Recomeçam este fim de semana as competições nacionais de rugby de longa duração, com a primeira jornada da Divisão de Honra e da Primeirona, cujo brilho está claramente prejudicado com os jogos do Mundial, que têm atraído o interesse de todos os que gostam de rugby - e não só.
Mas isso acontece de quatro em quatro anos e todos nós agradecemos, pois o espectáculo tem sido de grande qualidade, embora isso possa ter um efeito contraditório, já que eleva a fasquia para quem costuma assistir ao rugby nacional, e vai levar algum tempo até os espectadores e voltarem a adaptar.
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2 de outubro de 2015
27 de setembro de 2015
ENQUANTO O MUNDIAL ROLA, A ÉPOCA ARRANCA EM PORTUGAL
A Super Taça marcou o início das competições da época 2015-2016 em Portugal, e o Direito tornou a vencer o CDUL - pela terceira vez consecutiva - aumentando para 11 os troféus da prova que acumula em Monsanto.
Na verdade, depois da vitória por 14-8 em 2013, dos 33-15 de 2014, Direito tornou a vencer o CDUL, desta vez por 19-7, e tem agora mais seis títulos que o Cascais, que é o segundo melhor no conjunto dos anos em que a prova se disputou (desde 1988), com cinco vitórias, e mais oito triunfos que o trio Agronomia, Belenenses e CDUL, que somam três vitórias cada um. (cf. http://www.historico.maodemestre.com/p/super-taca-resumo.html)
Na verdade, depois da vitória por 14-8 em 2013, dos 33-15 de 2014, Direito tornou a vencer o CDUL, desta vez por 19-7, e tem agora mais seis títulos que o Cascais, que é o segundo melhor no conjunto dos anos em que a prova se disputou (desde 1988), com cinco vitórias, e mais oito triunfos que o trio Agronomia, Belenenses e CDUL, que somam três vitórias cada um. (cf. http://www.historico.maodemestre.com/p/super-taca-resumo.html)
22 de setembro de 2012
LINCES APURADOS SEM CONVENCER
O saldo do primeiro dia do Safaricom 7's não é muito positivo para os Linces, apesar das duas vitórias obtidas.
Na verdade, a derrota no último jogo, e, mais do que isso, a incapacidade de se opôr com rigor e determinação a uma equipa de jovens jogadores, fazem-nos lembrar da última época em que as vitórias e sucessos que foram acontecendo mais pareceram chegar por acidente que pela qualidade da equipa, em quase todas as situações.
Logo no primeiro jogo Portugal teve dificuldades e não foi capaz de reagir senão no segundo tempo.
No segundo jogo, perante um adversário bem mais fraco que o da primeira etapa, os Linces, sem oposição competente, ganharam com facilidade e até deram a impressão de se terem encontrado.
Mas na terceira e decisiva partida, Portugal foi inteiramente dominado e nem sequer esteve perto de marcar, além de ter cometido erros ofensivos que resultaram em ensaios do adversário.
Como consequência desta derrota, Portugal vai defrontar a Espanha nos quartos de final, amanhã, às 8,42 da manhã.
Das restantes equipas registe-se a qualidade das duas primeiras equipas do Quénia - Morans (Guerreiros) e Shujaas (Bravos) - além dos já conhecidos SA 7's EPD (Equipa de Desenvolvimento de Jogadores de Elite da África do Sul) e dos Samurai que depois de terem desiludido ao perderem com os Shujaa, reagiram bem e têm agora a oportunidade de se redimirem.
Fique com o quadro completo dos jogos de amanhã, quer da Bowl, quer da Taça principal.
Foto: Safaricom 7's
Na verdade, a derrota no último jogo, e, mais do que isso, a incapacidade de se opôr com rigor e determinação a uma equipa de jovens jogadores, fazem-nos lembrar da última época em que as vitórias e sucessos que foram acontecendo mais pareceram chegar por acidente que pela qualidade da equipa, em quase todas as situações.
Logo no primeiro jogo Portugal teve dificuldades e não foi capaz de reagir senão no segundo tempo.
No segundo jogo, perante um adversário bem mais fraco que o da primeira etapa, os Linces, sem oposição competente, ganharam com facilidade e até deram a impressão de se terem encontrado.
Mas na terceira e decisiva partida, Portugal foi inteiramente dominado e nem sequer esteve perto de marcar, além de ter cometido erros ofensivos que resultaram em ensaios do adversário.
Como consequência desta derrota, Portugal vai defrontar a Espanha nos quartos de final, amanhã, às 8,42 da manhã.
Das restantes equipas registe-se a qualidade das duas primeiras equipas do Quénia - Morans (Guerreiros) e Shujaas (Bravos) - além dos já conhecidos SA 7's EPD (Equipa de Desenvolvimento de Jogadores de Elite da África do Sul) e dos Samurai que depois de terem desiludido ao perderem com os Shujaa, reagiram bem e têm agora a oportunidade de se redimirem.
Fique com o quadro completo dos jogos de amanhã, quer da Bowl, quer da Taça principal.
