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27 de março de 2017

ÉPOCA INTERMÉDIA COM 6+6 EQUIPAS EM VEZ DAS 10 DA DH

Aos bochecho vão chegando notícias do segundo mais bem guardado segredo de Portugal - o formato das competições do rugby nacional nos próximos anos!

Depois de anunciar numa entrevista ao Publico que o futuro nos vai reservar um primeiro escalão (atual Divisão de Honra) com oito equipas e um segundo escalão (atual 1ª Divisão) com 10, Cassiano Neves deixou agora cair mais um pedaço de informação, que nos chegou com a habitual reserva em relação às afirmações do "nosso" presidente.

25 de março de 2017

CASSIANO NEVES DESFAZ TABU E ANUNCIA FORMATO DAS COMPETIÇÕES

Numa entrevista centrada na situação de falência iminente da Federação Portuguesa de Rugby, Cassiano Neves levantou a ponta do lençol de silêncio que tem coberto o novo formato das competições nacionais, embora deixe permanecer a dúvida sobre o momento em que esse novo formato será implementado.

Com um vamos ter no futuro que não estabelece um calendário, Cassiano Neves sempre adiantou que o modelo competitivo passa pela redução da Divisão de Honra de 10 para oito equipas, mantendo as mesmas 10 na Primeirona, o que significa que duas equipas serão relegadas de forma extraordinária de cada uma das duas principais divisões.

31 de janeiro de 2017

DESENVOLVIMENTO, COMPETIÇÕES E SELEÇÃO NACIONAL *

Temas de fulcral importância para o rugby nacional, o desenvolvimento e as competições são as pedras de toque do crescimento e da saúde de um desporto numa sociedade.

António Guilherme Vidigal foi presidente do Caldas Rugby Clube durante 18 anos, depois de ter sido diretor da secção de rugby do Caldas Sport Clube por três anos, cargo que abandonou quando, com mais dois amigos, resolveu fundar em 1998 o atual clube de rugby das Caldas da Rainha, e embora esteja afastado de funções diretivas neste momento, continua atento e preocupado com a situação do nosso rugby, dando-nos aqui a sua visão sobre o momento que vivemos no rugby nacional.

19 de julho de 2016

PEDRO RIBEIRO DÁ SUA OPINIÃO SOBRE MOMENTO DO RUGBY

*Pedro Sousa Ribeiro
A época 2015/2016 foi aquela em que o rugby português teve os piores resultados internacionais nos últimos 16 anos.

Foi em 1999/ 2000 que foram renovados os campeonatos europeus tendo sido nessa época que se iniciou o actual Torneio Europeu das Nações. 
Portugal participou nele ininterruptamente até esta época, tendo mesmo, em 2004, sido o seu vencedor. 
Juntamente com a Roménia e a Geórgia foi um dos três países que participaram em todas as suas edições. 
Essa sequência irá ser interrompida em 2016/2017 com a nossa descida ao grupo B.

12 de julho de 2016

SUB-16 E SUB-18, O FUTURO EM RISCO COM AS MEDIDAS TOMADAS *

*António Vidigal
Durante a época que agora chega ao seu final, a FPR implementou nos escalões sub-16 e sub-18 um inovador modelo competitivo, aprovado em Janeiro de 2015, nove meses antes do início da competição, na sequência de discussão com os clubes e após alguns meses de estudo por parte do corpo técnico da FPR.

Este modelo que mereceu a concordância dos clubes - até que alguns dos “grandes” se viram afastados da competição principal - assentou no pressuposto de que nestes escalões etários existe uma grande variabilidade de época para época, em função do número de atletas disponíveis e da sua maior ou menor valia técnica.

3 de julho de 2016

CLUBES DÃO LIÇÃO DE BOM SENSO E REJEITAM ALTERAÇÕES

O bom senso da maioria dos clubes nacionais sobrepôs-se aos desejos centralizadores de uma minoria e a rejeição à proposta federativa de alteração da fórmula de disputa das principais competições nacionais – para cuja votação foi expressamente convocada a Assembleia Geral do passado sábado – levou a que nem sequer chegasse a haver votação, e na próxima época tudo continuará como até agora: 10 equipas na Divisão de Honra e outras 10 na 1ª Divisão.

Uma das principais ilações que se podem tirar desta recusa dos clubes, prende-se com a consciência que grande parte deles têm que a verdadeira prioridade da organização das competições nacionais está nas divisões de baixo - a 2ª Divisão e os Emergentes.

