco clara), Sérgio Franco (1), Nuno Penha e Costa (2), Sebastião Cunha (2), Bernardo Silveira (3) e Veltioven Tavares (3) não foram incluídos nesta convocatória, enquanto José Lima (2) e Francisco Appleton (5) estão no momento a tentar a sua sorte em França o primeiro na esperanças do Narbonne (onde também está Gonçalo Uva) e o segundo no Pau (Section Paloise), também nas Esperanças. *
Nos últimos anos os Linces tem utilizado entre 27 (em 2008-09, 2009-10 e 2010-11) e 25 (no ano passado) jogadores, e na verdade parece que 17 nomes para 13 torneios será curto, ficando em aberto a chamada de mais alguns jogadores.
Em relação aos que agora foram convocados, convém registar que temos um conjunto de seis jogadores com muita experiência, com Duarte Moreira (totalista no ano passado com 11 participações e 27 no total, tendo-se estreado em Hong Kong em 2009, e nascido em 1988), Frederico Oliveira (10-37-Ostrava 2008-1988), Diogo Miranda (9-28-Amsterdão 2007-1988), David Mateus (9-54-Hong Kong 2002-1980), Adérito Esteves (9-52-Dubai 2005-1985) e Pedro Leal (8-52-Dubai 2004-1984).
A este conjunto juntam-se Luis Sousa (4-10-Dubai 2010-1989) e António Vieira de Almeida (4-7-Sopot 2009-1990) que se estrearam em 2010 e 2009 respectivamente, mas que deram mais nas vistas na época finda, e Martim Ávila (8-8-Elche 2011-1989), Francisco Vieira de Almeida (8-8-Hong Kong 2012-1992), Vasco Fragoso Mendes (3-3-Glasgow 2012-1993) e João Lino (2-2-Moscovo 2012-1990), caloiros do ano passado, e, finalmente, Manuel Murteira (0-2-Lyon 2011-1990).
Para completar o lote foram convocados Pedro Ávila (nascido em 1994 e jogador do CDUP), Nuno Guedes (1994-CDUP), Miguel Lucas (1994-Cascais), José Vareta (APJRugby-1994) e, quatro jogadores que ainda não vestiram a pele dos Linces.
Nota-se um bom equilíbrio entre a experiência e a juventude, e a preocupação de apostar numa nova geração para ir substituindo aqueles que vão ficando mais velhos.
Confesso que gostaria de ver Gonçalo Foro e Hugo Valente incluídos no grupo, pois Foro é um jogador de fina técnica e influência na equipa, e Valente compensa em força e capacidade atlética o que lhe falta de técnica e virtuosismo, mas no conjunto creio que é bastante equilibrado e com a experiência que os mais novos vão adquirindo, garantem a qualidade que a nossa equipa tem que oferecer.
Outra novidade interessante que não tendo nada a ver com a equipa tem a ver com a sua actividade, foi o aparecimento na cena do rugby de uma agência de viagens que oferece um pacote para quem queira acompanhar a equipa nacional ao Dubai.
Que eu me lembre é a primeira vez que uma agência aparece a oferecer serviços desta natureza e é uma excelente oportunidade para os que desejam começar a acompanhar as deslocações da nossa equipa.
Por isso aqui deixo o link para mais detalhada informação, já que gostaria de ver uma verdadeira claque (Al-qateia chama-lhe o amigo Manuel Gaivão, do Luxemburgo) a apoiar a nossa malta!
A convocatória dos sevens:
P.S. Aqueles que não gostam que eu chame Linces aos Lobos Sevens, não vale a pena irritarem-se nem encherem a minha caixa postal de insultos e reclamações.
Já expliquei por diversas vezes que o faço apenas para evitar qualquer tipo de confusão entre os dois internacionais - os que representam a nossa selecção nacional de XV e os que representam a nossa selecção nacional de VII.
Aliás nem sequer é original uma equipa ser conhecida por dois nomes, como acontece por exemplo com os Springbok Sevens que são também conhecidos pelos Blitzbokke, e assim divulgados pela própria Federação sul africana - e ninguém se ofende ou sente diminuído.
Você quer chamar-lhes Lobos? Faça favor, mas não se esqueça de separar bem se é um Lobo de XV ou um Lobo de VII. Aqui optamos pela simplicidade, e por isso um Lobo é um Lobo, e um Lince é um Lince, e há muitos que são Lobos umas vezes e Linces outras, e todos entendem o que eu quero dizer - afinal aquilo que é verdadeiramente importante.
