Vencendo a Bélgica por 15-10, a equipa Sub-18 de Portugal garantiu o terceiro lugar no Europeu da categoria, sua melhor classificação de sempre na competição que se disputa desde 2005.
Recorde-se que Portugal bateu nos quartos de final a Alemanha por 64-5, para depois perder nas meias finais frente a Geórgia por 10-29, apesar do excelente comportamento da equipa.
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27 de março de 2016
23 de março de 2016
LOBITOS PERDEM MAS MOSTRAM QUALIDADE INDIVIDUAL E COLECTIVA
Portugal perdeu o jogo das meias finais do campeonato da Europa de Sub-18 frente a Geórgia por 29-10 naquele que foi um belo jogo de rugby, e no qual o resultado não traduz a qualidade individual e colectiva que os Lobitos apresentaram.
O processo defensivo espelhado pela equipa nacional durante 70 minutos, merece todo os elogios e os georgianos tiveram mesmo que se empenhar a fundo para marcar os seus ensaios, três deles de grande expressão colectiva.
O processo defensivo espelhado pela equipa nacional durante 70 minutos, merece todo os elogios e os georgianos tiveram mesmo que se empenhar a fundo para marcar os seus ensaios, três deles de grande expressão colectiva.
25 de maio de 2015
GEÓRGIA VENCE TROPHY E DISPUTA MUNDIAL EM 2016
O Uruguai garantiu o terceiro lugar na prova, após derrotar Tonga por escassos 44-43, enquanto as Fiji bateram a Namíbia por 36-24, na discussão do quinto lugar na prova.
21 de maio de 2015
LOBITOS AMEAÇARAM GEÓRGIA E DEIXARAM FUGIR BÓNUS POR POUCO

Contra um dos principais favoritos à vitória na prova, a Geórgia, Portugal soube corrigir alguns dos problemas sentidos na partida contra o Uruguai, e ofereceu uma boa resistência durante toda a partida, o que impediu que os georgianos conseguissem o ponto de bónus.
Os Lobitos mereciam o ponto de bónus defensivo que lhes fugiu por muito pouco, e o ensaio obtido no final da primeira parte, e os primeiros 25 minutos do segundo tempo - altura em que a Geórgia marcou o seu único ensaio nesta parte do jogo, francamente contra a corrente do jogo - são a demonstração disso mesmo.
19 de maio de 2015
LOBITOS INCAPAZES DE DAR A VOLTA POR CIMA, PERDEM COM URUGUAI
Depois de um excelente comportamento no jogo da primeira etapa frente às Fiji, Portugal não foi capaz de manter o mesmo nível e perdeu com o Uruguai, num jogo em que os sul-americanos dominaram e controlaram completamente.
Os uruguaios que tinham perdido por larga margem com a Geórgia souberam reorganizar-se e não deram qualquer oportunidade aos Lobitos de repetir a exibição do primeiro dia, e vão decidir o segundo lugar no grupo B frente às Fiji.
Os uruguaios que tinham perdido por larga margem com a Geórgia souberam reorganizar-se e não deram qualquer oportunidade aos Lobitos de repetir a exibição do primeiro dia, e vão decidir o segundo lugar no grupo B frente às Fiji.
15 de maio de 2015
PORTUGAL DEFRONTA URUGUAI NA SEGUNDA JORNADA DO TROPHY 2015
Depois de um excelente comportamento na primeira jornada frente às Fiji, Portugal defronta amanhã o Uruguai no segundo dia do Sub-20 World Trophy, que se desenrola em Lisboa.
Apesar de derrotados pelos fijianos, os Lobitos mostraram grande personalidade e capacidade, em especial ao nível dos avançados, sector por onde no passado as equipas nacionais sofriam no embate com adversários mais poderosos.
Apesar de derrotados pelos fijianos, os Lobitos mostraram grande personalidade e capacidade, em especial ao nível dos avançados, sector por onde no passado as equipas nacionais sofriam no embate com adversários mais poderosos.
12 de maio de 2015
LOBITOS MOSTRAM DENTE MAS NÃO CHEGAM LÁ...
Excelente partida dos Lobitos portugueses frente às Fiji, que acabaram por perde por 34-19, mas o resultado não reflecte o que se passou em campo, com os nossos jovens a dominarem a partida, mas não tendo arte para a estocada final, acabaram por sofrer 10 pontos nos últimos.
Gostámos de ver a equipa portuguesa a dominar o jogo dos avançados, em especial nos mauls e nos rucks, onde exploraram bem as técnicas de limpeza de bola dos sevens, e fazendo mesmo os fijianos recuar muitos metros em alguns mauls dinâmicos.
Gostámos de ver a equipa portuguesa a dominar o jogo dos avançados, em especial nos mauls e nos rucks, onde exploraram bem as técnicas de limpeza de bola dos sevens, e fazendo mesmo os fijianos recuar muitos metros em alguns mauls dinâmicos.
6 de abril de 2015
PORTUGAL SUB-18 OBTÉM SEXTO LUGAR NO EUROPEU
Portugal perde com o País de Gales por 8-38 no Europeu de sub-18, Divisão Elite, mas obtém a sua melhor classificação de sempre na competição graças à vitória na segunda jornada frente à Escócia.
Este foi o quarto ano seguido em que Portugal participou da Divisão Elite, sempre em consequência do apuramento conseguido em torneios de qualificação, e a vitória sobre os escoceses foi a primeira que conseguiu na competição.
Pela lógica desportiva Portugal estará assim livre do referido torneio de qualificação, que deverá ser disputado pela Escócia - última classificada da Divisão Elite, e pela Rússia e Bélgica, as duas primeiras da Divisão A, mas nestas coisas do rugby, nem sempre o que é lógico, acontece...
Este foi o quarto ano seguido em que Portugal participou da Divisão Elite, sempre em consequência do apuramento conseguido em torneios de qualificação, e a vitória sobre os escoceses foi a primeira que conseguiu na competição.
Pela lógica desportiva Portugal estará assim livre do referido torneio de qualificação, que deverá ser disputado pela Escócia - última classificada da Divisão Elite, e pela Rússia e Bélgica, as duas primeiras da Divisão A, mas nestas coisas do rugby, nem sempre o que é lógico, acontece...
31 de março de 2015
LOBITOS COM VOZ DE LOBO METEM ESCÓCIA NA BOTA!
Feito histórico em Toulouse, onde os Sub-18 de Portugal venceram a Escócia no desempate pela transformação de pontapés aos postes, após um empate a zero, no final do tempo regulamentar.
