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19 de maio de 2016

LINCES COM OS OLHOS POSTOS NA CUP DE LONDRES

Com a realização do Londres Sevens, em Twickenham, este fim de semana, chega ao final o Circuito Mundial de Sevens 2015-16, depois de disputadas nove jornadas e com a introdução dos torneios de Singapura, Vancouver e Paris, a troca de Port Elizabeth pela Cidade do Cabo e Gold Coast por Sidney, e a saída da Escócia como destino.

Foi uma repaginada no Circuito, que veio comprovar que os Sevens são uma enorme forma de divulgação do rugby como um todo, ao mesmo tempo que assume cada vez mais formas próprias, maior competitividade e maior nível de exigência.

12 de maio de 2013

PORTUGAL FICA COMO EQUIPA RESIDENTE NAS SWS

Com cinco vitórias em seis jogos, 77 pontos marcados e 42 sofridos, Portugal garantiu a presença como equipa residente do Circuito Mundial em 2013-14.

A equipa sofreu - e os adeptos também! - até ao último minuto do último jogo, acabando por conseguir o ensaio da vitória frente à Rússia por intermédio de Pedro Bettencourt, o jovem portuense que é já uma das peças fundamentais da nossa selecção nacional

A Rússia marcou primeiro, capitalizando inúmeras indecisões por parte dos Linces, que tiveram grande dificuldade em transformar posse em pontos, cometendo alguns erros que não deviam acontecer...

No caso concreto do ensaio russo, não só houve quatro placagens falhadas, como tudo tem início num alinhamento em que Leal aproveita a distracção dos adversários, introduz a bola para Sebastião Cunha que se isola, é placado e não tem ninguém a quem passar, dando a posse da bola à Rússia.

Depois do intervalo, Frederico de Sousa fez entrar Adérito Esteves e Miguel
Lucas para os lugares de Gonçalo Foro e Sebastião Cunha, mas a equipa continuou cometendo muitos erros, e apenas uma iniciativa de perfuração de Pedro Leal acabaria por ter como resultado o primeiro ensaio português, marcado por Diogo Miranda, após a bola ter passado por Adérito Esteves.

Finalmente surgiu o ensaio da vitória, a que a entrada de David Mateus não foi estranha, dando um pouco de sentido ofensivo às nossas linhas atrasadas, e uma penalidade sobre os cinco metros da Rússia foi bem aproveitada por Bettencourt, que marcou.

Ficaram apenas 11 segundos para jogar, mas os russos, com a posse da bola, fizeram-nos prolongar por um minuto e meio, em que a concentração defensiva portuguesa se impôs, até que um erro de um adversário, pôs fim ao sofrimento!

O jogo valeu em especial pela forma como os jogadores portugueses se apresentaram em campo, mas não escondeu os problemas de que temos vindo a alertar, já que apenas frente à Geórgia Portugal teve um desempenho de equipa, jogando em conjunto e mostrando que a pode jogar como as melhores equipas do mundo.

Apesar do talento e dedicação dos jogadores, repetimos o que já dissemos noutras ocasiões: o conjunto tem que valer muito mais que a soma das partes...

O apuramento de Portugal acaba por ser a merecida recompensa para o grupo de trabalho, e demonstra claramente que, apesar de todas as deficiências, a participação nas Séries Mundiais, alavanca as equipas que nelas participam, e aumenta - ou pelo menos mantém - o diferencial em relação àquelas que não têm oportunidade de jogar ao mais alto nível durante o resto do ano.

E a prova disso mesmo é que Portugal, Escócia e Espanha, voltam a disputar o Circuito completo em 2013-14.

Fique com o quadro completo dos jogos do torneio de apuramento, as Fichas dos Jogos de Portugal, e o resumo da participação dos jogadores lusitanos, primeiro no torneio deste final de semana, depois no acumulado em todas as nove etapas em que participou.




Fotos: IRB/Martin Seras Lima

11 de maio de 2013

PORTUGAL APROVADO NO PRIMEIRO DIA DE EXAMES...

Foi boa a participação portuguesa no primeiro dia do torneio qualificativo de Londres, conseguindo três vitórias sobre os três adversários que teve que defrontar.

Saliente-se entre elas a obtida frente a Tonga por ter sido a primeira que conseguimos, depois de quatro derrotas desde Fevereiro de 2007, em San Diego, quando as equipas se encontraram pela primeira vez.

A vitória sobre a Rússia, depois da derrota sofrida em Glasgow teve também um sabor especial, e, claro, ganhar à Espanha é sempre a cereja no TOPO do bolo...

O regresso de Duarte Moreira à equipa trouxe o elemento velocidade que lhe faltou em Glasgow, e houve uma óbvia diferença na atitude dos jogadores, apesar de se continuarem a sentir alguns problemas no trabalho de equipa.

De referir ainda os problemas disciplinares que atacaram a equipa no jogo com a Espanha, que conduziram a dois cartões amarelos no mesmo jogo (!!!)

Amanhã, às 9 horas, os Linces defrontam a Geórgia, e se vencerem o jogo, disputarão o acesso às SWS de 2013-14 frente ao vencedor do Espanha-Hong Kong.
Em caso de derrota no primeiro jogo, Portugal estará afastado da luta, e em caso de derrota no segundo, terá ainda uma oportunidade, disputando o terceiro lugar com uma das seguintes equipas: Zimbabwé, Escócia, Rússia ou Tonga.

Graças às três vitórias de hoje, e à derrota da Escócia na última partida, Portugal tem pela frente adversários que estão ao seu alcance, e estamos certos que os nossos jogadores não deixarão escapar a oportunidade.

Fique com os resultados de hoje, os primeiros jogos de amanhã e as fichas dos três encontros disputados.



7 de maio de 2013

PORTUGAL FAZ MUDANÇAS PARA LONDRES


A equipa portuguesa passou por algumas alterações para o torneio de Londres, onde vai lutar pela permanência como equipa residente do Circuito Mundial, condição da máxima importância no que respeita ao futuro da nossa equipa no cenário global dos sevens.

As mudanças que se verificaram vão trazer mais alguma experiência ao conjunto, e, sobretudo, podem significar uma lufada de ar fresco que dê o ânimo que é necessário para enfrentar as dificuldades que um torneio de tudo ou nada sempre traz consigo.

Os regressos mais significativos são os de Duarte Moreira e David Mateus, mas a juventude e boas exibições que Pedro Bettencourt já fez este ano, aliadas à vitalidade que Sebastião Cunha traz sempre que está em campo, podem fazer a diferença.






Mas é importante notar que o conjunto, o trabalho de equipa, tem sempre que valer mais que a soma das suas partes.

Ou seja, o mais importante é que a equipa funcione como um todo, deixando para segundo plano as exibições individuais, que se a equipa funcionar bem, acabarão sempre por aparecer.

Merecem aqui uma palavra os jogadores que não vão estar em Londres, mas que se expuseram em Glasgow a um torneio que já não tinha qualquer interesse competitivo para Portugal, e que irão continuar, com toda a certeza a fazer parte do grupo de trabalho da nossa selecção nacional de sevens.

Fique hoje com a listagem actualizada dos jogadores portugueses que estarão em Londres, veja o frente a frente com todas as outras equipas que vão disputar o mesmo objectivo, e recorde os resultados do torneio de competência do ano passado, em Hong Kong, onde, com o terceiro lugar conquistado, Portugal ganhou o direito de estar em todas as etapas do Circuito desta época (A equipa lusitana fez parte da Série F nos dois primeiros dias).