Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos Mundiais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos Mundiais. Mostrar todas as mensagens

3 de agosto de 2013

ÁFRICA DO SUL VENCE SEVENS NOS WORLD GAMES DA COLÔMBIA

A África do Sul venceu os World Games disputados em Cali, na Colômbia, ao bater na final a Argentina por 33-24, enquanto o Canadá ficou com a terceira posição ao derrotar a França no jogo do terceiro lugar por 33-21.

Hong Kong derrotou o Brasil pelo quinto lugar por 22-7, e para o sétimo posto o Uruguai bateu a Colômbia por 29-7.

Os resultados não surpreendem a acabam por respeitar a hierarquia dos sevens mundiais, com as quatro equipas que disputam as Séries da IRB nas quatro primeiras posições.

9 de outubro de 2009

SEVENS: UM DESPORTO OLÍMPICO!

Sevens é o mais recente desporto Olímpico! Depois do voto do Comité Olímpico Internacional tudo vai mudar. E a minha esperança é que cada um de nós faça a sua parte. Quero ver a nossa bandeira subir no mastro Olímpico nos Jogos Olímpicos Rio 2016!
Este fim de semana é para gozar o sentimento de alegria que nos une, mas na segunda, o trabalho tem que começar.
Os dirigentes tem que preparar as competições, garantir os patrocinadores, assegurar as melhores condições para que o sucesso seja possível.
Os treinadores e árbitros devem actualizar os seus conhecimentos, compreender as mudanças que vão ocorrer no Jogo.
Os jogadores tem que se mentalizar que as exigências dos sevens são aquelas dos grandes campeões: treinar mais, treinar melhor, para poder jogar mais e jogar melhor
E os adeptos, aqueles que seguem as equipas, aqueles que sofrem com as derrotas e regozijam com as vitórias, aqueles que ninguém conhece, mas sem os quais o desporto não poderia existir, tem que entender que, afinal, somos todos - homens, mulheres e crianças - somos todos Homens do Rugby.

2 de outubro de 2009

SELEÇÃO DE SEVENS DE PORTUGAL

Este novo blog, com todos os resultados da seleção nacional de sevens, é o cumprimento de uma promessa que vos fiz há alguns meses. Seleção de Sevens de Portugal, é um trabalho que ponho à disposição de toda a gente, e que realizei como homenagem a quem tantas alegrias tem dado a toda a comunidade do rugby português. Numa hora em que os destinos do mundo do rugby provavelmente vão sofrer profundas mudanças, conhecer a história desta equipa é fundamental para compreender o caminho percorrido, e saber até onde podemos ir. Mas não se iludam. Se, por um lado as nossas ambições não devem ter limites, por outro lado existem montanhas de tarefas que tem que ser desenvolvidas. E a pergunta que deixo é esta: Estarão jogadores, dirigentes e toda a comunidade unidos nessas tarefas? Já o disse e repito, o rugby em Portugal é propriedade de todos os que estão envolviddos na sua prática, direção ou acompanhamento. E não tem espaço para aqueles que apenas sabem "deitar abaixo" e, quando solicitados, nada fazem. Os sevens em Portugal podem ser um sucesso. E você? Está disposto a colaborar?

12 de setembro de 2009

LOBAS, LOBITOS, LOBISOMENS?