Foto: Safaricom 7's
SAFARICOM PORTUGAL COMEÇA A GANHAR
Portugal venceu o jogo de estreia perante a Zâmbia por 28-12, mas foram os africanos que marcaram primeiro. Duas vezes.
Na primeira parte os Linces deram algumas facilidades defensivas, que a Zâmbia aproveitou para lançar duas investidas lineares e rápidas e chegou aos 12-0.
Ao intervalo o resultado era 12-5, graças ao primeiro ensaio de Duarte Moreira.
No segundo tempo tudo foi diferente e Portugal mostrou a sua superioridade, marcando mais três ensaios - outro de Duarte Moreira, e mais dois por conta de luis Sousa e Manuel Murteira - para fechar o resultado nos 28-12, graças às quatro transformações de Pedro Leal.
Se alguma lição se pode tirar deste primeiro encontro, então diríamos que os Linces não podem jogar apenas uma parte, pois com um adversário mais competente, isso pode ser fatal.
De qualquer forma a segunda parte do jogo foi bastante razoável, com a bola a circular com segurança e foi bom de ver a integração de Manuel Murteira na ponta, a dar muitas dores de cabeça ao seu adversário direto.
Agora, às 12,10h vamos ter o segundo jogo contra a Seleção Universitária do Quénia.
Na primeira parte os Linces deram algumas facilidades defensivas, que a Zâmbia aproveitou para lançar duas investidas lineares e rápidas e chegou aos 12-0.
Ao intervalo o resultado era 12-5, graças ao primeiro ensaio de Duarte Moreira.
No segundo tempo tudo foi diferente e Portugal mostrou a sua superioridade, marcando mais três ensaios - outro de Duarte Moreira, e mais dois por conta de luis Sousa e Manuel Murteira - para fechar o resultado nos 28-12, graças às quatro transformações de Pedro Leal.
Se alguma lição se pode tirar deste primeiro encontro, então diríamos que os Linces não podem jogar apenas uma parte, pois com um adversário mais competente, isso pode ser fatal.
De qualquer forma a segunda parte do jogo foi bastante razoável, com a bola a circular com segurança e foi bom de ver a integração de Manuel Murteira na ponta, a dar muitas dores de cabeça ao seu adversário direto.
Agora, às 12,10h vamos ter o segundo jogo contra a Seleção Universitária do Quénia.
19 de setembro de 2012
PORTUGAL NO SAFARICOM COM ADVERSÁRIO DE PESO
Foram anunciados os grupos para a fase de apuramento do Safaricom 7's e Portugal foi um dos cabeças de série, em conjunto com os Samurais, o Quénia e a Espanha.
A segunda equipa do grupo de Portugal é a equipa de Desenvolvimento da África do Sul (antigos Emerging Springboks), a que se juntam a Zâmbia e a Seleção Universitária do Quénia.
Veja como ficaram divididos os quatro grupos:
Grupo A: Samurai, Western Province, Shujaa (Quénia II), Uganda II
Grupo B: Quénia, Grenoble, Uganda I, Rwanda
Grupo C: Espanha, Bristol Barracudas, Hamilton Raiders, 7 do Presidente (Quénia III)
Grupo D: Portugal, Desenvolvimento África do Sul, Zâmbia, Seleção Universitária
Quanto às equipas do Bristol Barracudas (Inglaterra) e Grenoble (França) nada se sabe no que respeita ao valor dos seus jogadores, mas é preciso tomar particular cuidado com o Uganda I (Cranes), a Zâmbia e o Rwamda, além das equipas quenianas, já que as equipas africanas são naturalmente boas nesta variante.
Quanto à Espanha apenas sabemos que tem seguido um intensivo plano de preparação, e quanto à sua qualidade, todos sabemos que é um temível adversário...
Os Linces levam consigo dois novatos nestas andanças - Pedro Ávila e Miguel Lucas, ambos nascidos em 1994 - três jogadores com pouca experiência mas que já representaram Portugal - João Lino (2), Manuel Murteira (2) e Vasco Fragoso Mendes (3) - outros três que não sendo novatos, já deram provas cabais da sua competência - António Vieira de Almeida (7), Francisco Vieira de Almeida (8) e Luis Sousa (10) - e a artilharia pesada com Pedro Leal (capitão) e Adérito Esteves com 52 torneios internacionais nas pernas, e Duarte Moreira (27) e Diogo Miranda (28).
Apesar de se poder dizer que Portugal está na fase final da sua preparação para as Séries Mundiais, a verdade é que se espera um comportamento bem positivo da nossa representação.
A segunda equipa do grupo de Portugal é a equipa de Desenvolvimento da África do Sul (antigos Emerging Springboks), a que se juntam a Zâmbia e a Seleção Universitária do Quénia.
