Inglaterra vence o Wellington Sevens, mas os heróis do dia foram os quenianos que conseguiram chegar à final e obrigaram os ingleses a disputar um quem marca ganha, depois de chegarem empatados a 19 ao final dos 20 minutos de jogo.
Com esta vitória a Inglaterra pula do 13º para o 8º lugar do ranking geral do Circuito, enquanto o Quénia assume a segunda posição, isolado, seguido pela Samoa, apesar da derrota que sofreu na luta pelo 3º lugar de Wellington frente a Nova Zelândia por 17-7.
Na quarta posição do ranking seguem três equipas com o mesmo número de pontos - França, Fiji e África do Sul - enquanto Portugal perdeu três lugares na tabela e segue na 12ª posição, seguido de Escócia, Espanha e Estados Unidos.
Fique com os resultados das finais da etapa da Nova Zelândia do Circuito, e com a tabela do ranking após a quarta etapa da prova.
Foto: IRB
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2 de fevereiro de 2013
FRACO SEGUNDO DIA EM WELLINGTON
A participação portuguesa em Wellington acabou com mais duas derrotas no segundo dia, mas o mais preocupante foi a maneira como essas derrotas aconteceram.
Se ontem compreendemos e apoiamos a equipa, já que os erros e falhas que se verificaram se ficaram a dever, na nossa opinião, à juventude da maior parte dos integrantes da equipa, hoje os erros mais graves vieram daqueles que mais responsabilidades tinham e cuja atuação deveria servir de exemplo e incentivo.
Não vamos entrar na análise desses erros, mas esperamos que eles sejam reconhecidos e corrigidos já no próximo fim de semana.
Hoje ficamos pela estatística, apresentando as fichas dos dois jogos de hoje, o resumo da participação dos Linces em Wellington e o resumo acumulado da participação nas séries mundiais desta época.
Apesar de ainda não estar concluída a prova podemos desde já adiantar que Portugal (com 22 pontos) desce três lugares na classificação, sendo ultrapassado pela Inglaterra, Austrália e Canadá, e ficando apenas à frente dos Estados Unidos (17 pontos), Espanha (18) e Escócia (21 ou 22 pontos), e ocupando a 12 ª posição ou com o mesmo número de pontos da Escócia, ou com mais um - vai depender da final da Plate.
Se ontem compreendemos e apoiamos a equipa, já que os erros e falhas que se verificaram se ficaram a dever, na nossa opinião, à juventude da maior parte dos integrantes da equipa, hoje os erros mais graves vieram daqueles que mais responsabilidades tinham e cuja atuação deveria servir de exemplo e incentivo.
Não vamos entrar na análise desses erros, mas esperamos que eles sejam reconhecidos e corrigidos já no próximo fim de semana.
Hoje ficamos pela estatística, apresentando as fichas dos dois jogos de hoje, o resumo da participação dos Linces em Wellington e o resumo acumulado da participação nas séries mundiais desta época.
Apesar de ainda não estar concluída a prova podemos desde já adiantar que Portugal (com 22 pontos) desce três lugares na classificação, sendo ultrapassado pela Inglaterra, Austrália e Canadá, e ficando apenas à frente dos Estados Unidos (17 pontos), Espanha (18) e Escócia (21 ou 22 pontos), e ocupando a 12 ª posição ou com o mesmo número de pontos da Escócia, ou com mais um - vai depender da final da Plate.
1 de fevereiro de 2013
WELLINGTON SEVENS - RESUMO DO DIA
Cinco mudanças no quadro da competição principal do Wellington Sevens, marcaram os resultados do primeiro dia da prova, em que, por outro lado, se registou o regresso à ribalta de equipas como a Inglaterra, a Austrália, a Escócia, Samoa ou o Quénia.
Note-se que de todas as equipas participantes no Circuito, apenas a Nova Zelândia mantém o pleno de participações na prova principal, já que França e Fiji, que lhe faziam companhia, foram agora empurradas para a competição complementar.
O equilíbrio é cada vez maior e já não há finalistas garantidos como antigamente, e o que se vê é uma corrida das equipas à preparação de um maior lote de jogadores, mesmo que isso represente uma certa diminuição do nível médio da prova.
Ou seja, os que podem preparam o futuro, mas mesmo os outros - mais tesos - tentam fazer o mesmo.
GRUPO A
A Inglaterra que este ano ainda não tinha conseguido chegar aos quartos de final da Cup, começou da melhor maneira, derrotou a Nova Zelândia por 19-14, e pensou que estava o assunto resolvido!
E à conta disso apanhou um susto frente aos E.U.A., não conseguindo melhor que um empate. Mas acabou em beleza com outra vitória, agora frente à Espanha, e avança como líder do Grupo para a fase final.