Tenho assistido ao longo das décadas, no meio rugbistico nacional, ao assumir de posições, expressão de descontentamentos ou de simples insultos, da parte de uns grupos de pessoas em relação a outros grupos de pessoas, e vice-versa. Também fiz parte disso, já que, como todos os do meu tempo, “nasci” para o rugby numa “quinta”. E todos os que estavam nas outras “quintas” eram, à partida, meus inimigos. Depois, com o andar dos anos, fui entendendo que não era bem assim. E acabei mesmo por estabelecer laços de respeito, compreensão, cumplicidade e amizade, com muitos dos que eram das outras “quintas”. Por motivos de ordem pessoal, mudei-me para o exterior em 2002, ficando afastado do “meio” durante cerca de seis anos. Voltei a interessar-me, a informar-me, há poucos meses. Mas, com tristeza, verifiquei que uma das marcas que continua incólume foi a das “quintas”. As pessoas continuam a agredir-se, com ou sem razão, continuam a favorecer uma visão individualista em oposição a uma noção do conjunto, continuam a motivar-se contra este ou contra aquele e não por isto ou por aquilo, continuam a perder a razão pela utilização do insulto, da calúnia, da intolerância. Talves seja do distanciamento, ou da idade, mas deixei de achar graça a todas estas “coisinhas”. Acho que, finalmente, encontrei um posicionamento sereno que me dá o privilégio de ver, procurar entender, e só depois, emitir opinião, ficando em paz com a minha consciência. A favor ou contra, dependendo da situação, mas nunca por ser amigo deste ou não gostar daquele. O rugby foi, e continua a ser, parte muito importante da minha vida, e não estou na disposição de perder o privilégio de fazer parte desta família, por teimosia, cegueira, ou simplesmente estupidez. O mundo mudou, Portugal mudou, o rugby mudou. Que aqueles mais agitados saibam mudar também, e não envelheçam amargos, isolados nas suas “quintas” e saibam canalizar as suas forças para o bem da nossa malta. Porque, afinal, todos somos Homens do Rugby! E já que, apesar de ter estado ligado ao Direito de 1964 até 1986, ninguém pode em sã consciência dizer que hoje estou ligaddo a este ou àquele clube, vou dar um passo no sentido da pacificação. Claro está que é na área dos sevens, afinal uma paixão que abracei há mais de 23 anos. Criei em http://rugby7portugal.plaxogroups.com (procurar em rugby sevens portugal) um local para conversar sobre sevens em Portugal, mas que aceita tratar de outros temas rugbisticos também. Um local onde todos serão bem vindos, mas os Anonimos, ou quem se esconda atrás de pseudonimos ou falsas identidades, não. Um espaço onde todas as opiniões serão respeitadas, mas o insulto e a ofensa, não. Um espaço onde todos se podem fazer ouvir, mas a ninguém será autorizado monopolizar o “tempo de antena”. Para aderir é necessário registar-se no Plaxo. Mas é a única forma que tenho de poder impedir os não identificados de entrarem...São apenas uns minutos. Ajuda se, no perfil, indicar qual a sua ligação ao rugby, qual o seu clube, se tiver. Um espaço, um lema: Incomodar quando for oportuno, apoiar quando for necessário. O primeiro tema – para começar o jogo – é simples: A nossa Seleção Nacional é conhecida como Os Lobos. E as outras seleções portuguesas, como devem ser conhecidas? Lobas, Lobitos, Lobisomens...? Junte-se ao Grupo e dê a sua opinião. Depois, conforme haja ou não boas ideias, faremos uma votação por seleção. Mas agora é um género de brain storming. Vamos a isso?