* - corrigido de acordo com a informação fornecida pelo CDUL (ver caixa de comentários)
Foto: António Simões dos Santos
Nove desses torneios farão parte das Séries Mundiais - deviam ser 10, mas a Argentina desistiu de organizar a etapa a que se tinha comprometido - e terão início já em Outubro com a realização da jornada australiana, que terá lugar em Gold Coast nos dias 13 e 14.
Dos restantes quatro torneios, três farão parte do Grand Prix Séries da FIRA-AER, e o último será o Campeonato do Mundo, em Moscovo, entre os dias 28 e 30 de Junho do próximo ano.
A FPR anunciou entretanto aos clubes a sua intenção de formar um grupo fechado de jogadores para darem conta de toda esta actividade, que não poderão ser utilizados pelos clubes nas suas competições de XV.
Acreditamos que essa não seja uma decisão definitiva, e que o ponto de vista dos clubes - que não gostaram muito da ideia, com especial destaque para aqueles que mais jogadores fornecem à selecção - possa vir a ser considerado, conseguindo um certo equilíbrio entre os interesses dos Linces, dos Lobos e dos clubes.
Para já fica uma lista de 17 jogadores, que deve a curto prazo ser aumentada, onde as ausências de Gonçalo Foro, Francisco Pinto de Magalhães, Carl Murray e Hugo Valente, são as mais notórias.
Note-se que Gonçalo Foro foi uma peça fundamental na composição dos Linces durante a última época, com a presença registada em oito dos 11 torneios que Portugal disputou, assim como Pinto de Magalhães e Carl Murray que foram escolha certa nos sete primeiros torneios.
Hugo Valente também faz notar a sua ausência, já que esteve nos últimos quatro torneios disputados pelos Linces.
Dos jogadores utilizados na última época, José Rodrigues (1 vez) e Manuel Raposo (2) (incluídos na equipa de forma pouco clara), Sérgio Franco (1), Nuno Penha e Costa (2), Sebastião Cunha (2), Bernardo Silveira (3) e Veltioven Tavares (3) não foram incluídos nesta convocatória, enquanto José Lima (2) e Francisco Appleton (5) estão no momento a tentar a sua sorte em França o primeiro na esperanças do Narbonne (onde também está Gonçalo Uva) e o segundo no Pau (Section Paloise), também nas Esperanças. *
Nos últimos anos os Linces tem utilizado entre 27 (em 2008-09, 2009-10 e 2010-11) e 25 (no ano passado) jogadores, e na verdade parece que 17 nomes para 13 torneios será curto, ficando em aberto a chamada de mais alguns jogadores.
Em relação aos que agora foram convocados, convém registar que temos um conjunto de seis jogadores com muita experiência, com Duarte Moreira (totalista no ano passado com 11 participações e 27 no total, tendo-se estreado em Hong Kong em 2009, e nascido em 1988), Frederico Oliveira (10-37-Ostrava 2008-1988), Diogo Miranda (9-28-Amsterdão 2007-1988), David Mateus (9-54-Hong Kong 2002-1980), Adérito Esteves (9-52-Dubai 2005-1985) e Pedro Leal (8-52-Dubai 2004-1984).
A este conjunto juntam-se Luis Sousa (4-10-Dubai 2010-1989) e António Vieira de Almeida (4-7-Sopot 2009-1990) que se estrearam em 2010 e 2009 respectivamente, mas que deram mais nas vistas na época finda, e Martim Ávila (8-8-Elche 2011-1989), Francisco Vieira de Almeida (8-8-Hong Kong 2012-1992), Vasco Fragoso Mendes (3-3-Glasgow 2012-1993) e João Lino (2-2-Moscovo 2012-1990), caloiros do ano passado, e, finalmente, Manuel Murteira (0-2-Lyon 2011-1990).
Para completar o lote foram convocados Pedro Ávila (nascido em 1994 e jogador do CDUP), Nuno Guedes (1994-CDUP), Miguel Lucas (1994-Cascais), José Vareta (APJRugby-1994) e, quatro jogadores que ainda não vestiram a pele dos Linces.
Nota-se um bom equilíbrio entre a experiência e a juventude, e a preocupação de apostar numa nova geração para ir substituindo aqueles que vão ficando mais velhos.
Confesso que gostaria de ver Gonçalo Foro e Hugo Valente incluídos no grupo, pois Foro é um jogador de fina técnica e influência na equipa, e Valente compensa em força e capacidade atlética o que lhe falta de técnica e virtuosismo, mas no conjunto creio que é bastante equilibrado e com a experiência que os mais novos vão adquirindo, garantem a qualidade que a nossa equipa tem que oferecer.