Baseando o seu jogo numa defesa intransponível, os Lobitos conseguiram a sua primeira vitória na Divisão Elite, na qual participam desde o seu alargamento de quatro para oito equipas.
Com este resultado, Portugal vai no último dia da competição disputar o 5º lugar, e o pior que lhe pode acontecer é ficar na 6ª posição, bem acima do último lugar que está condenado ao rebaixamento.
Baseando o seu jogo numa defesa intransponível, os Lobitos conseguiram a sua primeira vitória na Divisão Elite, na qual participam desde o seu alargamento de quatro para oito equipas.
Com este resultado, Portugal vai no último dia da competição disputar o 5º lugar, e o pior que lhe pode acontecer é ficar na 6ª posição, bem acima do último lugar que está condenado ao rebaixamento.
25 de outubro de 2014
SUB-18 DÃO PASSO IMPORTANTE NO CAMINHO DA ELITE
Portugal bateu a Roménia por 31-3 no primeiro jogo de apuramento para o Grupo Elite do Europeu da categoria, depois de estar empatado ao intervalo por 3-3.
Com uma segunda parte excelente Portugal corrigiu alguns erros do primeiro tempo e dominou os acontecimentos.
10 de junho de 2013
LOBITOS ENCERRAM PARTICIPAÇÃO NO WORLD TROPHY FRENTE A TONGA
Uma derrota no derradeiro jogo do World Trophy, desta vez contra Tonga por 27-7, deixa um sabor amargo na boca, já que a equipa deu a nítida sensação de poder ter ido mais longe, acabando por falhar em alguns fundamentos que se esperava tivessem sido corrigidos com o correr da competição.
Houve uma acentuada melhoria na utilização da bola, apesar da fraca concretização conseguida, mas viu-se uma melhoria na transmissão, na continuidade e nos encadeamentos conseguidos, mas no que respeita à defesa a equipa não conseguiu grandes melhoras, mostrando fragilidades que a este nível se pagam muito caras.
Os avançados estiveram bem em quase todo o jogo, mas também neste sector se sentiu que a defender a equipa tem que fazer melhor.
O ponto mais forte da equipa esteve onde normalmente as equipas portuguesas tem mais dificuldade - nas formações ordenadas - e foi talvez o sector que mais merece o nosso aplauso.
Recordo que no primeiro jogo houve uma formação que foi completamente
arrastada pelos chilenos, o que nos levou a pensar o que poderia acontecer contra equipas de maior porte atlético, mas a verdade é que aquele momento foi ultrapassado e a nossa casa das máquinas esteve em grande!
Em termos gerais temos que nos congratular pela qualidade da equipa, que mostrou ser constituída por um conjunto de jogadores - uma geração - acima da média, e que pode vir a constituir uma boa plataforma para o futuro dos Lobos.
Depois desta participação internacional fica-nos a dúvida se atrás deste grupo de jogadores outro virá que garanta a continuidade da nossa representação a este nível.
ITÁLIA VENCE TROPHY E GANHA PASSAPORTE PARA O CHAMPIONSHIP
A vitória da Itália na prova, derrotando o Canadá por 45-23 na final, e a sua promoção para o Championship, mantém as melhores perspectivas para a equipa portuguesa no Europeu da categoria, já que desta forma a Itália não irá participar naquela prova de acesso ao Trophy.
Assim, Portugal vai encontrar no próximo campeonato da Europa os mesmos adversários que encontrou este ano, pelo que as suas possibilidades de êxito, são, teoricamente, semelhantes às que teve em Novembro de 2012.
Veja o quadro dos resultados finais:
Antes de encerramos este assunto, não podemos deixar de fazer uma referência ao comunicado da FPR sobre o último jogo de Portugal, divulgado após o jogo.
Na verdade o Mão de Mestre tem tido ao longo da sua existência um extremo cuidado e acção pedagógica naquilo que se refere aos comentários às arbitragens, evitando fazê-los e não autorizando que nas caixas de comentários do Portal a publicação de críticas ou desagravos sobre as mesmas.
Assim, foi com grande desapontamento que verificámos que o referido comunicado se espraia em observações sobre a qualidade da arbitragem do jogo Portugal-Tonga, como forma de justificar o resultado negativo da equipa.
Esperava-se que a FPR tivesse uma acção comedida sobre esta matéria, e que não repetisse nas suas páginas o mesmo tom e conteúdo que foi prática corrente num certo cantinho da responsabilidade do seu actual presidente.
Esperamos que o bom senso prevaleça e que a FPR não repita este tipo de comentários.
Houve uma acentuada melhoria na utilização da bola, apesar da fraca concretização conseguida, mas viu-se uma melhoria na transmissão, na continuidade e nos encadeamentos conseguidos, mas no que respeita à defesa a equipa não conseguiu grandes melhoras, mostrando fragilidades que a este nível se pagam muito caras.
Os avançados estiveram bem em quase todo o jogo, mas também neste sector se sentiu que a defender a equipa tem que fazer melhor.
O ponto mais forte da equipa esteve onde normalmente as equipas portuguesas tem mais dificuldade - nas formações ordenadas - e foi talvez o sector que mais merece o nosso aplauso.
Recordo que no primeiro jogo houve uma formação que foi completamente
arrastada pelos chilenos, o que nos levou a pensar o que poderia acontecer contra equipas de maior porte atlético, mas a verdade é que aquele momento foi ultrapassado e a nossa casa das máquinas esteve em grande!
Em termos gerais temos que nos congratular pela qualidade da equipa, que mostrou ser constituída por um conjunto de jogadores - uma geração - acima da média, e que pode vir a constituir uma boa plataforma para o futuro dos Lobos.
Depois desta participação internacional fica-nos a dúvida se atrás deste grupo de jogadores outro virá que garanta a continuidade da nossa representação a este nível.
ITÁLIA VENCE TROPHY E GANHA PASSAPORTE PARA O CHAMPIONSHIP
A vitória da Itália na prova, derrotando o Canadá por 45-23 na final, e a sua promoção para o Championship, mantém as melhores perspectivas para a equipa portuguesa no Europeu da categoria, já que desta forma a Itália não irá participar naquela prova de acesso ao Trophy.
Assim, Portugal vai encontrar no próximo campeonato da Europa os mesmos adversários que encontrou este ano, pelo que as suas possibilidades de êxito, são, teoricamente, semelhantes às que teve em Novembro de 2012.
Veja o quadro dos resultados finais:
Antes de encerramos este assunto, não podemos deixar de fazer uma referência ao comunicado da FPR sobre o último jogo de Portugal, divulgado após o jogo.
