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26 de junho de 2019

SEVENS NA EUROPA MOVIMENTAM GPS MASCULINO E APURAMENTO PARA TÓQUIO E O MUNDIAL 2020

O Grand Prix Sevens da Europa, etapa de Moscovo, foi o evento mais importante do fim de semana internacional na Europa, e a França acabou por ser a grande vencedora, ao bater a Irlanda por 31-26, numa final que foi dirigida pelo árbitro português Paulo Duarte.

E é precisamente por aqui que começamos os nossos comentários ao fim de semana.
A presença do Paulo Duarte em grandes jogos de sevens deixou de ser surpresa ou coisa rara, antes pelo contrário, e a sua presença como árbitro principal na final da etapa de Moscovo do Grand Prix Sevens da Europa foi apenas mais uma dessas presenças.
Que no entanto nos enchem de alegria e orgulho! Parabéns!

5 de abril de 2015

PORTUGAL GANHA SHIELD, INGLATERRA LEVANTA A CUP EM TÓQUIO

Portugal vence o Shield em Tóquio, batendo a Argentina na final por 12-7, e encerra a sua participação na sétima etapa do Circuito Mundial de uma forma positiva.

Apesar disso, o dia começou mal para os Linces, que foram derrotados pelos Estados Unidos nos quartos de final da Bowl por 39-0 - note-se que os americanos vieram a sagrar-se vencedores daquela competição, batendo a Austrália (na morte súbita) por 17-12.

4 de abril de 2015

EM TÓQUIO PORTUGAL ENTROU COMO LEÃO, MAS SAIU COMO CORDEIRO...

Portugal começou da melhor maneira a participação no Tóquio Sevens ao vencer a Austrália por 12-10, para depois cair às mãos da Nova Zelândia (7-26) e da Escócia (12-17), perdendo uma oportunidade de ouro para se qualificar para a competição principal, a Cup.

Portugal não tem utilizado todos os seus jogadores, e a menos que haja lesões que desconhecemos, não se entende a razão de tal decisão.

Por exemplo, no decisivo jogo com a Escócia, Portugal apenas realizou uma substituição (entrou João Belo), deixando no banco Diogo Miranda e Pedro Leal, juntamente com Francisco Franco de Sousa e João Vaz Antunes.

2 de abril de 2015

NA CONTAGEM FINAL DO CIRCUITO MUNDIAL DE 7'S 2014/15

Com três etapas por realizar e 15 pontos do rebaixamento, Portugal vai tentar em casa do "inimigo" provar que tem condições para se manter entre as melhores equipas do Mundo.

Depois de ter conseguido um brilhante empate frente à Nova Zelândia em Hong Kong, os Linces acabaram por sair da China na última posição na tabela do torneio - o que aconteceu pela primeira vez esta época - e perdeu um ponto para o Japão, que ocupa a última posição naquela classificação.

30 de março de 2014

LINCES ACABAM JEJUM, JAPÃO É RESIDENTE, NOVA ZELÂNDIA VENCE OURO

Finalmente a nossa equipa nacional de sevens vence um jogo, após uma longa série de 18 derrotas, algumas das quais tiveram mesmo alguns momentos confrangedores.

E se é verdade que a equipa melhorou em algumas áreas, nomeadamente no jogo no chão e na defesa colectiva, e apesar do alívio pela interrupção de resultados negativos, não podemos esquecer a sucessão de asneiras a que assistimos, nomeadamente no jogo contra a França, em que a incapacidade dos nossos jogadores foi, por vezes, constrangedora.

29 de março de 2014

HONG KONG DEBAIXO DE CHUVA VÊ LINCES A METER ÁGUA

Uma chuva torrencial e ameaça de trovoada suspende Hong Kong Sevens por cerca de 20 minutos, e quando a chuva passou os Linces voltaram a meter água, perdendo a sua 17ª partida consecutiva e estabelecendo novo recorde de jogos a perder, que tinha estabelecido em 13 no ano passado...

A par destas derrotas lusitanas Hong Kong viu algumas equipas jogarem como "peixe na água" e conseguirem alguns resultados assinaláveis, como foi o caso dos Estados Unidos - que se apuraram novamente para a CUP, tal como o Canadá - ou o Japão, no Torneio de Competência, onde jogaram e venceram sempre por margens confortáveis, todos os jogos realizados.