6 de setembro de 2009

GARANTIR A EXECUÇÃO DO PLANEADO

Falei no meu último post da equipa técnica necessária para suportar as exigências de um plano nacional de desenvolvimento dos sevens. No entanto é importante referir que, para o sucesso de qualquer plano de desenvolvimento, é fundamental criar uma equipa de administração competente, capaz de ter em foco os objetivos traçados, de imaginar as melhores soluções para os problemas que se irão levantando - entre os quais aqueles levantados pela própria equipa técnica - e ir preparando em tempo útil, as correções adequadas ao desenvolvimento do plano, já que nenhum projeto é um corpo morto, ou uma equação matemática exata. De referir que, apesar da enorme importância que a equipa técnica tem num processo desta natureza, a verdadeira importância reside na própria essência do projeto. Já assistimos no passado, quer no rugby, quer noutras modalidades, a uma transferência de prioridades, sempre com manifesto prejuízo da modalidade, em geral, e daqueles a quem, em última instância, o projeto se destina: aos seus praticantes. Quero com isto dizer que a equipa técnica não é capaz de assumir essa responsabilidade? Não, o que eu quero dizer é que á equipa técnica compete executar as tarefas técnicas que permitem o êxito do projeto. As tarefas de desenvolvimento dos objetivos definidos pela direção da Federação devem ser imputadas a alguém, ou a uma equipa, não diretamente envolvida na execução do próprio projeto. Alguém ou uma equipa, a quem a direção da Federação possa exigir que aqueles objetivos não sejam desvirtuados. Alguém ou uma equipa que possa intervir perante a equipa técnica, e perante a direção da Federação, simultaneamente. Ou seja, alguém ou uma equipa que faça a ligação entre quem define o pretendido (direção da Federação), o que se pretende (objetivos traçados), quem executa o pretendido (a equipa técnica) e aqueles a quem o pretendido se destina (os praticantes). Vou dar um exemplo, para que não restem dúvidas sobre o que digo. É natural que, do evoluir de um projeto de desenvolvimento dos sevens, emane uma seleção mais poderosa, mais competitiva e mais sustentada do que aquela – brilhante! – que temos hoje. E é também natural que a equipa técnica se dedique ainda mais a ela, eventualmente esquecendo, ou deixando para segundo plano, as tarefas junto aos clubes, junto à base de recrutamento de jogadores. Perdendo, por essa dedicação, o foco principal do próprio projeto: os praticantes no seu conjunto. Porquê perder tempo indo a Bragança participar numa ação de sensibilização ou apoio ao núcleo local de rugby, se no Estádio Nacional estão reunidos os 50 melhores jogadores nacionais numa sessão de treino? Competirá à administração do projeto pôr ordem na casa, garantir que os interesses do praticante de base são assegurados, e que a seleção nacional recebe a atenção que merece. Porque, em última instância, sem praticantes de base, qualquer projeto está destinado ao fracasso. Mais ou menos imediato.

22 de agosto de 2009

UM PROJETO DE SUCESSO

Um projeto de sucesso para os sevens portugueses está ao alcance das nossas mãos.

Falei na última postagem da organização da época de sevens, e, em particular dos Campeonatos Nacionais de Sevens, nos vários escalões, e do Campeonato Inter Regional.

Hoje vou falar do que poderia ser o enquadramento técnico para pôr em movimento uma organização daquele tipo.

Vejamos a partir das seleções nacionais.
Naturalmente a equipa técnica deverá ter um vértice, chamemos-lhe um Treinador Chefe.

19 de agosto de 2009

ACHEGAS PARA UM PLANO

Chegou a altura de começarmos a ajudar a preparar um Plano de Desenvolvimento de Sevens em Portugal, tendo em vista a participação nos Mundiais de 2013 e 2017, e, eventualmente, nos Jogos Olímpicos de 2016.

E não o faço na convicção de que mais ninguém o saberia fazer.

Faço-o apenas porque não tenho por hábito criticar sem apontar algumas alternativas.
E como tenho criticado, aqui fica a minha contribuição.
Se alguém quiser pegar no que escrevo e daí aproveitar alguma coisa, já fico satisfeito.