Na verdade o Mão de Mestre tem tido ao longo da sua existência um extremo cuidado e acção pedagógica naquilo que se refere aos comentários às arbitragens, evitando fazê-los e não autorizando que nas caixas de comentários do Portal a publicação de críticas ou desagravos sobre as mesmas.
Assim, foi com grande desapontamento que verificámos que o referido comunicado se espraia em observações sobre a qualidade da arbitragem do jogo Portugal-Tonga, como forma de justificar o resultado negativo da equipa.
Esperava-se que a FPR tivesse uma acção comedida sobre esta matéria, e que não repetisse nas suas páginas o mesmo tom e conteúdo que foi prática corrente num certo cantinho da responsabilidade do seu actual presidente.
Esperamos que o bom senso prevaleça e que a FPR não repita este tipo de comentários.
6 de junho de 2013
LOBITOS NO LIMITE DO POSSÍVEL?
Uma pesada derrota frente à Itália por 61-13 marcou o encerramento da fase de apuramento do World Trophy para os Lobitos, com um terceiro lugar na bagagem que para uns é pouco e para outros é demais...Depois do deslumbramento inicial e da derrota frente ao Chile na primeira jornada, duma vitória suada contra a Namíbia no segundo dia da prova, o jogo de hoje era encarado com grande expectativa, menos pelo sentido do resultado, e mais pela descoberta de até onde poderia ir a nossa equipa perante um adversário que pertence - gostemos ou não - a outro nível (superior) do rugby europeu.
A ideia com que ficamos, primeiro, diz-nos que Portugal foi a segunda melhor equipa deste grupo, e que o jogo com os chilenos teria um resultado diferente, fosse a ordem dos jogos alterada.
Mas também o jogo contra a Namíbia poderia ter corrido em sentido contrário, se esse jogo tivesse sido o primeiro...
O que quero dizer é que o que se passou no primeiro dia condicionou - positivamente - aquilo que se veio a passar no segundo, e isso tem pouco a ver com o adversário que tivemos pela frente em cada um daqueles jogos, e mais com a descoberta de um novo mundo, que os jovens Lobitos fizeram à sua própria custa.
E neste sentido ficou a pairar a dúvida em relação ao derradeiro jogo desta fase, não sobre quem venceria, mas como os portugueses se comportariam perante uma equipa que se sabia à partida estar uns bons degraus mais acima.
E depois de assistirmos ao jogo com os italianos, a segunda ideia que retiramos desta fase e do confronto com equipas, como já referimos, de um nível superior, é que Portugal, em geral, embora estando acima das expectativas, esteve aquém daquilo que efectivamente pode alcançar.
Mas atenção, mesmo chegando ao seu limite - o que não foi o caso - Portugal está ainda um bom bocado atrás dos transalpinos, e por comparação, com o acesso ao Junior World Championship...
Mas, perguntarão alguns, porque digo isto se conseguimos equilibrar o jogo nos avançados, chegando mesmo, a espaços, a exercer domínio nas melées, rucks e mauls?
Pois, é verdade, mas fomos suplantados nos alinhamentos e levámos um balde das linhas atrasadas italianas, num jogo em que foi óbvio qual o plano de jogo do adversário: jogar a bola, tornar a jogar e jogar ainda mais uma vez, ou em alternativa, jogar e perfurar sem dar chance de reacção...
E foi aí que Portugal esteve menos bem, na defesa individual, nas falhas de placagem, na surpresa pelas ondas sucessivas de ataque transalpino, que, em certos períodos do jogo, ou acabavam em ensaio, ou muito perto dele...Como esteve menos bem no aproveitamento das (muitas) bolas de ataque de que dispôs, com hesitações, passes a mais, demoras na transmissão, que tiveram sistematicamente como resultado, a falta de espaço, a falta de zonas de perfuração, a perca da linha de vantagem e o recuo no terreno.
E quando Portugal insistiu no pontapé longo, obrigando a Itália a refazer os seus movimentos a partir do seu meio campo, acabou por entrar naquilo em que o adversário do dia era manifestamente mais forte - na circulação de bola, na perfuração e na continuidade...
Sempre que conseguiu transmitir a bola com rapidez, Portugal mostrou que sabe atacar - quesito em que esteve melhor no segundo tempo, talvez por um certo abrandamento defensivo dos italianos, ou por efeito da entrada de jogadores mais frescos na equipa - mas não conseguiu manter a sua eficácia nem a consistência que a este nível são essenciais, especialmente a defender, e sem as quais se paga uma amarga fatura.
A nossa equipa sabe o que anda a fazer, é sólida naquilo que tem sido uma falha constante do rugby português - nos cinco da frente - e sabe ter calma e paciência para ir desenrolando o seu fio de jogo.
Mas como não o conseguiu fazer durante todos os minutos do jogo, nomeadamente a defender como já referido, acabou por ver o resultado ampliar-se e chegar a números que podem dar uma errada ideia do valor da equipa.
Vamos agora aguardar que os Lobitos lambam as feridas e se apresentem frente a Tonga, na luta pelo quinto lugar, com mais esta lição bem aprendida, escalando mais alguns degraus da escada que os separa das melhores equipas do mundo...
Veja os quadros de resultados e da classificação, bem como os jogos finais do próximo domingo:
Fotos: IRB/Facebook
1 de junho de 2013
HOJE É DIA DE LOBITOS!
Espírito de equipa, sacrifício e capacidade de aproveitar as oportunidades, levaram a equipa Sub-20 de Portugal a uma excelente vitória sobre a Namíbia por 26-17 no segundo jogo da sua participação no Junior World Rugby Trophy.
A sorte esteve com a nossa equipa, que, ainda os espectadores não se tinham sentado, já vencia com um ensaio de João Afonso na primeira bola do jogo!
Mas a sorte não aparece por acaso, há que saber aproveitar as oportunidades para que não se transformem em má sorte.
E foi isso que os Lobitos fizeram de novo, quando ainda não estavam corridos dois minutos de jogo, voltando a marcar!
Com o registo em 10-0, a despesa do jogo passou para as mãos da Namíbia que teve que correr atrás do resultado, o que fez durante quase todo o resto da primeira parte, mas Portugal esteve quase sempre bem, e apenas falhou aos 28 minutos, aproveitando os africanos para reduzir para 10-7.
Duarte Marques ainda teve oportunidade de aumentar a vantagem para 13-7, resultado com que se atingiu o intervalo, logo após Bruno Medeiros ter sido castigado com um amarelo...
Na segunda parte a Namíbia volta a entrar com toda a força, Portugal pareceu ter adormecido um pouco, e permitiu o segundo ensaio dos africanos, que não foi transformado, reduzindo para 13-12.