10 de fevereiro de 2016

O QUE FALTA JOGAR NA ÉPOCA 2015-2016 E QUANDO SE JOGARÁ


A época desportiva caminha a passos largos para o seu fim, embora estejamos apenas em Fevereiro, e com todas as interrupções e recomeços que se avizinham, o melhor é fazer o ponto da situação no que diz respeito ao que ainda falta jogar e em que finais de semana se jogará.

Apenas considerámos as competições nacionais seniores de XV e os jogos das nossas selecções de 7's e XV, também seniores, masculinas e femininas.

10 de outubro de 2015

TODOS OS ESCALÕES EM ACÇÃO NO FIM DE SEMANA

Agora é que a coisa começa a aquecer! Todos os escalões em actividade, neste fim de semana, com o início dos campeonatos dos Sub-16 e Sub-18, que este ano começam com uma fase regional, para só depois passarem à competição nacional propriamente dita.

Também as equipas da Segundona vão começar, embora seja na primeira eliminatória da Taça de Portugal, enquanto Primeirona e Divisão de Honra avançam para a segunda jornada, com alguns encontros de grande interesse, nas duas competições.

27 de setembro de 2015

ENQUANTO O MUNDIAL ROLA, A ÉPOCA ARRANCA EM PORTUGAL

A Super Taça marcou o início das competições da época 2015-2016 em Portugal, e o Direito tornou a vencer o CDUL - pela terceira vez consecutiva - aumentando para 11 os troféus da prova que acumula em Monsanto.

Na verdade, depois da vitória por 14-8 em 2013, dos 33-15 de 2014, Direito tornou a vencer o CDUL, desta vez por 19-7, e tem agora mais seis títulos que o Cascais, que é o segundo melhor no conjunto dos anos em que a prova se disputou (desde 1988), com cinco vitórias, e mais oito triunfos que o trio Agronomia, Belenenses e CDUL, que somam três vitórias cada um. (cf. http://www.historico.maodemestre.com/p/super-taca-resumo.html)

15 de janeiro de 2015

SPORTING, BENFICA E LOULÉ VIAJAM E TABELA PODE MUDAR

Com o aproximar do final do mês de Janeiro, e com ele o termo do prazo para serem feitas alterações ao modelo da Divisão de Honra, correm rumores que se prepara a mudança de 10 equipas no escalão principal para dois grupos de seis equipas, o que parecendo uma novidade, não passa de mais um regresso ao passado.

Porque uma fase inicial com este formato já foi cumprida anteriormente, nomeadamente em 2001/02 e 2002/03, embora agora se fale que essa fase pode ser disputada a três voltas, com as equipas dos dois grupos a defrontarem-se uma vez entre elas, e com a realização de um playoff entre  a fase inicial e a fase final.

26 de maio de 2014

É UMA PALHAÇADA E NÃO HÁ LUZ NO FUNDO DO TÚNEL!

Não estou bem certo se o que sinto é vergonha ou desalento, mas a verdade é que estou triste.

Estou triste por ver ao estado a que chegou o rugby português, absolutamente abandonado por quem devia promover a sua prática, o seu desenvolvimento, a sua visibilidade.

Batemos no fundo.

A cinco dias das finais da Divisão de Honra, da 2ª Divisão e do sub-escalão seniores/sub-23, das Taças de Portugal de Sub-18 e Sub-16, e dos jogos de apuramento do 5º classificado e da equipa que será rebaixada da Divisão de Honra para a 1ª Divisão, a entidade que é responsável pela marcação de todos estes jogos, que sabe desde que elaborou os respectivos calendários, está a fazer um ano, qual a sua data e que é sua a responsabilidade de marcação destes jogos, não soube ainda informar os clubes, informar os orgãos de comunicação social e o público em geral, de onde, quando e a que horas cada um desses encontros terá lugar!

3 de abril de 2014

AINDA A QUESTÃO DA COMPETITIVIDADE DOS CAMPEONATOS

Muito se tem falado e escrito nos últimos tempos sobre a questão da competitividade dos campeonatos nacionais, com clara preocupação sobre a Divisão de Honra, mas tocando também na 1ª Divisão.

Para ajudar a compreender a situação, o Mão de Mestre resolveu organizar um quadro onde se possam ver os resultados mais desequilibrados que tiveram lugar nessas duas divisões, nos últimos anos, embora, como qualquer critério, também o nosso possa ser contestado.