14 de agosto de 2009

UM ENORME SUCESSO

O dia de hoje ficará certamente marcado na história do rugby e do desporto no mundo. Na história recente do rugby, a mera hipótese de ver a modalidade inscrita no programa Olímpico de 2016, representa um marco de tal importância que ninguém, repito ninguém, tem o direito de ficar indiferente. Os que se tem oposto, de forma sistemática, à implantação dos sevens, tem agora oportunidade de se redimirem. Muita coisa vai mudar, e mesmo os que apenas agora se convertam, serão bem vindos para essa tarefa. Mas essa tarefa começa HOJE!! O rugby em Portugal não pode perder este comboio. É uma situação única. Antes da modalidade ser importante, já Portugal era importante no seio dela. Mesmo que em Outubro o Rugby não venha a ser votado favoravelmente por 50% mais um dos 115 membros do Comitê Olímpico Internacional – o que não acredito que seja possível – o mundo nunca mais será igual para o jogo do melão. Para já porque só esta escolha da CE do COI é a maior manobra de publicidade que o rugby podia esperar. Em muitos recantos do mundo a modalidade é falada pela primeira vez, e só por isso, já valeu a pena. E nós por cá? Por cá, como no resto do mundo, os sevens começaram por ser apenas um divertimento de final de época, mas aos poucos foram ganhando um estatuto especial e, nos últimos anos, afirmaram-se como um Jogo independente, onde as diferenças para o Jogo de XV são, cada dia, maiores. O jogador de sevens é hoje tão diferente do jogador de XV como os especialistas de futebol na areia são dos futebolistas tradicionais, ou os jogadores de volei de praia dos jogadores do volei de pavilhão. E cada dia que passa, por esse mundo fora, são menos os jogadores de XV capazes de competir a alto nível em sevens e as exigências físicas e técnicas – quer individuais, quer coletivas – cada vez mais marcantes. O grande diferencial em relação a outras modalidades desportivas, é que a quase totalidade dos jogadores de Sevens jogam também XV, e o jogo reduzido tem sido um enorme manancial humano para as tropas do Rugby em geral. A recente RWC Sevens foi disso a prova que faltava, com a crescente tendência dos treinadores das grandes equipas em optar por jogadores de Sevens com provas dadas na especialidade. Desta forma, treinadores como Gordon Tietjens da Nova Zelândia, Ben Ryan da Inglaterra ou Paul Treu da África do Sul, escolheram jogadores que eles sabem poder suportar as exigências físicas e técnicas do jogo reduzido, ou seja, aqueles jogadores que tem jogado com frequência e dado provas no Sevens. Concluindo, na opinião dos referidos treinadores – a quem eu muito respeitosamente junto a minha voz - o Sevens moderno é um jogo diferente que muito poucas estrelas do rugby de XV conseguem acompanhar. Em 1992 quando fui convidado pelo então presidente da FPR, Eng° Raúl Martins, para organizar a participação de Portugal no torneio de apuramento para a 1ª RWC Sevens (1993), ninguém acreditava que seria possível à nossa seleção vir a jogar de igual para igual com as grandes potências do rugby mundial. Mas, e apesar do pouco tempo de preparação, dos problemas que foram detectados e mais tarde resolvidos, da descrença da própria direção da FPR, no seu conjunto, naquele primeiro apuramento, a seleção portuguesa ficou apenas a um ensaio do apuramento. Ensaio concedido frente à Espanha no jogo decisivo, no último segundo de jogo, fruto de um erro tático de um dos maiores jogadores de XV que passaram pela nossa seleção. Erro esse que aquele jogador nunca teria cometido se tivesse tido tempo de aprender, jogando, as particularidades do Sevens. E, por outro lado, é verdade que desde a implementação do Torneio Internacional Lisboa Sevens em 1986, foi evidente a facilidade do jogador português para o jogo reduzido, e rapidamente o Jogo se espalhou por todo o país abraçado por uma multidão de praticantes para quem a participação no Lisboa Sevens era a grande motivação para a prática da modalidade. Na década de 80 e princípios dos anos 90, o desenvolvimento do Sevens foi tímido, fruto especialmente de alguns carolas que se atreveram a desafiar o poder bolorento, que julgava o Rugby um jogo imutável e que apenas era digno de ser disputado por equipas com 15 jogadores.... Hoje, quando se vira a página da 5ª RWC Sevens, o Jogo reduzido e o seu formato de enorme intensidade - depois da escolha da Comissão Executiva do Comité Olímpico Internacional que hoje comemoramos - estão a um passo de fazerem parte dos Jogos Olímpicos, como se espera venha a ser decidido no Congresso Olímpico que terá lugar no próximo mês de Outubro, deixando para trás aqueles Velhos do Restelo que falam muito, empatam muito, talvez receosos de ver as suas quintinhas invadidas e desbravadas. Aliás, como já aconteceu tantas vezes...Esperamos que o membro português no Comité Olímpico Internacional – Engº Lima Bello - tenha uma visão ampla desta matéria, do espírito de camaradagem que envolve este desporto altamente competitivo, e em particular do evidente prazer com que os sevens são praticados por todo o País e as potencialidades de Portugal em lutar por uma medalha nesta modalidade. Estamos certos que sim, e que não deixará de ajudar a abrir as portas para o nosso rugby... Engenheiro! A malta agradece o seu voto! E é neste contexto que devemos analisar a posição da FPR em relação ao Sevens. Uma semana para preparar uma seleção participante de um campeonato do mundo, como aconteceu este ano, é, em qualquer circunstância, insuficiente. Deixar que se misture o jogo de XV com o jogo de Sevens, é fechar os olhos ao que se passa no mundo. Portugal já demonstrou claramente que é capaz de jogar e ganhar a qualquer equipa de Sevens do mundo. Ao longo dos últimos 23 anos, passo a passo, essa certeza deixou de estar apenas na cabeça de alguns carolas para fazer parte das “verdades” universalmente aceites no meio. Perante tudo isto, o que se pode esperar da FPR? Apenas 1- Que reconheça a importância do Sevens, e a especial habilidade dos portugueses na sua prática. 2- Que assuma que Portugal é uma das grandes equipas de Sevens do mundo 3- Que dê à seleção portuguesa todas as condições de preparação e estabilidade, para que Portugal seja um efetivo candidato ao título mundial em 2013 e em 2017, e ao primeiro título Olímpico em 2016, caso se confirme a introdução do Sevens nos Jogos. 5- Que promova e apóie o aparecimento de novas equipas de Sevens em Portugal e de torneios internos que permitam que o jogador português se aperfeiçoe e desenvolva. 6- Que promova e facilite a aprendizagem do Sevens em Portugal pela contratação de técnicos especialistas da modalidade, que circulem por todo o país, divulgando e ensinado o Rugby em geral, e o Sevens muito em particular. Finalmente 7- Que englobe todas estas iniciativas num único projeto, escolha alguém com provas dadas e reconhecida proximidade ao Jogo Reduzido, a quem seja dado todo o apoio, quer de meios quer de influência, que leve a tarefa a cabo, apenas com os objetivos definidos como meta. Será pedir muito? Não me parece, e se tal não for feito, os responsáveis ficarão conhecidos apenas pela sua incompetência em acelerar um projeto de sucesso! Porque, não tenham dúvidas, mais cedo ou mais tarde, os Sevens portugueses vão ser um enorme sucesso!