E chegou-se ao momento critico da partida, com um ponto apenas a separar as duas equipas.
Mas foi aí que o melhor dos portugueses veio à tona, e reagindo muito bem à pressão namibiana desenvolveram sucessivos movimentos de ataque que acabaram por proporcionar o terceiro ensaio, por intermédio de Duarte Marques, que também converteu.
20-12 no marcador, e Portugal de novo fora do alcance imediato da Namíbia.
É justo aqui referir o domínio português nas formações ordenadas, que, aliás, deu origem a este último ensaio, e que obrigou o adversário a jogar a recuar, mesmo quando na posse da bola...
Aproveitando bem este período de domínio, Portugal conseguiu mais três pontos - de novo Duarte Marques - antes de mais um esforço da Namíbia ter conduzido ao seu terceiro ensaio e à redução para 23-17.
Chegámos assim aos últimos 10 minutos da partida - o relógio parecia não andar! - mas foi Portugal quem dominou neste período, não se desorientou, manteve a calma e a presença em campo, conseguindo ainda mais uma penalidade transformada e um resultado final de 26-17.
Excelente vitória dos Lobitos, que aprenderam a lição da derrota frente ao Chile, e sabem agora que para vencer a este nível, é preciso trabalhar muito, respeitar o plano de jogo e sofrer, sofrer, sofrer...
Está também de parabéns a equipa técnica, que soube recuperar o espírito abalado da equipa, e transformar os erros cometidos em forças, e apresentar uma equipa que deixou todos nós - e aos próprios intervenientes também! - com um sorriso a bailar nos lábios!
Portugal volta a jogar no dia 5, quarta-feira, frente à Itália, para disputar a última partida no dia 9 de Junho.
A sorte esteve com a nossa equipa, que, ainda os espectadores não se tinham sentado, já vencia com um ensaio de João Afonso na primeira bola do jogo!
Mas a sorte não aparece por acaso, há que saber aproveitar as oportunidades para que não se transformem em má sorte.
E foi isso que os Lobitos fizeram de novo, quando ainda não estavam corridos dois minutos de jogo, voltando a marcar!
Com o registo em 10-0, a despesa do jogo passou para as mãos da Namíbia que teve que correr atrás do resultado, o que fez durante quase todo o resto da primeira parte, mas Portugal esteve quase sempre bem, e apenas falhou aos 28 minutos, aproveitando os africanos para reduzir para 10-7.
Duarte Marques ainda teve oportunidade de aumentar a vantagem para 13-7, resultado com que se atingiu o intervalo, logo após Bruno Medeiros ter sido castigado com um amarelo...
Na segunda parte a Namíbia volta a entrar com toda a força, Portugal pareceu ter adormecido um pouco, e permitiu o segundo ensaio dos africanos, que não foi transformado, reduzindo para 13-12.
E chegou-se ao momento critico da partida, com um ponto apenas a separar as duas equipas.
Mas foi aí que o melhor dos portugueses veio à tona, e reagindo muito bem à pressão namibiana desenvolveram sucessivos movimentos de ataque que acabaram por proporcionar o terceiro ensaio, por intermédio de Duarte Marques, que também converteu.
20-12 no marcador, e Portugal de novo fora do alcance imediato da Namíbia.
É justo aqui referir o domínio português nas formações ordenadas, que, aliás, deu origem a este último ensaio, e que obrigou o adversário a jogar a recuar, mesmo quando na posse da bola...
Aproveitando bem este período de domínio, Portugal conseguiu mais três pontos - de novo Duarte Marques - antes de mais um esforço da Namíbia ter conduzido ao seu terceiro ensaio e à redução para 23-17.
Chegámos assim aos últimos 10 minutos da partida - o relógio parecia não andar! - mas foi Portugal quem dominou neste período, não se desorientou, manteve a calma e a presença em campo, conseguindo ainda mais uma penalidade transformada e um resultado final de 26-17.
Excelente vitória dos Lobitos, que aprenderam a lição da derrota frente ao Chile, e sabem agora que para vencer a este nível, é preciso trabalhar muito, respeitar o plano de jogo e sofrer, sofrer, sofrer...
Está também de parabéns a equipa técnica, que soube recuperar o espírito abalado da equipa, e transformar os erros cometidos em forças, e apresentar uma equipa que deixou todos nós - e aos próprios intervenientes também! - com um sorriso a bailar nos lábios!
Portugal volta a jogar no dia 5, quarta-feira, frente à Itália, para disputar a última partida no dia 9 de Junho.
31 de maio de 2013
LOBITOS PREPARADOS PARA ATACAR A NAMÍBIA
Quando no sábado às 18 horas de Lisboa os Lobitos entrarem em campo para defrontar a Namíbia, todos os fantasmas do jogo da passada quarta feira estarão afastados e os jovens lusitanos apenas terão um objectivo - derrotar os africanos.
Agora que já conhecem as regras do jogo a este nível, que a tremura da estreia já passou, os Lobitos prometem errar menos, e seguir à risca o plano de jogo determinado pela equipa técnica.
Duas alterações na primeira linha, em relação ao XV inicial do jogo com o Chile, procuram encontrar a estabilidade que não foi alcançada no primeiro tempo do jogo inaugural, enquanto as múltiplas alterações nas linhas atrasadas podem significar que se pretende garantir que o jogo vai ser disputado no meio campo do adversário, e que não haverá moleza no combate homem a homem quando o adversário ousar atravessar a linha de vantagem.
A versão lobitos dos (quatro) P's vai tentar levar os nossos jovens a pontuar, mantendo com paciência a posse da bola e colocando sistematicamente o adversário sob pressão e se isso for conseguido, a vitória não estará longe...
Aguardemos então o segundo jogo de Portugal, para verificarmos se o jogo de abertura deu à juventude e garra da equipa, alguma da sabedoria que lhe faltou naquela altura...
Fique com a constituição da equipa e lembre-se que o jogo poderá ser visto on-line (pelo menos esperamos que sim!) em www.temucotv.com.
1. Tomás Moreira, 2. José Conde, 3. Bruno Medeiros
4. Frederico d'Orey, 5. Eric Madeira
6. Salvador Santos, 7. Lourenço Matalonga, 8. Vasco Fragoso Mendes (c)
9. Manuel Queirós, 10. Nuno Sousa Guedes
12. João Silva 13. Manuel Moura
11. Bernardo Cardoso, 14. João Afonso, 15. Duarte Marques
Banco:
16. Francisco Domingues, 17. João Corte Real, 18. José Fino, 19. João Cabaço, 20. Miguel Queirós, 21. Manuel Pereira, 23. Carlos Sottomayor
Foto: www.rugbiers.cl
Agora que já conhecem as regras do jogo a este nível, que a tremura da estreia já passou, os Lobitos prometem errar menos, e seguir à risca o plano de jogo determinado pela equipa técnica.
