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24 de outubro de 2019

INGLATERRA, NOVA ZELÂNDIA, PAÍS DE GALES E ÁFRICA DO SUL NAS MEIAS FINAIS

A ter havido surpresas nos quartos de final do Mundial 2019 elas vão em primeiro lugar para a largueza das vitórias da Inglaterra sobre a Austrália (40-16) e da Nova Zelândia sobre a Irlanda (46-14), já que se quem ganhou era (ligeiramente) favorito não tinha ainda justificado uma vitória por 24 ou 32 pontos de vantagem.

Mas os dois jogos do primeiro dia dos quartos de final acabaram por justificar inteiramente os números das vitórias, e pode-se dizer, sem medo de errar (muito...) que a meia final entre os dois vencedores será (quase) uma final antecipada da competição.

18 de outubro de 2019

MUNDIAL 2019 A FERVER COM QUARTOS DE FINAL NESTE FINAL DE SEMANA

Não é a primeira vez desde que o Mundial se começou a disputar em 1987 que uma equipa do chamado Tier 2 (neste caso o Japão) chega aos quartos de final, mas a verdade é que o campeonato do Japão vai marcar um ponto decisivo no futuro da competição, que eventualmente conduzirá ao seu alargamento a 20 equipas no futuro próximo, mesmo tendo em consideração o significado de próximo para a World Rugby.....

12 de outubro de 2019

DEPOIS DA VITÓRIA DA IRLANDA SOBRE SAMOA, FALTA APENAS CONHECER UM FINALISTA

Na única partida do Mundial realizada hoje a Irlanda bateu a Samoa por 47-05 e assegurou assim a sua passagem à Fase Final do Mundial do Japão, faltando apenas saber o que vai acontecer no Japão-Escócia para conhecer o último participante nos quartos de final da competição.

Com o cancelamento do Nova Zelândia-Itália e do Inglaterra França, ficaram definidos os três primeiros lugares dos Grupos B e C, respectivamente.
Assim, no Grupo B a Nova Zelândia ficou com a primeira posição e a África do Sul com a segunda, enquanto no Grupo C a Inglaterra ficou na frente, seguida da França.
As terceiras posições ficaram para a Itália e a Argentina, que asseguram assim a sua participação no Mundial de França em 2023.

20 de outubro de 2015

DOMÍNIO COMPLETO DO SUL SOBRE O NORTE NO MUNDIAL 2015 *

* Manuel Cabral
Pela primeira vez desde que o Campeonato do Mundo foi disputado pela primeira vez - no longínquo ano de 1987 - só equipas do hemisfério sul chegam às meias finais!

Nunca antes as equipas europeias tinham sido tão completamente varridas do topo do mundo, e mesmo nas finais apenas em 1995 não esteve presente um representante do rugby do hemisfério norte.

18 de outubro de 2015

COM DUAS DECISÕES POLÉMICAS DE JOUBERT, AUSTRÁLIA PASSA ÀS MEIAS *

* Nuno Mourão
Depois de um sufocante e espectacular jogo, entre a Argentina e a Irlanda, estava tudo à espera de poder “descansar” um pouco, com a disputa da última vaga para as meias-finais – o jogo entre a Austrália e os underdogs escoceses, os últimos bastiões e esperança, do hemisfério norte. 

Os primeiros já tinham despachado a Inglaterra para o sofá e Gales para as garras dos sul-africanos. A Escócia chegou a estes quartos de final, depois de uma fase de grupos bastante competente e em que demonstraram um rugby bastante dinâmico e intenso. 
Ainda assim, um pouco longe das equipas do hemisfério sul, habituadas a outro ritmo, pressão e competição. 

ARGENTINA AVANÇA PARA MEIAS FINAIS COM CONFIANÇA E ALEGRIA *

* Martim Bettencourt
Não vi muitos mundiais no meu tempo de “vida rugbístico”, mas tenho poucas dúvidas ao afirmar que nunca se viu tanta qualidade de jogo como o que temos tido o privilégio de assistir neste torneio.