Os All Blacks apanharam um susto com a derrota e tiveram que se esforçar para garantir o apuramento, que acabou por ser decidido com uma vitória sobre os E.U.A., por modestos 17-10.
Os E.U.A. apesar do empate frente aos ingleses não conseguiram repetir o apuramento de Port Elizabeth e acompanham a Espanha na disputa da Bowl.
GRUPO B
A França esteve na Cup das três anteriores etapas do Circuito, mas desta vez não chegou lá, não conseguindo melhor que uma vitória sobre o Tonga, e caindo frente ao Quénia e à Argentina.
O Quénia avança para a Cup só com vitórias, acompanhado pela Argentina a quem derrotou por 12-10, e recupera uma posição que perdera na última etapa, enquanto os sul americanos repetem a participação na prova principal.
A equipa convidada do fim de semana, o Tonga, perdeu os três jogos, e guarda-se para mostrar o que vale, no segundo dia.
GRUPO C
O Grupo foi o mais complicado, com três equipas igualadas com o mesmo número de pontos, e o segundo lugar da qualificação a ser decidido pelos ensaios marcados.
Das três equipas - África do Sul, Canadá e País de Gales - quem beneficiou do desempate foram os blitzbocks que acompanham Samoa para a fase final
Os samoanos fizeram o pleno, e regressam assim à luta do título, que podem mesmo vir a conquistar, repetindo o sucesso obtido no Dubai.
Os canucks ficaram mais uma vez arredados da luta principal - só lá chegaram uma vez - e o País de Gales também ficam pelo caminho, pela segunda vez na época.
GRUPO D
A grande surpresa foi o marca passo das Fiji, que venceram em Gold Coast, e pela primeira vez no ano não chegam às finais principais, tendo perdido com a Escócia e a Austrália.
Os escoceses conseguiram o apuramento pela primeira vez na época, enquanto os aussies thunderbolts chegam às finais pela segunda vez, e só com vitórias, tentando apagar a má impressão que deixaram no Dubai e em Port Elizabeth.
Portugal, que tinha conseguido o apuramento nas duas últimas etapas, apresentou uma equipa com muita juventude e pouca experiência, e foi afastado da luta pelo título, tendo que se contentar com a disputa da Bowl, acompanhando os fijianos voadores.
Os quartos de final apresentam um conjunto de encontros regionais muito significativo, começando pelo Espanha-Portugal a abrir as hostilidades, logo à meia noite de Lisboa, com o França-País de Gales a fechar a eliminatória da Bowl.
Na Cup repete-se o cenário, com o Inglaterra-Escócia, o Austrália-Nova Zelândia e o Quénia-África do Sul!
No jogo que mais nos interessa, os jovens Linces têm uma verdadeira oportunidade de demonstrar se o que fizeram hoje foi só fogo de artifício ou se sabem mesmo o que andam a fazer.
Mas atenção, uma certa condescendência nos comentários do primeiro dia, não se vai repetir quando se trata de defrontar os nuestros hermanos...
E com a ordem prevista dos jogos, podemos mesmo dizer que aos portugueses é obrigatória a presença na final da Bowl - vamos ver do que a equipa é capaz!
Fotos: IRB/Martin Serras Lima
Note-se que de todas as equipas participantes no Circuito, apenas a Nova Zelândia mantém o pleno de participações na prova principal, já que França e Fiji, que lhe faziam companhia, foram agora empurradas para a competição complementar.
O equilíbrio é cada vez maior e já não há finalistas garantidos como antigamente, e o que se vê é uma corrida das equipas à preparação de um maior lote de jogadores, mesmo que isso represente uma certa diminuição do nível médio da prova.
Ou seja, os que podem preparam o futuro, mas mesmo os outros - mais tesos - tentam fazer o mesmo.
GRUPO A
A Inglaterra que este ano ainda não tinha conseguido chegar aos quartos de final da Cup, começou da melhor maneira, derrotou a Nova Zelândia por 19-14, e pensou que estava o assunto resolvido!
E à conta disso apanhou um susto frente aos E.U.A., não conseguindo melhor que um empate. Mas acabou em beleza com outra vitória, agora frente à Espanha, e avança como líder do Grupo para a fase final.
Os All Blacks apanharam um susto com a derrota e tiveram que se esforçar para garantir o apuramento, que acabou por ser decidido com uma vitória sobre os E.U.A., por modestos 17-10.
Os E.U.A. apesar do empate frente aos ingleses não conseguiram repetir o apuramento de Port Elizabeth e acompanham a Espanha na disputa da Bowl.
GRUPO B
O Quénia avança para a Cup só com vitórias, acompanhado pela Argentina a quem derrotou por 12-10, e recupera uma posição que perdera na última etapa, enquanto os sul americanos repetem a participação na prova principal.
A equipa convidada do fim de semana, o Tonga, perdeu os três jogos, e guarda-se para mostrar o que vale, no segundo dia.