Duas alterações na primeira linha, em relação ao XV inicial do jogo com o Chile, procuram encontrar a estabilidade que não foi alcançada no primeiro tempo do jogo inaugural, enquanto as múltiplas alterações nas linhas atrasadas podem significar que se pretende garantir que o jogo vai ser disputado no meio campo do adversário, e que não haverá moleza no combate homem a homem quando o adversário ousar atravessar a linha de vantagem.
A versão lobitos dos (quatro) P's vai tentar levar os nossos jovens a pontuar, mantendo com paciência a posse da bola e colocando sistematicamente o adversário sob pressão e se isso for conseguido, a vitória não estará longe...
Aguardemos então o segundo jogo de Portugal, para verificarmos se o jogo de abertura deu à juventude e garra da equipa, alguma da sabedoria que lhe faltou naquela altura...
Fique com a constituição da equipa e lembre-se que o jogo poderá ser visto on-line (pelo menos esperamos que sim!) em www.temucotv.com.
1. Tomás Moreira, 2. José Conde, 3. Bruno Medeiros
4. Frederico d'Orey, 5. Eric Madeira
6. Salvador Santos, 7. Lourenço Matalonga, 8. Vasco Fragoso Mendes (c)
9. Manuel Queirós, 10. Nuno Sousa Guedes
12. João Silva 13. Manuel Moura
11. Bernardo Cardoso, 14. João Afonso, 15. Duarte Marques
Banco:
16. Francisco Domingues, 17. João Corte Real, 18. José Fino, 19. João Cabaço, 20. Miguel Queirós, 21. Manuel Pereira, 23. Carlos Sottomayor
Foto: www.rugbiers.cl
29 de maio de 2013
CONDORES MUITO FORTES PARA OS LOBITOS
É fácil e constitui prática generalizada desculpar as derrotas com a arbitragem ou com erros deste ou daquele jogador.
E se não for culpa daqueles, há sempre o treinador para ser responsabilizado pelo que se passou.
Pois bem, em Temuco, ontem ao fim da tarde, nada disso justifica a derrota da equipa portuguesa por 18-6, com 15-3 ao intervalo, e um certo sentimento de desilusão que ficou no ar - esperava-se mais, até porque pouco ou nada se sabia da oposição...
E essa foi a primeira causa do resultado - os Condores foram fortes de mais para os Lobitos, e ultrapassaram aquilo que deles se esperava!
Os chilenos foram mais fortes nas melées, no primeiro tempo, e graças a isso marcaram um ensaio que deixa marcas na equipa que recua metros e metros e nada pode fazer para o evitar...
Os chilenos foram mais fortes na defesa, em especial ao nível dos centros, com uma agressividade que marcou os nossos atacantes sempre que se depararam com aquela barreira...
Os chilenos foram mais fortes a atacar, semeando o pânico na nossa defesa, que
pareceu surpreendida com a velocidade do adversário...
Resta agora saber se o comportamento da nossa equipa nos desanimou, ou se eventualmente nos terá envergonhado.
Mas a verdade é que se houve uma certa desilusão - não há quem nestas coisas do rugby goste de perder... - em nenhum momento sentimos vergonha pelo que se estava a passar em campo, nem o comportamento da equipa nos desanimou...
Os Lobitos sofreram bastante na primeira parte - que até começou bem com um drop muito bem fabricado e executado! - mas souberam reagir no segundo tempo, equilibrando a partida, recuperando pontos nas melées, e tentando por todas as formas reverter o sentido do marcador.
Até ao último sopro do jogo!
Não vamos entrar na análise detalhada do que se passou em campo - isso é trabalho da equipa técnica que vai ter que corrigir o que esteve mal, e recuperar a moral, naturalmente abalada, dos Lobitos, para o encontro com a Namíbia.
Mas também não vamos deixar de dizer a impressão com que ficámos dos Lobitos.
A equipa pareceu-nos equilibrada, sabendo o que estava a fazer em campo - independentemente de algumas decisões menos certas na movimentação ofensiva - corajosa perante um adversário que se apresentou fisicamente muito bem, mas não conseguiu, em nenhuma ocasião, encontrar espaço e tempo para se movimentar...
A verdade é que a este nível os espaços parecem desaparecer, e o tempo parece fugir, pelo que se exige a realização de um conjunto de encontros exigentes de preparação, que, infelizmente, a nossa seleção não teve.
Reparem, a título de exemplo, que o Uruguai jogou antes da prova, com uma seleção uruguaia de seniores, com os Sub-21 da UR de Buenos Aires, e com a Argentina Sub-20, o Chile defrontou os Sub-23 de San Juan, a equipa de desenvolvimento de Mendoza, e a seleção Sub-20 da Argentina, e a Itália participou no 6 nações sub-20 defrontando a França, a Escócia, a Irlanda, o Pais de Gales e a Inglaterra...
Ou seja, as equipas quando se preparam para um Mundial, como este de Temuco, defrontam equipas mais fortes e mais competitivas, para elevar todos os seus próprios índices...
A equipa portuguesa fez uma boa preparação, mas para poder competir a este nível tem que ter horas de jogo com equipas que lhe criem problemas semelhantes àqueles com que se irão defrontar, dos quais se destaca a velocidade de execução, a redução dos espaços de utilização da bola, e a falta de tempo para tomar decisões...
E foi precisamente nestes quesitos que os portugueses falharam...
De tudo o que se disse, de tudo o que se viu em campo, fica a ideia de que no sábado tudo vai correr melhor, com o aprendizado que a equipa teve, e com as correcções que os técnicos irão certamente introduzir na actuação dos Lobitos.
E nós cá estaremos, para cantar a Portuguesa com eles!
Veja os resultados do primeiro dia da prova e os jogos dos dias seguintes:
E se não for culpa daqueles, há sempre o treinador para ser responsabilizado pelo que se passou.
Pois bem, em Temuco, ontem ao fim da tarde, nada disso justifica a derrota da equipa portuguesa por 18-6, com 15-3 ao intervalo, e um certo sentimento de desilusão que ficou no ar - esperava-se mais, até porque pouco ou nada se sabia da oposição...
E essa foi a primeira causa do resultado - os Condores foram fortes de mais para os Lobitos, e ultrapassaram aquilo que deles se esperava!