23 de março de 2014

FIJI VENCE TÓQUIO SEVENS EM EMOCIONANTE FINAL

Uma emocionante vitória na final do Tóquio Sevens sobre a África do Sul por 33-26, com o ensaio da vitória a ser marcado quando faltavam cinco segundo para o final, foi o melhor momento do fim de semana, apenas comparável a outro memorável momento, quando os fijianos bateram a Nova Zelândia por 17-12, nas meias finais.

Quanto à Nova Zelândia é preciso recuarmos até ao torneio do Dubai em 2011 para termos um resultado abaixo do terceiro lugar, que foi o que obtiveram este fim de semana, depois de duas derrotas seguida, frente a Fiji como referido, e contra a Inglaterra por 21-12, na decisão do terceiro lugar.

22 de março de 2014

PORTUGAL EM FASE DE TREINO SOFRE PESADAS DERROTAS

O capitão de Portugal disse claramente antes da partida para o Japão somos tão poucos a treinar e temos tão pouca preparação, e foi exactamente isso que se viu no primeiro dia dos Linces em Tóquio.

Falta de rotinas, incapacidade para lidar com o ruck, não aproveitamento de situações de turnover, foram a marca do dia, apesar de ter havido alguns momentos em que se percebeu que a equipa está lá... só precisa de emergir...

Pedro Netto deve ter aproveitado para resolver alguns dos problemas referidos, e esperamos que amanhã, nos quartos de final da Bowl as coisas já corram melhor, e que a partida contra a Escócia, à meia noite e 50, nos dê já algo em que acreditar.

20 de março de 2014

LINCES EM TÓQUIO PARA RESGATAREM A SUA IMAGEM

Já está na capital do Japão a equipa nacional de sevens que vai participar na dupla etapa Tóquio/Hong Kong, destacando-se na sua constituição os regressos do capitão Pedro Leal, de Pedro Bettencourt - que fez uma época de grande destaque nos Lobos - de Tomás Noronha (melhor marcador de ensaios da D.H.) e de Miguel Lucas, depois de longa ausência por lesão.

Presenças habituais nas etapas anteriores, David Mateus e Adérito Esteves, mais libertos de responsabilidades e mais livres para explodirem em campo, estarão acompanhados ainda por Nuno Sousa Guedes, a completar o lote dos jogadores mais experientes.

11 de fevereiro de 2014

LINCES CONHECEM ADVERSÁRIOS DE TÓQUIO

São já conhecidos os Grupos da fase de apuramento da etapa japonesa do Circuito Mundial, que se realiza em Tóquio nos dias 22 e 23 de Março, a que Portugal se apresenta na 13ª posição do ranking oficial, com 21 pontos, seguido dos Estados Unidos com 15 e da Espanha com 8.

Recorde-se que na dupla etapa de Las Vegas e Wellington, os Linces perderam duas posições, ultrapassados pelo Canadá e pela Escócia.
Dessas duas equipas, o Canadá foi a que mais se distinguiu, conseguindo um total de 29 pontos nas duas etapas, contra os dois conquistados por Portugal, encontrando-se agora na nona posição com 43 pontos.

31 de março de 2013

BLITZBOKKE VENCEM EM TÓQUIO

Recuperando de um decepcionante lugar numa meia final da Bowl de Hong Kong, os Blitzbokke impressionaram e conquistaram o ouro em Tóquio, batendo na final a Nova Zelândia por 24-19.

Mas não se julgue que as coisas foram fáceis, já que os sul africanos entraram a perder na competição (29-12 com as Fiji), para depois vencerem sucessivamente Portugal, Espanha, Samoa e França, antes da grande final frente aos All Blacks, que lhes deu o segundo lugar no ranking do Circuito, com 100 pontos e a 32 do líder, a Nova Zelândia, finalista vencida do fim de semana.

A Austrália ficou com a terceira posição, batendo a França por  31-7, e os E.U.A. ficaram no quinto lugar ao baterem a Escócia por 17-0.