Veja como ficaram divididos os quatro grupos:
Grupo A: Samurai, Western Province, Shujaa (Quénia II), Uganda II
Grupo B: Quénia, Grenoble, Uganda I, Rwanda
Grupo C: Espanha, Bristol Barracudas, Hamilton Raiders, 7 do Presidente (Quénia III)
Grupo D: Portugal, Desenvolvimento África do Sul, Zâmbia, Seleção Universitária
Das (poucas) informações que pudemos recolher, ficamos a saber que na equipa dos Samurais estão integrados alguns internacionais da Nova Zelândia, e que o contingente sul africano inclui além da equipa de Desenvolvimento e da Western Province, a equipa do Hamilton Raiders.
Quanto às equipas do Bristol Barracudas (Inglaterra) e Grenoble (França) nada se sabe no que respeita ao valor dos seus jogadores, mas é preciso tomar particular cuidado com o Uganda I (Cranes), a Zâmbia e o Rwamda, além das equipas quenianas, já que as equipas africanas são naturalmente boas nesta variante.
Quanto à Espanha apenas sabemos que tem seguido um intensivo plano de preparação, e quanto à sua qualidade, todos sabemos que é um temível adversário...
Os Linces levam consigo dois novatos nestas andanças - Pedro Ávila e Miguel Lucas, ambos nascidos em 1994 - três jogadores com pouca experiência mas que já representaram Portugal - João Lino (2), Manuel Murteira (2) e Vasco Fragoso Mendes (3) - outros três que não sendo novatos, já deram provas cabais da sua competência - António Vieira de Almeida (7), Francisco Vieira de Almeida (8) e Luis Sousa (10) - e a artilharia pesada com Pedro Leal (capitão) e Adérito Esteves com 52 torneios internacionais nas pernas, e Duarte Moreira (27) e Diogo Miranda (28).
Apesar de se poder dizer que Portugal está na fase final da sua preparação para as Séries Mundiais, a verdade é que se espera um comportamento bem positivo da nossa representação.
18 de setembro de 2012
OS LINCES NO SAFARICOM 7'S DE NAIROBI
Não se deixem enganar pelo nome do torneio e não fiquem a imaginar um belo safari nas extensas planícies africanas...
A Safaricom não passa de uma operadora de comunicações que além de patrocinar este torneio de rugby, também aposta numa maratona, em futebol, concertos ao vivo, enfim, uma infinidade de intervenções. E nada de safaris...
Este fim de semana em Nairobi, Quénia, vai ter lugar o primeiro torneio de sevens da época, com a participação dos Linces, em preparação para as Séries Mundiais de Sevens que se iniciam na Austrália em menos de um mês - mais precisamente a 13 de Outubro.
Além de Portugal, participam as equipas de Espanha, Quénia, Uganda e Uganda II, Zâmbia, Rwanda, Equipa de Desenvolvimento de Sevens da África do Sul, Western Province, Grenoble, Bristol Barracudas, Shujaa, Hamilton Raiders, Universidade do Quénia, 7 do Presidente e os Samurais.
Esta vai ser a 17ª edição da prova e Portugal que faz a sua primeira aparição na competição, segue viagem amanhã, e deve apresentar a seguinte equipa, a menos que surja algum imprevisto, :
Pedro Leal, Adérito Esteves, Francisco Vieira de Almeida, António Vieira de Almeida, Duarte Moreira, Diogo Miranda, Manuel Murteira, Luis Sousa, Miguel Lucas, João Lino, Vasco Fragoso Mendes, Pedro Ávila.
Acompanhando a equipa seguem o novo manager dos Linces, Rodrigo Alves, que se estreia nas funções depois de ter trocado com Francisco Marins que passou para os Lobos, o treinador Frederico de Sousa e José Rodrigues.
A Safaricom não passa de uma operadora de comunicações que além de patrocinar este torneio de rugby, também aposta numa maratona, em futebol, concertos ao vivo, enfim, uma infinidade de intervenções. E nada de safaris...
Este fim de semana em Nairobi, Quénia, vai ter lugar o primeiro torneio de sevens da época, com a participação dos Linces, em preparação para as Séries Mundiais de Sevens que se iniciam na Austrália em menos de um mês - mais precisamente a 13 de Outubro.
Além de Portugal, participam as equipas de Espanha, Quénia, Uganda e Uganda II, Zâmbia, Rwanda, Equipa de Desenvolvimento de Sevens da África do Sul, Western Province, Grenoble, Bristol Barracudas, Shujaa, Hamilton Raiders, Universidade do Quénia, 7 do Presidente e os Samurais.
Esta vai ser a 17ª edição da prova e Portugal que faz a sua primeira aparição na competição, segue viagem amanhã, e deve apresentar a seguinte equipa, a menos que surja algum imprevisto, :
Pedro Leal, Adérito Esteves, Francisco Vieira de Almeida, António Vieira de Almeida, Duarte Moreira, Diogo Miranda, Manuel Murteira, Luis Sousa, Miguel Lucas, João Lino, Vasco Fragoso Mendes, Pedro Ávila.
Acompanhando a equipa seguem o novo manager dos Linces, Rodrigo Alves, que se estreia nas funções depois de ter trocado com Francisco Marins que passou para os Lobos, o treinador Frederico de Sousa e José Rodrigues.
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