Outra novidade interessante que não tendo nada a ver com a equipa tem a ver com a sua actividade, foi o aparecimento na cena do rugby de uma agência de viagens que oferece um pacote para quem queira acompanhar a equipa nacional ao Dubai.
Que eu me lembre é a primeira vez que uma agência aparece a oferecer serviços desta natureza e é uma excelente oportunidade para os que desejam começar a acompanhar as deslocações da nossa equipa.
Por isso aqui deixo o link para mais detalhada informação, já que gostaria de ver uma verdadeira claque (Al-qateia chama-lhe o amigo Manuel Gaivão, do Luxemburgo) a apoiar a nossa malta!
A convocatória dos sevens:
P.S. Aqueles que não gostam que eu chame Linces aos Lobos Sevens, não vale a pena irritarem-se nem encherem a minha caixa postal de insultos e reclamações.
Já expliquei por diversas vezes que o faço apenas para evitar qualquer tipo de confusão entre os dois internacionais - os que representam a nossa selecção nacional de XV e os que representam a nossa selecção nacional de VII.
Aliás nem sequer é original uma equipa ser conhecida por dois nomes, como acontece por exemplo com os Springbok Sevens que são também conhecidos pelos Blitzbokke, e assim divulgados pela própria Federação sul africana - e ninguém se ofende ou sente diminuído.
Você quer chamar-lhes Lobos? Faça favor, mas não se esqueça de separar bem se é um Lobo de XV ou um Lobo de VII. Aqui optamos pela simplicidade, e por isso um Lobo é um Lobo, e um Lince é um Lince, e há muitos que são Lobos umas vezes e Linces outras, e todos entendem o que eu quero dizer - afinal aquilo que é verdadeiramente importante.
* - corrigido de acordo com a informação fornecida pelo CDUL (ver caixa de comentários)
Foto: António Simões dos Santos
INQUÉRITO NACIONAL AOS CLUBES
Para actualizar as Fichas de todos os Clube portugueses, o Mão de Mestre lançou hoje um inquérito em que solicita um conjunto de informações que são do interesse público, e que se reproduz no final deste texto.
O inquérito foi enviado por e-mail para a maioria dos clubes nacionais, mas, devido à falta de conhecimento de alguns endereços electrónicos, não foi possível alcançar toda a gente.
Por isso solicitamos que preencham o presente inquérito, pois mesmo que ele surja em duplicado, isso não terá a menor importância.
Assim, o Mão de Mestre poderá elaborar as respectivas Fichas de Clube, que serão oportunamente publicadas.
Não esqueçam o envio por e-mail separado, como se indica no inquérito, do logotipo do Clube e da fotografia da sua equipa principal!
Colabore com o Mão de Mestre!
O inquérito foi enviado por e-mail para a maioria dos clubes nacionais, mas, devido à falta de conhecimento de alguns endereços electrónicos, não foi possível alcançar toda a gente.
Por isso solicitamos que preencham o presente inquérito, pois mesmo que ele surja em duplicado, isso não terá a menor importância.
Assim, o Mão de Mestre poderá elaborar as respectivas Fichas de Clube, que serão oportunamente publicadas.
Não esqueçam o envio por e-mail separado, como se indica no inquérito, do logotipo do Clube e da fotografia da sua equipa principal!
Colabore com o Mão de Mestre!
CASCAIS É O CAMPEÃO
O Cascais viu confirmado pelo Conselho de Justiça da FPR o título nacional da época 2011-12, e que foi contestado pelo CRAV, por utilização de um número excessivo de jogadores no jogo que pôs as duas equipas frente a frente em 12 de Maio, e que os cascalenses venceram por 32-7.
Numa primeira instância, o Conselho de Disciplina considerou o jogo como "não realizado", e a FPR decidiu pela marcação do mesmo para o próximo dia 22 de Setembro, mas a decisão do CJ veio anular essas decisões e homologar o título que o Cascais conquistou.
Pode agora a FPR publicar a homologação da respectiva classificação e encerrar em definitivo a época passada, para que nos preocupemos apenas com aquilo que aí vem.
Parabéns ao Cascais!
Foto: Cascais Rugby
Numa primeira instância, o Conselho de Disciplina considerou o jogo como "não realizado", e a FPR decidiu pela marcação do mesmo para o próximo dia 22 de Setembro, mas a decisão do CJ veio anular essas decisões e homologar o título que o Cascais conquistou.
Pode agora a FPR publicar a homologação da respectiva classificação e encerrar em definitivo a época passada, para que nos preocupemos apenas com aquilo que aí vem.
Parabéns ao Cascais!
Foto: Cascais Rugby
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