Na final da Bowl a Inglaterra bateu a Argentina por 38-0, e na final da Shield foi o Canadá a arrecadar o título, batendo a equipa da casa por 24-17.

Veja o quadro completo dos resultados das finais e o ranking atualizado do Circuito:


Como habitualmente no final de cada torneio, foram anunciados os grupos para a fase de apuramento do torneio de Glasgow (5-6 de Maio) que ficaram assim constituídos:
Grupo A: África do Sul, Samoa, Quénia e Canadá
Grupo B: Nova Zelândia, Escócia, Inglaterra e Portugal
Grupo C: Austrália, Fiji, Argentina e Espanha
Grupo D: França, E.U.A., País de Gales e Rússia.

SEVENS JOGAM-SE DE MANEIRA DIFERENTE DO XV *

Nem se pode dizer que aquilo que aconteceu em Tóquio seja uma surpresa, já que o que se tem passado nos últimos torneios era o claro prenúncio que algo está mal e a carecer de reforma urgente.

Além das óbvias questões de técnica individual que nem sei como classificar - todos os nossos jogadores deveriam ser exímios executantes de todas as técnicas básicas, e a verdade é que não têm demonstrado isso - temos as questões relacionadas com o plano de jogo da equipa, que já ontem comentámos, e que nos levam à conclusão que a equipa, de sevens tem muito pouco.

As estatísticas da IRB já alertam para esse problema, quando nos dizem que Portugal é a equipa que mais rucks faz por ensaio marcado, ou seja, a equipa utiliza preferencialmente o recurso ao ruck para manter a posse da bola, em vez de a movimentar adequadamente.

Mas a questão que mais nos incomodou foi a questão da incapacidade de aproveitar situações de 4x3 ou 3x2 e 2x1 para atacar.

Será que a equipa esqueceu que na vantagem numérica está o segredo do sucesso?

E a defender? Em quantas situações nos deixámos apanhar com mais homens nos rucks que o adversário?

Só no jogo com a Espanha foram duas, que os espanhóis aproveitaram para marcar jogando simplesmente a bola até à ponta...

Afinal se nós tivéssemos feito o que os espanhóis fizeram, o resultado desta dupla jornada teria sido bastante diferente...

Mas outra questão que nos tem chamado a atenção respeita à gestão do plantel, que parece absolutamente inexistente.

Ainda hoje tivemos uma situação estranha no jogo com o Japão, quando nenhum dos homens do banco foi chamado a entrar e refrescar a equipa. Será que estavam todos lesionados?

Ou será que há jogadores que acompanham a equipa, e não merecem a confiança do treinador? Então porque vão eles com a equipa?

Porque basta ver as fichas de jogo ao longo dos torneios, para que se ponha em dúvida essa gestão, com jogadores que apenas entram na equipa alguns minutos de um jogo ou dois, contrastando com outros que jogam a totalidade dos jogos, sempre na equipa inicial.

Claro que a equipa tem que ter uma espinha dorsal, mas tem também que saber gerir o esforço dos jogadores, para chegar à parte final dos torneios em condições de responder às exigências.

* ADENDA (Após definição da pontuação no ranking da Escócia e dos Estados Unidos)
Escócia e E.U.A. disputaram a final da plate em Tóquio, com vitória dos americanos, que assim somam 13 pontos à sua pontuação (33 pontos antes de Tóquio) para um total de 46 pontos, tantos como os seus adversários escoceses, que somaram 12 pontos aos 34 que traziam.
Portugal e Espanha, que somaram apenas um ponto aos que já traziam, ficando respectivamente com 34 e 25, ficam assim condenados a participar no torneio de apuramento para equipas residentes, que terá lugar em Londres no final de semana de 11 e 12 de Maio.
Claro que matematicamente ainda é possível reverter esta situação no torneio que ainda falta disputar (Glasgow), mas o bom senso diz-nos que isso não irá acontecer.
E o resultado do jogo de hoje com o Japão, é um forte alerta para a competência dos candidatos que vamos ter que enfrentar - Hong Kong, Rússia, Geórgia, Tonga e Zimbabwé, além dos nossos companheiros de Espanha e ainda mais um, provavelmente a decidir entre escoceses e americanos.