Estabelecemos como critério que serão considerados "desnivelados" todos os jogos em que uma das equipas marcou mais de 49 pontos, independentemente dos pontos marcados pelo seu opositor.

10 de março de 2014

AS MUDANÇAS NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS NO SÉCULO XX

DAR COR ÀS NOSSAS CORES!
Ao longo dos últimos 13 anos a estrutura das competições nacionais tem sofrido diversas alterações, de que hoje falaremos para que nas conversas que venham a acontecer sobre a matéria haja o conhecimento, pelo menos, destas mudanças nos anos mais recentes.

Porque não se julgue que as mudanças só começaram no virar do século, pois desde que me lembro - dos longínquos anos 60 - diversas foram as variações, umas justificadas, outras nem tanto...

E se algumas alterações se compreendem em função do crescimento do número de equipas e da variação dos seus níveis, outras são apenas reflexo de experiências, de tentativas de encontrar melhores caminhos - porque não quero acreditar que quem propõe alterações o faça empurrado por interesses estranhos ao próprio rugby.

14 de fevereiro de 2014

UM DIA NO RUGBY NACIONAL, TEM SEMPRE UMA SURPRESA...

Com a publicação do Boletim Informativo nº 24 da Federação Portuguesa de Rugby esclareceram-se mais alguns detalhes sobre o andamento das competições nacionais.

Ainda acredito que hei-de ver chegar o tempo em que o dia a dia do rugby interno seja apenas uma sucessão de jogos e resultados, sem surpresas de outra natureza que não as desportivas, nem sobressaltos...

Desta vez tivemos algumas novidades que começam na Segundona, Zona Centro/Norte, com o anulamento da falta de comparência atribuída aos Garranos no jogo frente ao Tomar, repondo assim a vitória da equipa de Arcos de Valdevez.

28 de janeiro de 2014

CLUBES DIZEM NÃO A AMADO DA SILVA...

A iniciativa do Presidente da FPR de proceder a alterações de urgência na organização competitiva da divisão de topo do rugby nacional, e de criar um Clube de Elite à custa dos jogadores e do esforço formativo dos clubes, desabou como um castelo de cartas, quando, na reunião que teve ontem lugar na sede da FPR, os clubes das duas principais divisões nacionais disseram simplesmente que não ao responsável federativo.

Acompanhado do Director Técnico Nacional Tomaz Morais, do Director de Competições Ferdinando de Sousa, do Secretário Geral Mário Costa e do seu assessor pessoal, João Paulo Bessa, Amado da Silva viu a sua vontade de alteração do regulamento da DH sem um único apoio entre os 10 clubes da Divisão de Honra e dos cinco clubes da 1ª Divisão representados na ocasião.

27 de janeiro de 2014

O QUE PRETENDE A FPR AO FAZER AGORA ALTERAÇÕES PARA 2015/16?


Numa altura sensível para o rugby português, com o apuramento para o Mundial de 2015 a ser disputado a partir do próximo fim de semana, a FPR surpreendeu os clubes portugueses ao avançar, em regime de urgência, com um importante conjunto de alterações à forma de disputa da Divisão de Honra, enquanto descobriu que a Segundona precisa de uma avaliação de um modelo a implementar  (...) com preocupações logísticas, financeiras e desportivas.

Mas esta pressa de Amado da Silva anula a possibilidade de discutir com tempo e calma com todos os intervenientes, por forma a que se chegue a um consenso sobre o que é melhor para o rugby nacional.

8 de setembro de 2013

EQUIPAS AQUECEM MOTORES PARA COMPETIÇÕES QUE ESTÃO À PORTA

Com o aproximar do pontapé de início da Divisão de Honra, que terá lugar no fim de semana de 21 de Setembro, as equipas começam a aquecer os motores e a preparar-se para mais uma época.

Mas não são apenas as equipas da Divisão de Honra que se preparam, pois também as que vão disputar a Primeirona se começam a estruturar, e duas delas defrontaram equipas do escalão superior.

13 de agosto de 2012

TOMAZ MORAIS FALA SOBRE O NOVO MODELO COMPETITIVO


Tomaz Morais é hoje uma figura incontornável do rugby português, principal responsável pela participação de Portugal no mundial de 2007, e pelos sucessivos êxitos da seleção nacional de sevens, e que, desde 2010 ocupa o vértice da pirâmide técnica da FPR.
Em conversa com o Diretor Técnico da Federação que teve lugar no Algarve, nas vésperas do Torneio de Qualificação para o Mundial de Sevens de 2013, abordamos dois assuntos relacionados com a nova época, e dessa conversa damos hoje conhecimento da primeira parte, onde se fala do novo modelo competitivo da Divisão de Honra, deixando para a segunda parte os esclarecimentos de Tomaz Morais sobre as competições nacionais de sevens.