Os chilenos foram mais fortes nas melées, no primeiro tempo, e graças a isso marcaram um ensaio que deixa marcas na equipa que recua metros e metros e nada pode fazer para o evitar...
Os chilenos foram mais fortes na defesa, em especial ao nível dos centros, com uma agressividade que marcou os nossos atacantes sempre que se depararam com aquela barreira...
Os chilenos foram mais fortes a atacar, semeando o pânico na nossa defesa, que
pareceu surpreendida com a velocidade do adversário...
Resta agora saber se o comportamento da nossa equipa nos desanimou, ou se eventualmente nos terá envergonhado.
Mas a verdade é que se houve uma certa desilusão - não há quem nestas coisas do rugby goste de perder... - em nenhum momento sentimos vergonha pelo que se estava a passar em campo, nem o comportamento da equipa nos desanimou...
Os Lobitos sofreram bastante na primeira parte - que até começou bem com um drop muito bem fabricado e executado! - mas souberam reagir no segundo tempo, equilibrando a partida, recuperando pontos nas melées, e tentando por todas as formas reverter o sentido do marcador.
Até ao último sopro do jogo!
Não vamos entrar na análise detalhada do que se passou em campo - isso é trabalho da equipa técnica que vai ter que corrigir o que esteve mal, e recuperar a moral, naturalmente abalada, dos Lobitos, para o encontro com a Namíbia.
Mas também não vamos deixar de dizer a impressão com que ficámos dos Lobitos.
A equipa pareceu-nos equilibrada, sabendo o que estava a fazer em campo - independentemente de algumas decisões menos certas na movimentação ofensiva - corajosa perante um adversário que se apresentou fisicamente muito bem, mas não conseguiu, em nenhuma ocasião, encontrar espaço e tempo para se movimentar...
A verdade é que a este nível os espaços parecem desaparecer, e o tempo parece fugir, pelo que se exige a realização de um conjunto de encontros exigentes de preparação, que, infelizmente, a nossa seleção não teve.
Reparem, a título de exemplo, que o Uruguai jogou antes da prova, com uma seleção uruguaia de seniores, com os Sub-21 da UR de Buenos Aires, e com a Argentina Sub-20, o Chile defrontou os Sub-23 de San Juan, a equipa de desenvolvimento de Mendoza, e a seleção Sub-20 da Argentina, e a Itália participou no 6 nações sub-20 defrontando a França, a Escócia, a Irlanda, o Pais de Gales e a Inglaterra...
Ou seja, as equipas quando se preparam para um Mundial, como este de Temuco, defrontam equipas mais fortes e mais competitivas, para elevar todos os seus próprios índices...
A equipa portuguesa fez uma boa preparação, mas para poder competir a este nível tem que ter horas de jogo com equipas que lhe criem problemas semelhantes àqueles com que se irão defrontar, dos quais se destaca a velocidade de execução, a redução dos espaços de utilização da bola, e a falta de tempo para tomar decisões...
E foi precisamente nestes quesitos que os portugueses falharam...
De tudo o que se disse, de tudo o que se viu em campo, fica a ideia de que no sábado tudo vai correr melhor, com o aprendizado que a equipa teve, e com as correcções que os técnicos irão certamente introduzir na actuação dos Lobitos.
E nós cá estaremos, para cantar a Portuguesa com eles!
Veja os resultados do primeiro dia da prova e os jogos dos dias seguintes:
25 de maio de 2013
LOBITOS INVADEM SANTIAGO A CAMINHO DE TEMUCO
A passagem por Santiago foi aproveitada pelo Embaixador de Portugal naquele país sul-americano, Luis Lorvão, para conhecer os elementos da nossa equipa, e receber das mãos do chefe da delegação lusitana, Pedro Nunes, uma gravata oficial da FPR.
Nas declarações que produziu à imprensa chilena, Pedro Nunes referiu que, apesar da longa e cansativa viagem, a equipa chegou sem problemas ao Chile e que as providências tomadas pela Federação chilena para a recepção da equipa foram impecáveis.
Quanto ao apuramento, em especial quanto à vitória sobre a Geórgia, Nunes referiu que ela se ficou a dever fundamentalmente â disciplina mental e táctica que a equipa apresentou frente a um adversário de grande envergadura física.
Sobre a equipa chilena, que Portugal defronta na próxima 3ª feira, Pedro Nunes foi cauteloso, afirmando que apesar da qualidade física e técnica da equipa adversária, os Lobitos conhecem o suficiente sobre ela para a enfrentar de igual para igual...
A equipa portuguesa seguiu ao final do dia para Temuco, local onde se realiza a competição, e onde já se encontram as seleções da Itália – que viajou da Europa no mesmo voo que Portugal - e do Japão, além da equipa da casa.
Recorde-se que Portugal defronta o Chile no dia 28, a Namíbia no dia 1 de Junho e a itália no dia 5, encerrando a sua participação no dia 9 de Junho, contra adversário a sair do outro grupo de qualificação entre Japão, Uruguai, Tonga e Canadá.
Fonte e fotos: www.rugbiers.cl
16 de maio de 2013
LOBITOS PREPARAM TROFÉU MUNDIAL
Dentro das acções de preparação da seleção nacional de Sub-20 que vai disputar o Troféu Mundial da categoria, em Temuco, no Chile, a partir do dia 28 do corrente, os Lobitos defrontaram uma equipa da France Agrícole (vencendo por 41-5) que esteve abaixo da expectativa criada, mas que acabou por proporcionar uma excelente ocasião para a equipa técnica fazer rodar o plantel e ensaiar o sistema de jogo que os portugueses irão utilizar no Troféu.
Pelo que conseguimos apurar o grupo de trabalho está satisfeito com a preparação seguida e os resultados alcançados, e pronta para os desafios do Troféu, onde uma equipa portuguesa participa pela primeira vez.
Recorde-se que o World Trophy é o degrau para acesso ao Campeonato do Mundo (World Cup) de Sub-20, que é disputado anualmente por 12 equipas, e que foi ganho em 2012 pela África do Sul, que derrotou na final a Nova Zelândia por 22-16 (foi a primeira vez que os All Blacks sofreram derrotas na prova, na fase de apuramento frente ao País de Gales e na final com os Baby Boks), e que provocou a descida da Itália para o Trophy, ao ser batida no jogo derradeiro pelas Ilhas Fiji por 19-17.
A competição foi disputada pela primeira vez em 2008, e a Nova Zelândia venceu, invicta, as suas quatro primeiras edições.