GRUPO C
Das três equipas - África do Sul, Canadá e País de Gales - quem beneficiou do desempate foram os blitzbocks que acompanham Samoa para a fase final
Os samoanos fizeram o pleno, e regressam assim à luta do título, que podem mesmo vir a conquistar, repetindo o sucesso obtido no Dubai.
Os canucks ficaram mais uma vez arredados da luta principal - só lá chegaram uma vez - e o País de Gales também ficam pelo caminho, pela segunda vez na época.
GRUPO D
A grande surpresa foi o marca passo das Fiji, que venceram em Gold Coast, e pela primeira vez no ano não chegam às finais principais, tendo perdido com a Escócia e a Austrália.
Os escoceses conseguiram o apuramento pela primeira vez na época, enquanto os aussies thunderbolts chegam às finais pela segunda vez, e só com vitórias, tentando apagar a má impressão que deixaram no Dubai e em Port Elizabeth.
Portugal, que tinha conseguido o apuramento nas duas últimas etapas, apresentou uma equipa com muita juventude e pouca experiência, e foi afastado da luta pelo título, tendo que se contentar com a disputa da Bowl, acompanhando os fijianos voadores.
Os quartos de final apresentam um conjunto de encontros regionais muito significativo, começando pelo Espanha-Portugal a abrir as hostilidades, logo à meia noite de Lisboa, com o França-País de Gales a fechar a eliminatória da Bowl.
Na Cup repete-se o cenário, com o Inglaterra-Escócia, o Austrália-Nova Zelândia e o Quénia-África do Sul!
No jogo que mais nos interessa, os jovens Linces têm uma verdadeira oportunidade de demonstrar se o que fizeram hoje foi só fogo de artifício ou se sabem mesmo o que andam a fazer.
Mas atenção, uma certa condescendência nos comentários do primeiro dia, não se vai repetir quando se trata de defrontar os nuestros hermanos...
E com a ordem prevista dos jogos, podemos mesmo dizer que aos portugueses é obrigatória a presença na final da Bowl - vamos ver do que a equipa é capaz!
Fotos: IRB/Martin Serras Lima
LINCES NA NOVA ZELÂNDIA FRENTE A FIJI
Terceiro jogo, terceira derrota dos Linces, agora frente às Ilhas Fiji, uma das poucas equipas do mundo contra quem Portugal nunca venceu.
Mas os portugueses não saem do jogo com as mãos a abanar, pois marcaram um dos mais bonitos ensaios do dia, aproveitando um mau pontapé de recomeço dos fijianos voadores.
Muito bem jogado por Nuno Sousa Guedes, e concluído por Pedro Bettencourt - um trabalhinho à moda do Porto!
Confira aqui o clip do momento:
De resto o jogo não trouxe nada de novo - a equipa portuguesa tem qualidade, tem vontade, mas falta-lhe experiência, que só se ganha jogando...
Claro que não é fácil colmatar a ausência de três dos seus nomes mais sonantes e constantes - Pedro Leal, Adérito Esteves e Frederico Oliveira - além de outros menos constantes como é o caso de Gonçalo Foro, mas a miudagem portou-se muito bem! Parabéns ao conjunto!
Mas os portugueses não saem do jogo com as mãos a abanar, pois marcaram um dos mais bonitos ensaios do dia, aproveitando um mau pontapé de recomeço dos fijianos voadores.
Muito bem jogado por Nuno Sousa Guedes, e concluído por Pedro Bettencourt - um trabalhinho à moda do Porto!
Confira aqui o clip do momento:
De resto o jogo não trouxe nada de novo - a equipa portuguesa tem qualidade, tem vontade, mas falta-lhe experiência, que só se ganha jogando...
Claro que não é fácil colmatar a ausência de três dos seus nomes mais sonantes e constantes - Pedro Leal, Adérito Esteves e Frederico Oliveira - além de outros menos constantes como é o caso de Gonçalo Foro, mas a miudagem portou-se muito bem! Parabéns ao conjunto!
LINCES NA NOVA ZELÂNDIA FRENTE A ESCÓCIA
Depois de algumas notas positivas no jogo de abertura, os Linces mostraram no segundo encontro que podem ter cometido muitos erros infantis, algumas falhas indesculpáveis ou faltas despropositadas, mas também mostraram muita coisa boa, tiveram um comportamento irrepreensível, não se foram abaixo das canetas, e, mesmo perdendo, poderiam muito bem ter ganho!
O jogo foi equilibrado (três ensaios para cada lado determinaram que a vitória fosse selada nas transformações) e Portugal acabou demonstrando que existe sim, uma juventude cheia de qualidade que pode muito em breve - assim ganhe a experiência que lhe falta - enfrentar qualquer equipa do Circuito de igual para igual.
