Com forte destaque para a presença no Algarve de grandes equipas que irão disputar o Torneio Elite, entre as quais a França, a Itália, Hong Kong, a Roménia e Portugal, ou o Samurai International e a equipa vencedora do campeonato nacional que se disputa enquadrado no Lisboa Sevens, a ter lugar uma semana antes, está garantida a qualidade daquele que promete ser um grande evento e que acontecerá no final de semana de 8 e 9 de Junho, no Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António.
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6 de maio de 2019
13 de maio de 2014
PEDRO LEAL 1000 - UM FEITO QUE MERECE DESTAQUE
O feito de Pedro Leal merece destaque num país habituado a desprezar os seus melhores, a banalizar os seus extraordinário feitos, com o estúpido pretexto de que não são eles que merecem destaque e sim os "outros que não prestam"...
10 de maio de 2014
PEDRO LEAL DOBRA A MARCA DOS 1000 PONTOS
Como resultado das três transformações que obteve durante a fase de apuramento disputada hoje, Pedro Leal ultrapassou a marca dos 1000 pontos conseguidos em jogos do Circuito Mundial, quase 10 anos após a sua estreia que ocorreu no torneio do Dubai, no dia 4 de Dezembro de 2004.
O feito notável de Pedro Leal ocorreu no mesmo dia em que Tomasi Cama, da Nova Zelândia, ultrapassou a marca dos 2000 pontos, e que o eleva ao patamar apenas antes alcançado por Ben Gollings, com os seus 2652 pontos.
O feito notável de Pedro Leal ocorreu no mesmo dia em que Tomasi Cama, da Nova Zelândia, ultrapassou a marca dos 2000 pontos, e que o eleva ao patamar apenas antes alcançado por Ben Gollings, com os seus 2652 pontos.
7 de maio de 2014
UM OLHO NA ESPANHA, OUTRO EM PEDRO LEAL!
No fim de semana em que Pedro Leal se pode consagrar como um dos melhores jogadores de sevens do Circuito Mundial de todos os tempos, ao atingir a marca de 1000 pontos marcados, Portugal vai ter que manter um controlo apertado sobre a Espanha, para que esta não consigo os mais 11 pontos que Portugal na classificação final, de que precisa para ultrapassar a nossa equipa no ranking oficial da prova.
A diferença actual entre as duas últimas equipas do ranking é, à partida para a última etapa do Circuito, de 10 pontos favorável a Portugal (25-15), mas Portugal tem uma ligeira vantagem no primeiro factor de desempate - diferencial de pontos marcados/sofridos - com 48 pontos de vantagem.
A diferença actual entre as duas últimas equipas do ranking é, à partida para a última etapa do Circuito, de 10 pontos favorável a Portugal (25-15), mas Portugal tem uma ligeira vantagem no primeiro factor de desempate - diferencial de pontos marcados/sofridos - com 48 pontos de vantagem.
27 de junho de 2013
PEDRO LEAL FALA DESDE MOSCOVO
Pedro Leal, exemplo de desportista, de homem do rugby e de boa educação, fala para o Mão de Mestre em entrevista concedida em Moscovo.
O Mão de Mestre, sempre na procura de fornecer mais e melhor informação a quem se interessa pelas coisas do rugby português, estabeleceu com o brasileiro Portal do Rugby uma parceria para a cobertura do evento, que inclui um conjunto de entrevistas a elementos da comitiva portuguesa, que hoje iniciamos com o playmaker português.
Esperamos poder trazer até ao público nacional outros depoimentos, apesar de algumas dificuldades que surgiram, de forma absolutamente inesperada e completamente injustificada, mas que em nada afetam o nosso esforço de tentar dar a conhecer a opinião de quem conta no rugby português.
O Mão de Mestre, sempre na procura de fornecer mais e melhor informação a quem se interessa pelas coisas do rugby português, estabeleceu com o brasileiro Portal do Rugby uma parceria para a cobertura do evento, que inclui um conjunto de entrevistas a elementos da comitiva portuguesa, que hoje iniciamos com o playmaker português.
Esperamos poder trazer até ao público nacional outros depoimentos, apesar de algumas dificuldades que surgiram, de forma absolutamente inesperada e completamente injustificada, mas que em nada afetam o nosso esforço de tentar dar a conhecer a opinião de quem conta no rugby português.
23 de maio de 2013
PEDRO LEAL FALA COM O MÃO DE MESTRE NA VÉSPERA DO MUNDIAL DE 7'S
Pedro Leal, o cérebro da nossa seleção nacional de sevens, é o mais conhecido dos jogadores de rugby de Portugal, com 67 internacionalizações pela nossa equipa de XV e 60 torneios internacionais de sevens nas pernas.
Pedro, a participação portuguesa nas Séries Mundiais deste ano foi inconstante, com alguns bons momentos, mas com outros bastante fracos...
Sendo a única equipa em que quatro/cinco jogadores fazem parte das seleções de XV e de sevens é difícil competir com equipas 100% profissionais e que só jogam sevens.
Já vai longe em que havia muitas equipas como nós!
Hoje em dia o circuito não tem nada a ver com antigamente, só quem lá anda é que percebe que todos os paises estão a apostar tudo nos sevens!
Resumindo...a nossa prestação no circuito podia ter sido melhor mas também podia ter sido pior – reparem na Espanha que tem 20 jogadores profissionais e que não foi uma única vez à Cup!
O mau foi ter ficado cinco vezes em último e não ter ganho um único jogo no
segundo dia.
Isso deve-se à falta de treinos de sevens e ao cansaço dos jogadores.