13 de agosto de 2009

QUENTE E BOAS!

Agora é de vez! O nosso rugby é uma das duas modalidades escolhidas pela Comissão Executiva do COI para serem votadas no próximo mês de Outubro, como candidatas à inclusão no Programa Olímpico!! MALTA O RUGBY VAI MUDAR!!

12 de agosto de 2009

ESPERAMOS COLABORAÇÃO

Publico hoje os mapas referentes aos jogos da nossa seleção com equipas da Europa e da Oceania. Amanhã será a vez de um mapa resumo, e de um outro com a caracterização dos adversários por continente. De notar que, além das faltas de resultados já referidas na segunda feira, também faltam os jogos e os resultados da participação no Lisboa Sevens 1993 (com exceção do jogo com os USA), e jogos e resultados correspondentes à fase de grupos do Torneio de Apuramento para o Campeonato da Europa em Madrid no ano de 2002 (apenas tenho os resultados dos jogos dos quartos, meia e final). Conforme expliquei na segunda feira, além dos resultados, falta também a lista dos jogadores participantes em cada torneio e os marcadores dos pontos. Essa parte do trabalho, estou a fazer com o Bernardo Rosmaninho – na verdade é ele quem está responsável por reunir os elementos – e agradeço desde já qualquer contributo que queiram prestar. Esses contributos devem trazer as seguintes informações: 1º Torneio e data; 2º Jogos realizados e respectivos resultados; 3º Lista dos jogadores participantes ou em cada jogo, ou no conjunto do torneio; e, finalmente, 4º Os pontos marcados por cada jogador, ou em cada jogo, ou no total do torneio. Podem mandar para mim (mrrcabral@gmail.com) ou para o Rosmaninho (bernardorosmaninho1984@gmail.com), que desde já agradecemos. Prometemos publicar esses e os outros elementos em tempo oportuno, e aí serão referidos os créditos de todas as informações prestadas. Para terminar a conversa de hoje, quero apenas lembrar que é já na sexta feira que a Comissão Executiva do Comitê Olímpico Internacional decide quais serão os dois desportos a apresentar como candidatos a fazerem parte do programa Olímpico, no primeiro fim de semana de Outubro. Pensem nisso e – mal não faz – nos vossos sonhos “empurrem” os membros daquela CE a votar no nosso rugby! Pensamentos positivos, malta!

