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24 de outubro de 2015

NOVA ZELÂNDIA NA QUARTA FINAL, DEPOIS DE BATER SPRINGBOKS *

* Nuno Mourão
A força da técnica vence a técnica da força!
Grande parte do mundo oval, pode estar mais descansado, pois os puristas – (Nova Zelândia – NZ), levaram a melhor sobre os pragmáticos – (África do Sul – AS). 
Mas como sempre e, apesar da NZ ser a campeã em título, a primeira do ranking e ser favorita, não foi nada fácil e o resultado (20-18), traduz esse equilíbrio entre as duas “facções”.

Per Angusta Ad Angusta (Não se chega ao triunfo sem dificuldades), é o motto de uma das escolas mais conhecidas de Auckland e onde se formam e formaram muitos All Blacks. 

18 de outubro de 2015

COM DUAS DECISÕES POLÉMICAS DE JOUBERT, AUSTRÁLIA PASSA ÀS MEIAS *

* Nuno Mourão
Depois de um sufocante e espectacular jogo, entre a Argentina e a Irlanda, estava tudo à espera de poder “descansar” um pouco, com a disputa da última vaga para as meias-finais – o jogo entre a Austrália e os underdogs escoceses, os últimos bastiões e esperança, do hemisfério norte. 

Os primeiros já tinham despachado a Inglaterra para o sofá e Gales para as garras dos sul-africanos. A Escócia chegou a estes quartos de final, depois de uma fase de grupos bastante competente e em que demonstraram um rugby bastante dinâmico e intenso. 
Ainda assim, um pouco longe das equipas do hemisfério sul, habituadas a outro ritmo, pressão e competição. 

16 de outubro de 2015

NOVA ZELÂNDIA-FRANÇA OU A EXPERIÊNCIA VERSUS IRREVERÊNCIA? *

* Nuno Mourão
É costume dizer-se que, para ser um jogador de rugby de eleição, é necessário uma certa dose de irreverência. 
A França sempre foi uma equipa irreverente, imprevisível, por vezes indisciplinada, capaz do melhor e do pior, mas quando “engatam”, não há nada que os seus adversários possam fazer, que não seja resignarem-se e aceitarem a derrota, como foi o caso em 1999 e em 2007, precisamente com os mesmos intervenientes e no caso de 2007, no mesmo local do “crime” e exactamente na mesma fase da competição, quartos de final.

4 de outubro de 2015

INGLATERRA-AUSTRÁLIA - UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA FAZ MURCHAR A ROSA *

* Nuno Mourão
Após uma semana bastante agitada por parte da Comunicação Social, a dar voz a um sem número de ilustres comentadores, interessantes e interessados, foi o treinador da Austrália – Michael Cheika, que pôs os pontinhos nos “i” (de Inglaterra…), ao dizer que, neste jogo, por vezes, ter inteligência emocional é mais importante que ter “só”, inteligência. 

E de facto, a Austrália, teve-a praticamente o jogo todo, nunca perdeu a compostura e manteve-se fiel ao seu modelo de jogo, dinâmico, flexível e acima de tudo, real e fiel, às características dos seus jogadores.