Poderíamos aqui descascar os erros cometidos, mas vamos deixar isso para Frederico de Sousa - que diferença deste Frederico de Sousa, para o outro, aquele que foi atirado para a direção desta equipa de forma bem extemporânea! - que melhorou não só na direção da equipa, mas também na sua atitude, aprendendo a lidar com as câmaras de televisão...
E terminamos com uma palavra de incentivo à equipa, e esperança no futuro que já está aí - aprender, aprender e tornar a aprender, é a chave do sucesso!
O jogo foi equilibrado (três ensaios para cada lado determinaram que a vitória fosse selada nas transformações) e Portugal acabou demonstrando que existe sim, uma juventude cheia de qualidade que pode muito em breve - assim ganhe a experiência que lhe falta - enfrentar qualquer equipa do Circuito de igual para igual.
Poderíamos aqui descascar os erros cometidos, mas vamos deixar isso para Frederico de Sousa - que diferença deste Frederico de Sousa, para o outro, aquele que foi atirado para a direção desta equipa de forma bem extemporânea! - que melhorou não só na direção da equipa, mas também na sua atitude, aprendendo a lidar com as câmaras de televisão...
E terminamos com uma palavra de incentivo à equipa, e esperança no futuro que já está aí - aprender, aprender e tornar a aprender, é a chave do sucesso!
LINCES NA NOVA ZELÂNDIA FRENTE A AUSTRÁLIA
Começou a campanha dos Linces na quarta etapa das Séries Mundiais com uma derrota frente à Austrália por 5-24.
Começaram muito mal os portugueses, e chegou a temer-se um resultado de proporções históricas, mas felizmente quem assim pensou, enganou-se!
Depois de chegar aos 0-12 em menos de dois minutos, Portugal conseguiu reagir e após perder um ensaio por intermédio de Diogo Miranda, que não teve pernas para manter a vantagem e chegar aos pontos, Duarte Moreira meteu a quinta e lá foi reduzir o marcador para chegar ao intervalo com 5-12.
No segundo tempo os Linces resistiram bem até ao minuto três e meio, quando sofreram o terceiro ensaio, e foi preciso chegar ao limite de tempo para que a superioridade dos thunderbolts tivesse outro reflexo no marcador, que fechou com os já referidos 5-24.
O resultado acaba por ser pesado demais para a equipa portuguesa, que viu quatro das suas falhas serem castigadas com pontos dos australianos, mas a impressão com que se fica é simples de definir: Juventude a mais, mas com um grande futuro!
Começaram muito mal os portugueses, e chegou a temer-se um resultado de proporções históricas, mas felizmente quem assim pensou, enganou-se!
Depois de chegar aos 0-12 em menos de dois minutos, Portugal conseguiu reagir e após perder um ensaio por intermédio de Diogo Miranda, que não teve pernas para manter a vantagem e chegar aos pontos, Duarte Moreira meteu a quinta e lá foi reduzir o marcador para chegar ao intervalo com 5-12.
No segundo tempo os Linces resistiram bem até ao minuto três e meio, quando sofreram o terceiro ensaio, e foi preciso chegar ao limite de tempo para que a superioridade dos thunderbolts tivesse outro reflexo no marcador, que fechou com os já referidos 5-24.
O resultado acaba por ser pesado demais para a equipa portuguesa, que viu quatro das suas falhas serem castigadas com pontos dos australianos, mas a impressão com que se fica é simples de definir: Juventude a mais, mas com um grande futuro!
31 de janeiro de 2013
WELLINGTON 7'S COMEÇA HOJE MESMO *
Victor Ramalho, do Portal do Rugby, líder de audiências do rugby brasileiro, fez a análise das equipas e dos Grupos do Wellington Sevens, e, com a devida autorização, fazemos aqui a reprodução do seu trabalho.
A Série Mundial de Sevens 2012-13 retorna nessa sexta-feira (bem de madrugada em Lisboa) com o Wellington Sevens, na Nova Zelândia, a quarta etapa do circuito.
A marca da temporada vem sendo o equilíbrio pleno entre os primeiros colocados, com uma notável exceção: a líder absoluta Nova Zelândia.
Jogando em casa, os All Blacks poderão ampliar decisivamente a liderança no circuito. Ou, os seus principais concorrentes poderão conquistar uma vitória maiúscula na briga pelo campeonato.
Abrindo 2013, Wellington é o divisor de águas no circuito mundial masculino.
Correndo contra o prejuízo
O Grupo A do torneio é a imagem do contraste.
De um lado, favorita absoluta, a Nova Zelândia, de outro, três das quatro seleções de pior campanha na temporada: Estados Unidos, Espanha e a decepcionante Inglaterra.
Os All Blacks chegam muito fortes ao torneio, creditados pelo título irrepreensível na etapa da África do Sul em dezembro.