Fiquem hoje com as fichas dos dois jogos, Inglaterra e Japão, e com os resumos da utilização dos jogadores, no torneio e no acumulado da época.



Foto: IRB/Martin Sera Lima

30 de março de 2013

TÓQUIO - O PESADELO CONTINUA

Aquilo que está a acontecer com o rugby nacional - em XV e em Sevens - não acontece por acidente, e é altura para que os responsáveis assumam as suas responsabilidades, e emendem rapidamente a mão.

No XV foram dadas todas as prioridades e todas as condições para que fosse alcançada uma fasquia colocada numa altura desproporcionada com a nossa realidade,e, sem surpresa, a situação é muito complicada, e o mais provável é que o objetivo não seja alcançado.

Os Sevens, onde a nossa posição no cenário internacional é bem mais positiva - mesmo com os britânicos a apostarem também no Europeu (GPS) conseguimos um primeiro e um segundo lugar nos dois últimos anos - foram altamente prejudicados pela total prioridade dada ao XV, e os pontos que não se conquistaram em Wellington e Las Vegas vão fazer muita falta para evitar que tenhamos de discutir de novo este ano, um torneio de qualificação para Equipa Residente da próxima época.

Nunca a direção de Amado da Silva deu grande importância aos sevens, e lembro-me bem do ar de gozo do presidente da FPR quando me dizia em Junho de 2011 que não tinha criado um grupo de trabalho específico para os sevens, e que o objetivo era criar um só rugby.

E assim foi feito em 2010-11 e em 2011-12, e apenas este ano se criou um embrião de um grupo específico de sevens, embora ele acabasse por ser altamente prejudicado pela requisição para os XV de uma parte muito significativa desse grupo.

Se em vez de debochar da ideia da criação de grupos de trabalho separados, embora mantendo uma ponte entre o XV e o Sevens, Amado da Silva tivesse dado ouvidos ao que alguns lhe diziam, hoje, na véspera do Mundial de Moscovo e dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, o grupo de trabalho dos sevens teria quase três anos de preparação e não apenas alguns meses.

O rugby é na verdade só um, mas ao nível das seleções que participam no Circuito Mundial, Portugal e a Espanha são os únicos que continuam a brincar com os sevens e a sua posição no ranking prova isso mesmo.

Ou seja, a desastrada política de seleções da FPR, comandada por Amado da Silva, vai, muito provavelmente manter-nos afastados do Mundial de XV - como já aconteceu em 2011 - e vai muito provavelmente obrigar-nos a repetir o torneio de qualificação para Residente do Circuito Mundial.

E pelo que vimos da qualidade das equipas que vão estar em Londres nesse torneio, as dificuldades para repetirmos o feito do ano passado são agora bem maiores...

Amado da Silva foi buscar um treinador sem experiência adequada para a seleção nacional de XV, e o resultado está à vista.

Amado da Silva escolheu para treinador da Seleção nacional de sevens um treinador sem experiência específica na variante, e o resultado está à vista.

TÓQUIO
Os dois primeiros jogos da fase de apuramento foram lamentáveis.
Aquilo que vimos criticando há algum tempo, e que se poderia dizer - como dissemos - que se tratava de más opções dos jogadores, afinal é mais do que isso.
É agora óbvio que se trata de um plano de jogo - fechar, regressar aos contato e tentar transferir para o palco dos sevens algumas das coisas que se fazem no XV.

Mas esse plano não é repetido no que diz respeito à utilização do banco, pois parece que neste aspecto não existe plano nenhum, com alguns jogadores que praticamente são ignorados, e outro que são super esforçados...

Claro que as falhas individuais também ajudaram a que a nossa noite fosse um pesadelo, e chegou a ser confrangedor o que se passou em Tóquio, com a série de bolas mal passadas - não vimos um passe nas costas (off load, que é mais fino, e nisso de finuras é que nós somos bons!) - e as placagens falhadas.

Verdade seja dita que no último jogo os Linces tentaram jogar adequadamente, e já vimos tentativas de circular a bola, de sair da defesa para o ataque pela movimentação da bola entre jogadores e não pelo recurso a pontapés do tipo toma lá a bola que eu não quero, mas, infelizmente os erros individuais multiplicaram-se e com um adversário daquela envergadura, não se pode jogar assim.