Sábado, no Estádio Nacional, sob direção de Henrique Rocha e João Luís, jogaram e marcaram pelos Lobitos:
Tomás Moreira, José Conde (Afonso Machado), João Real;
José Fino, Frederico D'Orey (Miguel Queirós);
Salvador Vassalo, Vasco Fragoso Mendes (1E) (José Gama), João Travassos (1E) (Eduardo Correia);
Manuel Queirós (Jaime Freire), Manuel Pereira (1E, 1T);
Narciso Miguel (2E), João Silva (Francisco Lobo), Manuel Moura (1E), José Abrantes (1E), João M. Silva (1T) (Duarte Marques - 1T).
Lamenta-se apenas a lesão do advogado João Travassos, que o retira do plantel, e a quem desejamos rápidas melhoras, mas na verdade lesões fazem parte da vida de um jogador de rugby.
JOGOS NO CHILE
Entretanto é já conhecido o calendário da prova no Chile, e Portugal disputa o seu primeiro jogo no dia 28 frente à equipa da casa, para defrontar a Namíbia no dia 1 de Junho, e a Itália no dia 5 do próximo mês.
No dia 9 disputam-se as finais em que os primeiros de cada grupo disputam o título e o acesso ao Campeonato do Mundo do escalão, no próximo ano, os segundos disputam o 3º lugar, os terceiros jogam pelo 5º posto, e os quartos jogam pela fuga ao último posto.
Veja o calendário completo:
GRUPO A
Itália, Portugal, Chile e Namíbia
GRUPO B
Japão, Tonga, Canadá e Uruguai
28 de Maio
Itália - Namíbia
Chile - Portugal
Japão - Uruguai
Tonga - Canadá
1 de Junho
Portugal - Namíbia
Chile - Itália
Japão - Candá
Tonga - Uruguai
5 de Junho
Itália - Portugal
Chile - Namíbia
Canadá - Uruguai
Japão - Tonga
9 de Junho
FINAIS
Fotos: Rugby Photo Store/Luís Seara Cardoso
Pelo que conseguimos apurar o grupo de trabalho está satisfeito com a preparação seguida e os resultados alcançados, e pronta para os desafios do Troféu, onde uma equipa portuguesa participa pela primeira vez.
Recorde-se que o World Trophy é o degrau para acesso ao Campeonato do Mundo (World Cup) de Sub-20, que é disputado anualmente por 12 equipas, e que foi ganho em 2012 pela África do Sul, que derrotou na final a Nova Zelândia por 22-16 (foi a primeira vez que os All Blacks sofreram derrotas na prova, na fase de apuramento frente ao País de Gales e na final com os Baby Boks), e que provocou a descida da Itália para o Trophy, ao ser batida no jogo derradeiro pelas Ilhas Fiji por 19-17.
A competição foi disputada pela primeira vez em 2008, e a Nova Zelândia venceu, invicta, as suas quatro primeiras edições.
Sábado, no Estádio Nacional, sob direção de Henrique Rocha e João Luís, jogaram e marcaram pelos Lobitos:
Tomás Moreira, José Conde (Afonso Machado), João Real;José Fino, Frederico D'Orey (Miguel Queirós);
Salvador Vassalo, Vasco Fragoso Mendes (1E) (José Gama), João Travassos (1E) (Eduardo Correia);
Manuel Queirós (Jaime Freire), Manuel Pereira (1E, 1T);
Narciso Miguel (2E), João Silva (Francisco Lobo), Manuel Moura (1E), José Abrantes (1E), João M. Silva (1T) (Duarte Marques - 1T).
Lamenta-se apenas a lesão do advogado João Travassos, que o retira do plantel, e a quem desejamos rápidas melhoras, mas na verdade lesões fazem parte da vida de um jogador de rugby.
JOGOS NO CHILE
Entretanto é já conhecido o calendário da prova no Chile, e Portugal disputa o seu primeiro jogo no dia 28 frente à equipa da casa, para defrontar a Namíbia no dia 1 de Junho, e a Itália no dia 5 do próximo mês.
No dia 9 disputam-se as finais em que os primeiros de cada grupo disputam o título e o acesso ao Campeonato do Mundo do escalão, no próximo ano, os segundos disputam o 3º lugar, os terceiros jogam pelo 5º posto, e os quartos jogam pela fuga ao último posto.
Veja o calendário completo:
GRUPO A
Itália, Portugal, Chile e Namíbia
GRUPO B
Japão, Tonga, Canadá e Uruguai
28 de Maio
Itália - Namíbia
Chile - Portugal
Japão - Uruguai
Tonga - Canadá
1 de Junho
Portugal - Namíbia
Chile - Itália
Japão - Candá
Tonga - Uruguai
5 de Junho
Itália - Portugal
Chile - Namíbia
Canadá - Uruguai
Japão - Tonga
9 de Junho
FINAIS
Fotos: Rugby Photo Store/Luís Seara Cardoso
1 de abril de 2013
LOBITOS TERMINAM EUROPEU COM TERCEIRA DERROTA
Apesar da terceira derrota em três jogos, os Lobitos terminaram a sua participação no Europeu de Sub-18 com um resultado razoável, frente à Itália.
Os 7-13 finais demonstram que a equipa reduziu alguma da distância que tinha em relação aos italianos, se considerarmos o resultado deste domingo face aos 14-41 do ano passado.
A Inglaterra repetiu o triunfo na competição, batendo a França na final por 27-22, enquanto a Irlanda constituiu a grande surpresa da prova ao bater a Escócia para o terceiro lugar, por 40-0.
A Geórgia que tão bem se comportara frente à Irlanda e à Itália, caiu
verticalmente aos pés do País de Gales com uns pesados 50-0.
Este resultado dos georgianos é muito comprometedor das suas aspirações em conseguir que o sistema de acesso e permanência ao Grupo Elite seja revisto.
Fiquem com o quadro dos resultados completos do campeonato, e também com os resultados da Divisão A que nos interessam especialmente, já que deveremos defrontar os dois primeiros da prova - no caso a Espanha e a Rússia - no torneio de competência para a época que vem, juntamente com a Geórgia.
Apresentamos ainda o Boletim do Jogo Portugal-Itália, apesar de, segundo as informações que nos chegaram, o mesmo não ter sido devidamente preenchido e não representar o que se passou no encontro.
A ser assim, espera-se que os responsáveis pela equipa portuguesa tenham intervindo junto à organização ou à FIRA-AER para que o mesmo seja alterado, e se tal vier a acontecer, procederemos à sua substituição.
Entretanto, agradecemos que nos enviem para a caixa de comentários as correções de que tenham conhecimento, para que todos possam saber melhor o que realmente se passou.
