Anthony Alves não é um estranho em Portugal, depois de ter representado Portugal nos escalões de sub-19 e sub-21, e de ter estado em 14 jogos da equipa principal de Portugal entre Novembro de 2010 e Novembro de 2012.
No entanto, em 2013 apenas vestiu a camisola das quinas por uma vez, num misto de impedimentos levantados pelo seu clube de então (o Montauban) e de abaixamento de forma, aguardando-se agora um eventual regresso às convocatórias, para 2014.
Pilar que começou a primeiro centro, e depois passou pelo número 8, Anthony gosta mesmo é de jogar na primeira linha, de preferência à direita, mas também joga do lado esquerdo.
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11 de dezembro de 2013
7 de dezembro de 2013
ABERTURA DOS LOBOS OITO VEZES SEGUIDAS ESPERA NOVA CONVOCATÓRIA
Em 2012 Yannick Ricardo foi o médio de abertura de Portugal durante todo o ano, tendo disputado os cinco jogos da Europeu das Nações e os três da Taça das Nações, sempre como titular.
Depois disso caiu no esquecimento e nunca mais foi contactado pela FPR.
Antes, em 2008, Yannick fez parte da equipa nacional de sub-21 que disputou o Europeu na Alemanha, depois de ter enviado um curriculum para a FPR e ter sido convidado a juntar-se aos respectivos treinos.
Depois disso caiu no esquecimento e nunca mais foi contactado pela FPR.
Antes, em 2008, Yannick fez parte da equipa nacional de sub-21 que disputou o Europeu na Alemanha, depois de ter enviado um curriculum para a FPR e ter sido convidado a juntar-se aos respectivos treinos.
30 de novembro de 2013
PORTUGUESES LÁ FORA - NOVA SÉRIE DE ENTREVISTAS DO MÃO DE MESTRE
A presença de jogadores de origem portuguesa ou naturalizados, nas selecções portuguesas de rugby não é coisa nova, acontece há mais de 30 anos...
Apesar disso alguns insistem em manter longas controvérsias sobre a matéria, naquela velha máxima nacional de que uns são mais puros que os outros, esquecendo-se que a legislação que regula a participação de jogadores que não nasceram em Portugal nas nossas equipas nacionais, é provavelmente das mais rígidas de todos os países que participam em provas da IRB.
E se em relação aos "naturalizados" a polémica está instalada com muita força, o que é absolutamente incompreensível é que se insista em criar o mesmo tipo de disputa em relação aos filhos ou netos de portugueses, que pelo simples facto de terem nascido além fronteiras, são considerados por muitos (imbecis) como portugueses de segunda.
Apesar disso alguns insistem em manter longas controvérsias sobre a matéria, naquela velha máxima nacional de que uns são mais puros que os outros, esquecendo-se que a legislação que regula a participação de jogadores que não nasceram em Portugal nas nossas equipas nacionais, é provavelmente das mais rígidas de todos os países que participam em provas da IRB.
E se em relação aos "naturalizados" a polémica está instalada com muita força, o que é absolutamente incompreensível é que se insista em criar o mesmo tipo de disputa em relação aos filhos ou netos de portugueses, que pelo simples facto de terem nascido além fronteiras, são considerados por muitos (imbecis) como portugueses de segunda.
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