Incomodou-nos particularmente uma frase de um dos comentadores da Fox Sport, quando referiu que não se via empenho, (commitment) nas tentativas de placagem dos portugueses...

Com a nossa relegação para a disputa da Bowl, e a passagem da Escócia e dos E.U.A. aos quartos de final da Cup, a nossa posição no ranking vai baixar e muito provavelmente, afastar-nos do torneio principal de Londres, por troca com o qualificativo para Equipa Residente em 2013-14.

Fique com as Fichas dos Jogos de Portugal, o quadro completo dos resultados deste primeiro dia, e o quadro dos jogos dos quartos de final, ficando já a saber que o jogo com a Inglaterra será às 00,44 horas de domingo (corrigido).


Foto: IRB/Getty Images

29 de março de 2013

LINCES EM TÓQUIO PARA DAR CARTAS?

Tenho recebido alguns comentários de pessoas que acham que não devemos ser muito exigentes com a nossa representação nacional de sevens, porque, afinal, eles até já conseguiram estar, este ano, três vezes entre os melhores.

Isso é verdade, foram três vezes entre os melhores, sim senhor. 
Mas também foram seis vezes sem conseguir uma única vitória no dia das finais!

O Mão de Mestre tem demonstrado ao longo dos anos - na verdade bem antes de ser Mão de Mestre, e mesmo antes dos sevens serem levados a sério pela International Board - o especial apreço que tem pela variante, e pela nossa equipa nacional.

Mas isso não significa que considere os Linces uns coitadinhos que não podem ser criticados!
Bem pelo contrário! A consideração e o respeito que temos por todos quantos vestem ou já vestiram a camisola das quinas exige-nos que os tratemos como eles na verdade são: como uma das melhores equipas do mundo!

E é dessa foram - exigente e independente - que continuaremos a tratá-los, pois não o fazer seria desconsiderá-los e colocá-los num patamar inferior onde, estamos certos, não é o lugar deles...

Agora em Tóquio os Linces têm uma tarefa particularmente difícil, mas, mais uma vez, consideramos que a equipa tem o dever de conseguir o apuramento para as finais - aliás não o conseguir pode acabar com a possibilidade do apuramento automático para equipa residente na época 2013-14!

E isso, nenhum dos jogadores ou treinadores quer ver acontecer. Nem nós!

Os adversários deste fim de semana são particularmente difíceis.

Começamos com a Espanha, e como qualquer Portugal-Espanha, o resultado é sempre uma incógnita - mesmo se nos sevens levamos declarada vantagem.

Só que desta vez temos que vencer sem deixar margem para dúvidas. 

Para marcar uma posição nas Séries Mundiais, e para mostrar a nuestros hermanos que Santiago aconteceu, mas não volta a acontecer!

Na segunda partida as coisas complicam-se, e teremos pela frente uma das melhores equipas do mundo, a África do Sul, equipa a quem já vencemos algumas vezes, mas com quem o saldo é francamente negativo.

Mas podemos, e temos que vencer!

A mistura de experiência e juventude dos Linces pode vencer esta equipa blitzbokke, ou qualquer outra equipa do mundo!

Mas para isso tem que entrar em campo como se  tudo na vida se resuma neste jogo. 
Sem desconcentrações, sem sobrancerias, sem falhas técnicas, obedecendo a um plano de jogo, sem ousadias sem nexo, com calma, tranquilidade, empenho e determinação.

Se o fizerem, aposto que sairão vencedores!

Finalmente vamos defrontar as ilhas Fiji, a quem nunca ganhámos antes...

E se a vitória não vai ser uma coisa fácil, pensem apenas que antes de vencermos a Inglaterra pela primeira vez, tivemos que suportar 13 derrotas seguidas, mas desde esse dia no Dubai em 2010, já vencemos em seis ocasiões, e antes de batermos os sul-africanos pela primeira vez, em Dezembro último, no Dubai também, encaixámos 18 derrotas de enfiada...

E nada melhor que Prince Chichibu Memorial Ground em Tóquio para quebrarmos mais esse tabú - um dos três que ainda subsistem, juntamente com a Nova Zelândia e o Tonga...

