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10 de novembro de 2015

O PLANO DE CASSIANO NEVES PARA O RUGBY PORTUGUÊS

Com a vitória nas eleições, Luís Cassiano Neves vai ser o Presidente da FPR nos próximos quatro anos, e a sua tarefa não vai ser fácil, já que vai encontrar um ambiente completamente deteriorado pela acção do seu antecessor na condução dos destinos do rugby português.

Embora seja um projecto de intenções - um levantamento dos problemas - fica aberto pelo novo Presidente a via da discussão dos assuntos para encontrar as melhores soluções.
Pelo menos é nesse sentido que interpretamos a sua intenção de estabelecer diversos Grupos de Trabalho (Conselho, Comissões...) que permitam uma constante troca de opiniões entre a FPR e os Clubes.

27 de junho de 2011

FPR - PLANO ESTRATÉGICO 2011-2015

MUITOS TEM SIDO OS PEDIDOS DE INFORMAÇÃO sobre o link para se consultar o Plano Estratégico da FPR, apresentado na semana passada e divulgado à imprensa.

Como até agora não é possível consultar tal documento no site da FPR, e atendendo à importância do mesmo para o futuro próximo do nosso rugby,o Mão de Mestre decidiu publicar o mesmo, em formato JPG, e que fica disponível para consulta, tal e qual foi apresentado pela Federação.

Para tal basta consultar a página que reservámos para o efeito aqui, ou clicando na imagem respectiva, no topo da coluna da direita do nosso Portal.

15 de julho de 2010

SEVENS EM INGLATERRA

ENQUANTO NO SÁBADO SE JOGA A ÚLTIMA ETAPA do circuito do Reino Unido, em Newquay, com a conhecida e já criticada participação de nove equipas de convite, sem qualquer ligação aos existentes e tradicionais clubes, na sexta feira vai começar um outro circuito, desta feita ligado aos clubes da Premiership.

Patrocinado pela J.P.Morgan, este circuito destina-se às equipas participantes na mais importante competição de Inglaterra, que serão divididas em três grupos de quatro equipas, apurando os dois primeiros classificados de cada grupo para um torneio final com seis equipas, a disputar na noite de 6 de Agosto.

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20 de dezembro de 2009

A DIVISÃO DOS VOTOS


Nesta altura ainda não se conhecem os Planos dos candidatos à presidência da FPR - talvez os candidatos nos queiram dar uma prenda de Natal no dia 24... - nem mesmo quem são os principais apoios de cada uma das listas.

Sexta feira no Altis, a lista do actual presidente teve um encontro com a imprensa, a quem pouco disse - como é habitual - e que serviu especialmente para apresentar as novas caras da sua equipa.

24 de novembro de 2009

RUGBY REGIONAL - A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (parte 3)

Hoje é dia de falar de Sevens! E neste particular, vocês já conhecem a minha opinião: Portugal tem potencial, imediato, para se manter entre os melhores do Mundo, galgando quatro ou cinco posições no ranking da IRB, e representando sempre, um forte candidato às posições cimeiras de qualquer Torneio – na Séries Mundiais, no Campeonato da Europa, no Campeonato do Mundo, nos Jogos Mundiais ou nos Jogos Olímpicos.

23 de novembro de 2009

RUGBY REGIONAL - A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (parte 2)


Falei ontem, da criação de novas Associações Regionais, e vou hoje falar das competições, regionais, nacionais e internacionais do Rugby português de XV.
Ao falar das AR’S, referi que seria da sua responsabilidade a organização de competições regionais de clubes, nos diversos grupos etários, em masculinos e femininos.

A par destas competições, a FPR deverá organizar competições nacionais inter-regionais nos quatro escalões apontados, e em masculinos e femininos, para os quais as diversas AR’S prepararão, obrigatoriamente, seleções regionais.

E teremos ainda a participação de seleções em competições ou simples jogos internacionais.

22 de novembro de 2009

RUGBY REGIONAL – A MOLA DO DESENVOLVIMENTO (Parte 1)

Com a recente visibilidade que o Rugby ganhou, em todo o mundo e em Portugal também, novos desafios são postos à administração do jogo, por forma a satisfazer a procura, e enquadrar todos quantos estão, ou virão a estar, envolvidos na nossa modalidade.
Na véspera de eleições para a Federação Portuguesa de Rugby, é tempo de pôr claramente, no papel, o que cada um pensa sobre algumas das questões mais importantes do nosso Rugby.
Pela minha parte, e conforme tinha prometido, vou começar abordando alguns aspectos relacionados com o desenvolvimento do Rugby doméstico, suas relações com as seleções, quer regionais, quer nacionais, e com as competições que considero adequadas.