20 de janeiro de 2012

COMPETITIVIDADE - QUANDO NÃO HÁ, RECLAMA-SE, QUANDO HÁ, ACABA-SE COM ELA

FALTA DE COMPETITIVIDADE, OUVE-SE CLAMAR AOS QUATRO VENTOS, para tentar arranjar argumentos que justifiquem a redução do número de equipas da Divisão de Honra, para levantar a sebastiânica solução de constituição de uma equipa para disputar a Challenge Cup, para esconder a incapacidade em encontrar uma solução que dê um impulso consistente ao rugby português.

Porque o que se passou a seguir à miraculosa participação de Portugal numa fase final do Mundial de 2007, foi a prova clara da nossa incapacidade em retirar proveito de uma situação que nos caiu nos braços, quer ao nível da Federação, quer ao nível dos clubes, que se deixaram embalar na doce ilusão que "nós é que somos bons, e isto com mais um ou dois camones, está no papo!"


Ora a verdade é que apesar de toda a exposição que o rugby teve a seguir ao Mundial de França, das carradas de estrangeiros que foram importados sem um generalizado controle de qualidade e de oportunidade, o rugby português, continua cada vez mais na mesma!

Bom, com uma extraordinária diferença: os Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão, tem sido, nos últimos anos, de uma enorme competitividade.

Para não irmos mais longe, que a memória é curta, e o espaço pequeno, sugerimos que consultem os dados que temos ao vosso dispôr nas nossas páginas dedicadas aos resultados de 2009-10 e de 2010-11, para confirmar o que aqui afirmamos, ou ainda, que vejam a atual situação da Primeirona, onde, com duas jornadas por disputar, ainda falta saber por quem será constituído o grupo que vai disputar a fase final para atribuição do título.

Não assisti à final entre CRAV e Évora em 2010, mas assisti à final de 2011, entre CDUP e Cascais, e já tive oportunidade de referir por diversas vezes, que foi um dos jogos mais agradáveis a que assisti nos últimos anos, com o resultado incerto até ao apito final, e com as equipas empenhadas totalmente no que estavam a fazer - e não acreditem no que por aí se diz que eu não vejo jogos, já que no ano de 2011 assisti, durante as duas épocas desportivas, a uma média superior a um jogo por fim de semana, visitei e assisti a jogos em Évora, Montemor, Caldas, Lousã, Coimbra, Cascais, Sobreda e Lisboa, para referir apenas encontros das duas divisões principais, e observei quase todas as equipas que participaram naquelas provas - e posso afirmar com segurança que, para além desse jogo, competitividade, na Primeirona, é coisa que não tem faltado!

O problema da falta de competitividade, meus amigos, não está nos campos, está nas secretarias, que permitem, por exemplo, que se interrompa o Campeonato Nacional da 1ª Divisão, a duas jornadas do termo da fase de apuramento, quando a prova está no seu melhor, para se disputarem umas jornadas de um novo figurino de uma Taça de Portugal travestida - há quem não goste deste termo, mas eu gosto, acho que lhe veste apropriadamente - ou que autorizam que, contrariando claramente o que está definido nos Regulamentos, se disputem jogos da Segundona, depois da sua última jornada.

Ou seja, não só os calendários são tratados apenas com os olhos postos na seleção nacional, como os regulamentos são tratados como campo de experiências avulsas, sem qualquer critério ou consistência - só quem não assistiu à final da 1ª Divisão do ano passado, num Estádio Universitário com muito público, pode ter tido a ideia de terminar com a finalíssima da prova, que já se disputava desde 2005-06.

Aquele jogo foi mesmo um dos pontos altos da época 2010-11, e um dos poucos que foi prestigiado com a presença de público, aliás coisa muito rara nos jogos em Portugal, se não contarmos com os pais, mães, namoradas, cães e gatos dos jogadores, como me recordo que já acontecia nos anos setenta - a excepção a esta regra só veio a acontecer na segunda metade da década de 80, com o Lisboa 7's...

E então meus amigos, para este fim de semana podem escolher dos jogos que indicamos na página dos Próximos Jogos, aquele a que irão assistir, e vejam lá se encontram o Mão de Mestre entre a assistência, porque uma coisa é certa - nós estamos de olho em vocês!