Mas além deste primeiro objetivo, é tempo de quebrarmos também a história de não conseguirmos nenhuma vitória no dia das finais, ficando por nossa conta, definido que temos que vencer pelo menos um jogo da competição principal do dia das finais!

Fique com o quadro dos jogos do primeiro dia, o horário dos jogos de Portugal, e o frente a frente com os adversários da primeira fase.




Outras informações sobre o histórico dos Linces no nosso site dedicado à equipa.

26 de março de 2013

LINCES, TÓQUIO E MOSCOVO

Concluídas seis das oito ou nove etapas do Circuito Mundial que contarão com a presença da seleção portuguesa, apresentamos hoje quadros resumos da participação dos Linces, quer em termos de jogadores, quer em termos de resultados, quer ainda em termos da evolução da sua classificação no ranking da IRB.

E é mesmo por aqui que vamos começar, apresentando um gráfico onde pode observar a evolução dos Linces ao longo da época.


A primeira linha diz-lhe como evoluiu de torneio para torneio a pontuação da equipa, que começou com um ponto na Austrália, para depois conseguir 10 pontos no Dubai e África do Sul, baixando de novo na Nova Zelândia e Estados Unidos, voltando aos 10 pontos em Hong Kong.

A segunda linha deve ser vista em conjunto com a quarta, sendo esta a linha de pontos da posição 12 do ranking.

A equipa posicionada na 12ª posição do ranking é a primeira das que estão automaticamente apuradas como Equipas Residentes para 2013-14, e a segunda linha representa a posição de Portugal - neste momento Portugal está a um ponto da posição 12.

Finalmente temos a linha da posição dos Linces no ranking, que deve ser vista na ordem inversa, ou seja, quanto mais pontos, menor a posição: a pior posição foi obtida no primeiro torneio, tendo melhorado nos dois seguintes, para voltar a desce na Nova Zelândia e Estados Unidos, voltando a subir em Hong Kong.

Fique também com o ranking depois do torneio deste fim de semana.


Repare que Portugal conta com três presenças na fase final da competição principal - identificadas por um mínimo de 10 pontos - mais por exemplo que a Inglaterra que apenas conta com uma presença, mas os Linces acabam por ser altamente prejudicados por não conseguirem senão o ponto de presença nas vezes em que disputou a Bowl...

Veja agora o quadro resumo da participação dos jogadores portugueses, começando pelo quadro referente a Hong Kong, e depois o acumulado nos seis torneios.


Cinco jogadores estiveram na equipa de início em todos os jogos - Duarte Moreira, Pedro Leal, Frederico Oliveira, Pedro Bettencourt e Miguel Lucas - enquanto Nuno Sousa Guedes, Nuno Penha e Costa e João Lino não alinharam de início em nenhuma partida.

Pedro Leal transformou sete dos 12 ensaios marcados (58,3%) e Duarte Moreira foi o melhor marcador da equipa com cinco ensaios à sua conta (25 pontos).


Por aqui se vê que os Linces marcaram um total de 57 ensaios, dos quais 35 foram transformados (61,4%).

Do total de 358 pontos marcados, Pedro Leal comanda a lista dos marcadores com 70 pontos (5 ensaios e 21 transformações em 34 tentadas, ou seja 61,7%, logo seguido de Duarte Moreira com 65 (13 ensaios).

Diogo Miranda com 51 pontos é o terceiro, com 5 ensaios e 13 transformações em 22 tentadas (59%), e depois vêm Frederico Oliveira e José Vareta com 30 pontos cada (6 ensaios).

No quadro pode ainda ver o número de torneios em que cada jogador participou, e quantos jogos poderia ter realizado no total dos torneios, e também pode observar como foi feita a utilização de cada jogador, com o número de vezes que esteve no VII inicial, quantas vezes foi substituto utilizado e em quantos jogos não foi utilizado

Quanto à disciplina, Miguel Lucas é o mais condecorado, com dois amarelos, seguido de José Vareta e Pedro Leal, com um amarelo cada.

Vamos finalmente ver o quadro dos resultados obtidos por Portugal até agora no Circuito deste ano.


