Quando celebra o seu 34º aniversário de actividade, o Clube de Rugby de Arcos de Valdevez vai ver concretizado o sonho de um campo próprio com todas as condições que um clube da Divisão de Honra deve ter, não apenas para o desenvolvimento da actividade desportiva, mas que também funcione como ponto de encontro para os da casa e para os visitantes.
No próximo sábado, dia 27 de Junho, serão inauguradas as novas instalações que anexam ao campo umas bancadas, um conjunto de balneários e um bar, que serão com certeza determinantes para o futuro do clube e do rugby na região.
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22 de junho de 2015
20 de setembro de 2014
CRAV ANUNCIA QUE VAI DISPUTAR DIVISÃO DE HONRA!
O CRAV acaba de anunciar através das redes sociais que vai disputar o campeonato nacional da Divisão de Honra, deixando de lado a sua anunciada pretensão de disputar a 1ª Divisão, dado que conseguiu resolver parte importante dos seus problemas, e é com satisfação que tomamos conhecimento da decisão do cube minhoto, transcrevendo abaixo os termos com que ela foi anunciada.
2 de setembro de 2014
CRAV - A CRISE DO RUGBY PORTUGUÊS À TONA DE ÁGUA
Num e-mail enviado à FPR o Clube de Rugby de Arcos de Valdevez solicita a sua despromoção para a 1ª Divisão, numa atitude que ficamos sem saber se constitui apenas uma sondagem, ou se significa efectivamente a desistência de participação na Divisão de Honra, direito que tinha conquistado no final da época passada, ao vencer o derradeiro jogo do play off de descida.
Invocando razões de diversa natureza, desportivas e financeiras, o CRAV acaba por ser mais um exemplo da crise por que passa o rugby interno, que já atingiu, com diversos graus de intensidade, equipas de todos os níveis as competições nacionais, com especial incidência nos clubes de fora da capital.
Invocando razões de diversa natureza, desportivas e financeiras, o CRAV acaba por ser mais um exemplo da crise por que passa o rugby interno, que já atingiu, com diversos graus de intensidade, equipas de todos os níveis as competições nacionais, com especial incidência nos clubes de fora da capital.
20 de setembro de 2013
CRAV APOSTA NO AMADORISMO ENQUANTO AGUARDA ESTATUTO DO MECENATO
O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez surgiu como uma lufada de ar fresco em 1981, e tenta garantir a permanência na elite do rugby nacional, mas sempre mantendo o seu estatuto de clube amador.
Exercendo um forte influência regional, o CRAV lidera a modalidade no Minho, disputando seriamente a posição cimeira entre todas as equipas da região norte, enquanto aguarda há mais de seis meses que lhe seja concedido o estatuto do mecenato, a que se candidatou.
Filipe Machado é o presidente do Clube, e conta-nos as medidas que foram tomadas para garantir que as suas escolas forneçam os jogadores que os seniores precisam para prevenir o futuro, e a forma como o CRAV assegura a sua influência entre Douro e Minho.
Exercendo um forte influência regional, o CRAV lidera a modalidade no Minho, disputando seriamente a posição cimeira entre todas as equipas da região norte, enquanto aguarda há mais de seis meses que lhe seja concedido o estatuto do mecenato, a que se candidatou.
Filipe Machado é o presidente do Clube, e conta-nos as medidas que foram tomadas para garantir que as suas escolas forneçam os jogadores que os seniores precisam para prevenir o futuro, e a forma como o CRAV assegura a sua influência entre Douro e Minho.
28 de fevereiro de 2013
AINDA ESTAMOS A TEMPO! VAMOS A ISSO!
Ao longo dos meses e dos anos, o Mão de Mestre tem lutado por um melhor ambiente no rugby português, o que passa indubitavelmente pelo respeito para com os árbitros, a aceitação das suas decisões e um comportamento correto por parte do público.
Mas passa também pelo respeito pelo adversário e pelos próprios companheiros de equipa.
Diversas situações têm acontecido contrárias a este bom ambiente que se gostaria de ver respirar em todos os campos nacionais, e como já referimos, esta é uma matéria em que não há inocentes - nem os árbitros, nem a organização da arbitragem...
Mas o que mais interessa não é encontrar um qualquer bode expiatória que pague pelos seus atos e pelos atos de todos os outros.
O mais importante é que os jogadores, os treinadores, os clubes, os adeptos, os árbitros e os dirigentes, compreendam e aceitem que é hora da parar.
É hora de começarmos a escrever um novo capítulo na história do rugby português, de que todos nós nos orgulhemos.
E o melhor comentário que pode ser feito, vem dos próprios intervenientes diretos, dos jogadores, treinadores e clubes.
Hoje, deixamos aqui o comunicado do CRAV sobre esta matéria, que merece a nossa inteira concordância e respeito.
Mas passa também pelo respeito pelo adversário e pelos próprios companheiros de equipa.
Diversas situações têm acontecido contrárias a este bom ambiente que se gostaria de ver respirar em todos os campos nacionais, e como já referimos, esta é uma matéria em que não há inocentes - nem os árbitros, nem a organização da arbitragem...
Mas o que mais interessa não é encontrar um qualquer bode expiatória que pague pelos seus atos e pelos atos de todos os outros.
O mais importante é que os jogadores, os treinadores, os clubes, os adeptos, os árbitros e os dirigentes, compreendam e aceitem que é hora da parar.
É hora de começarmos a escrever um novo capítulo na história do rugby português, de que todos nós nos orgulhemos.
E o melhor comentário que pode ser feito, vem dos próprios intervenientes diretos, dos jogadores, treinadores e clubes.
Hoje, deixamos aqui o comunicado do CRAV sobre esta matéria, que merece a nossa inteira concordância e respeito.
COMUNICADO
As presentes linhas são escritas num
espírito pedagógico e preventivo. O rugby é uma modalidade que transparece determinados valores e é vontade do clube
impedir que episódios infelizes venham a ocorrer.
Neste sentido,
não queremos criticar ou censurar ninguém.
Apenas queremos
melhorar as coisas.
Comunicamos
então o seguinte:
-
Todos
sabemos que o rugby encerra em si uma
série de valores. Respeito, desportivismo, trabalho de equipa,
disciplina e prazer são alguns deles, talvez os mais divulgados. Da
nossa
parte, chamamos a atenção para os dois primeiros. Cabe-nos a todos
manifestar o nosso respeito por adversários e pela equipa de
arbitragem, e, em última instância, pelo Clube. Neste sentido, durante os jogos, apelamos para a adoção de um
comportamento civicamente irrepreensível e pautado pelos princípios da boa educação. Há formas de
protestar e de manifestar desacordo. Há pessoas responsáveis e mandatadas para o efeito e existem canais próprios. Uma atmosfera
de intimidação e hostilidade em nada ajuda o rugby, a região e o CRAV, antes pelo contrário.
-
Presença da assistência nos jogos.
As pessoas que vão assistir aos jogos do CRAV deverão estar na zona expressamente reservada ao público.
Zonas
como banco de suplentes não são permitidas. A infração destes princípios
leva à interrupção do
jogo, levando depois a procedimentos disciplinares contra os infratores e
sobretudo contra o Clube (art.º 40 do Regulamento Geral de
Competições da FPR).
-
Mais uma vez, destacamos o espírito
pedagógico destas linhas. Mais e melhor Rugby, mais e melhor CRAV!
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