O técnico Gordon Tietjens contará com seus jogadores centrais - DJ Forbes, Tomasi Cama, Tim Mikkelson e Lote Raikabula - garantindo a força do elenco.
O treinador anunciou apenas duas caras novas na equipa, Gillies Kaka e Rocky Khan, e ninguém tem dúvidas de que os neozelandeses são os grandes favoritos ao título em Wellington.
A cada etapa, os All Blacks sempre produzem um grande destaque.
Em Porto Elizabeth, foi Kurt Baker, autor de 8 tries.
Os ingleses iniciaram a temporada, como sempre, cotados para brigarem pelo título. Porém, as lesões de atletas-chave no início da campanha fizeram o time desandar e acumular resultados desastrosos, terminando 2012 surpreendentemente como a terceira pior seleção do circuito.
Para Wellington, o técnico Ben Ryan contará com o retorno de Matt Turner, mas seguirá sem Chris Cracknell, Tom Mitchell e Ollie Phillips, o que mantém a Inglaterra longe de sua força máxima.
Com isso, dificilmente os ingleses serão capazes de tirar a primeira posição dos All Blacks, mas têm a obrigação de garantir ao menos a classificação para os quartos-de-final.
Estados Unidos e Espanha concorrem diretamente com a Inglaterra pela vaga nos quartos-de-final, e não estão abaixo do time inglês.
Os estadunidenses apostam na velocidade do agora badalado Carlin Isles e na criatividade de Shalon Suniula, enquanto os espanhóis no matador Pedro Martin, maior marcador de ensaios da temporada, com 16.
Equilíbrio total
O Grupo B promete grande equilíbrio, envolvendo França, Quênia, Argentina e a convidada da etapa, Tonga.
Os franceses cresceram notavelmente nesta temporada, despertando de fato para os sevens.
Os Bleus ocupam a segunda posição da classificação geral, e terminaram em segundo lugar na etapa passada, na África do Sul.
Apesar da evolução, a França ainda não conseguiu quebrar o tabu sem títulos de etapas, que se arrasta desde 2005.
O time do técnico Frederic Pomarel aposta na criatividade de Terry Bouhraoua para seguir crescendo no circuito, ciente de que é necessário dar um passo definitivo adiante.
Após um início muito bom, acumulando duas semifinais em Gold Coast e Dubai, mas perdeu o fôlego na última etapa.
Para Wellington, a boa novidade para o o técnico Mike Friday é o retorno do astro queniano Collins Injera, líder da equipe.
Munidos ainda dos fortes Ombachi e Ayodi, os quenianos prometem muito para o fim de semana.
Correndo para derrubar franceses e quenianos estão os argentinos, que fizeram grande campanha na África do Sul, terminando com o quarto lugar.
Os Pumas estão apenas um ponto abaixo dos quenianos na classificação geral, e mostraram claro progresso.
Para o torneio, o técnico Andrés Romagnoli efetuou nada menos que cinco alterações com relação à equipa que jogou em Porto Elizabeth, chamando Martin Chiappesoni, Santiago Craig, Matias Orlando, Anibal Panceyra Garrido e Javier Rojas.
Com Matias Moroni e Nicolás Bruzzone em alta, os argentinos podem de fato pensar em ir longe.
Tonga é a quarta força do grupo.
Seleção convidada para a etapa, Tonga tem grande potencial, tendo por espelhos seus vizinhos Samoa e Fiji.
Para os tonganeses, o Wellington Sevens serve como preparação de luxo para o torneio da segunda divisão mundial em Hong Kong, em março, e ninguém deverá se surpreender caso Tonga saia com algumas vitórias da Nova Zelândia.
Verdes, azuis e vermelhos
Disputa acirrada pela primeira posição é aguardada no Grupo C, com África do Sul e Samoa duelando pela ponta.
Os Blitzboks seguem com sérios problemas de lesões, e não contarão com algumas peças importantes, como Cecil Afrika, Branco du Preez, Kyle Brown e Steven Hunt.
Sem eles, as chances do time do técnico Paul Treu diminuem muito na luta pelo título.
O que faz aumentar a pressão sobre a África do Sul, que não vence uma etapa da Série Mundial desde a temporada 2010-11.
Treu aposta agora em algumas jovens promessas, como Justin Geduld e Seabelo Senatla, para voltar a ser protagonista.
Campeã da etapa de Dubai, Samoa é uma montanha-russa.
Na etapa seguinte a seu título, os samoanos sequer conseguiram avançar para os quartos-de-final, e hoje ocupam a quinta posição na classificação geral, uma abaixo da África do Sul.
O elenco de Samoa vem sofrendo muitas alterações ao longo da temporada, mas, para dar solidez ao time, o técnico Faamoni Lalomilo irá basear a sua equipa para o restante da temporada em uma forte base de veteranos, com Ofisa Treviranus, Alafoti Faosiliva, Simaika Mikaele, Uale Mai e Lolo Lui no elenco.