29 de setembro de 2009

DA OPORTUNIDADE OU UTILIDADE DAS ELEIÇÕES

De acordo com a documentação disponível, e com os comentários, já tornados públicos por alguns dos intervenientes mais activos do período pré-leitoral da FPR, a situação pode resumir-se em poucas palavras: Em conseqüência da aprovação dos novos Estatutos e Regulamento Eleitoral, terão de ser realizadas eleições até ao final da presente época desportiva.  
Duas correntes se defrontam, contudo, sobre a data em que essas eleições devem ter lugar. Dum lado, a actual Direção da FPR, que defende a realização das eleições apenas no final da época, argumentando que foi eleita para um mandato que ainda não terminou, e que o rugby português se encontra na véspera da realização de importantes jogos internacionais, que podem levar as nossas cores, pela segunda vez consecutiva, a uma fase final do Campeonato do Mundo. E que esse desiderato constitui um dos principais objectivos pelos quais se guiou esta Direção, não sendo, portanto, justificável, a sua substituição, antes da realização daqueles jogos. E que a realização de eleições, com eventuais alterações que se possam introduzir nos trabalhos da equipa nacional, nesta altura, pode prejudicar os trabalhos da seleção e os resultados, que se espera, venham a conseguir.  
Por outro lado, estão aqueles que pretendem a substituição imediata desta Direção, argumentando que ela foi eleita ao abrigo de uns Estatutos significativamente diferentes, que não davam ao Presidente da Federação o conjunto de poderes que agora lhe são inerentes. Por outro lado, este segundo grupo, entende que a actuação da Direção não tem sido benéfica para o rugby português, nomeadamente na questão do Centro de Alto Rendimento, e na gestão dos pagamentos aos jogadores que nele se integram, com favorecimento claro de uns clubes, em desfavor de outros. Dizem ainda, que não são válidos os argumentos da actual Direção quanto a eventual prejuízo aos resultados que se esperam alcançar nos jogos que terão lugar em Fevereiro e Março, já que não pretende esse grupo, provocar qualquer alteração ou instabilidade quanto aos trabalhos da seleção.
Na minha opinião, qualquer dos pontos de vista é válido, e ambos se enquadram no que está disposto nos novos Estatutos e Regulamentos. Acresce a estes factos, que os Corpos Sociais a eleger esta época, terão um prazo de vida reduzido, condicionado aos próprios Estatutos, devendo cessar funções até final do ano 2011, para acertar o seu mandato, ao ciclo do campeonato do Mundo. Por outro lado, as competições oficiais vão começar dentro de dias, pelo que não será possível proceder a alterações às mesmas no decurso da presente época. E não tenho conhecimento de qualquer manifestação de descontentamento quanto ao modo como está organizado o esquema competitivo do escalão sênior principal, que justifique a preparação, discussão e aprovação de alterações ao mesmo, até 31 de Janeiro de 2010, para entrar em vigor no início da época 2010-2011. Desta forma, a acção dos novos Corpos Sociais a eleger, reduz-se à gestão corrente da FPR, até à eleição que terá lugar em final de 2011, pelo que fica difícil de entender o porquê de tanto apetite pelo poder, que agora se disponibiliza.
Pelo meu lado, compreendendo e aceitando os argumentos de cada um dos lados em confronto, fico com a idéia clara que promover eleições, neste momento, antes do final da corrente época, é absolutamente inútil. Não vai promover nenhuma alteração sensível da gestão da FPR, e apenas servirá para manter agitado um ambiente que é necessário tornar pacífico e harmonioso. Talvez seja altura das partes se acalmarem, e elaborarem os seus Planos Estratégicos, com uma validade até ao final do próximo ciclo do mundial, ou seja, final de 2015, à luz dos últimos acontecimentos marcantes para a modalidade, como será uma eventual admissão do rugby no Programa Olímpico. Esses Planos concorrentes seriam postos à avaliação e discussão pública, e então sim, no final da época, eventualmente em Junho, se disputariam as eleições, com todo o mundo conhecendo o que cada um se propõe fazer.
Essa seria uma prova de que os futuros candidatos se preparam para servir os praticantes, e, por isso merecem o seu respeito e confiança.

28 de setembro de 2009

ELEIÇÕES PARA OS DELEGADOS NA FPR A 31 DE OUTUBRO (CORRIGIDO)

O Presidente da Assembléia Geral da FPR, no pleno exercício das suas competências, convocou para o próximo dia 31 de Outubro, eleições para os delegados à assembléia eleitoral. Com esta eleição inicia-se o processo para a eleição dos órgãos sociais da Federação. Abre-se assim uma página nova na vida do rugby português, que se espera, possa conduzir o nosso desporto a outros patamares de desenvolvimento e sustentabilidade, ao mesmo tempo que mantém e faz progredir, as nossas equipas representativas. Espero que os candidatos que se perfilam, tenham o bom senso de apresentar programas eleitorais suficientemente claros e inequívocos, por forma a permitir a todos os intervenientes, uma decisão de voto de acordo com os reais interesses do rugby. Dada a forte contestação de que foi alvo a actual Direção da FPR, espera-se que os candidatos ao cargo de Presidente, não se limitem a elaborar um programa eleitoral que contenha as linhas básicas da sua acção, conforme exigido pelos novos Estatutos da FPR, mas que apresentem mesmo um Plano Estratégico que atravesse transversalmente todo o universo do nosso rugby. Vamos entregar um leque de vastos poderes ao novo Presidente, como nunca antes aconteceu, e, por isso mesmo, não podemos passar um cheque em branco a uma pessoa – independentemente de quem seja - a quem depois não possamos pedir contas. Dentro de dias vou apresentar um esboço de um Plano Estratégico fundamental para o nosso rugby, e desafio, os candidatos que se apresentarem, a estabelecer metas objectivas para cada uma das áreas nele apontadas.