Os 7-13 finais demonstram que a equipa reduziu alguma da distância que tinha em relação aos italianos, se considerarmos o resultado deste domingo face aos 14-41 do ano passado.
A Inglaterra repetiu o triunfo na competição, batendo a França na final por 27-22, enquanto a Irlanda constituiu a grande surpresa da prova ao bater a Escócia para o terceiro lugar, por 40-0.
A Geórgia que tão bem se comportara frente à Irlanda e à Itália, caiu
verticalmente aos pés do País de Gales com uns pesados 50-0.
Este resultado dos georgianos é muito comprometedor das suas aspirações em conseguir que o sistema de acesso e permanência ao Grupo Elite seja revisto.
Fiquem com o quadro dos resultados completos do campeonato, e também com os resultados da Divisão A que nos interessam especialmente, já que deveremos defrontar os dois primeiros da prova - no caso a Espanha e a Rússia - no torneio de competência para a época que vem, juntamente com a Geórgia.
Apresentamos ainda o Boletim do Jogo Portugal-Itália, apesar de, segundo as informações que nos chegaram, o mesmo não ter sido devidamente preenchido e não representar o que se passou no encontro.
A ser assim, espera-se que os responsáveis pela equipa portuguesa tenham intervindo junto à organização ou à FIRA-AER para que o mesmo seja alterado, e se tal vier a acontecer, procederemos à sua substituição.
Entretanto, agradecemos que nos enviem para a caixa de comentários as correções de que tenham conhecimento, para que todos possam saber melhor o que realmente se passou.
27 de março de 2013
LOBITOS PERDEM DE NOVO E DEFRONTAM ITÁLIA NO ÚLTIMO DIA
O resultado foi praticamente feito na primeira parte (33-0 ao intervalo) e no segundo tempo os galeses aproveitaram para rodar praticamente todo o plantel.
Nas restantes partidas a Inglaterra venceu a Escócia por 25-12, e a França venceu a Irlanda por 23-18, e as duas equipas vencedoras vão defrontar-se na final do Campeonato, no próximo sábado, enquanto escoceses e irlandeses disputarão o terceiro lugar.
A Inglaterra repete a presença na final - venceu a Irlanda por 25-13 no ano passado - desta vez frente aos franceses que em 2012 derrotaram para o terceiro lugar, o País de Gales por 10-7.
No outro jogo das meias finais, a Geórgia confirmou a vitória que conseguiu no último ano sobre a Itália (20-18), desta vez por 17-12, mas infelizmente, como aconteceu naquela altura, o resultado não interessa para a classificação final, já que os jogos com a Geórgia e com Portugal, não contam para aquela classificação.
É mais ou menos o que acontece na nossa Segundona, onde os jogos com as equipas B's, disputam-se mas são a feijões...
No ano passado a Geórgia defrontou no último dia a Escócia e perdeu por 29-10, e este ano vai defrontar o País de Gales.
Quanto aos Lobitos, em 2012 jogaram e perderam com a Itália por 41-14, e o jogo deste ano vai ser o grande aferidor da evolução, ou não, dos nossos jovens perante os italianos.
Fique com o quadro dos resultados e dos jogos das finais, e o Boletim de Jogo do encontro com o País de Gales.
Foto: FIRA-AER
21 de março de 2013
LOBITOS EM FRANÇA DISPUTAM GRUPO ELITE
Portugal participa no Grupo Elite do Europeu de Sub-18, juntamente com as equipas do Seis Nações e a Geórgia, aliás como já aconteceu no ano passado.
Recorde-se que para se conseguir a adesão de todas as equipas do Seis Nações foi necessário seguir um protocolo estranho, em que Portugal e Georgia eram uns óbvios penetras, a quem não se aplicavam as mesmas regras que aos restantes participantes.
Isso acabou por não ter consequências para Portugal, que classificado na última posição de 2012, teve que disputar um torneio de qualificação, que teve lugar em Lisboa em Outubro/Novembro passado, mas a Geórgia foi altamente prejudicada, já que tendo terminado em sexto lugar, depois de derrotar a Itália nas meias finais, foi classificada como tendo ficado na sétima posição - onde de facto ficou a Itália - e foi obrigada a vir a Lisboa disputar o qualificativo.
Geórgia e Portugal apuraram-se para disputar o Grupo Elite de 2013, deixando Alemanha e Bélgica para a Divisão A, e esperamos que este ano as oito participantes deste Grupo estejam todas em pé de igualdade.
Não será fácil a tarefa dos nossos Lobitos, que vão encontrar logo no primeiro jogo - amanhã 22 de março, às 19 horas locais - a vencedora do ano passado, a Inglaterra.
Para acompanhar os resultados da prova, o melhor é visitar o site da FIRA, que deverá fornecer as informações mais ou menos em cima da hora.
Nós iremos tentar dar informações imediatamente após o final do encontro, através da nossa Página do Facebook.
A seleção nacional apresenta o seguinte lote de jogadores (Convocatória publicada pela FPR esta manhã, já depois da publicação deste texto) :
Fique também com o calendário da prova:
Foto: António Simões dos Santos
Recorde-se que para se conseguir a adesão de todas as equipas do Seis Nações foi necessário seguir um protocolo estranho, em que Portugal e Georgia eram uns óbvios penetras, a quem não se aplicavam as mesmas regras que aos restantes participantes.
Isso acabou por não ter consequências para Portugal, que classificado na última posição de 2012, teve que disputar um torneio de qualificação, que teve lugar em Lisboa em Outubro/Novembro passado, mas a Geórgia foi altamente prejudicada, já que tendo terminado em sexto lugar, depois de derrotar a Itália nas meias finais, foi classificada como tendo ficado na sétima posição - onde de facto ficou a Itália - e foi obrigada a vir a Lisboa disputar o qualificativo.
Geórgia e Portugal apuraram-se para disputar o Grupo Elite de 2013, deixando Alemanha e Bélgica para a Divisão A, e esperamos que este ano as oito participantes deste Grupo estejam todas em pé de igualdade.
Não será fácil a tarefa dos nossos Lobitos, que vão encontrar logo no primeiro jogo - amanhã 22 de março, às 19 horas locais - a vencedora do ano passado, a Inglaterra.
Para acompanhar os resultados da prova, o melhor é visitar o site da FIRA, que deverá fornecer as informações mais ou menos em cima da hora.
Nós iremos tentar dar informações imediatamente após o final do encontro, através da nossa Página do Facebook.
A seleção nacional apresenta o seguinte lote de jogadores (Convocatória publicada pela FPR esta manhã, já depois da publicação deste texto) :
Fique também com o calendário da prova:
Foto: António Simões dos Santos
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