Com eles, Samoa volta a ser grande candidata a conquistas.
Gales e Canadá correm por fora no grupo, mas não são, de forma alguma, cartas fora do baralho.
Os galeses fizeram excelente campanha em Porto Elizabeth, terminando no quinto posto.
Com James Davies em grande forma, a equipa galesa tem grande potencial de crescimento, contando com bons jovens valores.
Já o Canadá conta com o segundo maior marcador de ensaios da temporada, Sean Duke, e uma equipa em crescimento.
Os canadenses demonstraram ao longo de todos os torneios ter muita qualidade, e precisam de mais rodagem de torneios para concretizarem as promessas.
Os retornos de Conor Trainor e Taylor Paris inspiram os Canucks.
Fiji quer voar
No Grupo D, Fiji almeja apagar as decepções das duas últimas etapas e voltar a brigar de igual para igual com a Nova Zelândia.
Mais do que nunca, o título para os fijianos é crucial.
Hoje, Fiji é apontada como a seleção que pode desbancar os neozelandeses, e um título dentro de Wellington seria determinante para a seleção que ocupa atualmente o terceiro lugar geral.
O maior problema para os fijianos nesta temporada vem sendo a rotatividade dos atletas, sempre com muitas estreias por etapa.
E, em Wellington, isso não será diferente. Nada menos que cinco jogadores debutarão na etapa da Nova Zelândia, dificultando o trabalho da equipa.
Cakau, Nagusa e Raqamate aparecem como os jogadores centrais dos Fijianos Voadores, que não contarão com a liderança de Botia.
Com o grupo mais tranquilo do torneio, Fiji não deverá ter problemas para chegar ao mata-mata.
Os problemas poderão aparecer apenas no segundo dia.
A principal adversária dos fijianos é a Austrália, que vem muito mal na temporada.
Os Thunderbolts aparecem apenas em décimo lugar na classificação, e precisam mais do que nunca dar um sinal de reação.
O retorno do astro Shannon Walker é o impulso pelo qual os australianos esperavam.
Na frente da Austrália na classificação está Portugal, cabeça-de-chave do Grupo D.
Apesar da boa campanha na temporada, os portugueses chegam enfraquecidos à Nova Zelândia, perdendo três dos seus mais importantes jogadores, que estarão servindo a seleção de XV no Europeu de Nações.
De todas as equipas presentes, Portugal é aquela que ainda não conseguiu lidar com a separação dos elencos das duas modalidades e com a profissionalização de seus elencos. Assim, as perdas de Pedro Leal, Adérito Esteves, Gonçalo Foro e Frederico Oliveira punem enormemente a equipa ibérica.
Por fim, a Escócia, última colocada do circuito, completa o grupo.
O time voltará a ter no comando o técnico Stephen Gemmell e só pensa em escapar da lanterna da temporada.
O Grupo D favorece as esperanças dos escoceses, que têm em James Fleming e Michael Fedo seus principais nomes.
* Texto: Victor Ramalho/Portal do Rugby
4 de fevereiro de 2012
NOVA ZELÂNDIA VENCE FIJI E BISA EM CASA
OS ALL BLACKS VENCERAM O WELLINGTON 7'S ao derrotarem as Fiji na final por 24-17, na quarta etapa das Séries Mundiais da presente época desportiva.
Na terceira posição ficou a Inglaterra, depois de vencer Samoa por 21-12, e ultrapassando a África do Sul no ranking geral da competição.
Na terceira posição ficou a Inglaterra, depois de vencer Samoa por 21-12, e ultrapassando a África do Sul no ranking geral da competição.
3 de fevereiro de 2012
AUSTRÁLIA E ARGENTINA FORA DA CORRIDA NO NZ 7'S
O AFASTAMENTO DA AUSTRÁLIA E DA ARGENTINA dos quartos de final da Cup, em Wellington, foram as mais marcadas desilusões, e deram lugar à alegria de Tonga e Canadá.
O Tonga esteve brilhante no apuramento e bateu as Fiji (17-14) e a Argentina (24-14), para ceder um empate frente ao País de Gales a 14 pontos, garantindo o primeiro lugar no seu grupo e relegando as Fiji para o segundo posto.
O Tonga esteve brilhante no apuramento e bateu as Fiji (17-14) e a Argentina (24-14), para ceder um empate frente ao País de Gales a 14 pontos, garantindo o primeiro lugar no seu grupo e relegando as Fiji para o segundo posto.
2 de fevereiro de 2012
NZ 7'S - NOVA ETAPA DAS SÉRIES MUNDIAIS
WELLINGTON VAI RECEBER A QUARTA ETAPA das Séries Mundiais de Sevens, com quatro equipas ligeiramente adiantadas na tabela geral da competição.