30 de julho de 2009

FECHAR COM CHAVE DE PRATA!

Que bom que foi o saldo da participação nos Jogos Mundiais! A encerrar uma época plena de bons resultados, a nossa seleção de sevens ainda foi capaz de nos dar esta prata, para que possamos ir para férias de barriguinha cheia...E talvez seja altura de lembrar algumas coisinhas aos mais desatentos: Ao longo de cerca de 500 jogos, em cerca de 90 torneios, em mais de 18 anos de atividade, a nossa seleção conseguiu estar presente em quatro dos cinco Campeonatos do Mundo (RWC) já realizados, e em sete dos oito Campeonatos da Europa (ERC) que se disputaram. Apenas falhámos o apuramento para o 1º Campeonato do Mundo e para o 6º Campeonato da Europa. Mas em contrapartida fomos Campeões da Europa em seis ocasiões! O que, diga-se de passagem, é um feito digno de registo, já que a presença naquelas competições não resulta de convite ou de favor, mas sim de classificação obtida em Torneios de Apuramento. Ao contrário, a presença nos Jogos Mundiais é fruto de um convite, a que a malta respondeu com uma brilhante participação! Não é só de realçar a medalha de prata que trouxeram para casa, mas também a primeira vitória obtida sobre a Argentina, depois de 12 derrotas e um empate, e o excelente resultado frente aos vencedores das World Series (5-7 África do Sul). Agora, para que não haja seleções imbatidas, falta ganhar à África do Sul (11D), à Inglaterra (12D), à Nova Zelândia (12D), e às Ilhas Fiji (20D). Vamos a eles! Só por curiosidade, vale dizer que entre as equipas com quem jogamos de igual para igual. e a quem já ganhamos, se encontram a Escócia, França, Irlanda, País de Gales, Itália (6 Nações), o Canadá, Estados Unidos, Chile, Argentina (Américas), a Austrália, Tonga, Samoa (Oceania), e os nossos vizinhos da Rússia, Suécia, Holanda e Espanha. Nada mau, não acham? Hoje, ganhar a Portugal é um feito para qualquer seleção do Mundo. Daí a nossa legítima aspiração a que os sevens sejam levados muito a sério, e tratados em conformidade! Também não posso deixar de mandar um recado àqueles mais incomodados com a derrota frente à Moldávia, no recente Campeonato da Europa. Foi a nossa primeira derrota frente àquele adversário, mas das três vitórias anteriores, em 2004 ganhámos por 21-10, com 0-10 ao intervalo, e no ano passado em Junho, ganhamos por escassos 19-15. Portanto esta derrota não espanta assim tanto. Não somos só nós que evoluímos... E essa é uma das belezas do desporto: hoje se ganha, amanhã se perde, mas logo depois, tudo se renova, e o que era pequeno ganha estatura! São legítimas as expectativas de vitória em relação à nossa seleção de sevens - não só pelo que já fez, mas também e especialmente pelas suas potencialidade - mas que nem só de vitórias elas viverá, posso garantir! Não existe na história do desporto mundial nenhuma equipa, de nenhuma modalidade, que só tenha registado vitórias. Entretanto tenho a certeza que em breve aquele conjunto de quatro imbatidas, vai ser reduzido! Malta, Vamos a eles!