Como pode observar, apenas na África do Sul (Port Elizabeth) Portugal teve um saldo positivo tanto no numero de vitórias, quanto no saldo de pontos marcados/sofridos.

As oito vitórias em 30 jogos realizados representam cerca de 26,6 %, e os 360 pontos marcados (uma média de 12 pontos por jogo) são o espelho da ineficácia da nossa equipa nacional.

Por outro lado, e para terminarmos este assunto, em três dos torneios - Austrália, Dubai e Nova Zelândia - sofremos mais de 100 pontos, o que também nos diz qualquer coisa sobre a eficácia da nossa defesa...

CAMPEONATO DO MUNDO DE 2013, EM MOSCOVO
A IRB anunciou na passada semana o sorteio dos jogos da fase de apuramento do Mundial de 2013, a realizar em Moscovo, de 28 a 30 de Junho.

Fique com o respetivo quadro, com particular destaque para o Grupo F em que participa Portugal.


TÓQUIO SEVENS
No último dia do Torneio de Hong Kong, foi também anunciada a composição dos grupos e a ordem dos jogos do torneio de Tóquio, que se realiza já neste fim de semana, ficando aqui também, o quadro respetivo.

Note que os adversários de Portugal serão, desta vez, a Espanha, a África do Sul e as ilhas Fiji.

Tarefa bem difícil para os portugueses, mas com possibilidade de apuramento, se os blitzbokke repetirem as exibições de Hong Kong...

E temos sempre a possibilidade de vencer as Fiji - algum dia isso vai acontecer!
Porque não agora?


1 de abril de 2012

TÓQUIO 7'S - AUSTRÁLIA SURPREENDE

A AUSTRÁLIA SURPREENDEU TODO O MUNDO e venceu o Tóquio 7's depois de bater na final a Samoa - outra surpresa - por 28-26.

Esta foi a primeira presença numa final, esta época, dos Wallabies, que subiram 22 pontos no ranking, mas não conseguiram ultrapassar nenhum dos seus adversários na tabela geral, enquanto a Samoa que disputou a sua segunda final da época - venceu em Las Vegas - acrescentou 19 pontos na sua classificação, mas continua na quinta posição.

TÓQUIO 7'S - LINCES TIVERAM PARTICIPAÇÃO POSITIVA

PORTUGAL PERDEU COM OS E.U.A. NA MEIA FINAL DA BOWL POR 10-20, mas pode-se afirmar que o conjunto da sua participação foi positivo.

A verdade é que a equipa nos pareceu mais adulta, mais confiante e, sobretudo, mais consistente.

TÓQUIO 7'S - PORTUGAL BATE JAPÃO

EXCELENTE VITÓRIA DE PORTUGAL SOBRE O JAPÃO POR 21-5, não apenas pelo resultado, mas em particular pela segurança que a equipa apresentou - bem na defesa e no segundo tempo a atacar com apoio e sem perder oportunidades.

Esteve bem Frederico de Sousa quando reclamou junto dos seus jogadores, ao intervalo, que era necessário mais apoio, e estiveram bem os jogadores que corrigiram o que havia a corrigir, e, a partir daí, o jogo foi um jogo fácil...

31 de março de 2012

TÓQUIO SEVENS - LINCES BRILHAM NO SOL NASCENTE

NUM DIA MARCADO PELO VENTO E PELA CHUVA NA TERRA DO SOL NASCENTE, os Linces brilharam a mostraram claramente que tem capacidade para lutar de igual para igual com as melhores equipas do Mundo.

Duas derrotas por margens mínimas frente a Samoa (21-20) e África do Sul (12-7), foram o preâmbulo da vitória que se seguiu contra a Escócia (15-7), e admitem todas as esperanças para o segundo dia da competição onde a equipa portuguesa vai defrontar, nos quartos de final da Bowl, o Japão - como disse Sebastião Cunha, "amanhã queremos vencer três jogos!"

TÓQUIO 7'S - PORTUGAL PERDE PARA SAMOA

A DERROTA POR 21-20 FRENTE A SAMOA foi coisa pouca para o que Portugal fez em campo, e o fato de ter marcado quatro ensaios contra três apenas dos samoanos, diz tudo sobre o que se passou em campo.

Fique com a ficha do jogo