Fiji e Nova Zelândia vão à frente, com 51 pontos cada uma, mas África do Sul e Inglaterra estão logo atrás, apenas com três e quatro pontos menos, respetivamente.
No Torneio deste fim de semana os mais prováveis candidatos aos louros são praticamente os mesmos, e não se vê nas equipas fora do grupo das 12 que constituem o núcleo duro da competição, ninguém com hipóteses de constituir uma surpresa, a menos que o Canadá nos surpreenda e consiga passar aos quartos de final.
Das restantes equipas não residentes, o Japão participa pela segunda vez esta época - estreou-se na primeira etapa em Gold Coast, Austrália - e é natural que venha a integrar os Core Teams, conforme a sua importância no cenário internacional aumenta, com a introdução do Torneio de Tokyo nas Séries e a organização do Mundial de XV de 2019, enquanto as Ilhas Cook tem a sua oportunidade de brilhar, com uma única participação até ao final da época.
Completa o número das equipas não residentes, a equipa de Tonga, que tem sido uma permanente esperança, mas tem acabado sempre por desiludir, não conseguindo acompanhar as melhores equipas da região...
Fique com o quadro dos jogos do primeiro dia:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
Fiji e Nova Zelândia vão à frente, com 51 pontos cada uma, mas África do Sul e Inglaterra estão logo atrás, apenas com três e quatro pontos menos, respetivamente.
No Torneio deste fim de semana os mais prováveis candidatos aos louros são praticamente os mesmos, e não se vê nas equipas fora do grupo das 12 que constituem o núcleo duro da competição, ninguém com hipóteses de constituir uma surpresa, a menos que o Canadá nos surpreenda e consiga passar aos quartos de final.
Das restantes equipas não residentes, o Japão participa pela segunda vez esta época - estreou-se na primeira etapa em Gold Coast, Austrália - e é natural que venha a integrar os Core Teams, conforme a sua importância no cenário internacional aumenta, com a introdução do Torneio de Tokyo nas Séries e a organização do Mundial de XV de 2019, enquanto as Ilhas Cook tem a sua oportunidade de brilhar, com uma única participação até ao final da época.
Completa o número das equipas não residentes, a equipa de Tonga, que tem sido uma permanente esperança, mas tem acabado sempre por desiludir, não conseguindo acompanhar as melhores equipas da região...
Fique com o quadro dos jogos do primeiro dia:
Foto: IRB/Martin Seras Lima
8 de fevereiro de 2011
NA NOVA ZELÂNDIA MANDAM OS NEO ZELANDESES
VITÓRIA DA NOVA ZELÂNDIA EM WELLINGTON AO DERROTAR NA FINAL A INGLATERRA por 29-14, na sua segunda conquista da época.
Depois de perder na meia final do Dubai com os ingleses a equipa de preto reagiu e ganhou à equipa da rosa em George na África do Sul e repetiu no sábado a mesma dose frente ao mesmo adversário.
Leia Mais
Depois de perder na meia final do Dubai com os ingleses a equipa de preto reagiu e ganhou à equipa da rosa em George na África do Sul e repetiu no sábado a mesma dose frente ao mesmo adversário.
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4 de fevereiro de 2011
WELLINGTON 7'S SEM NOVIDADES
COMPLETOU-SE JÁ O PRIMEIRO DIA DOS SEVENS DA NOVA ZELÂNDIA, realizados na cidade de Wellington, como já vem sendo hábito, e a grande novidade da competição, é que não há novidade nenhuma: apuraram-se os oito habituais clientes e nem a vitória da França sobre África do Sul deu cor ao terceiro torneio das séries da IRB.
A Inglaterra apanhou um susto frente às Ilhas Cook, e teve de se empenhar ao máximo para recuperar duma desvantagem de 10-0 para conseguir uma vitória por 21-17, enquanto a escócia começou bem frente à Nova Zelândia, perdendo por 29-12, mas depois não aguentou a pressão e perdeu também com a Argentina e a Papua Nova Guiné.
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A Inglaterra apanhou um susto frente às Ilhas Cook, e teve de se empenhar ao máximo para recuperar duma desvantagem de 10-0 para conseguir uma vitória por 21-17, enquanto a escócia começou bem frente à Nova Zelândia, perdendo por 29-12, mas depois não aguentou a pressão e perdeu também com a Argentina e a Papua Nova Guiné.
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30 de junho de 2010
PARA ESTAR NA FRENTE O TRABALHO NÃO PODE PARAR
A SELEÇÃO DE SEVENS DA NOVA ZELÂNDIA NÃO PÁRA e os All Blacks Adam Thomson e Zac Guildford, bem como o ponta Hosea Gear, que marcou recentemente três ensaios contra a Inglaterra pelos NZ Maoris, foram incluídos numa pré seleção da equipa composta de 22 jogadores, para os Jogos da Commonwealth.