A intensidade com que a Argentina entrou no jogo estabeleceu o ritmo que os Irlandeses teriam que igualar se quisessem sair do Millenium Stadium com a passagem às meias finais.

Vindos de um duríssimo jogo contra a França, onde ainda para mais perderam nomes tão cruciais e influentes como o seu capitão O’Connell, o abertura Sexton e os dois terceiras linhas Peter O’Mahony e Sean O’Brien; o desafio argentino tornou-se um desafio demasiado grande para os homens liderados pelo excelente Joe Schmidt.

17 de outubro de 2015

NOVA ZELÂNDIA-FRANÇA - PESADELO FRANCÊS E ALL BLACKS NAS MEIAS *

* Manuel Gaivão
Depois do desafio lançado com o Haka em forma de V, que tem sido a imagem de marca dos All Blacks durante este mundial, as equipas lançaram-se com toda a intensidade na partida.

Aos 7 minutos os franceses foram penalizados por não largarem o jogador placado e Carter abriu o marcador: 3-0.
Pouco depois uma falta no ruck por parte dos neozelandeses deu a Spedding a oportunidade de empatar o que, apesar da distância, ele não enjeitou.

AUSTRÁLIA MELHOR, DEVE SEGUIR EM FRENTE *

* Virgílio Franceschi Neto
A selecção escocesa faz um Mundial de dar muito gosto. Possui um rugby ofensivo, jogam com intensidade e mesmo na derrota diante dos sul-africanos, caíram em pé.

Depois de anos por baixo, é muito bom vê-los com este jogo. Greig Laidlaw o grande comandante, mas Sean Maitland, Finn Russell, Tim Visser e Tommy Seymour, na linha, dão o ritmo; nos avançados, destaque para os irmãos Grey, Grant Gilchrist (lesionado) e Ross Ford.

PUMAS DESAFIAM IRLANDESES EM ENCONTRO IMPREVISÍVEL *

* Pedro Sousa Ribeiro
A Irlanda vitoriosa dos quatro jogos da fase grupos, acabando com uma concludente vitória sobre a França vai defrontar a Argentina que foi talvez a equipa que mais espectacular rugby praticou e que, no jogo inicial, causou grandes dificuldades aos All Blacks.

Portanto mais um grande jogo em perspectiva que se realiza no Millenium Stadium de Cardiff onde a Irlanda contará com um enorme apoio do público já que haverá muitos milhares de irlandeses que atravessarão o Irishsea para apoiar os seus patrícios.
E quão entusiastas eles são com os seus tradicionais cânticos celtas.

16 de outubro de 2015

NOVA ZELÂNDIA-FRANÇA OU A EXPERIÊNCIA VERSUS IRREVERÊNCIA? *

* Nuno Mourão
É costume dizer-se que, para ser um jogador de rugby de eleição, é necessário uma certa dose de irreverência. 
A França sempre foi uma equipa irreverente, imprevisível, por vezes indisciplinada, capaz do melhor e do pior, mas quando “engatam”, não há nada que os seus adversários possam fazer, que não seja resignarem-se e aceitarem a derrota, como foi o caso em 1999 e em 2007, precisamente com os mesmos intervenientes e no caso de 2007, no mesmo local do “crime” e exactamente na mesma fase da competição, quartos de final.

ÁFRICA DO SUL E PAÍS DE GALES ABREM QUARTOS DE FINAL *

* Ricardo Mouro
A África do Sul parece ter engrenado após a decepção inicial frente aos bravos Japoneses somando por vitórias os restantes jogos do Grupo B.
No jogo que abre os quartos de final os Springboks defrontam o País de Gales fustigado por lesões. Apesar das ausências os galeses sobreviveram ao grupo da morte onde caíram a Inglaterra e Fiji e perderam apenas com a Austrália que veio a vencer o grupo.

Warren Gatland, treinador neozelandês dos galeses, surpreendeu ainda antes do mundial ao deixar de fora dos escolhidos para o mundial Richard Hibbard, Adam Jones e Mike Phillips mas o facto é que a equipa não parece afectada e o jogadores parecem mais unidos em campo bem liderados por Warburton e Alun-Wyn Jones.