Mas tivemos três torneios muito bons!
Ganhar à Africa do Sul, Inglaterra, Samoa não é fácil...
Uma digressão à América do Sul e o Europeu das Nações de XV na época, e nove torneios de sevens de grande nível, em que estado se chega a esta altura do ano?
Pessoalmente sinto-me cansado, cada treinador que falo diz-me que é impossível fazer XV e sevens o ano inteiro a nível internacional, são muito jogos nas pernas e isso reflete-se em campo.
Acho que termos conseguido ser core team para o próximo ano foi um grande feito!
Mais uma vez jogámos contra equipas 100% profissionais e ganhámos...mesmo com pouco treino de sevens nas pernas!
Mas a ideia que a maior parte das pessoas tem é que vocês treinam sevens todo o ano, o que aliás se justifica pela existência de um treinador exclusivo para a equipa...
Poucas pessoas percebem isso, enquanto as outras equipas só fazem sevens nós jogamos XV o ano inteiro e antes de cada etapa das Séries Mundiais juntamos-nos e vamos jogar os torneios.
Por exemplo depois de Hong Kong e Tóquio, os cinco jogadores que também estavam na seleção de XV (eu, Adérito Esteves, Gonçalo Foro, Frederico Oliveira e Nuno Penha e Costa) apenas treinaram duas vezes sevens antes de irmos para Glasgow...e Londres, onde felizmente conseguimos ganhar o estatuto de core team pela segunda vez!
E agora, neste final de época com o Mundial no fim de Junho e a primeira etapa do Grand Prix da FIRA no princípio do mês...
Agora para o Campeonato do Mundo já vamos ter tempo para treinar todos juntos e focar 100% nos sevens!
Isso sim é uma grande noticias, a má noticia é que a época já vai longa e quatro jogadores fizeram XV e sevens o ano todo e isso pesa nas pernas!
Mas estou confiante que vamos fazer um grande Campeonato do Mundo na Rússia
E o que vai acontecer com o futuro do jogador Pedro Leal...?
Em relação ao meu futuro ainda nada está certo.
Voltei este ano para Portugal para conseguir ajudar Portugal e jogar no Circuito.
Já recebi propostas de Espanha e França e veremos o que se vai passar...
Na véspera de mais um Mundial de sevens e a participação no Grand Prix da FIRA, o Mão de Mestre conversou com o nosso pequeno/grande jogador.
Pedro, a participação portuguesa nas Séries Mundiais deste ano foi inconstante, com alguns bons momentos, mas com outros bastante fracos...
Sendo a única equipa em que quatro/cinco jogadores fazem parte das seleções de XV e de sevens é difícil competir com equipas 100% profissionais e que só jogam sevens.
Já vai longe em que havia muitas equipas como nós!
Hoje em dia o circuito não tem nada a ver com antigamente, só quem lá anda é que percebe que todos os paises estão a apostar tudo nos sevens!
Resumindo...a nossa prestação no circuito podia ter sido melhor mas também podia ter sido pior – reparem na Espanha que tem 20 jogadores profissionais e que não foi uma única vez à Cup!
O mau foi ter ficado cinco vezes em último e não ter ganho um único jogo no
segundo dia.
Isso deve-se à falta de treinos de sevens e ao cansaço dos jogadores.
Mas tivemos três torneios muito bons!
Ganhar à Africa do Sul, Inglaterra, Samoa não é fácil...
Uma digressão à América do Sul e o Europeu das Nações de XV na época, e nove torneios de sevens de grande nível, em que estado se chega a esta altura do ano?
Pessoalmente sinto-me cansado, cada treinador que falo diz-me que é impossível fazer XV e sevens o ano inteiro a nível internacional, são muito jogos nas pernas e isso reflete-se em campo.
Acho que termos conseguido ser core team para o próximo ano foi um grande feito!
Mais uma vez jogámos contra equipas 100% profissionais e ganhámos...mesmo com pouco treino de sevens nas pernas!
Mas a ideia que a maior parte das pessoas tem é que vocês treinam sevens todo o ano, o que aliás se justifica pela existência de um treinador exclusivo para a equipa...
Poucas pessoas percebem isso, enquanto as outras equipas só fazem sevens nós jogamos XV o ano inteiro e antes de cada etapa das Séries Mundiais juntamos-nos e vamos jogar os torneios.
Por exemplo depois de Hong Kong e Tóquio, os cinco jogadores que também estavam na seleção de XV (eu, Adérito Esteves, Gonçalo Foro, Frederico Oliveira e Nuno Penha e Costa) apenas treinaram duas vezes sevens antes de irmos para Glasgow...e Londres, onde felizmente conseguimos ganhar o estatuto de core team pela segunda vez!
E agora, neste final de época com o Mundial no fim de Junho e a primeira etapa do Grand Prix da FIRA no princípio do mês...
Agora para o Campeonato do Mundo já vamos ter tempo para treinar todos juntos e focar 100% nos sevens!
Isso sim é uma grande noticias, a má noticia é que a época já vai longa e quatro jogadores fizeram XV e sevens o ano todo e isso pesa nas pernas!
Mas estou confiante que vamos fazer um grande Campeonato do Mundo na Rússia
E o que vai acontecer com o futuro do jogador Pedro Leal...?
Em relação ao meu futuro ainda nada está certo.
Voltei este ano para Portugal para conseguir ajudar Portugal e jogar no Circuito.
Já recebi propostas de Espanha e França e veremos o que se vai passar...
Fotos: IRB/Martin Seras Lima e António Simões dos Santos
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