O treinador Gordon Tietjens juntou este grupo alargado – atualmente a trabalhar em Mount Maunganui – que será reduzido para 14 jogadores no próximo mês, antes dos Jogos de Outubro, em Nova Delhi, na Índia.
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O treinador Gordon Tietjens juntou este grupo alargado – atualmente a trabalhar em Mount Maunganui – que será reduzido para 14 jogadores no próximo mês, antes dos Jogos de Outubro, em Nova Delhi, na Índia.
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6 de fevereiro de 2010
O PODER DOS SEVENS NAS ILHAS DO PACÍFICO
COM A VITÓRIA DAS ILHAS FIJI SOBRE SAMOA nos Sevens da Nova Zelândia, confirmou-se uma vez mais, o domínio das equipas das Ilhas do Pacífico sobre toda a concorrência.
Os Sevens parecem cada vez mais um negócio da família do Pacífico.
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Os Sevens parecem cada vez mais um negócio da família do Pacífico.
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5 de fevereiro de 2010
NA NOVA ZELÂNDIA FOI O CANADÁ A BRILHAR
O CANADÁ FOI O PROTAGONISTA DA ÚNICA SURPRESA do primeiro dia do NZ 7’s, ao derrotar a Argentina por uns folgados 26-7, e ao conseguir o apuramento num jogo emocionante contra a França.
Nos restantes Grupos, nada de novo, já que todos os favoritos se qualificaram e apenas é digno de nota, pela negativa, a fraca qualidade da equipa da Papua Nova Guiné, de quem, sob a batuta de Waisale Serevi, se esperava muito mais.
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Nos restantes Grupos, nada de novo, já que todos os favoritos se qualificaram e apenas é digno de nota, pela negativa, a fraca qualidade da equipa da Papua Nova Guiné, de quem, sob a batuta de Waisale Serevi, se esperava muito mais.
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3 de fevereiro de 2010
AÍ ESTÃO OS SEVENS DE NOVO
COM A REALIZAÇÃO DO NZ 7’S COMEÇA A SEGUNDA ETAPA das séries Mundiais, que incluem também o torneio dos Estados Unidos da América, que foram deslocados de San Diego para Las Vegas.
A Nova Zelândia, vencedora dos dois torneios da primeira etapa, Dubai e George, apresenta-se como a grande favorita para Wellington, e de tal forma deseja esta vitória, que, contrariamente a outras grandes equipas, não esteve, na seleção dos jogadores, com nenhuma preocupação de renovação, e vai aparecer na sexta-feira em plena força.
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A Nova Zelândia, vencedora dos dois torneios da primeira etapa, Dubai e George, apresenta-se como a grande favorita para Wellington, e de tal forma deseja esta vitória, que, contrariamente a outras grandes equipas, não esteve, na seleção dos jogadores, com nenhuma preocupação de renovação, e vai aparecer na sexta-feira em plena força.
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23 de janeiro de 2010
RUGBY OLÍMPICO EM MOVIMENTO
A POUCAS SEMANAS DOS 7'S DA N. Z. E DE LAS VEGAS, nove das equipas participantes preparam-se, disputando Torneios no Chile, Ilhas Fiji e Austrália, neste fim de semana.
O Chile, que fará este ano uma rara aparição em Las Vegas, treina em casa, aproveitando a realização da 24ª edição do Torneio de Viña del Mar, e aproveitando também a presença do Uruguai no evento.
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O Chile, que fará este ano uma rara aparição em Las Vegas, treina em casa, aproveitando a realização da 24ª edição do Torneio de Viña del Mar, e aproveitando também a presença do Uruguai no evento.
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19 de dezembro de 2009
NOTAS SOLTAS, E ALGUMAS IDEIAS VELHAS
DUPUY, FORMAÇÃO SUSPENSO POR SEIS MESES
Julien Dupuy, médio de formação do Stade Français e da França, foi severamente punido por ter metido um dedo no olho de um adversário. Desta feita a suspensão vai durar 24 semanas, impedindo o jogador de disputar o Torneio das Seis Nações de 2010, mas outras punições decorrentes de faltas semelhantes tem sido aplicadas com maior ou menor rigor pelas autoridades, dando uma indicação precisa de que a IRB quer acabar com esta prática selvática.
Julien Dupuy, médio de formação do Stade Français e da França, foi severamente punido por ter metido um dedo no olho de um adversário. Desta feita a suspensão vai durar 24 semanas, impedindo o jogador de disputar o Torneio das Seis Nações de 2010, mas outras punições decorrentes de faltas semelhantes tem sido aplicadas com maior ou menor rigor pelas autoridades, dando uma indicação precisa de que a IRB quer acabar com esta prática selvática.
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